História The Dark Side. - Capítulo 15


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Categorias Asking Alexandria, Bryan Adams, Elle Fanning, Falling In Reverse, Gerard Way, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Lady Gaga, Machine Gun Kelly, Matt Bomer, Motionless In White, Nikki Reed, Rita Ora, Ruby Rose, Taylor Momsen, Zayn Malik
Personagens Ben Bruce, Bryan Adams, Cameron Liddell, Christopher "Chris Motionless" Cerulli, Danny Worsnop, Denis Stoff, Elle Fanning, Gerard Way, Hayley Williams, Ian Somerhalder, James Cassells, Matt Bomer, Nikki Reed, Personagens Originais, Ronnie Radke, Sam Bettley, Taylor Momsen
Tags Ação, Adultério, Aventura, Bruxa, Bryan Adams, Dark, Drogas, Elle Fanning, Festa, Ficção, Hayley Willians, Hentai, Heterossexualidade, Hospital, Ian, Ian Somerhalder, Insinuação De Sexo, Lily Rabe, Linguagem Imprópria, Luta, Magia, Mistério, Momsen, Mutilação, Nikki Reed, Ronnie Radke, Ruby Rose, Sangue, Side, Sobrenatural, Taylor, The, The Dark Side, Vampiro, Vampiros, Viajem, Violencia
Exibições 24
Palavras 2.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 15 - Necessary changes...


Fanfic / Fanfiction The Dark Side. - Capítulo 15 - Necessary changes...

T H E  D A R K  S I D E. 

Chapter fifteen —  Necessary changes...

            O Lado obscuro. Capítulo quinze — Mudanças necessárias...


​  ​"Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças." — Leon C. Megginson.


   Taylor Momsen. 

Tudo é tão estranho... Ver como tudo está seguindo. Me sinto assistindo a vida passar em minha frente, como se estivesse assistindo televisão em um final de tarde. Mas neste caso estou assistindo as pessoas a minha volta seguindo suas vidas, me sinto parada no centro disto tudo, apenas assistindo. Por um lado estou cansada de tudo e pelo o outro lado, é bom... Não ter preocupações. Uma vida que qualquer pessoa desejaria, até se enjoar... Sentia como se precisasse novamente sentir a adrenalina correndo em minhas veias, minha cabeça pulsando para desvendar, solucionar um problema. Queria ter mais aventura, mas poderia ser um erro dizer que, não sei aonde procurar por isto? Talvez estivesse cansada de mais para poder correr atrás... De uma nova esperança de um motivo para se preocupar com algo! 

Era como se meu lado humano morresse cada dia mais, mas não temo pelo dia que ele estará morto por completo. Não sei se é o certo, pensar desta forma... Ronnie diz que faço drama de mais. Diz ele que posso ter o mundo em minhas mãos, mas insisto em sofrer. E cada dia que se passa vejo razão em suas palavras. Ele esta certo! Vago todos os dias a procura de algo, para continuar a viver, não me surpreenderia encontrar o que tanto desejo no caminho, destes meus passos vagos em uma estrada sombria e fria, rodeada de pinheiro secos. Uma estrada sem nome e sem destino com o céu acinzentado sobre sua cabeça, mas na verdade... Todos sabem o que tem no final desta estrada, e não tem como fugir... Um escada para cima e outra para baixo. Tudo na vida acaba sendo muito contraditório; pessoas, sentimentos, pensamentos, atitudes... Não sabemos o que esperar de nada e nem ninguém, nem de seu pior inimigo... Ele pode assinar um tratado de paz ou arremessar um bomba em sua casa. Não more perto dele. 

Parei de me afundar em meus pensamentos insanos assim que avistei Zayn descer as escadas. Nesse mesmo momento me arrependi de sair de meus pensamentos.

— Sabe que consigo escutar pensamentos? — indagou ele. — E sua mente é barulhenta.

— É mesmo! Que engraçado... Eu também consigo, e a sua mente é vazia. — Comentei ironicamente fazendo ele rir amargamente.

— Você é engraçada Taylor.

— E você como sempre, é chato. Por que não volta da onde veio? — questionei com o cenho franzido, apagando o cigarro no pequeno cinzeiro de metal de Bryan.

Era uma ironia ele não fumar mais e ainda ter um cinzeiro.

— Não se preocupe, logo estarei longe de seu sacarmos mórbido e toxico. — Disse ele.

