História The Day You Arrived - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Drama, Ficção, Original, Romance
Visualizações 22
Palavras 1.303
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


faala galera, como estão? eu to lotada de trabalhos e nervosa com eles (ou as pessoas que tão fazendo cmg)
mas enfim, aqui n é pra essas coisas, é pra ficar feliz (ou n) pq tem cap novo ★

Capítulo 17 - Sentimentos


Assim que entrei, respirei fundo, deixei minha mochila ali mesmo, no chão perto da porta e me joguei no sofá. Com o celular em mãos, desbloqueei-o e logo mandei uma mensagem pra Emma.

[Eu]: Emma

[Eu]: acho que estou gostando do Jackson

Pois é, nem eu conseguia acreditar naquilo, mas é verdade.

Eu havia observado meu jeito perto dele. A forma como eu me sentia, como o meu corpo reagia àquilo. Acho que, desde que ele falou comigo, ele começou a mexer comigo. E esse “mexer” foi aumentando. O dia que nos encontramos na rua e andamos de skate, o nosso encontro, o momento que ocorreu há pouco tempo onde ele me protegeu. Ali eu estava me sentindo bem, como em todos os outros.

É como eu disse, ele virou uma droga do bem para mim.

Mas gostar de dois caras ao mesmo tempo? Eu não sabia lidar com um. Eu já sofria horrores por um, imagina, agora, por dois, cada um com uma forma de mexer comigo, uma forma de me deixar sem graça, vermelha, feliz. Enfim, cada um com uma maneira de me envolver.

Eu não acho que, como Emma havia me dito, eles eram a mesma pessoa. Não tinha como, impossível isso. Pela minha cabeça não se passava coisa alguma relacionada a isso. Só tinha a certeza de que nada iria sair bem nessa situação que eu fui me meter.

[horas depois]

[Eu]: Emma

[Eu]: acho que estou gostando do Jackson

[Emma]: VC O QUE?

[Eu]: aish

[Eu]: talvez esteja gostando do Jackson

[Eu]: imaginava vc reagir desse jeito

[Emma]: nss, dslcp

[Emma]: mas vc me conhece

[Emma]: mas é sério que só agora vc percebeu isso?

[Eu]: sim

[Emma]: e como?

[Eu]: vc e seu interrogatório

[Eu]: enfim, como eu posso te dizer... acho que, por conta dessa nossa aproximação e pelo que ele tem feito pra mim e comigo, principalmente depois de hj, eu acabei percebendo, mas não tenho certeza de nada

[Eu]: e odeio admitir que vc esteja certa

[Emma]: kskskks sempre estou

[Emma]: mas o que aconteceu?

[Eu]: a alex espalhou pra escola que eu tinha pego o namorado dela enquanto eu ficava com o Jackson

[Eu]: geral da escola acreditou e começaram a rir e me chamar de puta

[Emma]: essa garota não presta mesmo

[Emma]: mas onde o Jackson entra nisso?

[Eu]: quando começaram com isso, eu me senti um lixo e sai correndo praquele lugar que eu te contei e ele foi atrás de mim

[Eu]: ai ele ficou comigo, me abraçou, me confortou e deixou eu dormir no colo dele

[Eu]: a gente ficou lá horas

[Emma]: aiiiiiiiiii mds que fofo

[Emma]: e não rolou nada?

[Eu]: nada ue

[Eu]: o que tu queria mais?

[Emma]: que rolasse pelo menos um beijinho ou sei la

[Eu]: pqp Emma

[Emma]: que foi?

[Eu]: ah, dx

[Emma]: fala

[Eu]: eu tava mal pra caramba e vc querendo que rolasse beijo? A gente nem se conhece direito

[Emma]: mas do jeito que vc me conta as coisa...

[Emma]: até parece que vcs estão ficando

[Eu]: ficando o caramba

[Eu]: n tá rolando nada

[Emma]: tá, parei

[Eu]: obg

[Emma]: tenho que ir

[Eu]: ta bolada?

[Emma]: não, só cansada e sem vontade de ir pra escola

[Eu]: ah sim, n quero ver vc bolada cmg

[Emma]: eu tbm n quero

[Emma]: tchau :)

[Eu]: tchau :) 

Larguei meu celular por ali e fui arrumar algo pra comer. Era a primeira vez, em dias, que estava com fome. Fome mesmo. Era até estranho, não tinha apetite para nada mais, e comecei a estranhar isso. Fiz um belo d’um macarrão (bem pesado pra comer de noite) e, quando terminei de comer, fui pra sala assistir algum filme.

“Até parece que vcs estão ficando”, “Que rolasse pelo menos um beijinho ou sei la”. O que ela tinha dito era puro exagero, mas do jeito que estávamos, poderia rolar.

