História The Cupid (Taekook) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Comedia, Drama, Jenlisa, Jensa, Jhope, Jikook, Kookv, Lennie, Namjin, Romance, Taegi, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 327
Palavras 4.950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ohayo baes!
Perdoem a demora para soltar o capítulo, minha vida 'tá muito corrida ultimamente e 'to mais perdida que cego em tiroteio.
Obrigada pelos 65+ favoritos, vocês são demais!!!
Não tenho muito o que dizer aqui, então, boa leitura :)
Nos vemos nas notas finais <3

Capítulo 7 - He's Your Boyfriend?


Capítulo 07. He’s your boyfriend?

Sinto algo molhado em minha face, como se alguém estivesse me lambendo, que?

Abro meus olhos ainda sonolento e dou de cara com um cachorrinho, ele era inteiramente branco e era a coisinha mais fofa desse mundo, ele lambeu meu rosto e abanou o rabinho.

Sento-me na cama e o seguro. – Quem é você?

— Esse é o seu novo cachorrinho. – Meu pai diz sorrindo. – Surpresa!

— Aaaah, é tão lindo, obrigado appa. – Me levanto e abraço meu pai fortemente. – Muito obrigado.

— Imagina, eu sabia o quanto você queria um animalzinho de estimação e eu sei que disse que iriamos comprar hoje, mas eu o vi num pet shop e não consegui me segurar, tive que comprar.

— Eu amei, ele é lindo. – Digo pegando-o no colo. – Qual o nome dele?

— Você escolhe, meu amor. – Dae diz.

— Hm, que tal Dooyoung? Não, você não tem cara de Dooyoung, hm… que tal, Soonshim? – Olho para o casal a minha frente e eles assentem. – Está feito, bem-vindo a família Soonshim.

Ele pareceu entender, pois latiu e lambeu meu nariz, fazendo-me rir.

— Compramos algumas coisas para ele, coleira, ração, brinquedos, essas coisas, ele já é treinado e tem um ano de idade, espero que não se importe. – Meu pai diz.

— Nha, não me importo. Vamos passear Soonshim. – Digo o colocando em minha cama.

Corri para o banheiro, fechei a porta e me despi. Liguei o registro e tomei um banho fresco para me deixar cem por cento acordado, após o banho voltei para o quarto onde encontrei Soonshim no mesmo lugar em que deixei.

Abri meu armário e peguei uma box preta, a vesti, coloquei uma bermuda jeans preta com alguns rasgos, uma blusa cinza com alguns detalhes em preto e uma jaqueta jeans por cima, peguei meias e as coloquei. Fui até o banheiro onde escovei meu cabelo. Peguei meu celular e conectei o fone ali, desbloqueei e entrei no aplicativo de música, dei play na minha playlist e bloqueei o aparelho, guardando-o no bolso da frente da minha bermuda, coloquei os fones no ouvido e peguei Soonshim no colo, saí do quarto e desci as escadas.

Cheguei no andar de baixo onde peguei a coleira preta no sofá e a coloquei em Soonshim, o soltei e segurei a guia da coleira, caminhamos até a porta onde eu peguei meu par de vans preto e coloquei, gritei para meu pai que estava saindo e fui.

Serial Killer da Lana Del Rey soava em meus ouvidos, sou só eu que me sinto nas nuvens quando ouço essa música? Lana Del Rey tem um puta dom para fazer música boa.

Estávamos caminhando a alguns minutos, meus pensamentos estavam apenas nas músicas que tocavam no meu celular, por conta disso tomei um susto quando um dos meus fones foi afastado do meu ouvido. Olhei para o lado e me tranquilizei ao ver Yoongi-hyung ali.

— Aish, você me assustou hyung. – Disse com a mão no peito.

— Oh, me desculpe. – Ele pede sorrindo.

Oh, Deus, que sorriso lindo.

Andamos em silêncio, curtindo a vibe que Six Degrees of Separation do The Script.

— Eu gosto muito dessa música. – Ele comenta.

— Eu também. – Digo sorrindo.