— Com a graça do bom Deus. — Sorri cínica para o mesmo que rolou os olhos.

Zayn se virou entrando na cozinha. Após alguns minutos Zayn voltou parando no primeiro degrau da escada.

— Espero que algum dia você possa abrir seus olhos, e ver que está prestes a cair em um abismo.

— Zayn vai jogar golfe e fumar charutos com uns velhotes. — Disse a ele, com sarcasmo. Zayn balançou a cabeça negativamente voltando a subir as escadas. 

Não entrava em minha cabeça como Elle poderia estar junto a um chato como este... Sim ele é irritante.
[...]
  Um mês depois...

Os dias nunca são iguais, nada nunca é igual. Jamais seria e jamais será. Ignorante as pessoas que são capazes de afirma isto. Abrir a porta de casa, vendo tudo da mesma forma, só sentia falta de algo... Minha pequena bruxinha, o cheiro de seu sangue doce já não era mais presente. Ela havia partido, e não pude me despedir... Esse tempo longe de minha realidade, me fez bem. Precisava de um ar e isto me fez tomar algumas decisões. Estava na hora de viver a minha vida. A viagem a Missouri foi magnifica, consegui me instalar

— Onde você esteve nas última semanas? — questionou Bryan.

Bryan usava uma camisa de botão azul celeste, calças jeans pretas e os famosos coturnos de cano baixo de couro.

— Comendo. Sabe como é esse lance de imortalidade. Muita fome. — Disse enquanto fechava a porta.

— Quem você matou? — indagou com preocupação.

— Uma pena que não foi você... — Disse deixando que um sorriso maligno se formasse em meus lábios.

— Elle foi embora — disse com amargura —, e ficou bem magoada por não conseguir se despedir de você.

— Que triste. 

Era possível se ver nos olhos de Bryan que ele estava perturbado. Uma tensão se formava no ambiente.

— Onde você esteve? — questionou insistindo.

— Você é tão chato... — disse rolando os olhos.

— Que diabos aconteceu com você Taylor? — esbravejou Bryan.

— Elle tem razão. — Afirmei balançando a cabeça negativamente, e por último deixando um longo suspiro escapar de meus lábios.  

Me sentei na mesma poltrona que estava sentada na noite que decidi "fugir" de tudo. Apoiei meus cotovelos em meus joelhos, e assim analisei minha situação. Meus dias foram muito melhores, longe de minha atual realidade. No fundo de tudo vejo que Bryan não é o problema, ele apenas tentar cuidar de mim, pós teme que algo ruim possa me acontecer; e está preocupação me irrita. Não posso reclamar por ter alguém que no fundo se importa.

— Sobre o que? — indagou me tirando de meus devaneios.

— A única coisa que precisa saber é que estarei fora desta casa em dias...

— O que? — questionou ele aflito e confuso.

— Preciso fugir disto tudo. Esta casa... foi onde tudo aconteceu. E não posso continuar aqui.

— Então... Você finalmente abriu seus olhos? — perguntou ele. Bryan respirou fundo se sentado no sofá e assim fitando a lareira a sua frente.

Brincava com uma mecha de meu cabelo, tentado encontrar uma resposta certa...

— Zayn... Agradeça a ele! — fiz uma pequena pausa, apertando meus dedos enquanto deixava que um suspiro escapasse por meus lábios.
— Estava sentada nesta mesma poltrona de madeira com estofado de couro, perdida em meus pensamentos, perdida na insanidade de minha mente maquiavélica. Quando ele me disse algo, que despertou dentro de mim... Um sentimento! Então, peguei meu carro e comecei a dirigir. Fui até Missouri, a antiga mansão no sul, onde nasci. Passei meus dias lá. Não dormi durante semanas! ... Parei para analisar tudo que andava fazendo, meu passado, minhas palavras, sentimentos, atitudes. Sempre gostei de levar um estilo de vida turbulento e doentio. Mas... Tudo que aconteceu nesses sete anos, eu estava perdida... E ainda estou, mas sinto que uma luz se acendeu e assim posso continuar a andar até o final do poço. — Declarei a Bryan que ouvia minhas palavras com atenção.

Sentia como se um grande peso havia saído de minhas costas. Precisava de alguma forma colocar para fora, tudo que sentia. Tudo que estava acontecendo. E querendo ou não, Bryan é a única pessoa que tenho em minha vida. O único que poderia parar o que estivesse fazendo para me ajudar, estender sua mão...

