História The Dark Side. - Capítulo 19


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Categorias Asking Alexandria, Bryan Adams, Elle Fanning, Falling In Reverse, Gerard Way, Hayley Williams, Ian Somerhalder, Lady Gaga, Machine Gun Kelly, Matt Bomer, Motionless In White, Nikki Reed, Rita Ora, Ruby Rose, Taylor Momsen, Zayn Malik
Personagens Ben Bruce, Bryan Adams, Cameron Liddell, Christopher "Chris Motionless" Cerulli, Danny Worsnop, Denis Stoff, Elle Fanning, Gerard Way, Hayley Williams, Ian Somerhalder, James Cassells, Matt Bomer, Nikki Reed, Personagens Originais, Ronnie Radke, Sam Bettley, Taylor Momsen
Tags Ação, Adultério, Aventura, Bruxa, Bryan Adams, Dark, Drogas, Elle Fanning, Festa, Ficção, Hayley Willians, Hentai, Heterossexualidade, Hospital, Ian, Ian Somerhalder, Insinuação De Sexo, Lily Rabe, Linguagem Imprópria, Luta, Magia, Mistério, Momsen, Mutilação, Nikki Reed, Ronnie Radke, Ruby Rose, Sangue, Side, Sobrenatural, Taylor, The, The Dark Side, Vampiro, Vampiros, Viajem, Violencia
Exibições 13
Palavras 2.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 19 - Immensity of guilt.


Fanfic / Fanfiction The Dark Side. - Capítulo 19 - Immensity of guilt.

T H E  D A R K   S I D E.

Chapter nineteen — Immensity of guilt

O Lado Obscuro. Capítulo dezenove — Imensidão de culpa.

 

"Ele não fazia diferença. Era como o vento, ia e vinha. E, no momento mais inesperado... quando voltava, trazia a ventania das dúvidas mirabolantes." — Sky.

 

GERARD WAY.

 

 

Navegava dentro da imensidão de pensamentos em minha própria cabeça. A consciência continuava a pesar. Queria poder voltar nas quatro horas passadas, ouvir Joanne, me despedir e entrar em meu carro. Mesmo com esse remorso e esta angústia presa em meu peito, nunca poderei deixar de afirmar que Joanne foi extraordinária! O sincronismo de nossos corpos, o calor que nos unia, os gemidos que escapavam de seus lábios rosados; assisti-la se esgoelando pelo meu nome era excitante. Tão nova. Tão bonita. Porém, tão maligna! Ela, tão somente almejada por um desejo momentâneo, exclusivamente ansiava poder desfrutar de um homem mais senil. O tom de sua voz em meus ouvidos me irritava, suas falsas e sujas palavras esclerosas, tudo era uma grande farsa, porém, ao mesmo tempo, ouvir sua voz acompanhada de gemidos que me faziam querer mais e mais. Era tentador e, no mesmo momento, errado. Tudo estava errado! Eu era errado por me deixar levar por uma garota dez anos mais nova.

Ouvi batidas na porta, era Ashlee. Me afundei dentro da banheira, a água tomou meus ouvidos — queria que tudo fosse uma fantasia, criada por minha mente conturbada —, levando o som de sua voz para longe, distante.

Ashlee ficou me questionando durante o jantar inteiro; suas perguntas almejavam apenas uma finalidade de resposta. Saber o que se passava em minha mente! Minhas respostas às suas perguntas eram um exemplo perfeito de “estou mentindo”: "Não precisa se preocupar. Eu estou bem. Apenas dor de cabeça!" "É sério Ashlee, meu amor... Eu estou bem" "Apenas cansaço do trabalho", e no final de todas as palavras mentirosas abria um sorrisinho seco e sem graça — para que, de alguma forma, ela acreditasse —, enquanto gotas de suor escorriam de minha testa.

Não toquei na comida durante o jantar inteiro, a culpa me tirou a fome. Tudo que conseguia pensar era em como era um maldito canalha, que atraiçoou sua inocente namorada. A tão esplêndida e dedicada namorada: aquela que te trazia uma bebida enquanto você estava sentado no sofá assistindo um jogo de baseball. E lá estava ela. Encerando o chão sem reclamar, fazendo o jantar sem pestanejar, se arrumando no banheiro enquanto você descansava. Então, ela se sentava ao seu lado... querendo carinho, palavras no ouvido, beijos no pescoço. E você continuava com os olhos fixados na televisão, a maldita televisão. Este era meu relacionamento... tinha certeza de que ela merecia alguém melhor!

