História The Cypher of My Life: Killer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, JR, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bad Boy, Bts, Colegial, Híbrido, Jeon, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Min Yoongi, Rap Monster, Romance, Suga, Taehyung, Vampiro
Exibições 17
Palavras 2.938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Crossover, Ecchi, Fantasia, Festa, Harem, Hentai, Josei, Mistério, Policial, Romance e Novela, Super Power, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Gato e Sapato


Jungkook me aperta contra si e então chuta a porta de emergência com força. Em uma questão de segundos já estávamos nas traseiras do bar.

- Porra! Deixamos o carro a três quadras daqui. - Jin diz rapidamente antes de atirar um chaveiro em direção a Jimin, que as apanha no ar sem qualquer dificuldade. 

Eu poderia até parabenizar Hoseok por sua coragem em se aventurar em primeiro pela chuva, mas estou demasiado ocupada tentado chutar Jungkook, que não conseguiu segurar a língua podre e precisou fazer um comentário sobre o quanto minha bunda é pesada, e só depois disso me colocou no chão.

Babaca. Se vai me levar junto nessa palhaçada, pelo menos faça o trabalho direito e sem reclamar.

Á parte do comentário sobre a minha bunda...

Francamente. Eu não pedi para ele sair por aí me carregando no colo como se eu fosse uma criança. Graças a Deus, ainda tenho duas pernas e sei andar muito bem sozinha, obrigado. Ele por acaso esqueceu do nosso pequeno episódio dentro do bar? Aquele em que a porra fica séria, a gente quase se mata e tal. Aquele que acabou de acontecer nem a - Hm, deixa eu pensar. - 20 minutos atrás? Eu diria que a nossa primeira troca de impressões foi tudo menos ortodoxa. Ou será que, apenas por uma possibilidade tosca, ele estaria tentando me consolar? Não. Sem chance. Ele não sabe o suficiente sobre mim e Jaebum para tentar algo do gênero. De qualquer forma, acho que não preciso mencionar o quão constrangedor - Será essa a palavra certa? - foi ter minhas mãos enlaçadas em volta do seu pescoço. Apenas o facto de ver seu peitoral, definitivamente trabalhado com carinho, subindo e descendo por conta da respiração acelerada, me fez desejar esfregar a cara no asfalto. E se tenho alguma reclamação a fazer sobre seus braços largos e fortes me envolvendo? Sem comentários. Digamos apenas que quase me esqueci que estávamos fugindo da polícia.

Ah, sim. E sobre esse pormenor: merda.

Jungkook parece não dar a mínima sobre o que penso em relação a ser arrastada juntamente com esse bando de atrasados - involuntariamente e como cúmplice, pelo amor de Deus! - para uma situação como essa. Para começo de conversa, eu nem conheço esses caras, ok?! Eu sou inocente, e se alguém me perguntar alguma coisa, eu juro que vou dedurar o primeiro nome que aparecer em minha mente. Que a propósito, muito provavelmente, será:

- Jungkook! - grito, não sei se irritada ou se pelo pânico.

Não precisei nem mesmo olhar para trás para ter a certeza que foi um carro da polícia que acabara de cruzar a esquina. Perfeito. Afinal, quem não gostaria de ter uma sirene escrota dessas na sua cola, hein? E oh, mais outro carro que acabara de brotar diretamente dos infernos. E esse vem em sentido contrário, porra. Agora sim me vejo obrigada a queimar a sola do meu ténis barato para não ter que passar a noite na choça.

Ou seja, vou ter que correr. E eu odeio correr. Odeio.

Tenho a certeza que meu coração está dando o duro para me acompanhar. O peso da adrenalina é assustadoramente alucinante. Estou suando como uma porca e eu, definitivamente, não sou do tipo que fica legal de cabelo molhado. Já Jungkook, por sua vez… Pelo amor da santa. Esse garoto parece ridicularmente atraente mesmo com o cabelo todo melado da chuva. Também, assim bem sinceramente, acho que ele ficaria atraente até com uma melancia pendurada no pescoço. Tendo em conta todo esse nosso cenário pseudo criminal e de perseguição policial, não sei como ainda consigo marinar na minha própria imaginação.

Mas também, verdade seja dita, rapazes de cabelo preto são tudo de bom.

Devo ter abrandado – por estar pensando merda, óbvio – porque logo senti meu braço sendo arrastado brutalmente de volta para a realidade. Foi quando Jungkook apontou para um cadillac marrom no final da rua que dei pela ausência repentina dos outros rapazes. O carro entra em movimento no mesmo instante em que coloco meus olhos sobre ele, e assim que vi sua mala traseira aberta, me desculpem, mas eu precisei soltar um palavrão. - Caralho! Não! 