— Você é como um caixa de surpresas, nunca pode se esperar o que ira acontecer. Estou orgulhoso e sua mãe também ficaria ao ouvir suas palavras sinceras. Apenas peço que não vá para muito longe. — Sorriu em suas últimas palavras.

— Esse seu melodrama me enjoa. Mas mesmo assim obrigada.

— É... Realmente alguns hábitos nunca morrem. — Sorriu se levantando. — Conheço uma casa, ela é mais afastada da cidade, se quiser posso te levar até lá. — Disse ele.

  [...]

O dia amanheceu ensolarado, e os graciosos raios de sol adentravam pelas pequenas frestas da janela. Ainda era cedo para que meu eu estivesse de pé e de banho tomado. Terminei de secar o cabelo enquanto cantava algumas de minhas músicas favoritas. Não estava em meu melhor dia, mas, precisava decidir o que faria de minha vida, já que algumas decisões já haviam sido tomadas. 
  Saí de meu quarto vendo Bryan no corredor. Ele usava uma camiseta branca de manga longa, calça jeans pretas e os mesmos coturnos. Ao me ver  sussurrou um "bom dia" com um sorriso gentil nos lábios. Assenti sorrindo de canto.
  Adentramos no carro e Bryan começou a dirigir. Ele dirigia com atenção e não havia dito nada desde que entramos no carro, Bryan estava pensativo... 

Bryan parecia estar me levando ao fim do mundo, passamos por bairros e diversas estradas. A grande maioria era rodeadas (as estradas) de árvores secas, e paisagens não tão belas. Não poderia reclamar, estávamos no inverno, e nada mais justo que ver árvores seca e nuas.

— Onde está me levando? — questionei impaciente.

— Estamos chegando, não se preocupe. — Disse ele.

Rolei os olhos. Nunca gostava de esperar.

— Noticias de Ronnie? — perguntei a Bryan que suspirou bravo. Me ajeitei melhor no banco, enquanto o fitava.

— E por que eu deveria saber? — indagou impaciente ainda com a atenção na avenida.

— Sei que não gosta de Ronnie, mas... Ele é meu amigo.

— Se ele fosse seu amigo, não iria te ignorar.

— Eu quase matei a namorada dele. — Aleguei.

— Não quero discutir com você. — Exclamou. — Ronnie vai voar para Jersey hoje, fazer o primeiro show... Continua com Amber e eles estão morando juntos. Feliz?

Prefiro que seja melhor não responder, então apenas assenti. Aquilo não me afetava, havia desligado minhas emoções. Nada mais poderia me afetar! Espero eu... Mordi o lábio inferior até sentir o gosto metálico do sangue, gostava de sentir o gosto do sangue, nem que fosse o meu.  

— Pare de se machucar. — Disse Bryan firme.

Bryan adentrou em uma pequena rua de pedras rodeada de árvores de troncos grandes. Longo após o fim desta mesma estradinha, pude ver uma mansão de tons escuros. A construção lembrava bastante a algo clássico e antigo, como da era vintage. A decoração do lado de fora era sombria e de tons escuros. Bryan estacionou o carro e assim pude descer e visualizar melhor.

Pilastras de madeira trabalhadas a mão, muitas janelas. Parecia até mesmo ser um castelo de tijolos pretos. O ar da casa era amedrontador. Bryan se aproximou.

— Os irmãos tinham muito bom gosto. — Comentou ele, com os olhos perdidos na surreal beleza clássica e amedrontadora da casa. 

Meus olhos brilhavam.

— Como consegui está belezinha?

— A um milênio atrás, quatros irmãos estavam fugindo da Inglaterra, por motivos familiares.  E acabaram chegando em Nova York. Fizeram fama, e acabaram conseguindo construir está casa. Décadas depois, eu estava partindo do Canada, precisava de um lugar para morar, então eles me concederam um quarto. Ganhei a confiança de todos e quando eles resolveram sair dos Estados Unidos, por estarem tempo de mais aqui. O mais velho me deixou a casa como um presente, por minha lealdade. Ele me transformou para que cuidasse da casa eternamente. Então eu não posso te vender e muito menos te dar a casa, mas poderá morar a vontade. —  Disse ele, ainda fitando a estrutura. Era muito raro Bryan me contar fatos sobre si mesmo.

— Eles ainda são vivos?

— Nunca mais ouvir falar dos outros três, apenas um... Conheço bem, mas ele é o último que você deverá se preocupar. — Declarou.

