História The Cursed Twins - Capítulo 21


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alastor Moody, Alecto Carrow, Alvo Dumbledore, Alvo Potter, Amycus Carrow, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Antonin Dolohov, Arabella Figg, Argo Filch, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Augustus Rookwood, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Córmaco Mclaggen, Cornélio Fudge, Daphne Greengrass, Dênis Creevey, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Ernesto Macmillan, Evan Rosier, Fenrir Greyback, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gilderoy Lockhart, Gina Weasley, Grope, Gui Weasley, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Hestia Carrow, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Katie Bell, Lilá Brown, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Mila Bulstrode, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Mundungo Fletcher, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Penélope Clearwater, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Quirinus Quirrell, Remo Lupin, Rita Skeeter, Rodolfo Lestrange, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sibila Trelawney, Simas Finnigan, Sirius Black, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Viktor Krum, Vincent Crabbe, Walden Macnair, Wilhelmina Grubbly-Plank, Yaxley, Zacharias Smith
Tags Draco Malfoy, Fred, Fred Weasley, Grifinória, Harry Potter, Jorge, Jorge Weasley, Livros, Personagens Originais, Sonserina
Exibições 92
Palavras 2.386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


VOLTEI COM O TÃO ESPERADO CAPÍTULO DOS BEIJOS
Só lembrando que, se vocês me matarem, vocês ficam sem fic
Só avisando mesmo, porque vocês vão querer me matar depois desse capítulo.
Ps: Finalmente aprendi a usar travessão no word. YEY <33

Capítulo 21 - Beijos e Hogsmeade


Fanfic / Fanfiction The Cursed Twins - Capítulo 21 - Beijos e Hogsmeade

Nos dias anteriores, Pansy Parkinson não desgrudava de Draco, que parecia não se incomodar em ter alguém tratando-o como total realeza.

E é claro que Katerina não estava contente com isso.

Era fim de semana e Katerina estava à mesa da Sonserina, ela jogava Verdade ou Desafio, pois conseguira um pouco de Veritasserum roubado do armário de poções de Snape.

— Verdade, ou desafio, Daphne? — perguntou Tracey.

— Verdade. — Daphne disse.

— Hum... Ai, eu não sei! Kat, ajuda aqui. — pediu Tracey.

Katerina se inclinou e sussurrou algo em seu ouvido.

— Ótimo! — disse Tracey sorrindo e diminuiu o tom de voz. — Senhorita Daphne, você ficaria com o Senhor Zabini?

— S-Sim. — falou Daphne e logo em seguida tampou a boca com a mão. — Veritasserum  estúpido.

— Vai, gira de novo. — falou Tracey e Daphne utilizou o Wingardium Leviosa  para fazer a garrafa girar.

— Verdade ou desafio? — perguntou Millicent a Katerina.

— Verdade. — disse Katerina.

— De quem você gosta? — perguntou.

Katerina prendeu a respiração e disse:

— Desafio.

— Ah, não vale! – exclamou Tracey.

— Na verdade, vale. – falou Daphne.

— Ok, então te desafio a beijar o próximo garoto que entrar pela porta. — falou Millicent.

— Mas e se for Neville? — perguntou Katerina, franzindo o nariz. – Ou um primeiranista?

— Ok, beije o primeiro garoto que for do terceiro ano ou mais e que não for Neville. — falou Millicent.

Então, um garoto do sexto ano entrou. Ele era da Lufa-Lufa. Alto, pálido, olhos cinzentos e cabelos castanhos escuro.

— Você é muito sortuda! — exclamou Tracey, em um grito abafado. — Esse é Cedrico Diggory, apanhador e capitão do time de quadribol da Lufa-Lufa.

— Sem contar que é um gato. — completou Millicent.

Katerina levantou-se, pronta para ir até lá.

— Kat, realmente quer ter seu primeiro beijo assim? — sussurrou Daphne.

Katerina parou e hesitou, olhou para trás, não para Daphne e sim, para Draco.

Pansy estava agarrada ao seu braço bom, enquanto dava... Uvas em sua boca? E ele não estava se incomodando com aquilo nem um pouco.

Katerina sorriu com escárnio, irritada.

— Absoluta. — respondeu a Daphne e caminhou até o lufano.

Ficou nas pontas dos pés e sem cerimônia, o beijou.

Mesmo pego de surpresa, o garoto retribuiu o seu beijo, a segurando com força na cintura.