A música mudou, agora o que tocava era Say You Won’t Let Go do James Arthur. Percebi que Yoongi parou de andar quando meu fone saiu do meu ouvido, olhei para ele que me fitava.

— Dança comigo? – Ele pergunta.

— Está falando sério? Estamos no meio do parque, hyung, há muitas pessoas aqui. – Digo.

— Ignore toda essa gente e curte Taehyung, me concede essa dança? – Pergunta estendendo a mão.

Suspirei e olhei para os lados avistando um banco, puxei Yoon até lá e me abaixei prendendo a guia de Soonshim no pé do banco, ele me encara e logo se deita no chão. Olho para Yoongi que me encarava com um olhar fofo, peguei em sua mão e coloquei a livre em seu ombro, ele faz o mesmo, mas coloca sua mão livre em minha cintura.

Começamos com passos curtos e desajeitados, dois para lá, um para cá, mas com o tempo fomos incrementando a dança e quando dei por mim estávamos dançando tão perfeitamente que eu nem me reconheci, nós nos encarávamos enquanto dançávamos, o que deixava tudo mais perfeito, quem visse essa cena diria que éramos um casal, mas eu já nem me importava mais com a opinião de quem visse, eu estava encantado pelo Yoongi.

No momento em que a música acabou ele me puxou contra seu corpo fazendo-nos ficarmos colados, nossa respiração estava ofegante e nossos olhares estavam conectados, nossos lábios estavam a centímetros de distância e algo neles me chamava a atenção, algo neles me fazia querer capturá-los.

— Ahn, você dança bem. – Ele disse se afastando de mim corado.

Cocei a nuca envergonhado.

— Você também. – Digo enquanto coro violentamente. – Acho que já está bom de passeio por hoje, certo Soonshim? – Pergunto olhando para o animal que me encarava animado. – Obrigado pela companhia hyung, e pela dança também.

— Eu que agradeço por ter me tirado do tédio. – Ele diz mostrando aquele sorriso gengival maravilhoso.

Aish, não sorri não.

Mentira, sorri sim.

Encontrem uma pessoa mais bipolar que Kim Taehyung e falhem miseravelmente.

— Você vai para casa? – Pergunto.

— Sim, sim. – Diz.

— Tudo bem, então, até qualquer dia – Digo enquanto pego a guia de Soonshim.

— Eu não mereço nem um beijo de despedida? – Pergunta me fazendo corar.

Me aproximo de Yoongi e selo sua bochecha rapidamente, ele sorri novamente, acena e começa a andar na direção oposta a minha.

Solto um longo suspiro e puxo Soonshim pela guia, começamos a caminhar calmamente, ele observava tudo a sua volta enquanto eu estava preso em pensamentos, para ser mais específico, preso em pensamentos sobre o dono de um certo sorriso gengival.

 

— Vai jantar em casa hoje? – Appa pergunta parando ao meu lado.

Eu estava enfileirando algumas latinhas de leite condensado, estava tão concentrado que nem percebi meu pai chegando e parando ao meu lado.

— Vou sim, por quê? – Pergunto sem parar o meu trabalho.

— Recebi uma ligação lá da empresa, preciso ir para lá agora resolver umas coisas, passarei a noite fora.

— Ahn, tudo bem, Dae noona ficará em casa?

— Não, ela irá comigo, me ajudará com alguns contratos e documentos. – Diz.

Ficar sozinho em casa em pleno sábado, isso me frustra tanto.

— Certo, então será apenas eu, tudo bem.

— Comprei pizza para você, está na geladeira, apenas esquente. – Diz.

— Tudo bem appa, eu sei me virar sozinho. – Digo meio triste.

Odiava quando ele fazia isso, eu queria tanto passar um tempinho em família com ele e com a noona, mas claro que algo tinha que nos atrapalhar.

— Vou indo, tenho que buscar a Dae no shopping, tome cuidado e não leve ninguém para casa, nem seus amigos.

— Tudo bem, tchau appa.

Ele sorriu de lado e selou minha testa, sussurrou um “me desculpe”, se virou e saiu. Soltei um suspiro entristecido e continuei com o trabalho.