— Como assim Bryan? Então se eu encontrar alguém em minha geladeira no meio da madrugada, tudo bem?

— Não provoque-os, não vai querer arrumar briga com os três.

— Bryan?

— Taylor são vampiros com mais de dois mil anos de existência. Não ira querer provoca-los. Eles podem te matar apenas com um olhar. São as últimas três pessoa na face terra que você tem que comprar briga. Você perto deles é uma minúscula formiga. A pulga de uma pulga. Se é que me entende...

Suspirei brava com Bryan, o mesmo me ignoro indo de encontro a porta da casa, sacou de seu bolso uma chave prateada e pequena, inseriu a mesma na fechadura da grande porta de madeira escura, finalmente abrindo a porta. Ele adentrou olhando de volta. Fiquei apenas esperando o convite. Alguns minutos haviam passado e me encontrava ainda parada na porta de braços cruzados fitando Bryan, e respeitando seu momento de nostalgia. Rolei os olhos algumas das vezes já impaciente. Até que o mesmo se virou para mim, franziu o cenho, suspirou algumas das vezes então se pós a falar.

— Me desculpa, muitas lembranças — sorriu —, mas quero que me prometa que não ira arrumar briga com ninguém, principalmente...

— Tudo bem Bryan! — exclamei já impaciente interrompendo Bryan—, eu nunca nem vi essas pessoas.

— Em algum momento eles irão aparecer, e Taylor caso você estrague tudo, a culpa de minha morte será apenas sua. Essas pessoas levam a serio de mais a lealdade e a confiança. Então por favor não, não estrague tudo. — Disse Bryan preocupado. 

— Você sabe que não faço promessas! Então se tem zelo a sua vida, ainda está em tempo de mudar de ideia... — disse serio a Bryan, olhando em seus olhos. Ele pareceu entender, e novamente ficou pensativo. Suspirei com sua indecisão querendo eu mudar de ideai, adorei a casa, mas respeito as decisões de Bryan. Não é algo simples que posso virar as costas e mandar ele para o inferno. Ele assentiu em afirmação.

— Confio em você. Pode entrar Taylor.

Sorri para Bryan, passando pela porta. E mais uma vez meus olhos brilhavam, tudo era tão bem feito.

— Tudo ainda está em perfeito estado. Fiz algumas mudanças necessárias durante os anos, como luz e encanamento. Coloquei eletrodomésticos de qualidade, e a cada mês Jade e os outros empregados vem fazer uma limpeza geral. Os carpetes, tapetes e pisos são da Itália e são feitos a mão. Todos os moveis são feitos na Rússia. Não é necessário que nada seja mudado Taylor. A casa tem seis suítes, quatro banheiros, uma cozinha, uma copa, uma sala de estar. Um escritório grande. Também tem um porão, mas não tem nada que lhe deva respeito lá em baixo e com isso digo que não deve mexer em nada, algumas poucas coisas acabaram ficando, quando os irmãos se mudaram. Então tudo está no porão. E não tem como você entrar lá, tem uma chave escondida na casa. E sim, eu sei onde está. E não lhe direi, não adianta procurar. Mais alguma coisa?

Fazemos um pequeno passeio pela casa enquanto Bryan falava.

— Tem vizinhos por perto?

— Infelizmente sim. Antes está casa era a mais afastada de todas. Poucas pessoas sabem que ela existe, e os que sabem não se atrevem a entrar. Devido alguns mitos que inventaram, mas durante os anos isto foi esquecido, especialmente quando comecei a fazer as pequenas reformas. Mas... devido a distancia dos terrenos, é impossível que seja ouvido algo. Então fique feliz.

— Quando posso mudar?

— Quando quiser, a casa agora é sua — disse ele colocando em minha mão a pequena e prateada chave  —, está casa esta localizada no Bronx e fica a trinta minutos de Manhattan, cinquenta minutos até o centro. Tem poucas coisas por perto. Pelo que sei, apenas irá encontrar mercados e farmácias de bairro o que mais ira encontrar é mato e casas. Tem um hospital por perto, caso queira bolsas de sangue... Mas posso te dar algumas.

  [...]
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Continua...


Notas Finais


Me desculpem o atraso do capítulo. Imagem retirada do Tumblr. Espero que gostem!

🌵Trailer: ( https://youtu.be/uWkOFVmpbws )🌵

Até mais.


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