História The Darksouls - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Magcon, Shawn Mendes
Personagens Cameron Dallas, Hayes Grier, Jack and Jack, Nash Grier, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Darksouls, Dylan O'brien, Ficção, Grace Portman, Magcon, Shawn Mendes, The Darksouls
Exibições 190
Palavras 2.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA ELA, SUPER PONTUAL
QUINTA-FEIRA
DIA DE Q? HEIN HEIN EIN???
DIA DE CAP NOVOVOVO

Capítulo 22 - The heroes manage to sleep?


Fanfic / Fanfiction The Darksouls - Capítulo 22 - The heroes manage to sleep?

O que diabos é isso? — ouvi Camila murmurar, enquanto todos levantavam e tomavam suas posições. Juntamo-nos num círculo, costas com costas, cada um centrado em focar-se num determinado local. — Pensei que não havia mais ninguém na floresta, além de plantas, flores e...

Sua frase foi deixada no ar quando mais um barulho irrompeu o lugar, dessa vez, com mais intensidade do que anteriormente. Senti seu corpo estremecer enquanto, de soslaio, era possível vê-la estender suas mãos, pronta para utilizar seus poderes. Lentamente, levei minha mão até meu cinto, puxando a adaga.

O ser estranho, seja lá que o fosse, estava mais próximo de nós, seus passos pesados tremendo o chão abaixo dos nossos pés. E então, vindo de todos os cantos da floresta, criaturas rastejaram em nossa direção. Elas eram de um tom verde escuro, quase sumindo perante a escuridão que a floresta apresentava para nós. Eles eram largos, mas não muito grandes de altura. Eles rastejavam em nossa direção de maneira apressada, violenta. Eram como insetos, mas maiores demais para serem simplesmente isso.

E então, tudo aconteceu rápido demais.

Um dos insetos atacou Callie, agarrando sua perna. Ele fixou-se no chão, prendendo a garota e raízes saíram do seu corpo, contornado a cintura de Callie e levantando-a no ar, mantendo-a presa. Amarrada à uma enorme e grossa raiz. Ela gritou.

Os clones de Gilinsky começaram a atacar com suas armas os insetos, que pareciam multiplicar-se mais a cada segundo que passava-se. Enquanto isso, Camila usava seus poderes para empurrar os bichos para longe dela. Eles batiam contra troncos e se transformavam em musgo, morrendo na teoria. Johnson tornou-se invisível, e, com isso, atacava-os de surpresa. Dylan tentava livrar Callie da raiz e Shawn e eu tentávamos deter os insetos que vinham em nossa direção, nossas costas batendo uma contra a outra.

— De onde isso está saindo? — perguntei, ofegante, chutando um dos insetos.

— Também queria saber — retrucou, puxando uma arma e atirando contra as criaturas. — Talvez, se encontrarmos o núcleo, conseguimos acabar com eles de uma vez.

— Parece-me uma boa ideia — comentei.

— Só precisamos seguir de onde eles estão vindo.

— Nós dois sabemos que não é assim tão simples — debochei, empurrando Shawn, impedindo que um dos insetos o pegasse. Enfiei minha adaga nele, vendo-o grudar no chão, transformando em musgo. Bufei. — Por que realmente acreditei que seria tão fácil vir até essa floresta?

— Vem, vamos — Shawn colocou sua mão em minha costa, puxando-me para próximo do seu corpo, abraçando-me. Em resposta, abracei-o de volta, segurando-me firme em seu corpo.

Mendes correu, desviando de todos os bichos que apareciam em seu caminho. Por que imaginei que seria tão difícil? Estava lidando com um garoto que corria na velocidade da luz.

Shawn parou em frente à uma árvore. Ela era enorme, diferente de todas as demais. Em seu tronco, havia um buraco, onde saía todos os insetos. Alguns notaram nossa presença, avançando em nossa direção. Abracei o garoto de lado, nos teletransportando para atrás da árvore, um pouco mais distantes.

— Qual o seu plano? — perguntei, num sussurro.

— Por que você acha que eu tenho um plano? — perguntou de volta, utilizando do mesmo tom de voz que o meu. Só então percebi nossos corpos colados.

— Você é o inteligente de nós — retruquei, debochada. — E o responsável, e o mais concentrado, e o que tem mais experiência em...

O garoto levou sua mão até meu rosto, colando ainda mais nossos corpos e escondendo-nos atrás de uma árvore próxima de nós. Suas costas grudaram na madeira, suas mãos deslizando para minha cintura, enquanto puxava-me meu corpo, que grudou no seu, minhas mãos agarrando as laterais da sua camiseta. Quando ameacei dizer algo, um barulho invadiu nossos ouvidos. Contudo, era um barulho estranhamente familiar e, ao mesmo tempo, não conseguia identificar o que seria.

