História The Daughter - Capítulo 4


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Categorias A Maldição do Tigre
Exibições 16
Palavras 641
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 3- Anik


Meu pai andava de um lado para o outro furioso. Como Deshen poderia ser tão burra se atrasando para o treino? Ela sabe o quanto pontualidade é importante para nosso pai e, mesmo assim, insiste em se atrasar.


Estou prestes a desistir e sugerir para começar a treinar sozinho, quando Deshen escancara as pesadas portas do dojo:


- Anamika Deshen Rajaram! - Meu pai berra.


- Perdão! Fui visitar o templo e perdi completamente a noção do tempo.


Meu pai suspira, concordando. Não acredito que ela vai escapar ilesa com 10 minutos (10 MINUTOS) de atraso com uma desculpinha dessas.


- Mas, pai... - Reclamo.


- Anik! Você quer receber uma punição? - Ele responde, me olhando com o canto do olho fazendo me calar imediatamente. - Foi o que pensei. Podemos, finalmente, treinar agora?



Eu estava esgotado. Como "recompensa" pelo atraso de Deshen, tivemos que correr por mais uma hora após o treino. Portanto, quando voltamos, tudo o que eu queria era a combinação para a felicidade eterna: banho, comida e cama.


Desço as escadas após o banho e vou para a cozinha pegar a chave da biblioteca no gancho que fica perto da porta. Mamãe sempre mantinha a biblioteca fechada, mas nunca nos privou de entrar lá. Acho que ela ainda sente muitas saudades do tio do meu pai.


Quando alcanço a cozinha vejo que a chave não está lá, franzo o cenho sozinho: ninguém vai a biblioteca a não ser eu.


Caminho até as portas de madeira da imensa biblioteca Kadam (como meus pais costumam chamar) e as vejo abertas, a luz que iluminava o cômodo passava para o pequeno hall.


- Ana? O que você está fazendo aqui?! - Exclamo ao ver minha irmã caçula esparramada a escrivaninha de madeira com várias pilhas de livros abertos. Entenda: Deshen nunca lê.


- Trabalho para a escola. - Ela responde Dem tirar os olhos do enorme livro que estava lendo.


- Nas férias? - Indago, levantando uma sobrancelha. - Para com isso, Ana. Você não mente para mim, lembra?


Ela sorri, provavelmente lembrando da promessa de dedinho que fizemos quando éramos crianças e levanta a cabeça, mostrando seus olhos lacrimejados:


- Isso é choro ou só sua rinite mesmo? - Pergunto fazendo piada. Ela revira os olhos em resposta. Vou para trás da escrivaninha, puxando uma cadeira para sentar ao lado da minha irmã.  - Vai, o que você está pesquisando? Não, primeiro me conta por quê.


Ela encosta sua cabeça no meu ombro e murmura:


- Anik, alguma vez você acreditou na história da mamãe e do papai?


- Qual delas? A louca do tigre ou a que eles se conheceram no circo?


- A do tigre, né?! - Ela dá uma risadinha.


- Na verdade, não. Mas não conte isso para a mamãe. - Eu sorrio.


- Porque é impossível, não é? Mas, e se for possível, Anik? E se realmente existiu um Lokesh e um colar que te faz viver para sempre? Quer dizer, por que meu nome é Anamika? Nossos nomes são homenagens a amigos queridos dos nossos pais, quem é Anamika, Anik?


- Para de delirar, Ana. - Eu rio nervoso. - Já tomou seu remédio hoje?


- Para, Nick! - Ela respondeu, séria. Levanta a cabeça e me olha.


- Já faz um tempo que não me chama assim...


- Só te chamo assim quando está sendo um babaca. Eu estou falando sério. Tio Nissan falou comigo hoje no templo de Damon.


- Eu sabia que você estava dormindo... - Ela bate no meu braço com certa força.


- Não foi um sonho. Ele realmente falou comigo.


- Tio Kishan morreu há mais de vinte anos.


- Ótimo, Anik! Não acredite em mim!


Num rompante, Deshen levanta fechando o livro e o carrega para fora da biblioteca, me deixando sozinho com meus questionamentos.



Notas Finais


Oi, galerinha! Muito bravos comigo? Não? Realmente espero que não tenham abandonado a fanfic igual eu fiz... Mas não mais!!
Vamos nessa que ainda tem muita história pela frente.
Beijinhos
P.S: capítulo curto porque escrevi ele todo a mão, hihi


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