— Se você não quiser conversar comigo eu irei entender, mas…

Sua voz era chorosa, ela encontrava-se sensível e atormentada. Nem sequer imaginava minha culpa, minha angústia, minha traição... O medo que sentia me bloquearia quanto a qualquer atitude, de qualquer palavra que pudesse sair de minha boca sem ter sido verificada por minha mente sobrecarregada de culpa, para poder saber se a detetive atrás da porta não iria descobrir o crime, o meu crime. Se ela iria descobrir o assassinato da fidelidade.

O dia amanheceu, e lá estava ela, Ashlee Laurie Turner, a ruiva sardenta dormia inocentemente, abraçada a mim, sua respiração suave e tranquila em meu pescoço. Ela havia chorado durante a madrugada — durante umas duas horas inteiras —, meu coração estava sendo cortado enquanto ouvia seu pranto inquieto. Entretanto, algo dentro de mim dizia para deixá-la sozinha. Não tinha conseguido dormir, não sabia se era mais uma noite com a maldita insônia ou se a culpa estava me destruindo totalmente. Um veneno mental tomava conta de mim. Qualquer pessoa poderia sentir o cheiro tóxico da culpa, exalando de dentro do meu maldito coração.

Depois dela pegar no sono, me levantei com cuidado. Desci as escadas e fui para a cozinha. Fiz um café moribundo e lá fiquei durante quatro horas. Com o olhar perdido no peixe idiota de Ashlee, que nadava de um lado para o outro, preso, sem um objetivo, sem uma escolha. Este era eu naquele momento! Sem saber o que fazer, para quem correr, onde me esconder... minha mente estava vazia, me sentia nadando. Todavia, interiormente, eu estava em total desespero, um desespero fatal…

 

TAYLOR MOMSEN.

 

O hospital fedia a pessoas mortas — mesmo elas estando vivas —, me arrepiava até o último fio de cabelo. O sangue das pessoas doentes era algo nojento. Pessoas doentes. Pessoas doentes. Alguém além de mim é saudável? — Mesmo eu estando morta... Então isto não faz sentido.

O dia estava radiante, contudo, continuava sendo um sábado escleroso. As pessoas... as malditas pessoas, como odeio elas! Andavam de um lado para o outro, com a esperança de estar em casa em algumas horas, já curadas. Como se os médicos fizessem milagres, pacientes queriam que os médicos bancassem Deus.

— Pensar desta forma não vai fazer elas mudarem! Senhorita Mau Humor.

Doutor Zummbach. Ele se sentou ao meu lado no banco da praça — a pequena praça em frente ao hospital, mais para um jardim. Um parque harmônico e alegre, de certa forma a natureza com seu verde classudo me deixava alegre, interiormente. O ar puro e frio, as flores secas caindo das árvores. Os passarinhos voando para o sul. E lá estava ele... a criatura irada e desconhecida, ao meu lado, não sabia seu primeiro nome, sua idade, sua personalidade e mesmo assim lá estava ele... sentado ao meu lado por um motivo também desconhecido. Contudo, não me interessava, sua presença não me incomodava. Ele não fazia diferença. Era como o vento, ia e vinha. E, no momento mais inesperado... quando voltava, trazia a ventania das dúvidas mirabolantes.

— Soube que andou me procurando — comentou.

Desviei meus olhos para Zummbach, ele contemplava o céu azul... até nossos olhos se encontrarem... Como um choque. Um forte choque. Não aquele choque que faz seu coração disparar no próprio milissegundo, e sim um choque apavorante, como um horror. Um arrepio correndo por seu corpo. Medo, talvez... Como se fosse encarada por demônios. Mil demônios habitavam no negro de suas íris. O dourado que diferenciava, demonstrava que havia uma pequena e breve brecha secreta e sangrenta. As sobrancelhas desenhadas, os olhos pintados de preto, seus brincos em seus beiços pálidos. Completamente diferente de qualquer outro ser humano.

— Aparentemente as paredes têm ouvidos. Legal — afirmei desinteressada no seu assunto tedioso ou sua tentativa de iniciar uma conversa. Porém não uma conversa normal e civilizada. E sim uma cheia de ameaças Tenebrosas. Aparentemente ele não era do tipo de pessoa que levantava a bandeira branca para nada. Zummbach começou a bater os dedos em sua perna, como se estivesse domando uma guitarra. Fixei meus olhos em seus movimentos rápidos. Ele tinha prática, muita prática. Estava tentando me impressionar e talvez estivesse dando certo.

— Contrate alguém para fazer o trabalho sujo — revelou com um tanto de escárnio, voltando seu olhar para o céu. Parando o que fazia com os dedos. Fitei ele, com os olhos perdidos no céu azul. O céu estava bonito tom ciânico, iluminado, um dia de sol no meio do inverno inverso, apenas o sol... O calor não era existente. Acompanhado de algumas nuvens, como algodão doce. As nuvens de algodão doce.