Fixei meus olhos no rosto de Shawn, na esperança que ele pudesse me explicar o que seria aquele som. Aquele agonizante som de algo rastejando. Lentamente, perigosamente, enquanto passeava tão perto de nossos ouvidos. E então, um pequeno assovio soou. Tive que morder meu lábio inferior para segurar um grito que queria escapar da minha garganta.

Cobra, aquilo era o som de uma cobra.

Minha garganta secou, e podia sentir meu corpo arrepiar ao assimilar todos os sons que invadiam meu ouvido com o réptil. Porém, era inevitável não encontrar algo de diferente. Não parecia algo irracional, e sim o total oposto. Era como se a cobra assoviasse uma música de verdade, enquanto seu corpo, mais gigante que o habitual, rastejava pelo campo.

E então, quando já juntava forças para voltar a minha respiração regulada, eu a vi. Antes mesmo de Shawn, consegui ver a enorme estrutura passando tão perto de nós, mas, pela escuridão, não conseguindo nos ver de fato. Suas escamas eram claras, acinzentadas perante a escuridão da noite.

Ela era gigante. Maior do que todas as cobras que tinha visto em minha vida. Ela atingia metade do meu tamanho em questão de altura, e seu comprimento era identificável, porém, o réptil parecia ter dificuldade em se locomover com tanta pressa. Afinal, para que tanta pressa? Não haveria ninguém em sã consciência que a atacaria.

A cobra passou tão perto de nós, que podia jurar que ela apenas estava provocando-nos, avançando a qualquer momento em nossa direção para dar o bote. Contudo, felizmente, ela não fez. A cobra rastejou até a gigante árvore e alimentou-se de alguns animais que ainda estávamos fazendo custo para matar no acampamento. Ela, por sua vez, não demonstrou nenhuma dificuldade. Os bichos quase ofereciam-se como oferenda para a cobra.

Quando ela finalmente foi embora, completamente satisfeita com seu jantar e, para a nossa sorte, indo na direção contrária onde estavam nossos amigos, Shawn ainda esperou um pouco, até o rastejar do possível monstro sumir em nossos ouvidos. Assim que apenas o silêncio reinstalou-se no local, um suspiro escapou de nossos lábios. Não evitei de apoiar minha testa em seu peito, soltando a respiração que nem ao menos tinha notado estar segurando.

— Estamos mais ferrados do que imaginava — murmurei, e, como resposta, o garoto apoiou seu queixo em minha cabeça. — Você viu o tamanho daquilo?

Ele riu, uma risada sincera daquela vez.

— Acho que o pessoal do outro lado também conseguiu ver.

— Não ria — balbuciei, levantando minha cabeça para fita-lo. — E se ela voltar para nos atacar? E o som que ela fazia?

— Parecia uma música — ele comentou, pensativo, arrancando meus pensamentos.

— Nunca tive tanto medo na minha vida — soltei, finalmente desprendendo-me dos braços do garoto, já sentindo o frio quando ausentei-me do calor do seu corpo. Passei minhas mãos pelos meus cabelos, ainda sentindo meu coração acelerado. — Melhor voltarmos.

Shawn assentiu.

Caminhamos até a enorme árvore. O buraco ainda estava ali, contudo, os insetos tinham sumido. O garoto puxou uma pequena lanterna do seu bolso, apontando para dentro do buraco do tronco, que era completamente recoberto de musgo.

— Isso são eles? — perguntou, arqueando a sobrancelha.

— Acho que sim — murmurei, aproximando-me também.

— Acho melhor tamparmos esse buraco — o garoto disse, colocando a lanterna em sua boca e apressando-se em pegar algumas folhas e pedras. Apressei-me em segurar o seu braço, impedindo-o. Ele grunhiu.

— Eles são o alimento da cobra. Se tamparmos, como ela irá se alimentar? — franzi o cenho, ainda podendo ouvir em minha mente o barulho agonizante que ela fazia enquanto rastejava. — Ela pode vir atrás de nós — acrescentei, retirando a lanterna da sua boca.

— Não vamos estar aqui quando ela perceber que o alimento dela estará aqui.

— Quem te garante?

— Não podemos arriscar caso eles resolverem nos atacar novamente.

Lentamente, balancei a minha cabeça. Por fim, deixei que Mendes terminasse. Ajudei-o um pouco e logo, o buraco estava completamente coberto. Se aquilo não os prendesse, seria o suficiente para retarda-los até o processo. Deixei um suspiro sair dos meus lábios enquanto entrelaçava minha mão com a de Mendes, teletransportando-nos de volta para o acampamento. Ele não fez objeções em relação ao meu ato. Nem antes, nem depois.

