História The Deduction Of Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sherlock
Tags Sherlock, Sherlolly
Visualizações 86
Palavras 2.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse capítulo veio como uma bala bem na minha cara. Com exceção do primeiro, esse foi o único que consegui terminar de uma vez só, baixou a inspiração em mim e eu escrevi ele sem parar do começo ao fim.

Espero que gostem do resultado.

Tenham uma boa leitura. <3

Capítulo 7 - Hands To Myself


Fanfic / Fanfiction The Deduction Of Love - Capítulo 7 - Hands To Myself

"Os indivíduos que relatam “estar apaixonados” comumente dizem que sua paixão é involuntária e incontrolável."

 

POV John*

Depois que Sherlock e Molly saíram eu fiquei em pé encarando a porta, estava irritado. Por que ele tinha que ser tão cretino?

- Ele queria ficar sozinho com ela, John. Nosso garoto cresceu.  - Falou a voz de Mary dentro da minha cabeça e quando virei de costas ela estava bem atrás de mim.

- Acho que não entendi.

- É claro que entendeu, eu estou na sua cabeça, John. - Ela fala exasperada, mas continuo sem entender.

Foi necessário uma revirada de olhos seguido de um olhar sugestivo para que eu pudesse entender o que ela estava insinuando.

- Você está dizendo...? - Arregalo os olhos em perplexidade e Mary sorrir, em seguida dizendo:

- Não estou dizendo, você está... - Ela começa a caminhar ao meu redor, sinto sua mão pousar sobre o meu ombro, mas quando me viro ela não estava mais lá.

- Meu Deus! - Passo as mãos pelo rosto, me sentindo abalado com o quão realista parecia.

 Talvez fosse a fome atingindo a minha capacidade de raciocínio, confundido a minha mente.

 Já fazia um tempo que eu não a via, eu sabia que ela não era real, que era só fruto da minha imaginação, mas ela estava certa,  morta ou viva Mary sempre tinha razão. Sherlock Holmes não voltaria para casa aquela noite.

Eu provavelmente não conseguiria dormir depois de ver Mary e mesmo que eu tivesse conseguido Rosie não deixaria, minha pequena acordou no meio da madrugada e só consegui fazê-la dormi de manhãzinha, apesar da noite conturbada levantei cedo, dei um jeito na casa e me sentei na poltrona para ler o jornal, Senhora Hudson me trouxe chá, ainda sentado pedi que ela pegasse alguns biscoitos para mim e ela gritou dizendo que não era a minha empregada, em seguida saiu batendo a porta.

Ela fala tanto do Sherlock, mas é tão dramática quando ele. - Pensei em seguida voltando a atenção para o jornal.

Foi quando vi Sherlock entrar de fininho pela porta. Bom, na verdade eu não vi, eu estava sentado com o jornal na altura do rosto e apesar dos seus esforços ridículos para não ser notado ainda sim pude notar sua presença.

- Bom dia, Sherlock. - Digo, sem abaixar o jornal.

- Droga! - Lamentou ele numa mistura de resmungo e suspiro.

- Como foi o jantar? - Digo, finalmente abaixando o jornal e encarando-o.

- Foi ótimo, a comida estava ótima, agora se não se importa preciso ir pro meu quarto. - Ele fala rapidamente indo em direção ao quarto, mas eu fui mais rápido:

- Eu posso saber a onde você passou a noite, mocinho?

- Nós vamos mesmo fazer isso? - Ele fala cruzando os braços.

- Se não quiser me dizer não tem problema, é só eu ligar pro seu irmão ele provavelmente deve saber, mas eu não preciso fazer isso, preciso?

- Pare de andar com Mycroft, está ficando igualzinho à ele. - Ele me lança um olhar aborrecido, em seguida diz:

- Por favor, não ligue pra ele. Não quero que ele saiba.

- Ele já deve saber, ele sabe de tudo.

- Por favor... -Ele revira os olhos. - Eu sei me livrar dos agentes dele quando eu quero.

- Se fez mesmo isso então é ainda pior porque ele vai achar que está aprontando alguma e só vai descansar quando descobrir o que é.

- Assim como você está fazendo agora?

- Eu sei o que aconteceu, Sherlock.

- Não, você não sabe.

- É claro que sei.

- Então por que está perguntando?

- Você sabe porque...

- Você quer que eu diga, não é?