Até que beijar é bom. Pensou Katerina.

O Salão Principal ecoou em cochichos e assobios.

— Katerina Thompkins. — ela se apresentou.

— Eu sei.- ele disse, sorrindo sem graça. — Cedrico Diggory.

— Eu sei. — ela disse. — Eu fui desafiada e... Só espero que não tenha problema.

— Problema algum. — ele falou sorrindo e foi até sua mesa. — Aliás, você beija bem.

— Obrigada. — agradeceu rindo. — Você também.

Dito isso caminhou até sua mesa e sentou-se novamente ao lado e Daphne.

— Eu não acredito que fez isso. — falou Tracey, a boca tampada com a mão.

— Pois acredite, porque eu fiz. — falou Katerina.

— Seria mais fácil ter respondido à pergunta. — falou Millicent.

— Não, não seria. — falou Katerina.

— Kat. — Daphne sussurrou.

— Sim?

— Olhe para Draco. — falou Daphne.

—  Pra que? Para ver aquela vagabunda nojenta dar uvinhas  na boquinha dele? — perguntou Katerina, irritada.

— Katerina, só olha. — falou Daphne.

— Tá! — Katerina exclamou e se virou para Draco, que já não estava mais prestando atenção em Pansy. Ele olhava diretamente para Katerina, sem desviar o olhar por um segundo e parecia muito irritado.

Um arrepio passou pelo seu corpo e ela voltou seu olhar a Daphne.

— Porque é que ele está imitando a minha cara de morte? — sussurrou Katerina à Daphne.

— Talvez porque ele esteja com ciúmes. — Daphne gritou abafadamente, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

— É claro que está com ciúmes. — concordou Katerina ironicamente. – Acho que ele já tem o consolo dele prontinho lá do lado dele.

— Faça-me o favor né Kat, ambas sabemos que ele não dá a mínima para Pansy.

Katerina ficara sem palavras.

Será que ele está mesmo com ciúmes? Pensou Katerina.

~...~

No dia seguinte, Annabelle  estava pronta para seu primeiro passeio à Hogsmeade.

Ele é tão divertido e lindo, pena que nunca gostará de mim. Pensou Annabelle, enquanto observava Jorge.

— Nós te levaremos à Zonko’s. — disse Jorge a ela, despertando-a de seus devaneios, enquanto estavam em uma carruagem junto a Fred.

— E à Dedosdemel. — falou Fred.

— Não podemos nos esquecer da Casa dos Gritos. — comentou Jorge.

— Hogsmead parece ser um sonho. — falou Annabelle sorrindo.

— E é. — disse Jorge.

Bem, é claro que ela e Katerina já tiveram a chance de ir com os gêmeos até lá, através das passagens que o mapa do maroto os mostrou, mas, como não possuíam uma capa da invisibilidade, seria muito difícil passarem despercebidas por lá. Ainda mais sendo filhas de Lyanna e Hansel Thompkins e todo esse blá blá blá de serem conhecidas em todo o mundo bruxo.

Estavam na rua principal de Hogsmeade, era repleta de pubs e lojas.

— Vem, vamos à Zonko’s primeiro. — falou Fred.

— Nosso estoque de Chumbinhos Fedorentos está acabando. — contou Jorge.

— Vamos então. — disse Annabelle.

Eles foram à loja, que era repleta de brincadeiras e estava cheia de alunos.

— Ah, Fred e Jorge Weasley! — exclamou o vendedor, abrindo espaço entre os alunos. — Venham, venham!

— Parecem que são conhecidos. — comentou Annabelle.

— Oh, sim, estes são meus fregueses de honra! — disse Zonko, batendo com as mãos no ombro dos gêmeos. — O que vão querer desta vez?

— Precisamos de Chumbinhos Fedorentos, Bombas de Bosta e Soluços Doces. — falou Fred, como se tivesse uma lista mental.

— É para já. — o vendedor disse, indo buscar os logros nas prateleiras, para que não precisassem se infiltrar em meio aos outros alunos.

— Privilégios que apenas nós temos. — disse Jorge sorrindo.

O vendedor retornou com tudo que os dois haviam pedido em uma sacola. E Fred lhe deu o dinheiro.

— Até mais. — despediram-se do vendedor.

— Até. — ele disse e se virou para atender o amontoado de alunos que estavam na loja.