Gilinsky descansava no chão, sua respiração ofegante. Imaginei que isso seria uma consequência do seu poder de forma excessiva. Mas, de maneira geral, ele estava bem. Ele merecia isso. Teria se esforçado bastante. E multiplicar-se em dez não devia ser tão fácil. Enquanto isso, Johnson e Dylan cortavam a raiz que tinha se formado ao redor de Callie, que parecia mais calma àquela altura. Por fim, estava Camila, sentada no chão, mexendo no musgo com materiais específicos, parecendo estuda-los.

— Vou ver a Callie — ele disse, ao mesmo tempo que falei:

— Vou ver o Gilinsky.

Assentimos juntos, caminhando em direção opostas.

Parei em frente ao garoto, que mantinha-se de olhos fechados, completamente estirado ao redor de musgos. Deixei escapar um riso fraco, e ele apressou-se em abrir os olhos, fitando-me assustado.

— Você está bem? — perguntei, sentando-me ao seu lado.

— Um pouco fraco, suado, e não vejo a hora de Callie descer para ela me curar, mas no geral — sorriu. — Estou ótimo.

— Aposto que você fez um ótimo trabalho — disse, cutucando-o fracamente em sua cintura, como forma de incentivo. O garoto riu, balançando a cabeça.

— Eu não, mas meus clones foram incríveis.

— Eles só fazem o que você manda — retruquei. — Vocês ouviram?

— O barulho como se uma cobra de trinta metros rastejasse? Sim, ouvimos — seu olhar intercalou entre meus olhos e o céu, pouco estrelado.

Pensei se seria uma boa ideia falar a respeito da cobra. Afinal, eles tinham acabado de sair de uma batalha, não queria ser o combustível que os colocaria em outra. Todos ali tinham um espirito de heroísmo corroendo-os todos os dias. Talvez a ideia de matar a cobra parecesse um ato heroico para eles.

— Os insetos saíam de um tronco — comentei. — Um enorme tronco com um buraco cheio de musgo, mas Shawn e eu tapamos.

— Isso é nojento — Gilinsky fez uma careta. — E estranho. Aliás, o que não é estranho nessa floresta, não é mesmo?

Assenti, em silêncio. Gilinsky sentou-se, apoiando sua cabeça em meu ombro enquanto tentava repor, com bastante dificuldade, suas energias. Ele bebeu água e comeu alguma coisa enquanto assistíamos os três garotos tirarem Callie das raízes. Quando finalmente conseguiriam, ela ajudou o garoto ao meu lado, enfatizando que ele tinha sido incrível.

Callie estava bem, fisicamente e psicologicamente. Suas mãos estavam um pouco trêmulas por conta do frio, mas, fora isso, ela estava ótima. E admirava-a por, em seu primeiro vestígio de segurança, ela correu para ajudar outra pessoa, ao invés de buscar uma ajuda para ela mesma.

— Acho melhor fazermos turnos — sugeriu a morena, enquanto buscava um casaco, vestindo-o. — Não podemos exigir muito do Gilinsky nesse momento. E temos que nos manter alertas.

Ninguém fez objeções. De soslaio, era possível ver Camila, que examinava cuidadosamente os insetos, ou pelo menos, o que teria restado deles. Ela parecia dispersa do mundo ao seu redor. Resolvemos não atrapalha-la.

— Tudo bem, voluntários para o primeiro turno?

Minha mão levantou-se, ao mesmo tempo que vi a de Mendes levantando-se também, juntamente com a de Void. Segurei um suspiro. Aquela noite seria mais longa do que tinha previsto.

 

Tinham insistido que eu fosse dormir, que Dylan e Shawn cuidariam do primeiro turno. Contudo, não conseguia fechar meus olhos. Dormir naquele momento parecia tão errado. Como se fechar os olhos e relaxar fizesse com que eu esquecesse as coisas. Esquecesse a razão pela qual eu estava ali. Pelo que eu tinha lutado tanto.

Estava ali para salvar as pessoas.

Os heróis conseguem dormir, sabendo que há pessoas sofrendo, murmurando por alguma ajuda?

Minhas costas estavam encostadas numa arvore, enquanto brincava com a terra seca. Juntava o conteúdo em minhas mãos e depois deixava cair, vendo como os pequenos grãos deslizavam pelas minhas mãos, voltando a sua origem. Enquanto isso, tentava intercalar meu olhar em Dylan, há pouquíssimos metros de mim. Ele estava sentado, uma arma presa em seu cinto enquanto olhava com atenção para frente. Contudo, às vezes, conseguia perceber seu olhar em mim.