- Acha mesmo que eu perderia a oportunidade de ouvir isso de você? - Digo rindo.

- Não tenho nada pra dizer, não aconteceu nada. - Ele olhava para o chão enquanto caminhava pela sala.

- Será que já esqueceu de todas as vezes que cheguei de manhã e você me deduziu?

- Então vai me deduzir?

- Por que eu iria querer deduzir o óbvio?

- Se é tão óbvio então prove. - Ele fala sentando-se em sua poltrona de maneira presunçosa.

- Você quer que eu comece pelo chupão no seu pescoço ou pelos botões faltando na sua camisa? - Pergunto da maneira mais sínica possível o que provavelmente o deixou ainda mais irritado.

- Eu vou pro meu quarto. - Ele se levanta e vai em direção ao quarto.

- Espero que tenham usado camisinha! - Grito provocando-o.

- Um dia terá que fazer a mesma coisa com Rosie e então veremos se vai ser tão divertido como está sendo comigo.

POV Sherlock*

Quando eu mudei o assunto para filha de John, ele pareceu não gostar nenhum um pouco e automaticamente fechou a cara.

- Deixe minha filha fora disso, Sherlock!

- Bom, foi você que implicou a idéia de uma possível gravidez quando fez seu comentário bastante desnecessário sobre a camisinha e só pra constar... Sim, nós usamos, mas acidentes acontecem, não é mesmo? Talvez tenhamos um mini eu correndo por aqui muito em breve, ele cresceria junto com Rosamund e um dia poderiam namorar, não seria lindo, John? Meu filho namorando a sua filha?

- Se seu filho encostar um dedo na minha filha eu mato você e ele! - Falou John já vindo pra cima de mim.

Ele claramente já era o típico pai protetor, patético, ciumento e chato. Pobre Rosie...

- John, por favor... Não seja ridículo! Meu filho nem se quer foi concebido ainda.

- O que os idiotas estão fazendo?? - Falou Lestrade chegando der repente acompanhado da Senhora Hudson.

- Eu juro que sou capaz de cortar suas bolas fora para que ele nunca seja! - Exclamou John.

- Que horror! - Gritou nossa senhoria, completamente horrorizada.

- Olha, eu não sei o que diabos está acontecendo com vocês dois, mas ninguém vai cortar as bolas de ninguém aqui! Agora solta...  Solta ele... SOLTA!!!! - Falou Lestrade separando nós dois com certa dificuldade, graças à John, é claro.

John ainda me olhava com raiva quando Greg começou a falar novamente:

- Acho bom as menininhas fazerem as pazes logo, porque temos um caso.

- Finalmente!! - Digo pulando de alegria.

- Eu se fosse você não ficaria tão animado. - Falou Lestrade.

- Por que? - Perguntou John.

Em seguida Lestrade entrega o envelope à ele.

- São fotos. - Explicou.

- É óbvio... Notei isso antes mesmo de você entrar pela porta. Eu sei que pode ser dificil pra você, mas... Que tal dizer algo que eu não sei, pra variar, sabe? Estou cansado de surpreender, quero ser surpreendido.. - Digo fazendo Greg suspirar e contar até 10, parecia louco.

- O que está fazendo?

- Tentando não te surpreender com um soco na cara.

- Não ligue pra ele querido, você sabe como ele é. -  Senhora Hudson fala, saindo logo em seguida.

- Meu Deus!- Exclamou John despertando minha atenção.

- O que foi, John?

- Veja você mesmo... - Ele fala me entregando as fotos.

- Um massacre! - Exclamo entusiasmado.

- Diga algo que eu não sei. - Falou Greg me provocando.

- Tenho 7 idéias por enquanto, mas preciso examinar a cena do crime para ter certeza de algo. - Falo colocando meu cachecol em seguida meu casaco.

- Não vai trocar de camisa? - Perguntou John, fazendo com que Lestrade visse os botões arrancados.

- Não temos tempo pra isso! Vamos! - Respondo passando na frente.

- O que aconteceu com a sua blusa?  - Greg me olhava com curiosidade, me deixando ainda mais irritado.

- Andem logo! - Digo já sem paciência com a demência deles.

 

POV Molly*

Pela primeira vez em muito tempo eu me sentia verdadeiramente feliz. Não conseguia tirar o sorriso bobo do meu rosto nem mesmo durante as autópsias, que a propósito, foram muitas, aparentemente um Serial Killer estava à solta, algumas pessoas entrariam em pânico com essa informação, mas eu só consegui ficar ainda mais feliz porque eu sabia que uma hora ou outra ele apareceria por aqui. E falando no diabo...