Passaram-se algumas horas e eu estava liberado para ir para casa, guardei meu jaleco no armário, peguei minha mochila e saí do estabelecimento. Segui para minha casa em silêncio, não coloquei nem mesmo uma música, dias assim me entristecem ao extremo.

Quando cheguei em casa percebi uma movimentação na residência dos Jeon e logo Somin sai pela porta de entrada com uma roupa muito bonita – e curta –.

— Olá Tae-yah. – Ela me cumprimenta assim que me vê.

— Olá noona. Vai sair?

— Ah sim, irei a uma balada, quer ir?

— Ahn, vou passar dessa vez noona, estou cansado.

— Oh, que pena, quem sabe da próxima vez. – Apenas assenti. – Tenho que ir, tenha uma noite tranquila dongsaeng.

— Se divirta.

Ela entrou em um Cobalt que logo partiu. Alguns segundos depois vejo uma van preta estacionar em frente a residência dos Jeon e dar duas buzinadas, curioso fingi procurar as chaves na minha mochila. Exatamente cinco segundos depois, vejo Jungkook sair pela porta de entrada, também com uma roupa festiva, me fuzilar rapidamente e entrar no automóvel, este que não enrolou para dar partida.

Hm, parece que alguém vai sair está noite, me pergunto se a Senhora Jeon sabe disso.

Revirei os olhos soltando uma risada fraca e segui para a porta de entrada, a abri e entrei rapidamente, logo a fechando e trancando. Retirei meus sapatos e os deixei no lugar costumeiro, deixei as chaves na mesa e fui para o andar de cima, entrei em meu quarto e de imediato joguei minha mochila na poltrona. Me despi e fui para o banheiro onde joguei uma água no corpo refrescante. Voltei ao quarto, abri meu armário, coloquei uma box branca, um short de pijama e fiquei sem camiseta mesmo.

Desci as escadas e fui para a cozinha, abri a geladeira e vi uma caixa de pizza, a peguei e abri, vi que era portuguesa, minha favorita, aproveitei e peguei uma garrafa de coca cola que havia ali e levei as gordices para a sala. Coloquei os mantimentos na mesa de centro e peguei os controles da televisão, liguei e entrei no Netflix, fucei por algum tempo e optei por assistir meu filme de terror preferido, Assim na Terra como no Inferno, eu amo filmes de terror que trazem fatos históricos.

Me ajeitei melhor no sofá e logo Soonshim pula em cima do móvel se deitando ao meu lado, sorri fraco e fiz um rápido carinho em sua cabeça.

Peguei um pedaço de pizza e mordi saboreando o gosto do queijo, presunto, ervilha, ovos e cebola, poucas coisas que me fazem tão bem.

Após o filme acabar coloquei outro, logo após esse coloquei outro e quando percebi já se passavam da meia-noite e meia. Desliguei a televisão e guardei os controles, peguei a caixa de pizza e a garrafa de refrigerante, estas que se encontravam vazias, as levei para a cozinha e as joguei na lixeira, abri a geladeira e peguei uma garrafa de água, voltei a sala e cutuquei Soonshim, este que subiu comigo para o quarto.

Deixei a garrafa no chão ao lado da cama e fui para o banheiro, onde escovei os dentes e fiz minhas higienes. Voltei ao quarto, peguei o controle do ar-condicionado e o liguei deixando-o em uma temperatura que me agradasse. Apaguei as luzes e me joguei na cama debaixo das cobertas. Não deu nem cinco minutos para Soonshim estar deitado ao meu lado, bem aconchegado com parte do seu corpo debaixo do edredom. Fechei os meus olhos e rapidamente adormeci, caindo no mundo dos sonhos.

Ding, Dong…

O som da campainha me fez acordar, me remexi e estiquei meu braço até o criado-mudo, peguei meu celular e acendi o ecrã, enxergando apenas um borrão claro, alguns segundos depois já estava com a vista um pouco melhor e pude ver nitidamente os quatro números que me fizeram ficar irritado, 03:26.

O que uma pessoa em sã consciência teria na cabeça para tocar a campainha de alguém em plena madrugada? Pô, são três e meia da matina e eu estava tendo um belo sonho com o Mark Tuan.