Isso ficou na minha cabeça tanto tempo que, por um momento, acabei imaginando uma cena da gente se beijando e algumas cenas da gente juntos também voltaram em minha mente. Foi estranho na hora, meu corpo tremeu um pouco. Não posso colocar tanta pilha nessas coisas. Mas aquilo também seria bom.

Porque eu ainda cismo com isso.

Terminei de comer e voltei pro meu quarto, trocando minha roupa e arrumando minhas coisas para o dia seguinte, que prometia ser nada, mas nada fácil mesmo. Fácil de aturar, de passar, de se viver.

Fiz minha higiene e, como eu estava sem sono, fui assistir a alguns vídeos, já me encontrando sentada em minha cama. Em certo momento, olhei pro celular e vi, logo que desbloqueei, que Jack havia me mandado mensagem. Soltei um sorriso largo, fechando meu computador e o colocando de lado, logo me deitando e o respondendo.

Ficamos horas conversando, até o sono começar a tomar conta do meu ser.

Apesar da manhã “trágica” e desagradável, a minha tarde e noite foram salvas (N/A: graças às meninas superpoderosas kskksks) pelos garotos que estavam tomando conta da minha vida, posso admitir.

Cada um mexia comigo e me fazia bem de alguma forma. Eles eram diferentes, mas ao mesmo tempo, tão iguais. Eles me faziam soltar sorrisos e suspiros, vontades e desejos. Estando perto demais ou um pouco distante, eu confiava neles e conseguia achar um porto seguro em seus corações, em suas palavras, atitudes, mensagens. Eu me sentia bem e, muitas vezes, outra pessoa com eles.

Era estranho. Era um estranho bom. Um estranho bom demais.

Fui dormir tranquila, tranquila até demais naquela noite. Parecia que nada de ruim havia acontecido comigo, o que passava de um fato nada verídico.

[...]

Na manhã seguinte, acordei pouco disposta. Ninguém me mandou ficar até tarde acordada. Estava exausta. Eu fiz tudo bem devagar, mas muito mesmo, eu, às vezes, me perguntava como eu tinha conseguido levantar da cama. Eu estava tão lerda que, quando eu realmente me toquei, como se um mundo tivesse me dado um sacode, estava atrasada. Mas na hora eu arranjei um desespero tremendo. Arrumei o que faltava correndo e sai de casa o mais rápido possível.

Cheguei à escola e vi que já não tinha ninguém na entrada nem no pátio. Já tinha batido o sinal. Sai em disparada pra sala, logo avistando a porta aberta, o que significava que o professor não tinha chegado na sala. Suspirei aliviada, recuperando e fôlego.

Quando entrei na sala, todos os olhares se voltaram para mim, e eu fiquei sem graça na hora, desviando meu olhar para o chão enquanto ia o mais rápido possível pra minha carteira.

Se eles acharam que eu não percebi, estavam errados. Eles (as meninas e alguns meninos), desde que me viram, comentavam baixo sobre mim, ou riam ou me encaravam. Alex, a todo momento, me encarava o sorria, como se estivesse satisfeita em ter me fudido.

Assim que sentei em minha carteira, coloquei minha mochila sobre a mesma, afundei minha cara nela e coloquei meus braços em volta da cabeça para ver se aquela sensação de todos me observando e falando de mim passasse. Em certo momento, senti alguém apoiar a mão calmamente sobre meu braço. Aquele gesto fez-me levantar a cabeça e me fazer enxergar aquele cenário estúpido e quem me “chamava”.

– Tudo bem?

– Não. Eles nunca vão parar com isso – bufei.

– Eles vão parar sim, ou serei obrigado a bater na cara de todo mundo.

Rio baixo e entre os dentes. – Não precisa disso.

– Você é quem diz, mas se isso for longe demais, já sabe – ele segura minha mão.

– Sim, eu sei – sorrio pra ele.

– Dormiu bem?

– Sim. Por que a pergunta?

– Pra você ter chegado atrasada, deve ter sido boa a noite.

– É porque eu dormi de tarde, então dormi tarde demais e perdi a hora.

– Hm, explicado então essa sua carinha de sono.

– Bobo.

– Sou – ele se aproxima rápido e beija meu pescoço, o que fez um frio percorrer toda a minha espinha.

– Ei, não faz isso.

– Por que? O que a senhorita vai fazer hein?

– Isso – e antes que pudesse fazer algo, o professor entra na sala, o que o fez soltar minha mão e virar pra frente.

Professor sem graça em fazê-lo soltar minha mão. Faze-lo se “separar” de mim.


Notas Finais


ulgo sipdi anha (só pq to ouvindo)
manoo, a Mi é lerdinha demais (até parece cmg), e a Emma me representou 100% nessa conversa
e essa cena dos dois, 100nhor
(sim eu sofro demais pela minha fic, tenho problemas)

espero que tenham gostado, deixe seu fav se sim e até o próximo cap ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...