Sou arrancada dos meus pensamentos por Sherlock que entrou como um furacão acompanhado de Greg e John.

- Aí está você! - Ele para à poucos centímetros de mim, colocando as mãos nas costas

com a mesma postura elegante de sempre.

- Preciso ver os relatórios das autópsias, suponho que já tenha terminado. - Ele falou rapidamente, mas me deu um sorriso sutil ao finalizar a última parte.

- Sim, vou pegá-los pra você.

- Excelente.

- Aqui estão. - Falo entregando a papelada à ele e sem querer roçando nossos dedos, fazendo com que nossos olhares se cruzassem e ficássemos presos um no outro.

A troca de olhares só foi interrompida quando John pigarreou, deixando tanto eu quanto Sherlock nitidamente envergonhados.

Greg estava olhando com interesse para nós dois e ele estava prestes a comentar algo quando Sherlock contornou a situação fortalecendo suas deduções com base nas minhas análises clínicas.

Os três homens ficaram debatendo sobre o caso enquanto continuei fazendo meu trabalho, revisando uma ou outra papelada, estava um pouco longe deles, mas não fora do alcance de suas visões. Eu podia vê-los e ouvi-los perfeitamente, assim como eles à mim.

Sherlock parecia perturbado, ele andava pra lá e pra cá enquanto conversava com Greg e John, ambos o olhavam de maneira preocupada e com razão,  ele parecia mais estranho que o habitual, como se algo o estivesse incomodando. Ele continuou caminhando feito um louco, com ambas as mãos sobre a cabeça, como se estivesse se esforçando para pensar e continuou assim até surtar de vez e gritar:

 - Molly, saia!!!

- O quê?? Eu trabalho aqui Sherlock!!

- Sim, mas está me distraindo, saia!!

- Sherlock!! - Grito sentindo um nó se formar na minha garganta.

- Apenas saia. - Ele fala massageando as têmporas, em seguida ficando de costas pra mim.

- Eu não tenho o dia todo, Molly. Eu preciso pensar, saia! - Ele fala de maneira fria.

Abaixo a cabeça e saio envergonhada demais para olhar para Greg ou John, mas para a minha surpresa, antes mesmo que eu pudesse dobrar o corredor Sherlock aparece correndo atrás de mim.

- Molly, espera! - Gritou ele, mas continuei andando.

- Molly!!

- Me deixa em paz, Sherlock!

- Molly por favor, me escuta.

- Você queria que eu saísse e eu sai agora sou eu que estou te mandando ir embora. - Respondo apertando o passo.

- Molly por favor, me desculpa, eu não queria... - Ele fala me puxando em seus braços.

A essa altura do campeonato todos no hospital estavam olhando.

- O que você quer? - Digo empurrando-o em seguida cruzando os braços e olhando irritada.

- Você fica ainda mais linda quando está com raiva. - Ele diz me olhando de uma maneira extremamente sedutora e estava funcionando. Porque esse bastardo tinha que ser tão sexy? Aquilo me deixou ainda mais irritada com ele.

- O que você quer, Sherlock?

- Aqui não. Vamos pra um lugar mais privado, seu escritório. - Ele fala em seguida tentando me envolver pela cintura, mas o empurro e saio andando na frente, todos no corredor estavam olhando pra gente, mas eu não estava nem aí.

Entro no escritório e bato a porta logo atrás de mim e bem na cara dele, ele entra logo em seguida e diz:

- Não poderia ser menos exaltada? As pessoas lá fora ficaram olhando pra mim, estão todos comentando. - Ele fala quase que sussurrando.

- Eu sou exaltada??? Você grita comigo na frente do John e do Greg e me expulsa da minha própria sala e eu sou exaltada??!!

- Me desculpe, eu não queria ter gritado com você, mas eu estava tentando pensar e você estava me atrapalhando.

- Eu estava te atrapalhando?! Eu estava quieta num canto, como poderia estar te atrapalhando?

- Você estava me distraindo, eu só queria que você saísse da sala para que eu pudesse me concentrar no caso.

- Te distraindo? Mas eu não estava fazendo nada, Sherlock. Eu só estava lá.

- Exatamente, você estava lá e eu estava completamente ciente disso, eu não conseguia esquecer a sua presença.