Ouvi a campainha tocar mais uma vez fazendo-me resmungar, retirei as cobertas do meu corpo e joguei minhas pernas para fora da cama, levantei-me calmamente e acendi o abajur, Soonshim me olhava curioso e sonolento, sua cara estava amassada, denunciando que ele estava dormindo. Sorri fraco e disse “volte a dormir, garoto”, mas ele apenas continuou em encarando.

Coloquei minhas pantufas de alien e segui para fora do quarto, a campainha tocou mais uma vez fazendo-me ficar irritado. Na boa, não me acorde de madrugada, caso contrário, enfrente a fera. Terminei de descer as escadas e fui até a porta, porém, voltei alguns passos e entrei na cozinha, abri alguns armários e a única coisa que encontrei foi uma frigideira, vai isso mesmo. Segurei a frigideira preta fortemente com uma mão e com a outra peguei a chave de casa, coloquei-a na fechadura e girei em sentido anti-horário, segurei a maçaneta ao mesmo tempo em que erguia minha mão esquerda, esta que continha a frigideira. Girei a maçaneta e puxei um pouco a porta, examinei a figura do lado de fora e arregalei os olhos ao perceber quem era.

Larguei a frigideira em cima da mesa ao lado da porta e abri o objeto, observando-o cambalear de leve.

— O que está fazendo aqui? – Pergunto. – Sabe que horas são?

— Não, perdi a noção do tempo… a algumas h-horas. – Ele fala embolado, mas por sorte entendi.

— Você está bêbado? Eu não acredito, responda a minha pergunta Jungkook, o que está fazendo aqui? – Pergunto novamente.

— Eu fui para a min-nha casa, mas estou sem a chave, toquei a-a campainha muitas vezes, mas ninguém a-atendeu. – Ele diz.

— Argh, eu não acredito nisso, por que não foi para a casa do Yoongi? – Pergunto.

— E-Eu não lembro o-onde é.

— Aish, eu mereço, babá de bêbado, tinha coisa melhor? – Murmuro. – Entra logo.

Segurei seu braço e o puxei para dentro, fechei e tranquei a porta novamente.

— P-Por que tem uma f-frigideira aqui?

— Não interessa, vamos você precisa de um banho.

O puxo pelo braço até o andar de cima e entro com ele no meu quarto, fecho a porta e o guio até o banheiro.

— Bom, tome um banho, vou pegar umas roupas para você.

Após dizer isso me virei para sair do banheiro, mas fui impedido por ele.

— E-Eu não consigo sozinho.

— ‘Tá falando sério? – Pergunto incrédulo.

— ‘To u-ué.

— Aish, eu te odeio. Tire as roupas.

— E-Eu já disse, e-eu não cons-sigo.

Aaaah eu vou te bater, Jungkook.

O ajudei a retirar a jaqueta jeans e a joguei em cima do vaso, segurei a barra de sua camisa e puxei para cima, ele me ajudou erguendo os braços.

Não olhe para o abs, Taehyung. Não olhe para o abs… aish, já era.

Desabotoei a sua calça e baixei o zíper, puxei-a para baixo e tive a visão de sua cueca preta, que infelizmente estava marcada por seu volume natural e isso fez com que um rubor nascesse em minhas bochechas, aigoo.

Liguei o registro e empurrei Jungkook para dentro do box, vendo-o se contorcer debaixo da água e tentar empurrá-la, confesso que ele ficou fofo com aquela carinha confusa. Balancei a cabeça negativamente afastando esses pensamentos, aproximei-me dele e peguei o sabonete, comecei a passar o sabão pelo corpo do garoto, mas ele não facilitava, ficava se mexendo toda hora e se afastando de mim.

— Jungkook, pare de se mexer.

Continuei tentando passar sabonete nele e fui surpreendido quando ele me puxou para dentro do box, fazendo com que eu me molhasse por inteiro, os olhos de Jungkook me mediram de cima a baixo, ele parou seu olhar na minha bermuda e o observei morder o lábio calmamente. Revirei os olhos e o puxei para perto, molhei o sabonete e voltei a passar no corpo do garoto, dessa vez conseguindo.

