História The Daughert Of Severo Snape - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Lord Voldemort, Personagens Originais, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape
Visualizações 18
Palavras 875
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


— Com licença, mandou me chamar Marie? — eu disse após bater na porta.

Marie era a diretora do orfanato do qual eu morava desde que nasci, eu acho.

— Entre Elie. — ela disse com um sorriso bondoso.

— Eu fiz algo de errado? — perguntei, porque eu não era chamada com muita frequência na sala de Marie.

— Não, não. Só te chamei aqui para lhe entregar uma coisa — ela tirou um papel da gaveta e me entregou — isso aí é uma carta de sua mãe, ela pediu

para eu lhe entregar quando estiver perto de completar onze anos, se quiser privacidade pode lê-la em seu dormitório, se tiver alguma dúvida

venha falar comigo, está bem?

— Sim senhora. — eu disse e sai as pressas para ler a carta de minha mãe.

Cheguei no dormitório que eu dividia com mais umas meninas órfãs, não havia ninguém, sentei em minha cama e abri o envelope.

"Cara Elora,

Bem, se você está lendo essa carta eu devo estar morta, eu queria ficar perto de você nesse momento da sua vida de grandes mudanças, mas ocorreram alguns imprevistos que não deixaram eu poder cuidar de você, eu te amo Elie. Você precisa descobrir uma coisa meu amor, você é uma bruxa e isso não é um problema, eu fui uma bruxa e seu pai também é, você será uma grande bruxa, eu sei disso, mas para se tornar grande você deve ir para uma escola especializada para bruxos que se chama Hogwarts, Marie contará direito para você, talvez você conheça o seu pai, ele não deve ter assumido você, ele estava meio triste sabendo que eu morreria, mas ele te ama, mamãe ama você, nós queremos o melhor para você, acho que não está no momento de você saber o nome de seu pai, ele irá falar com você na hora certa, todavia, se você for esperta descobrirá. Colada na parte de dentro do envelope tem uma chave, ela abre o seu cofre com sua herança no banco Gringotes, peça ajuda a Marie, ela saberá te orientar. Se cuide minha querida.

*Lilian Evans 

Eu terminei de ler a carta com lágrimas nos olhos, minha mãe realmente estava morta e ela já sabia que iria morrer e deixou isso para mim. Lágrimas cairam na carta, minha mão segurando forte a chave que ela deixára, mas o que mais me intrigava era o fato de eu ainda ter um pai e ele não vir me visitar, pelo menos eu o tinha, ele estava vivo, eu divia encontrá-lo, mas como? Onde fica essa tal de Hogwarts? Como assim irei saber quem é o meu pai na hora certa? Eu tinha inúmeras perguntas e estava maluca para saber as respostas, embora eu quisesse explicações eu não fui de primeira até Marie, esperaria até o dia seguinte, até eu ficar pronta.

— Que é que você está fazendo aqui sozinha? Que papel é esse? — era a Daniela, ela adorava implicar comigo.

— Não é nada — eu disse friamente.

— Se não é nada então deixe eu ver.

— Você não tem nenhum direito sobre isso.

— Criou coragem para me enfrentar de repente? — ela perguntou com deboche.

Eu revirei meus olhos, ela tomou a carta da minha mãe e começou a ler minha carta mas eu consegui tirar de suas mãos antes dela ler que eu era uma bruxa.

— O que tem mais nessa carta?

— Meu pai está vivo, eu irei conhecê-lo. — eu disse sorrindo.

Mas meu sorriso dissipou-se ao ver Daniela cair no choro.

— Ei! Dani. Por que está chorando? — eu perguntei enquanto ela soluçava.

— Você encontrou seu pai, você vai ter um lar, e eu continuarei aqui. — ela disse em meio aos soluços.

— Não se preocupe, talvez você ainda tenha parentes por aí ou alguém te adote, não fique triste.

Nessa noite eu dormi pensando em como são meus pais, se eu me pareço com eles, nas características e aparência, qual dos dois tinham cabelos ruivos? Foi pensando neles que eu caí no sono.

No outro dia eu acordei cedo e fui para a sala da Marie.

— Marie, como assim eu sou uma bruxa? E meu pai? E-ele está... vivo? — perguntei com os olhos marejados de lágrimas.

— Elie, eu peço que compreenda, pode ser difícil para você aceitar que é uma bruxa, mas você é, e será grandiosa, sua mãe foi uma grande pessoa e uma grande bruxa, e seu pai também é, você será como eles. Seu pai... ele ficou abalado ao saber que sua mãe provavelmente morreria no parto, ele queria muito cuidar de vocês duas, mas foi muito para ele aguentar, eu só lhe peço que não fique brava ou chateada com o seu pai quando conhecê-lo, está bem?

Era muita coisa para minha mente processar, eu queria conhecer meu pai, mas ele me abandonou, eu sei que estava sofrendo pela mamãe, só que, eu não precisava dele o tempo todo, eu só queria... eu só queria um pouco de sua presença paterna, com a confusão em minha mente eu só pude confirmar.

— Está bem Marie, promento ser racional quando conhecer meu pai.

— Bem, então agora que já resolvemos essa parte, vamos às compras! Amanhã iremos até o Beco Diagonal. — ela exclamou tentando me animar.

E de fato, eu me animei, eu faria compras, isso é incrível.



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