Não havia nenhum som que não fosse do vento batendo contra as folhas. Nossas respirações eram calmas, dificilmente podendo ser ouvidas. Estava ao lado de Void e mesmo assim levantava minha cabeça, fitando-o e tendo a garantia que ele estava ali. Tirando Dylan, Shawn e eu, todos dormiam. Até mesmo a floresta parecia estar descansando, serena.

— O que aconteceu? — perguntei, atraindo sua atenção. Seus olhos escuros fitaram-me, as sobrancelhas franzidas. — Entre você e o Shawn? — inclinei-me, aproximando-me do garoto, abaixando meu tom. — O que você fez comigo?

Os últimos acontecimentos, antes da briga dos dois e depois de Dylan adentrar na minha mente, eram um total borrão para mim. Não conseguia lembrar-me, por mais que tentasse. Sabia o quanto de controle Void podia ter sob alguém quando utilizava seu poder, e o quanto essa pessoa tornava-se vulnerável, totalmente entregue à ele.

Todavia, tinha medo ao pensar o que o garoto teria feito comigo, mesmo confiando cegamente em Void. Sim, eu confiava no garoto. De alguma forma, o jeito misterioso, meio debochado e bagunçado, trazia-me segurança, conforto. Estar com Dylan trazia-me uma sensação de paz, como se não tivesse que carregar nada nos ombros quando estava com ele. Era apenas nós dois, e a leveza do meu corpo.

Apesar disso, sabia das atitudes impulsivas e traiçoeiras do garoto.

Dylan soltou um suspiro pesado, umedecendo lentamente os seus lábios e demorando em dar a resposta que eu queria ouvir. Já tinha me conformado com seu silêncio, preparando-me para repetir a pergunta quando ele contou-me. Contou-me tudo.

Ele me disse sobre ter me hipnotizado, sobre a ordem que ele teria dado a mim de teletransportar todo o grupo. Enquanto me dizia, com detalhes, sentia um peso crescer em meu peito. Não tinha entendido o porquê da dor, e apenas entendi quando Dylan fez uma pequena pausa.

Não tinha sido eu, de fato, que teria nos trago até aqui.

— E então eu te beijei — Dylan soltou, atraindo de volta a minha atenção. Seus olhos encararam-me, e, pela primeira vez naquele belo rosto, encontrei a expressão de decepção no garoto. Em Dylan O’Brien. O garoto que não sente nada. O garoto vazio de sentimentos que apenas nos atrasam. Void, estava ali, uma expressão de arrependimento preenchendo todo o seu rosto.

Quando explicou-me o porquê do beijo, segundo o seu ponto de vista, levantei-me, minha mão tocando brevemente o musgo, ainda perdida pela quantidade de informações que eu nem sequer conseguia me lembrar. E o fato de sentir que minhas memórias tinham sido arrancadas de mim, apenas transmitiu um desconforto maior em meu corpo. Dylan tinha me garantido que ele não tinha apagado minha memória. E eu acreditava no garoto.

— Você está brava? — ele levantou-se também, segurando o meu braço. O gesto aproximou-nos mais ainda, colando nossos corpos.

— Por você ter me beijado? — comprimi meus lábios, e enquanto ele assentia, balancei minha cabeça. — Não, não estou — garanti. — Não pelo fato de você ter me beijado — soltei-me dele. — E sim pelo fato que levou-te a fazer isso — apesar de ter tirado a mão gélida de Dylan de meu corpo, nossos corpos ainda mantinham-se próximos, nossas respirações se misturando. — Eu não sou fraca, Void. Não preciso que um garoto me beije para que eu faça as coisas de fato.

— E o lance do gatilho? — ele sussurrou, seus olhos fixos em meus lábios. Então ele ouvirá a conversa que eu tinha tido com Gilinsky, horas atrás? Ele tinha visto-me beijar Shawn? A ideia ruborizou minhas bochechas.

— Se um dia eu quiser te beijar para ganhar coragem para fazer alguma coisa — aproximei-me de seu rosto, desviando brevemente meu olhar de seus lábios, para os seus olhos. — Eu te aviso.

 


Notas Finais


EITAAAAAAAAAAAA
O QUE VCS ACHARAM?????//
Comentem, é muito importante para mim! Fico muito feliz ao saber a opinião de vocês, suas críticas, suas teorias doaspdk Então, não hesitem <333

GENTE, QUERIA DIZER Q TO APX PELA APRESENTAÇÃO DO SHAWN NO AMA, TO OUVINDO TODA HORA
APAIXONADADADADA

meu twitter @noprswsure
minha ask ask.fm/mendws

É ISSO
BEIJOS
ATÉ O PROX CAP


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