O resto do banho foi tranquilo, tirando o fato de Jungkook ficar me secando, ele já estava banhado quase que por completo, faltava apenas uma parte, mas ele teria que cuidar dela sozinho.

— Jungkook, termine de se lavar. – Apontei para suas partes íntimas. – Coloque uma toalha e me espere aqui, vou pegar umas roupas para você.

Ele apenas assentiu, saí do box e peguei uma toalha que estava pendurada, coloquei-a sobre meu corpo e saí do banheiro. Abri meu armário onde peguei outro pijama e outra cueca. Saí do meu quarto e fui até o do meu pai, fui a sua suíte onde retirei minhas roupas e as coloquei dentro da pia, terminei de me secar e coloquei as roupas secas. Pendurei a toalha e voltei para o meu quarto, abri meu armário onde peguei uma muda de roupas antiga e uma cueca qualquer, deixei as roupas secas em cima da cama e voltei para o quarto do appa, peguei minhas roupas molhadas e desci para a lavanderia noturna da casa.

Enquanto pendurava as roupas flashes de alguns minutos atrás vinham a minha cabeça, não conseguia parar de me lembrar de como a água do chuveiro deixava-o ainda mais atraente, em como seu abs era definido e na maneira que ele olhou para o meu membro…

Senti um aperto e olhei para baixo, eu só pensei no garoto e já fiquei duro? Pô meu corpo ‘tá me traindo na cara dura.

Voltei para o andar de cima e suspirei com a cena que encontrei. Jungkook estava apenas com uma toalha em sua cintura, deitado totalmente torto em minha cama, de olhos fechados.

Pensei em acordá-lo, mas ele veria minha ereção e, com certeza, me zoaria, dei as costas e voltei para a suíte do meu pai, entrei, fechei e tranquei a porta. Me sentei no vaso sanitário e olhei para o meu membro, eu não posso me tocar, Jungkook está a alguns metros daqui, ele pode ouvir, mas é tão tentador e a cada segundo ele parece ficar mais ereto, aish.

Passei a pensar em coisas broxantes, mas não adiantava, ottoke?

— Aaaah, não acredito que vou fazer isso.

Desci minha mão lentamente e a envolvi em meu pênis coberto, apertei fortemente fazendo-me arfar. Fui abaixando as únicas vestes que impediam minha nudez completa, deixei as roupas na altura do meu joelho e passei a dar atenção ao meu membro. Segurei sua base e comecei a fazer movimentos de vai e vem arrancando-me gemidos baixos de prazer, com a mão livre comecei a acariciar minhas bolas, fui aumentando a frequência dos movimentos e quando vi já estava fazendo o que chamamos de bater punheta, conforme fazia os movimentos ia imaginando como seria ter a boca de Jungkook no lugar de minha mão, será que seria tão bom quanto?

Continuei com os movimentos e soltando gemidos, mordia meus lábios para tentar abafar os sons obscenos, mas não conseguia. Meu limite estava chegando, mas estava tão bom que eu realmente não queria que chegasse, com mais alguns apertos e carícias senti meu líquido ser jorrado e junto a ele um gemido alto e vergonhoso:

— J-Jungkook…

Fiquei alguns segundos estático, minha respiração ofegante denunciava o que eu havia feito.

Caralho, eu me toquei pensando no Jungkook.

Senti meu estômago revirar conforme o sentimento de culpa vinha, por que eu me toquei pensando no crush do meu melhor amigo? Eu não posso fazer isso, é errado.

Agora já foi Taehyung, para de reclamar. – Meu subconsciente gritou.

É, ele tinha razão…

Me levantei do vaso e ergui minhas roupas, colocando-as novamente, lavei bem minhas mãos e usei papel higiênico para retirar o gozo que havia espirrado na parede e no chão, joguei o papel dentro do vaso e dei descarga. Respirei fundo e abri a porta, voltei para o quarto onde encontrei Jungkook exatamente na mesma posição que eu deixei, menos-mal. Caminhei em sua direção e o cutuquei, mas ele não acordava de jeito nenhum.

— Acorda Jungkook! – O sacudi, mas não obtive resultados. – Aish, eu não acredito que vou fazer isso.

