História The dead walk - Capítulo 3


Escrita por: ~

Exibições 16
Palavras 663
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Adivinha quem voltou rapidinho, apenas uma horinha depois? Eu mesma, Renata Aparecida!
Dessa vez não tenho nada a fala então:

Vamos a leitura!

Capítulo 3 - Not exist more humans


Fanfic / Fanfiction The dead walk - Capítulo 3 - Not exist more humans

E aqui estamos nós, oito meses. Exatamente oito meses se passaram desde que essa loucura toda começou. Oito meses se passaram depois de eu ter sido salvo por alguém que eu nem ao menos vi quem era, oito meses desde que a Carolina do Sul que sempre foi conhecida por ser uma cidade pacata e segura se tornou um matadouro natural... É impossível explicar em palavras o que tem acontecido nesse tempo todo, certo, não foi tanto tempo assim, mas esses poucos oito meses pareceram se transformar em anos. Depois que encontramos com Andrew e sua namorada e nós conseguimos fugir as coisas só pioraram, é como se em questão de horas o mundo inteiro tivesse se tornado um grande depósito dos famosos zumbis, eu particularmente nunca acreditei muito nisso, mas meu filho fez com que eu entendesse que estamos vivendo em um mundo igual ao relatado nas séries de televisão e histórias em quadrinhos, ou se não um pouco pior, já que esse nosso mundo é a vida real.
Nem na pior das hipóteses ou no pior dos meus pesadelos eu imaginaria que algo dessa forma aconteceria. É estranho você saber que não importe o quanto batalhe ou o tempo que sobreviva você nunca terá ninguém que virá ao seu encontro, isso é se ainda existe algum ser humano fora Andrew e Maggie que não tenha se tornado apenas mais uma dessas drogas que insistem em perambular por aí e querer comer você a todo o momento. Confesso que nos primeiros meses estávamos inconformados, desolados e sem rumo nenhum, talvez até agora ainda estejamos um pouco sem saber o que fazer, afinal, em um dia acordamos preocupados com nossos trabalhos, estudos e coisas desse gênero e já no dia seguinte acordamos preocupados em salvar nossas próprias vidas... Creio eu que ninguém seja preparado para essa mudança repentina, tivemos que nos adaptar com esse mundo novo, ainda estamos lutando, pois acreditamos que há uma saída e continuarei lutando até encontrar ela, quero poder dar um futuro para o meu filho, um futuro que não seja sair em busca de comida, matar algumas dessas coisas e dormir de olhos abertos.
Olhei para o lado e vi a feição de uma das poucas pessoas que eu tenho visto nesses últimos tempos, Emma. Mesmo que estejamos andando para todos os lados desde que isso começou nenhum de nos encontrou outro ser humano que não tentasse nos comer, a mesma estava tirando um leve cochilo ao lado de Carl em um sofá que estava ali, e um pouco ao lado dela estavam Maggie e Andrew deitados em um colchão, olhei novamente pela janela e vi que o sol já insistia em nascer, não queria ter de submeter a todos à  acordar cedo e sair em busca de suprimentos, mas não poderíamos nos dar ao luxo de ficar trancados nessa casa com as poucas coisas que temos, ainda mais pelo fato de sabermos que lugar nenhum mais é seguro e por não sabermos por quanto tempo poderemos ficar aqui sem que esses bichos invadam o local. Levantei-me da cadeira em que eu estava e caminhei em direção ao sofá onde Emma e Carl dormiam.

— Emma — eu disse após balançar o corpo da mesma — amor, acorda, precisamos ir.

A mesma se revirou um pouco e por fim acabou se levantando um pouco relutante e aos poucos foi acordando Carl. Caminhei em direção ao colchão que estava ao lado e chamei por Andrew, o mesmo se levantou e caminhou em direção as mochilas que tínhamos, mas que agora se encontravam um pouco vazias, ele pegou uma das mochilas e colocou nas costas e foi acordar Maggie. Olhei para o lado e Carl já estava acordado, ele se levantou e pegou a mochila restante, colocou-a nas costas e saiu em direção à porta. Maggie se levantou, ajeitou a roupa e caminhou em direção a uma caixa forrada onde a bebezinha dormia, depois que todos já estavam preparados nos saímos de "casa". 


Notas Finais


Eai, gostaram?
Sei que ficou bem pequeno e sem ação nenhuma :p... mas a notícia boa é que A AÇÃO COMEÇA NO PRÓXIMO EPISÓDIO <3
Esse foi mais pra mostrar uma quebra de tempo, escrever sobre o início é bem cansativo e acaba te esgotando em relação a criatividade, também pra mostrar um pouquinho do que o Rick pensa. Vou tentar voltar em pouco tempo mas não garanto nada né, afinal, época de provas e blábláblá

Me chamem nas minhas redes sociais e vamos ser todos amiguinhos <3
Twitter: @Nevespinosa
Instagram: @bodyscraper
Snapchat: reh_alvesneves

Xoxo, Renata!


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