- Sherlock, eu não estou te entendendo, você não está fazendo sentido algum.

- Eu não estava conseguindo me concentrar porque não conseguia parar de pensar em você, Molly! Sobre nós, sobre ontem.

Olho pra ele surpresa, mas não digo nada e ele continua.

- Assim que entrei na sala e senti seu cheiro minha mente foi inundada com memórias da noite passada, na sensação da sua boca sobre a minha, na maneira como sua pele reagia aos meus toques e no barulho indecente que nossos corpos faziam toda vez que eu entrava e saia de você. - Ele me olhava com fogo nos olhos enquanto se aproximava.

- Sherlock... - Digo tentando fazer ele parar, mas ele se aproxima ainda mais do meu corpo e diz:

- Eu lembrei da sua voz, gemendo de maneira desesperada toda vez que você subia e descia sobre o meu pau. E a única coisa que eu queria era expulsar Lestrade e John da sala para que eu pudesse te fuder contra a parede mais próxima. - Ele me empurra contra a parede, pressionando seu corpo contra o meu.

- Sherlock, não podemos fazer isso aqui. - Digo tentando manter a compostura, mas a verdade é que eu estava tão excitada quanto ele.

- Acho que não consigo ter o suficiente de você, Molly Hooper, você despertou meu instinto animal e eu não sei se consigo controlá-lo, você me deixa louco.  -Ele fala em seguida me pegando em seu colo e me beijando com desespero.

Ele me deixa descer do seu quadril por um instante enquanto abria rapidamente as calças, apenas o suficiente para que seu membro saltasse livre. Ele me empurrou de volta contra a parede em seguida descendo minhas calças pelas pernas.

- Vira de costas. -Ele Sussurra mordiscando minha orelha.

Obedeço e fico de costas colocando as mãos sobre a parede e empinando minha bunda pra ele, sinto ele puxar minhas calcinha pro lado, mas em seguida ele bufa dizendo:

- Você é muito pequena, isso não vai funcionar. - Ele fala em seguida se livrando da minha calcinha.

- De frente então. - Digo virando pra ele.

- Não, eu quero de costas.

- Bom, você é o gênio, pense. - Digo segurando seu pênis e acariciando-o preguiçosamente.

- Na mesa, agora.

- Não acho que vá aguentar nós dois.

- Mas vai aguentar você, suba. Quero você de quatro.- Ele fala de maneira apressada, tirando o meu jaleco seguido do meu sutiã e blusa, em seguida me beijando enfurecidamente enquanto apertava meus seios.

Fiquei em cima da mesa como ele disse, ele acariciou a minha bunda e deu um tapa forte que só serviu pra me deixar ainda mais molhada.

Em seguida agarrando meus quadrils ele se posicionando dentro de mim, deslizado com facilidade, quando estava enterrado até o punho eu gemi alto com a sensação e senti as mãos dele apertarem o meu quadril, ele começou a se mover logo depois e cada vez que ele entrava e saia eu me sentia como se fosse explodir, ele começou a ir cada vez mais rápido, mais fundo... A força imposta fez com que a mesa arrastasse um pouco arranhando o piso e fazendo um barulho irritantemente alto, mas extremamente estimulante dadas as circunstâncias.

Eu podia sentir suas bolas batendo contra o meu clitóris enquanto ele cravava as mãos cada vez mais fundo na minha pele, me puxando com força contra o seu quadril. Eu queria poder beijá-lo, mas nessa posição era impossível, ainda sim queria ver o rosto dele, mas quando eu olhei pra trás o que eu vi me fez chegar ao ápice quase que instantaneamente. Sherlock estava com o cabelo todo bagunçado, rosto suado, mas o cachecol azul estava impecável sobre o seu pescoço. Calças e camisa semi abertas e o fato dele não ter se quer tirado o sobretudo, tornou a coisa toda ainda mais sexy, nunca pensei em ser fudida por Sherlock Holmes, durante o expediente de trabalho, em cima da mesa do meu escritório, com ele usando praticamente todas as suas roupas enquanto eu estava completamente pelada e indefesa. Foi demais pra mim. Eu não teria conseguido me segurar nem se eu quisesse.


Notas Finais


Não era pra ter sexo nesse capítulo, mas eu não consegui me segurar kkkkkkkkkkkkkkk
Até a próxima, pessoal. :)


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