Jungkook me dá um meio sorriso debochado e então e sinto sua mão gelada puxar meu pulso.

- Oh, não! O meu cu! Péssima ideia! - abano a cabeça em reprovação, e por momentos ainda pensei em travar o pé no asfalto. - Ficou maluco, garoto?!

Mas esse garoto tem o quê na cabeça? Vento?! Desde quando que saltar para a mala de um carro em andamento é boa ideia? Eu lá sou louca de me voluntariar para virar panqueca.

- Confia em mim.

- Não, eu não confio - digo desesperada, praticamente puxando minha mão de volta.

Ele não pode estar falando sério. 

Jimin coloca a cabeça fora do vidro, balbuciando alguma coisa de forma irritada, e então abranda um pouco mais. Provavelmente na esperança de que a velocidade fosse o problema. Pois ela não é, e me desculpem se hoje não acordei muito afim de morrer.

- Vai ter que confiar.

Wow, super encorajador. É o fim.

- Fecha os olhos.

- U-uh? - Fechar o quê? Ah sim, quando entendi já era tarde demais.

Seus braços me envolvem de repente e logo sou engolida por um 360º violento, fazendo com que o meu corpo embata com força contra uma superfície dura. Meu coração quase que pula garganta fora e minha respiração fica suspensa por alguns segundos no ar. Tento me acalmar e assim que abro novamente os olhos, apenas vejo uma frecha da estrada e então a mala se fecha bem na minha frente.

Tudo bem. Eu, definitivamente, sou uma garota amaldiçoada.

Pisco rapidamente, estática, e engulo em seco. Expiro com cuidado até liberar todo o ar dos meus pulmões. Esse definitivamente está sendo um dia de merda. Concluo, provavelmente influenciada pela stress pós-traumático. Acho que vou vomitar. Jungkook se movimenta atrás de mim, com a respiração pesada e a mão apoiada no teto da mala. Nem uma única palavra sequer. Mas também, o que seria apropriado dizer em um momento como esse? “Puxa, que legal. A gente quase morreu, mas bora repetir um dia desses?” Mas é claro que não, porra! Eu tenho cara de quê? Suicída?!

- Ommo! Mas que... – guincho sem graça, pega de surpresa, ao sentir alguma coisa vibrar bem atrás da minha bunda. - Nem se atreva.

A mala de um cadiallac clássico como esse não é muito pequena, mas também não é muito espaçosa. O espaço é limitado, e pior é se você for um Jung - kumpridão da vida que nem esse animal aqui. Bastou um simples movimento seu para eu precisar me reajustar em meu lugar. E de alguma forma, eu meio que acabei dando uma cabeçada no queixo dele. Ups! Juro que foi sem querer. Mas acho que ele ficou irritado, porque acabou puxando meu cabelo e me prensando contra a porta. Abusado. E o telefone tocando. – Será que você poderia fazer o favor de…

- Chegar essa bunda gorda pra lá? – ele completa minha frase, e eu juro que precisei rir da audácia desse filho da P to the U, to the T to the A. Segunda vez na mesma noite que comenta algo relacionado com a minha bunda. Mas tudo bem. Alguém está gostando do que vê. No entanto, se ele continuar remexendo essa sua mãozinha abusada deliberadamente atrás de mim, eu vou tacar um tijolo nesse infeliz. Onde vou arranjar um tijolo? Não sei, mas tudo é possível ao que crê.

Me viro bruscamente, e antes mesmo que ele consiga atender a chamada, acaba deixando o telefone cair em cima da própria cara. 

Toma cuzão. Eu ri. Ri muito.

Mas pelos vistos o senso de humor do Jungkook é diferente do meu.

Em um movimento rápido, ele avança com todo o seu peso para cima de mim. Abre espaço por entre minhas pernas, e antes mesmo que eu consiga dizer o que quer que seja, uma de suas mãos aperta com força minha cintura, enquanto que a outra está ocupada sobre a minha boca. Merda. Reprimo minha respiração. Acabou a brincadeira.

- Nem mais um pio. – ele ameaça junto do meu pescoço, me fazendo arrepiar de leve dos pés à cabeça. Abro a boca na esperança de retrucar, mas então sua mão desliza, sem delicadeza nenhuma, até finalmente alcançar minha pele por debaixo da blusa fina de primavera, me obrigando a morder a língua. Filho da mãe. Gemi sem querer, eu juro. Por essa é que eu não estava à espera. - Fica quieta e não me provoca, ou eu juro que...

Ele fecha os olhos, como se estivesse tentando se acalmar, solta minha boca e então pega calmamente no telefone, e sem desviar seu olhar do meu, atende despreocupado: - Hyung?

 Por que eu me sinto como se fosse uma criançinha que acabara de ser repreendida?

