História The dead game - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
Tags The Dead Game
Exibições 2
Palavras 841
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Lemon, Luta, Magia, Mistério
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


não vou desistir, vou te salvar. voce não pode morrer aqui. reage. olha pra mim. te amo!
Diego Roses

Capítulo 2 - Minha primeira luta


 

Descemos da roda gigante e, fomos para a montanha russa, onde Diego ficava gritando em meu ouvido (confesso que também gritei muito). Depois da montanha russa fomos para o carinho bate-bate e por ai vai. Brincamos em todos os brinquedos que estava no central park.

                 Peguei em sua mão

- Hey, rock boy. Esta ficando tarde, vamos voltar pra pousada.

- Mas lover boy, estamos nos divertindo.

- Eu sei mas, temos que ir por que se escurecer, pode ficar perigoso.

- Okay. Vamos então – com voz de desapontado.

- Não fica assim, se alegra moço. Amanhã a gente volta.

- serio?

- sim

E seguimos em direção a pousada.

                No meio do caminho, um senhor estranho me parou. Ele era bem velho, tinha os olhos cinzas e sua boca sangrava. Ele me deu uma moeda e disse:

                - Para quem você entregar a moeda, você passará sua praga de vida para essa tal pessoa.

                - como?

                - Só isso posso lhe dizer. E mais, você tem ate você chegar a rua de sua moradia se não você terá consequências.

                - Ei! Senhor, não...

                E o senhor sumiu enquanto dava uma risada maligna.

                Diego me puxou

                - Que foi lover boy?

                - Nada! – respondi – vamos logo, está escuro.

                Chegando na esquina da rua da pousada, o mesmo senhor estava parado na porta com 3 cachorros grandes que não parecia assim, normal. Diego tentou me puxar mas, um dos sentiu meu cheiro e veio correndo em minha direção. Diego pegou uma faca de seu bolso, foi para minha frente e jogou a faca no olho do cachorro que tombou dando voltas no ar. O segundo cachorro pulou em cima de Diego e tentou morder seu rosto. Diego empurrou o cão com as mãos e o cachorro caiu ao seu lado rosnando. O cachorro se levantou e pegou Diego pelas pernas e o puxou para a rua de trás.

                O terceiro veio correndo em minha direção mas, parou no meio do caminho. Sua boca se abriu e uma fumaça saiu. Dessa fumaça formou-se uma imagem de um homem com chifres. A imagem era avermelhada e tinha um cheiro de enxofre horrível. A figura se aproximou e uma voz rouca começou a falar:

                - Olá mero mortal. Sou Leviatã e não sou nenhum demônio ou algo do tipo. Sou o servo de Lúcifer.

                - O que você quer? – perguntei a Leviatã.

                - Uma disputa. Se você ganhar vou retirar a maldição de você mas, se você perder, levarei seu namorado daqui um ano.

                - Okay. Mas, será uma luta de espadas limpa e justa. Sem truques senhor Levi.

                - Não me chame assim garoto! Você não sabe do que sou capaz.

                - Okay, vamos lutar ou não?

                - Vamos!

                Quando ele respondeu só vi duas espadas voando. Uma no chão e outra na mão de Leviatã.

                - Pegue sua espada. Mortal!

                Corri e me joguei no chão para pegar a espada o mais rápido o possível. Leviatã deu seu primeiro passo e eu recuei.

                - Não tenha medo garoto. Venha.

                Corri em sua direção e fui lhe dar um golpe bem certeiro na cabeça mas Leviatã foi mais rápido. Ele desviou e me deu uma coronhada com a parte de trás de sua espada. Cai de cabeça no chão, batendo a boca muito forte que começou a sangrar.

                - Já vai desistir senhor Nicolas? Vamos, achei que fosse mais forte.

                Cuspi sangue e me levantei.

                - Só isso senhor Leviatã?

                Corri para dar um golpe mas Leviatã o desviou novamente e me deu um golpe na barriga com sua espada.

                - Sabia! – disse Leviatã – ganhei, e como combinamos, daqui um ano volto para buscar seu namorado.

                - Não! – tentei gritar mas, minha voz não saia. Tentei me levantar mas, cai no chão com força. O impacto me deixou mais tonto.

                Enquanto Leviatã voltava para dentro da boca do cachorro, o velho se aproximou.

                - Falei pra você entregar a moeda para alguém, mas você não me ouviu.

                - SAI! – gritou Diego – fica longe dele.

                - Okay – o velho sumiu.

                Diego correu até mim

                - Nico? Anda lover boy, responde. Olha pra mim.

                Tentei me virar mas doía muito.

                - Não vou desistir de você, vou te salvar. Você não pode morrer aqui. Reage, olha pra mim. Eu te amo!

                E quando fui perceber, já estava desacordado.

3 dias depois...

                - Hey, lover boy acorda – disse Diego em meu ouvido – você não pode morrer pequeno. Por favor, reage.

                E ele me deu um selinho e saiu do quarto. Quando ele deu 3 passos fora da sala, eu abri os olhos e tentei chama-lo mas, minha voz não saia.

                A enfermeira entrou na sala

                - acordou senhor Nicolas? Que bom! Tem gente querendo falar com você.

Um rapaz entrou na sala todo vestido de preto. O rapaz era alto, olhos azuis e cabelos loiros.

                - Oi senhor Nicolas! Vejo que andou se encrencando.

                Tentei falar ou ate chorar mas, não consegui nada. Só estava pensando, aquilo era possível, meu tio me encontrou.

- Oi sobrinho atentado!


Notas Finais


musica do capitulo: detroid, rock city


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