Soltei a toalha e a retirei, arregalei meus olhos no mesmo momento em que coloquei meus olhos naquilo, era enorme, me pergunto como aquilo cabe em alguém. Balancei a cabeça negativamente a fim de afastar aqueles tipos de pensamentos e peguei a cueca limpa e seca, a coloquei com bastante dificuldade, e foi extremamente difícil não olhar para seu membro, cara, aquilo já era enorme broxado, imagina quando estava duro, aish Taehyung, para de pensar isso.

Peguei a bermuda e coloquei em Jungkook, havia ficado certinho nele, por fim tentei colocar a camiseta, mas não tinha como, Jungkook era bastante pesado, optei por deixá-lo sem camiseta mesmo. Puxei ele até estar com a cabeça no travesseiro, ato que levou uns dez minutos, aproximadamente, para ser executado. Joguei os cobertores por cima do seu corpo e vi Soonshim me olhar como se perguntasse o que eu estava fazendo.

Sinceramente amigo, nem eu sei.

Dei a volta na cama e me sentei na beirada, fiz um carinho em Soonshim, este que roncou e voltou a deitar a cabeça na cama. Olhei para Jungkook e suspirei, ele dormia, porém, resmungava algumas coisas. Passei a observar seus fios castanhos, parecem ser tão macios. A vontade de passar a mão era enorme.

Ele está dormindo, passar a mão rapidamente não vai fazer nenhum mal, certo?

Bom, era o que eu pensava.

Levei minha mão esquerda até seus fios e afaguei levemente ali, woah, tão macio.

Aqueles fios eram incrivelmente macios, mesmo com a química do castanho, continuava macio, não sei exatamente quanto tempo passei fazendo carinho em Jungkook, só fui perceber que exagerei quando vi suas órbes negras me fitando. Afastei minha mão rapidamente e respirei fundo. Me levantei e estava prestes a me virar, porém, fui impedido por Jungkook, este que segurou meu pulso fino e me puxou contra ele fazendo-me cair deitado na cama.

— Durma aqui, por favor.

— J-Jungkook…

— Por favor, Taehyung. Eu tive um pesadelo e só me acalmei com o seu cafuné, durma comigo. – Seus olhos demonstravam súplica e percebi que ele estava falando sério.

—Tudo bem.

Soonshim nos observava quieto, ele se levantou e passou por cima de mim esperando-me deitar, fiz isso. Coloquei as cobertas sobre meu corpo e senti o cão se deitar nos nossos pés, virei-me de costas para Jungkook e fechei os olhos a fim de adormecer rapidamente, mas o que eu não esperava era sentir um dos braços do garoto atrás de mim abraçar-me a cintura e puxar-me contra ele, descansou sua cabeça perto da minha nuca e sua respiração causava-me arrepios.

Resolvi não falar nada sobre aquilo, apenas suspirei e concentrei-me em dormir.

 

— Oh meu Deus, Taehyung.

Ouço alguém dizer e abro meus olhos ainda sonolento, suspirei pesadamente ao perceber que minha vista estava embaçada, levo minha mão até meus olhos e os coço tranquilamente, finalmente pude enxergar nitidamente e quando olhei para frente levei um susto.

Dae me encarava assustada e em alguns momentos jogava seu olhar sobre Jungkook, este que ainda dormia.

Por reflexo tentei levantar meu corpo, mas fui impedido por Jungkook, na verdade, por seus braços. Respirei fundo e olhei para minha noona.

— Noona… eu posso explicar. – Disse calmamente.

— Então me explica, me explica por que Jeon Jungkook está deitado na sua cama ainda por cima sem camiseta, na verdade, vocês dois estão sem camiseta, como pode explicar isso Taehyung?

— Noona… eu posso explicar isso depois? Por favor.

Ela solta um suspiro profundo e assente, se vira e sai do meu quarto. Olhei para a janela do quarto e pude perceber que ainda estava de noite, acho que eles resolveram voltar mais cedo, aigoo, graças a Deus foi a noona que entrou aqui, imagina se fosse meu pai, ele mesmo disse para eu não trazer ninguém para casa.