- Estamos bem sim. Não, ninguém se machucou. – Jungkook responde tranquilamente. Ignorando minha presença enquanto deixa sua mão bem ali, ainda húmida da chuva e bem gelada. 

É, eu entendi o recado. Uma ameaça bastante eficaz, devo admitir. Bufo, meio que me recusando a dar o braço a torcer.

Foi quando o perfume dele me atingiu. 

Amadeirado e com um toque delicioso a hortelã pimenta. Expiro lenta e profundamente, quase como se o estivesse saboreando. Assim também já é demais. Isso é tortura. O que uma moça decente faria em uma situação como essa? Alguém que me diga, por favor, porque nesse momento – assim, bem sinceramente – minha cabeça parece estar fora de serviço. Prova disso é o facto de, que por mais que eu tente, não consigo desviar meus olhos da camisola desse idiota. Ela está tão molhada, e tão colada no corpo, que está começando a me tirar do sério. A probabilidade dele - e eu, que não estou muito melhor, mas isso não vem ao caso. - amanhã acordar resfriado é gigantesca.

Talvez fosse melhor se ele a tirasse. Por questões de saúde, é claro.

- Tenho a certeza que nenhum deles nos seguiu. Despistamos todos eles. - ele diz enquanto que presto atenção em como passa a língua por seus lábios, tanta que chego até a fazer o mesmo. Não faço a mínima das palavras que se seguem. Seus lábios rosados têm minha total atenção. Tento lê-los, porém, por alguma razão não proferem som algum. Meu coração parece estar começando a reagir novamente, aumentando gradualmente suas batidas, fazendo com que cada uma delas ecoe em minha cabeça me deixando tonta. Estranho. Minha mente parece de repente tão longe. Credo. Abano rapidamente a cabeça na esperança de dar um chuto na bunda de toda essa dormência repentina, e acabo me deparando com um surpreendente meio sorriso de Jungkook, que tal e qual ou pior que um bidu, me avalia como se pudesse ler meus pensamentos. 

 Ok, mas afinal que porra está acontecendo. 

Abro a boca para falar, nem sei bem o quê, mas então meu coração explode de uma vez no mesmo momento em que sinto o calor dos seus lábios sobre os meus.

Não. Uma voz soa bem lá no fundo da minha consciência. Você não pode estar falando sério, Yoora.

Até que processá-lo por assédio sexual me soou bastante favorável, no entanto, assim que entrelaçei minhas pernas em sua cintura e resolvi retribuir o beijo, percebi que tinha jogado toda a minha degnidade pelo ralo da decadência.

Isso aí minha gente, podem me julgar.

Na minha cabeça, minha vontade de o esfaquear até à morte era bem maior. No entanto e ao mesmo tempo, é como se eu estivesse esperando por isso desde o primeiro momento em que o vi, e ele soubesse disso. Pela primeira vez em toda a noite estamos em sintonia. Dou a liberdade para que a sua língua conduza a minha, e quando me apercebo já estou envolvida pelo calor dos seus braços. Sua mão traça com cuidado o contorno das minhas curvas, fazendo com que minha respiração acelere e desacelere num ritmo descompassado, e indo descansar sobre a minha coxa. E nem foi o atrito da sua calça jeans que mais me surpreendeu, mas sim a minha sensibilidade. Como se todos as minhas terminações nervosas estivessem estranhamente dependentes do seu toque. Gemo contra sua boca e deslizo minhas mãos na esperança de alcançar seu cabelo, mas tenho minhas intenções frustradas por seu "humhum" negativo. Sem graça. Respiro com dificuldade, procurando por oxigénio de forma urgente. Me encolho, quase que sem querer, como se precisasse me reajustar para obter a posição certa. Mas certa para quê? Minha consciência grita desconsolada em segundo plano na minha cabeça. Não estou pensando direito. Meu peito queima cada vez mais, me obrigando a respirar ainda mais rápido, me contorço sem querer debaixo de Jungkook, e quando estou quase entrando em combustão, algo estala dentro da minha cabeça.

E então pisco confusa.

Jungkook me observa sério, com a sobrancelha levantada e o telefone ainda junto ao ouvido. Como se estivesse esperando alguma resposta da minha parte.

-  D-desculpa, o que você...

- O seu nome. - ele me corta impaciente, me encarando como se a pergunta fosse óbvia.

Mas que porra... Buguei. Olho em volta confusa, para Jungkook e até para mim mesma. 

- Bang Yoora. - definitivamente, soou mais como uma pergunta. Respiro fundo ainda meio que viajando na maionese e então alguns segundos depois tento de novo, e dessa vez com mais firmeza. - É Dona Bang pra você, palhaço.