— Aquela nuvem tem o formato de um pássaro — fez uma observação inesperada.

Me surpreendi com seu comentário. Ele não parecia ser o tipo de sujeito que observava as nuvens, ou qualquer coisa do tipo. Desandei meu olhar ao nada no final da linha do horizonte à minha frente.

— Nuvens de algodão...  Você não parece ser o tipo de cara que observa nuvens com uma garota — comentei de uma forma apática.

— Você não sabe nada sobre mim.

 

Continuamos ali, por um longo tempo. Ele continuava com os olhos perdidos no céu. Volta e meia me olhava de soslaio, como uma confirmação de que eu estava ali. Que não tinha fugido. Uma ventania fria começara arrastando algumas das folhas secas que descansavam sobre a macia grama verdinha, praticamente coberta por pequeninos flocos de neve. Um floco de neve pousou sobre a palma da mão de Zummbach, ele não deu importância, logo limpando-a. Desviou seus olhos em minha direção.

— Seu amigo, Ronnie. Está tendo melhoras. O corpo está aceitando os medicamentos com sucesso — comentou Zummbach quebrando o laço de silêncio que tinha se formado entre nós. Brincava com uma mecha de cabelo, enrolava e soltava, repetidamente. Ele balançou a cabeça ao ver o que eu fazia, enquanto me fitava de uma forma séria.

— Por que não me diz seu nome? — perguntei de uma forma preguiçosa. Até mesmo manhosa, continuava com meu divertimento. Mexendo em meu cabelo, me distraindo.

—  Christopher, mas, me chame de Chris — respondeu rapidamente e em bom tom. De uma forma ríspida, dando o sinal vermelho que não iria repetir. No mesmo momento se ajeitou no banco e desviou o olhar. Seus lábios estavam entreabertos, seus olhos estavam sérios. Ele estava longe, pensativo. Como alguém que se sentia culpado, pesando se fez o certo para não deixar a culpa lhe dominar.

De longe percebi dois médicos nos observando. O homem era alto, seus cabelos castanhos partindo para um dourado, os olhos azuis e intensos, a mulher tinha uma estatura diferente. Baixa e magra. Seus cabelos curtos e dourados. Eles nos observavam do alto de uma janela. Conversavam entre si, enquanto nos olhavam. A mulher sorriu e o tal homem balançou a cabeça negativamente como se discordasse das palavras que saiam da boca de sua acompanhante, seu semblante tinha mudado. E logo ele se afastou, saindo de meu campo de visão. Desviei os olhos para Chris, que não estava mais presente. Senti apenas o cheiro de seu perfume se dissipando com o vento.

 

GERARD WAY.

 

A cafeína corria por minhas veias, me impossibilitado de dormir. Ao me olhar no espelho, vi minhas olheiras fundas e arroxeadas; me sentia horrível! As linhas de expressões, mostrando cansaço e até mesmo a idade me alcançando. Meu cabelo bagunçado já sem brilho e cor, o vermelho estava bem fraco. Os olhos irritados e avermelhados. Um suspiro escapou dos meus lábios. E logo vi pelo reflexo do espelho Ashlee me observando da porta do banheiro, encostada. Seus braços estavam cruzados, ela me olhava de uma forma meiga e até mesmo carinhosa, seus olhos estavam curiosos. Seus lábios delimitados, seus cabelos perfeitamente bagunçados. Me aproximei dela a abraçando, dei um beijo em seus cabelos, logo sentindo sua respiração contra meu peito, seus braços quentes e pequenos no meu tronco. Seu corpo colado ao meu.

 

TAYLOR MOMSEN.

 

— Por onde andou? — perguntei a Bryan quando ele fechou a porta do quarto.

Ele logo se aproximou.

O sol já nascia novamente. Estava sentada observando a janela, uma xícara quente de café em minhas mãos, a leve fumaça aromatizada que saia de dentro do copo invadia minhas narinas. Aquela vista nobre me lembrava de meu quarto em Manhattan. Todos os dias, no amanhecer. Após uma noite em claro ou um despertar preguiçoso. A xícara de café, o típico cigarro fedido e o whisky barato de canto. O cinzeiro de plástico, o cheiro da terra molhada. A floresta da discórdia, as negras lágrimas de meu coração quebrado, os cortes grossos e fundos espalhados por meu corpo. As gotículas de sangue no piso branco e gélido do banheiro. Os livros empoeirados, as cartas na caixa de madeira abaixo da cama. E a minha terrível dor, aquela que guardava unicamente para mim... agora que desliguei minhas emoções, toda a dor que era existente... se acabou. E quem sou?