Solto outro suspiro, aliás estou ficando perito em suspirar, só sei fazer isso. Descanso minha cabeça no travesseiro novamente, fecho meus olhos e volto a dormir.

Algumas horas mais tarde

Acordo com o sol batendo em meu rosto, que horas são? Tateio o criado-mudo até encontrar meu celular, pego o aparelho e ligo o ecrã me assustando ao ver que já eram onze e doze da manhã, bloqueio o ecrã e coloco o celular onde estava. Solto um bocejo junto a uma espreguiçada, estava cansado. Viro-me para o lado e tomo um pequeno susto ao avistar duas órbes negras me fitando.

— Bom dia. – Desejo.

— Bom dia, o que eu estou fazendo aqui? – Pergunta confuso.

— Você bebeu demais, tentou voltar para sua casa, mas estava sem chave e ninguém atendia a campainha, então você veio para cá.

— Ah sim, agora faz sentido. Eu fiz alguma coisa estranha? Tipo, dar em cima de você? – Pergunta preocupado.

— Hm, além de me fazer te dar banho e me molhar inteiro, não, você não fez nada.

Ocultei a parte da olhada sensual porque sim, e não, eu não vou contar que o vi nu nem que dormimos de conchinha.

— Certo, bom, me desculpe por fazer essas coisas, eu sou muito idiota quando estou bêbado.

Não só quando ‘tá bêbado.

— Tudo bem, deve estar com dor de cabeça né?

Levanto-me da cama e vou até o meu armário, onde pego um kit de medicações, retiro de lá um remédio para dor de cabeça e entrego a Jungkook.

— Obrigado. – Ele diz.

Aponto para a garrafa de água que eu havia trazido na noite anterior para o quarto, ele a pega, abre e toma o remédio.

— Por que eu estou sem camisa? – Ele pergunta. – Na verdade, por que estamos sem camisa?

Eu não estava preparado para aquela pergunta. Que desculpa eu daria?

— Eu não consigo dormir de camisa o tecido me atrapalha. – Expliquei, afinal era verdade. – Enquanto a você… ahn, bom, é uma boa pergunta, quando fomos dormir você estava com uma, eu havia lhe emprestado, aparentemente você a tirou.

A desculpa mais esfarrapada do século, mas deu para o gasto.

— Entendi.

— Tome, vista. – Joguei uma camiseta minha no colo dele, ele pegou-a e a vestiu rapidamente.

— Bom, está na hora de ir.

— Certo, eu te acompanho até a porta. – Ele assentiu.

Abri a porta do quarto e saímos, descemos as escadas tranquilamente e chegamos a sala, felizmente, ou infelizmente, Dae estava lá, sozinha.

Ela nos encarou como se pedisse uma explicação, engoli seco e logo falei:

— Ele estava bêbado e veio pedir a minha ajuda, como eu não sou de ferro não consegui negar e o ajudei. – Disse tudo de uma vez.

— E por que não foi para casa, Jungkook?

— Eu estava sem a chave, toquei a campainha, mas ninguém atendeu. – Se explicou.

— Hm, entendi. E o que explica o fato do Jungkook estar sem camiseta?

— Assim como o Taehyung, eu tenho o hábito de dormir sem, me desculpe, senhora Kim. – Ele pede se curvando.

— Tudo bem, querido. Mas não exagere nas bebidas.

— Sim, senhora.

— Vocês tem sorte de ter sido eu quem entrou no quarto, seu pai estava louco querendo te ver, mas eu não deixei, as vezes eu acho que o seu pai não percebe que você está crescendo. – Ela disse fazendo-me rir fraco.

— Bom, obrigado, noona.

— Quer almoçar conosco, Jungkook? – Noona pergunta.

Arregalo levemente os olhos e a respondo antes dele:

— Não vai dar, noona, Jungkook tem que ir para casa.

— Ah, claro, bom, mande um beijo para sua mãe Jungkook.

— Mandarei, ahn, obrigado pela hospitalidade e desculpem pelo incômodo. – Curvou-se.

Jungkook está sendo educado, essa é nova.