Deram uma passadinha na Casa dos Gritos, mas não ficaram por muito tempo, já que não havia nada demais para ver lá.

Chegaram à Dedosdemel.

Se Annabelle achara a Zonko’s lotada, ela não sabia nem o que pensar do número de pessoas que se aglomeravam na Dedosdemel.

— Por favor, me digam que são amigos dos donos dessa loja. — pediu Annabelle, observando quantas pessoas tinham lá dentro.

— É... Infelizmente não. — falou Jorge.

Então, Fred suspirou:

— É, parece...

Ele foi interrompido por Draco e Katerina, que se aproximavam brigando:

— Você simplesmente beijou um garoto com quem nunca havia falado no meio do Salão Principal! — Draco dizia.

— Ah, vai me dizer que nunca beijou, Senhor Malfoy Puritano. — falou ela, revirando os olhos.

— É diferente!

— Claro que não é.

— Claro que é! Eu não quero que fique tendo atitudes de uma prostituta. — ele disse.

— Atitudes de prostituta? — Katerina esganiçou-se. — Atitude de prostituta é aquela vagabunda com cara de buldogue ficar se esfregando em você. Francamente, se ela fica dando uvinhas na sua boca, o que mais será que ela não dá?

— Mas Pansy é Pansy! — Draco disse. — Todos sabem como ela é. Agora você, Kat você é minha. — ela franziu as sobrancelhas e logo ele complementou. — M-Minha amiga. Não deve agir assim.

— Eu vou agir do jeito que eu quiser, porque você não manda em mim.

— Eu não aguento mais discutir com você! — gritou ele.

— Então dê meia volta e vai lá com seus dois gorilas e sua cadelinha. Aí vira um zoológico porque vai ter uma cobra lá também.

— Talvez eu faça isso. — ele disse.

— Ótimo! — ela gritou.

— Ótimo! — ele gritou também.

— Ótimo! — ela se virou e caminhou até a irmã, furiosa, e ele foi na direção oposta.

— Isso é uma D.R que estou vendo, Kat? — perguntou Fred, cantarolando.

— Não! Para ter D.R tem que ter relacionamento. E NÓS NÃO TEMOS UM RELACIONAMENTO!

— Não foi o que pareceu quando ele disse que você é dele. — comentou Jorge, olhando para cima inocentemente, enquanto se balançava nos pés.

— Você está bem, Kat? — perguntou Annabelle

— É claro que estou bem, quem deve estar ruim é ele, que está sem a minha pessoa. — falou Katerina pomposa, como uma verdadeira sonserina.

Annabbelle sabia que ela se importava e que estava mal, mesmo não expressando.

— Enfim, ficamos muito tempo aqui, vamos entrar. — Annabelle falou e o quarteto adentrou a loja. — Gente, aqui tem muita gente, acho melhor eu me esgueirar entre eles e pegar tudo o que formos comprar.

— Tem razão. — falou Katerina e a irmã se enfiou em meio à multidão de alunos, parando em frente à uma prateleira.

Annabelle já estava com sacolas lotadas de doces, apenas não conseguia achar os caramelos. Na hora em que se virou, bateu de cara no ombro de alguém — que era alto por sinal.

— Ai meu Merlin, me desculpe! — exclamou ela, então reparou no que ele segurava. Era uma sacola com caramelos. — Onde foi que achou, estou procurando há ho-horas. — então ela viu seu rosto.

Annabelle o reconheceu. Era Córmaco McLaggen, já havia visto ele algumas vezes na Sala Comunal, mas nunca falara com ele.

Meu paizinho amado! Pensou. Ele é mais lindo de perto!

Ele tinha ombros largos, era alto, cabelos loiros, olhos azuis e um sorriso tão lindo, que Annabelle quase derreteu.

— Eu te mostro. — ele disse, tirado-a de seu transe, e a levou até uma prateleira, lá ela achou milhares de caramelos.

— O-Obrigada. — ela disse, ainda em transe, olhando para seu rosto.

É tão lindo, parece um anjo. Pensou.

— Aliás, meu nome é Córmaco.

— E-Eu sei. O meio é Kate... Annabelle. — ela respondeu.

COMO ASSIM? EU QUASE DISSE QUE MEU NOME ERA KATERINA? Pensou histericamente. Devo estar ficando louca.

— Eu sei. — ele disse sorrindo. — Praticamente todo o mundo bruxo sabe.