— Trabalho — disse Bryan, dando uma passada rápida com os olhos em Ronnie. — Ele vai ficar bem...

— Você prometeu que viria o mais rápido possível.

— Pensei que não ligasse pra promessas — comentou —, portanto aqui estou. E como está Ronnie?

— Tendo melhoras.

Neste momento, a porta do quarto foi aberta por Chris. Desviei meus olhos para Bryan, seu rosto estava branco, como se estivesse vendo um fantasma. Olhares foram trocados, o silêncio se fez presente. Uma tensão entre os dois se formava, estava muito estranho aquilo. Eles pareciam conversar pelo olhar, até palavras serem ditas.

— Sou o Doutor Zummbach — se apresentou.

Chris estendeu sua mão na direção de Bryan, que fez o mesmo. Eles se cumprimentaram de uma forma rápida. Bryan continuava pasmo, Chris não ligou.

—  Ouvi falar de você! Diagnosticou uma conhecida há um tempo atrás — comentou Bryan, olhando para Chris de uma forma diferente.

Chris se aproximou da maca, examinando Ronnie.

— É mesmo?! — disse Chris de uma forma irônica enquanto fazia anotações na ficha médica de Ronnie, com sua caneta dourada.

— Sim, Hayley. Na Inglaterra. Foi diagnosticada por você, acredito eu — disse ele. Era possível ver que as palavras eram capciosas, jogadas no ar com segundas intenções. Chris rapidamente olhou Bryan, o fuzilando com o olhar.

— Não, Hayley foi diagnosticada por outro setor médico, mas tive envolvimento no caso. Deveria procurar o doutor Adam, acredito que para ele será um prazer conversar sobre este caso, saber como ela se curou das queimaduras tão rapidamente, saber se conseguiu voltar a falar com a mãe em Nova York — disse ele.

— Irei falar com ele sim, sei que deve estar louco por novidades. Já que ele sempre mantém contato com seus pacientes — disse Bryan.

 

GERARD WAY

 

— Você não pode ir embora — exclamou ela, entrando em minha frente na porta.

Levava uma trouxa de roupas numa mala velha e a chave de meu carro. O resto de minhas coisas iria mandar buscar depois. Ashlee estava aflita, era possível ver o medo em seu rosto. As perguntas frenéticas, ver seus cabelos longos passeando no ar, enquanto ela andava de um lado para o outro, nervosa. Suas mãos tremiam, seus olhos tristes. Era horrível ver que a causa de tudo era eu. Eu sou um monstro por estar fazendo isto, pensei. Mas logo depois relevei, continuando a colocar as roupas na mala.

— Você não pode ir embora! — suplicou. — Eu preciso de você! — gritou apavorada.

Já estava impaciente, ela não entendia de forma alguma que eu era um monstro horrível, um maldito canalha. Ela por vez ou outra deixava uma lágrima escorrer, contudo não sempre disfarçava tentando mostrar força.

— Não precisa! Você pode muito bem se cuidar sem mim — esbravejei.

Joguei um vaso de flores no chão. O vidro se espatifou em milhares de cacos, o chão ficou molhado e as flores jogadas. Ela se assustou, tampando o rosto. Se afastou da porta, abrindo a mesma. A olhei nos olhos.

— Espero que pense melhor — disse cabisbaixa, desviando o olhar.

 

TAYLOR MOMSEN

 

Após alguns minutos que Chris tinha saído, resolvi questionar Brayn. Ele rodopiava o quarto, pensativo.

— O que foi isto?

Ele me olhou rapidamente, passando seus olhos por mim. Apenas para conferir que a pergunta tinha sido minha, para conferir se não havia a presença de mais ninguém. Então se aproximou da janela, junto a mim. Respirou fundo, deixando seu olhar se perder no verde do jardim. Bryan colocou a mão dentro do bolso de sua calça, pensando. Desviei meus olhos no ponto fixo de Brayn, vendo um homem parado, nos olhando fixamente. Ele estava vestido completamente de preto. Seus cabelos eram castanhos partindo para um dourado. Seus olhos azuis. A pele clara, os braços enfeitados por negras tatuagens. Com um piscar de olhos ele não estava mais lá. Pisquei forçadamente mais uma vez.

— Ele não estava ali… Minutos atrás... — olhei para Bryan.

— Eu sei...

[...]

 

 

Continua...


Notas Finais


Olá seres humanos, como prometido, eu trouxe o capítulo novo para vocês. Independente do horário (e me desculpem por isso), eu saí com minha família hoje, e cheguei praticamente agora, enfim... Espero que tenham gostado.

XOXO - Sky.


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