- Bang Yoora. Tudo bem, ela está de volta. - ele troça juntamente com a pessoa do outro lado da linha, que pela voz com certeza é Jin. - Vai nos dizer onde fica a sua casa ou prefere que de deixemos aqui mesmo?

- Você não espera realmente que eu te fale onde eu moro, ou espera? Ficou maluco? - respondo seca. 

Não pode ter sido coisa da minha cabeça. Eu não poderia ter imaginado tudo aquilo, poderia? 

- Tá legal, deixamos ela aqui mesmo hyung. - e como se não fosse nada, ele abre a mala com o carro ainda em andamento. O choque de temperatura me acertou com a força de camião, e a chuva pelos vistos ainda não havia parado. - Ora de despejar o lixo.

E pronto, minha vontade de esfolar esse cara estava de volta. Quase nem acreditei na ousadia com que ele, praticamente e da maneira mais rude possível, me chutou para fora do carro. 

- Você não pode estar falando sério! - bato o pé no chão, cobrindo minha cabeça com as mãos, como se isso fosse me impedir de me molhar. - Jungkook!! 

As luzes traseiras reacendem. Jungkook pisca o olho satisfeito, e antes de tornar a se fechar na mala, limpa os lábios e então gesticula o "Até à próxima" mais irritante de toda a minha vida. Me deixando ali sozinha no meio da rua, boquiaberta, e vermelha de raiva. Agarro uma garrafa de vidro, que assim como eu estava perdida no meio do asfalto, e atiro em direção ao que restou da poeira do carro que já ia longe.

Solto o maior e melhor grito que consigo, e assim que me lembrei, me apalpo. O dinheiro. Todo o dinheiro que eu havia conseguido essa noite, aquele filho de uma égua tinha roubado. Mas como que eu não dei por ela?! Imaginem o prejuízo que não seria, se eu não tivesse a brilhante ideia de roubar-lo também? Isso aí. O infeliz ia para casa vivo, mas ia sem carteira.

Rio nervosa, na esperança de me auto consolar pela miséria.

Mas ainda assim...

- Jungkook, seu filho da... - E xinguei. Nossa, coloquei meu fôlego em cada praga que lancei. E quando todos os palavrões que conheço se acabaram, ver que o infeliz tinha a própria carteira vazia, me obrigou a reinventá-los.

Isso não parece nada seu, Yoora. Que merda aconteceu comigo, meu Deus? Ele me drogou, foi isso?!

Felizmente para mim, e por piedade do universo talvez, eu não estava tão longe assim da casa da minha avó. É claro que quando chegar lá provavelmente já será dia, mas pelo menos estou viva. Levo a mão à testa, com uma dor de cabeça infernal e uma baita comichão irritante no pescoço, fazendo um esforço para conseguir me orientar. Me preparo para me apalpar novamente mas nem o chego a fazer, uma vez que não vale de nada, é excusado, até meu telefone ele roubou.

Com o tempo a chuva acabou lavando minha alma, e toda a minha irritação e mau humor se foram. Talvez - e apenas talvez - mais tarde eu venha a olhar para essa noite e me rir de todo o sucedido. Afinal, rancor traz ruga. Só não prometo sentar para tomar cházinho com os idiotas que atravessaram no meu caminho hoje, né. Pelo amor. Tudo tem limite. 

Pelo menos estou viva. Respiro fundo, fechando os olhos com força, 

Viva. Debocho de mim mesma. Quando foi que você começou a desaprender, Yoora?

O jeito como estou levando minha vida, ainda vai acabar me matando. Se é que eu já não estou morta, e nem sei.

Acho que esse foi um dos principais pensamentos que me fizerem voltar a Seoul depois de tanto tempo. Fiz o que qualquer pessoa faria quando procura abrigo, me escondi no local que considero o mais seguro do mundo.

Shin Soyou, é o meu local mais seguro do mundo.

Provavelmente ela nunca me irá ouvir admiti-lo em voz alta, mas, sei que ela é a única pessoa no mundo inteiro capaz de me salvar.

 


Notas Finais


Anneyong Haseyo! ^^
Oremos irmãos/irmãs, e dê mos graças a Min Yoongi por finalmente eu ter conseguido postar esse capítulo. Não sei sobre vocês, mas eu me sinto bem melhor agora. Se vocês soubessem o quão eu sou enrolada quando se trata de escrever...misericódia, Jesuis, Maria e José.
De qualquer forma, espero que gostem!

Assim, só por acaso, e se eu dissesse a vocês que os primeiros sintomas vampíricos já começaram a surgir, o que vocês me responderiam?

E é isso, até ao próximo gente ~chu

p.s. Não esperem muitos palavrões da minha parte kkkk agradeçam à @JoanaInfires, provavelmente será ela a escrevê-los por mim.


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