— É... — ela disse, enquanto ficava na ponta dos pés para alcançar o caramelo.

Ela podia não ser baixinha, mas aquela coisa estava alto demais.

— Eu pego para você. — ele disse e pegou o caramelo sem esforço.

— Obrigada. — ela agradeceu e sorriu.

Jorge, que estava entre Katerina e Fred, olhava para a cena com reprovação, enquanto cruzava os braços.

— Como ela não vê? — perguntava, batendo o pé impaciente. — Como ela não vê que ele só quer adicionar ela à lista de mais uma que ele pegou?

— Porque, meu caro quando uma garota vê um garoto daquele, ela fica toda derretida. — comentou Katerina displicentemente, enquanto lia um folheto.

Córmaco então disse à Annabelle:

— Eu estava pensando em ir ao Três Vassouras. Vem comigo, eu te pago uma cerveja amanteigada.

— Ahn, é que eu estou com minha irmã e meus amigos. — ela falou, sem estranhar o fato de que eles haviam acabado de se conhecer oficialmente.

O que Jorge pensaria disso? Pensou. Se bem que ele deve estar mais ocupado com as garotas do quinto ano.

— Ei, eles não verão problema, tenho certeza. — ele disse e os dois caminharam até Katerina e os gêmeos Weasley.

— Hum, gente, Córmaco me chamou para ir ao Três Vassouras, queria saber se tem probl... — começou Annabelle.

— Não tem problema algum. — disse Jorge rispidamente.

— Tudo bem, aqui estão seus doces. — disse. — A vendedora está ali, é só entregar o dinheiro para ela.

— Tá bom, agora vai. — Jorge disse grosseiramente.

Annabelle notou a grosseria, mas nada comentou.

— Até mais, gente.

— Até. — disseram Katerina e Fred.

— Tchau. — falou Jorge com a cara fechada.

Então, Annabelle deixou a loja acompanhada por Córmaco.

Eles caminharam por Hogsmeade, até o pub.

O Três Vassouras era um lugar quente, cheio, limpo e acolhedor. Havia um espelho que dava a impressão de que o lugar era maior.

— Senta aí enquanto eu pego as bebidas. — Córmaco indicou uma mesa com a cabeça e Annabelle o fez. (N/A: O maior cavalheiro que você respeita).

Ele colocou as duas canecas de cerveja amanteigada na mesa, Annabelle estava sentindo-se eufórica.

Será que isso é um encontro? Perguntou a si mesma. Digo, eu acabei de conhecê-lo.

— Então, você curte quadribol? — ele perguntou.

— Sim, gosto bastante. — respondeu Annabelle, dando um gole em sua cerveja.

Isso está bom! Pensou.

— Para qual time torce? — perguntou.

— Grifinória, né! — respondeu ela, que estava meio à parte do que estava acontecendo no momento.

— Não foi isso que quis dizer. — ele falou rindo. — Eu quero saber para qual time oficial você torce.

— Ah sim, que burrice a minha. — ela falou. — Eu torço para o Chudley Cannons.

— Ah, que pena. Queria que torcesse para o Holyhead Harpies. — ele disse.

— Ah, não. — ela falou. — Chudley Cannons é meu time de coração!

— Imagino. — ele comentou sorrindo.

E assim se passou o dia. Annabelle escutava atentamente ao que Córmaco dizia sobre quadribol, enquanto admirava seu sorriso.

Ao fim do dia, Annabelle o achava cada vez mais divertido e descolado. Seus sentimentos estavam confusos, afinal, achava o mesmo de Jorge.

Até que:

— Eu acho que já está na hora de irmos. Olhe, os alunos já estão saindo daqui. — disse Annabelle, apontando para os alunos se retirando do pub.

— Vamos então. — ele disse e se levantou, sendo acompanhado por Annabelle.

Ela andou um pouco até ultrapassá-lo.

— Ei, espere! — falou, e ela parou, sorrindo.

Ele caminhou até ela a puxou pelo braço e deu-lhe um beijo.

— Eu precisava fazer isso antes de irmos embora. — ele admitiu e ela sorriu.

— Também.


Notas Finais


*Desviando de facas*
Entenderam o lembrete das notas iniciais?
No Próximo capítulo de The Cursed Twins: Jorge não tá nada feliz. Katerina confronta Draco.
Bjs da Rainha da Bad <33


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