História The Crystal Moon - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, Eldarya
Tags Amor Doce, Eldarya
Exibições 95
Palavras 1.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo pra vocês ^^

Espero que gostem, e sem mais enrolação, vamos para o capítulo.... :3

Capítulo 6 - Capítulo 6 - 100 respostas


     Acordo com um enorme dor, vejo vários hematomas pelo meu corpo, mas espera... que lugar é esse? O local que parece ser um quarto tem pouca iluminação, apenas uma cama, e um móvel que lembra uma cômoda. Levanto devagar, o lugar está calmo demais para o meu gosto, sempre fui um pouco desconfiada e assistir filmes de terror não me ajudou muito, minha imaginação sobre acontecer alguma coisa ruim sempre voou longe.

 

     Vou me aproximando cada vez mais da porta, mas assim que escuto um barulho fico paralisada, a minha vontade e correr desse lugar, mas minhas pernas não obedecem e o mais importante, eu não sei onde estou.

 

     - Finalmente acordou, pensei que fosse dormir para sempre – Fico sem reação – Algum problema?

 

     - Não está tudo bem, acordo com uma enorme dor de cabeça, não sei onde estou e uma pessoa que eu nem conheço direito e não sei se é confiável está bem na minha frente – Acho que estou passando tempo demais com o Ezarel.

 

     Ele parece ficar pensando no que eu pensei, não gosto muito quando as pessoas fazem isso, parecem estar analisando a situação, como se a vida fosse um jogo, um jogo de estratégia, onde o de melhor raciocínio vence.

 

     - Agora sou eu que pergunto, algum problema Mister Mascarado?

 

     - Nada, só esperava uma reação diferente, digo, por ter te salvado.

 

     - Ta, desculpa e obrigada por ter me salvado.

 

     Posso até não ver por causa da máscara, mas posso sentir que ele está sorrindo.

 

     - E como foi que você me achou? Estava me vigiando por acaso?

 

     - Não acha que está sendo um pouco convencida?

 

     - Só acho difícil acreditar nessa coincidencia.

 

    Ele fica novamente em silencio, e ouso dizer, um silencio torturante, ele parece ser bem calmo, essas interrupções dele está dificultando meu raciocínio.

 

     - Não estava te vigiando... estava apenas preocupado que alguma coisa que acontecesse, e eu estava certo em fazer isso, se não fosse por mi..

 

     - Ta, eu já agradeci, não precisa repetir sempre que me salvou – Não é que eu seja mal agradecida, só não gosto de ser tratada como a garotinha indefesa, isso sempre me irritou.

 

     - Okay, acho que eu vou deixar você descansar.

 

     - Espere!! Ainda preciso de respostas, porque você disse que eles mentiram para mim?

 

     - Um dia você irá saber.

 

     - Eles fizeram alguma coisa para você?

 

     - Eu sei o que está fazendo, mas não vou te responder tudo tão fácil, se quiser as respostas que você tanto “precisa”, vamos ter que nos encontrar mais vezes.

 

     - Não estou tentando fazer nada, só não espere que eu confie em alguém que tem segredinhos comigo.

 

     - Tudo o que você precisa saber é que eu não sou o inimigo, eles são, tem sim um jeito de voltar, mas eles não te contaram.

 

    - E porque eu deveria confiar em você? E se existe um jeito de voltar porque não me ajuda a voltar? – Outra vez aquela pausa torturante que ele dá, ele se aproxima e senta na cama, em uma certa distância de mim, contudo estamos bem próximos.

 

     - Porque eu estou dependente de... – Ele diz quase que como um sussurro.

 

     - De? ... – Ele se afasta bruscamente.

 

     - Sinceramente, acho melhor você descansar, ou melhor, nós dois descansarmos.

 

     - Mas eu não estou cansada – Ele olha para mim, se vira e sai do quarto me deixando sozinha.

 

    “Não entendi, eu fiz alguma coisa errada?”, tento refleti sobre um pouco mais do que está acontecendo, eu tentei parecer que confiava somente na Guarda e não tinha motivos para duvidar deles, mas a verdade é que eu estou bem confusa, eu não sei onde estou, e quem posso confiar, as únicas pessoas que eu sempre confiei foram Rosa, Alexy e minha mãe, e agora eles estão longe de mim, é impressionante como a mãe tem sempre conselhos certos para dar, no começo eu sempre escondia meus pequenos problemas dela e de todos, mas de tanto guardar tudo para mim, eu fui ficando triste com tudo, com um enorme peso sobre mim, mas um dia decidi começar a contar para ela, foi como se eu tivesse adquirido asas, me sentindo mais leve.

 

     - Pronto – Ele aparece com um copo na mão, com liquido estranho em seu interior.

 

     - O que isso?

 

     - Isso vai te ajudar a dormir.

 

     - O que você colocou nesse copo?

 

     - Não precisa ficar tensa, é apenas um calmante... – Decido pegar o copo e beber o seu conteúdo, lembrar das pessoas mais importantes para mim me deixou emocionalmente frágil – E talvez um sonífero.

 

     - E você decide me contar isso agora??

 

     - Se eu dissesse antes você teria bebido?

 

     - Mas é claro que não.

 

     - Então não me julgue.

 

     Assim que ouço isso, sinto como se meu corpo fosse ficando pesado, procuro a cama e alcanço com dificuldade, durante o meu esforço para que ficasse acordada o Mister Mascarado me observava por todo o momento.

___________

 

     Forço minha visão, por alguns instantes sinto muita dor em meus olhos, consequência da luz forte que é refletida no teto. Olho para os lados assim que me acostumo com a claridade, vejo os chefes das três guardas, Miiko e Kero.

 

     - Finalmente acordou, pensei que fosse dormir para sempre – Já é a segunda vez que ouço isso hoje, apesar de aparentar estar preocupado, Kero sorri serenamente depois de dizer a frase.

 

     - O que foi que aconteceu?

 

    - Nem mesmo nós sabemos, estávamos preocupados com a sua demora, te procuramos por toda parte, e quando estávamos quase desistindo Ykhar aparece nervosa dizendo que te achou aqui na enfermaria desacordada – Ezarel preocupado comigo? Acho que eu acabei batendo a cabeça.

 

    - É a primeira vez que te vejo sério – Ele apenas abaixa a cabeça, depois levanta lentamente, lança o olhar como se tivesse pedindo desculpas, desculpas que me pareciam verdadeiras.

 

     - Está tudo bem Ezarel, você não tem culpa de nada – Ele demonstra um mínimo sorriso, quase imperceptível.

 

     - Você se lembra de alguma coisa que aconteceu? – Valkion pergunta calmamente, não querendo me pressionar, mas sei que todos querem respostas.

 

     - Só me lembro de ser atacada, por uma criatura obviamente nada amigável senti alguém tirando aquela espécie de cachorro de cima de mim, mas não vi seu rosto, eu acordei em um lugar estranho, e um homem que usava mascara apareceu...

 

     - Espera, você disse um homem com máscara – Miiko pergunta em um tom alto, se esforçando para não gritar.

 

     - S-sim.

 

     - Ele voltou – Nevra fala pela primeira vez.

 

    - Ele quem? – Antes que terminasse todos saem da sala apressados – Nossa, como é bom ficar sem respostas, eu hein Ezarel está me afetando mesmo.


Notas Finais


Coitadinha da Alana, está ficando cada vez mais confusa, enfim, espero que tenham gostado, deixem nos comentários o que acharam, elogios, dicas, críticas, etc...


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