— Imagina. – Noona diz sorrindo.

— Eu abro a porta. – Digo indo até o objeto sendo seguido por Jungkook.

Abri a porta com ele ao meu lado e infelizmente appa estava do outro lado, mas ele não estava sozinho, halmeoni* estava com ele e ela segurava uma sacola de mantimentos na mão esquerda. Appa nos encarou curioso e aparentemente confuso.

— Ahn, olá? – Halmeoni pergunta confusa.

— Halmeoni! – Digo feliz.

— Olá Senhora Kim, Senhor Kim. – Jungkook curvou-se.

— Oh, Jungkook. – Appa me encara levemente surpreso. – O que faz aqui?

Jungkook abriu a boca para responder, mas foi cortado pela minha halmeoni.

— Aish, Taeyoung que tipo de pergunta é essa? É óbvio que ele veio ver a seu filho, aliás olá meu menino, está tão lindo. – Ela diz vindo em minha direção e me envolvendo em um abraço.

— Obrigado halmeoni. – Selo sua testa após nos afastarmos.

— Ver o meu filho? – Appa questiona confuso.

— Sim, criatura, nessa idade é comum isso acontecer. – Ela diz fazendo-me corar.

— Espera aí, o que? – Ele estava cada vez mais confuso.

— Aish, esquece. – Ela se virou para Jungkook e sorriu carinhosa. – Você é muito lindo.

— Oh, obrigado, a Senhora também é muito bonita.

— Oh, não precisa dizer isso, eu já sei.

— Amor próprio é tudo. – Murmurei.

— Eu ouvi isso bebê. – Halmeoni diz fazendo com que eu core novamente.

Não, você não fez isso…

— Bebê? – Jungkook questiona com um sorriso no rosto.

— Sim, Taehyung é o meu bebê. – Halmeoni o responde enquanto segura minha mão.

— Ah sim. – Ele me olha prendendo o riso e eu lhe jogo um olhar mortal. – Bom, deixa eu ir, minha omma está me esperando. Foi um prazer conhecê-la Senhora Kim e um prazer vê-lo Senhor Kim.

— Satisfação, porque prazer é só na cama. – A mais velha entre todos ali diz

— Halmeoni! – A repreendo enquanto Jungkook ri.

— Certo, certo. Bom, com licença. – Jungkook se curva e sai rapidamente dali.

Papai me olha curioso e eu dou de ombros fazendo-o suspirar, ele e vovó finalmente entram dentro de casa e eu fecho a porta. Eles foram para a cozinha enquanto eu caminhava para o sofá, joguei-me no móvel e senti Soonshim deitar em minha barriga, comecei a fazer carinho nele.

— Tae? – Olho em direção a voz e vejo halmeoni ali.

— Sim?

— Ele é seu namorado?

Corei violentamente com aquilo, da onde ela tirou isso?

— O que? Claro que não, halmeoni. Ele é apenas um colega com dúvida em inglês.

— Ah, sério? – Ela faz uma cara desapontada, mas logo coloca um sorriso no rosto de novo. – Uma pena, vocês dariam um ótimo casal.

Assenti brevemente e vi que ela se virou para voltar a cozinha, mas voltou a me olhar.

— Você não é bom em inglês, querido.


T H E C U P I D


Notas Finais


Então é isso!!
Halmeoni: Avó
Gente eu estou muito desapontada, esse capítulo não ficou o que eu queria que ficasse, sinceramente? Achei uma merda, mas fazer o que né? Até tentei refazê-lo, mas não tinha jeito, ou era isso ou nada, e como eu sou uma boa autora eu resolvi que: “melhor um capítulo ruim do que deixar eles sem capítulo”, então está aí.
Gostaram? Odiaram? Me deixem saber!
Qualquer dúvida sobre qualquer coisa me mandem uma MP.
Querem alguém para surtar por kpop? Me sigam no twitter e venham enlouquecer comigo haha: https://twitter.com/uttmarkson
Até o próximo capítulo :)
Xoxo e Annyeong <3
PS: O capítulo 'tá sem banner, por conta de uma modificação, estou trabalhando em melhores banners e espero que não se importem.


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