História The Degenerated (Sendo Revisada) - Capítulo 75


Escrita por: ~ e ~dreamyandlovely

Postado
Categorias Justin Bieber, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Amor, Criminal, Justin Bieber, Mentiras, Ódio, One Direction, Roubo, Segredos, Trafico, Traição
Visualizações 239
Palavras 2.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O que dizer sobre essas mais de 80.000 visualizações: OBRIGADA!!!!!!
Vocês são incríveis!

Desculpem-me pela demora, tentarei ser mais pontual daqui para frene.
Fanfic entrando na reta final
Espero que gostem!

Capítulo 75 - Negotiation


 

Narrador

 

Alyson respirou fundo tentando controlar a vontade de estapear a pele rosada do rosto da irmã caçula. Como Lorena era irritante a seu ver. Era um tanto quanto pesante, falava mais do o necessário e ainda por cima, como se não bastasse tudo isso, era hiper inconveniente. Tudo o que a mais velha queria fazer naquele momento era ensinar a menor a respeitar o espaço dos outros, e faria aquilo nem que fosse do pior jeito possível como haviam sido todas as lições que o pai a ensinara.

— Lorena. — usou seu tom de voz mais paciente, ao menos o que foi possível naquele momento. — Por obséquio, saia do meu quarto!

— Pensei que esse fosse o quarto do Bieber.

— Ele é meu marido, espertinha.

— Falso marido, você quis dizer. — ela corrigiu a irmã. — Pensei que ter irmãos seria mais divertido. Só que vocês são todos uns malas. Até aquele loiro que é só seu irmão. Ele é um super mala sem alça. Todo certinho. O Antony também! Ele fica querendo me dizer o que fazer e…

— Cansei!

Alyson puxou a irmã pelo pulso a pegando de surpresa, arrastando-a para fora do quarto. Durante todo o caminho que fizeram até as escadas, a garota tentava resistir, esperneava e reclamava. Chegou até a beliscar o braço da mais velha, que indignada, sacou a arma que até então estava presa ao cós da calça apontando para a testa da outra.

— Você não seria capaz.

— Quer tentar a sorte? — perguntou destravando a arma, fazendo os olhos da mais nova arregalarem-se ainda mais. — Ande, vadiazinha!

— Do que me chamou?!

— Eu disse para andar! — Alyson urrou e deu mais um passo em direção a outra, apoiando o cano da arma na lateral do pescoço dela. — Acho bom me escutar porque se tem algo que não sou é paciente.

— E sana! Você também não é nada sana.

— Acha que está em condições para brincar comigo, menina? — Alyson ateu levemente o cano do revólver contra a cabeça da garota, enquanto caminhavam em direção as escadas. — Eu estou uma pilha de nervos hoje e você não tem a decência de perceber que não estou para brincadeira. Quem é insana aqui? Quem está brincando com a irmã nervosa armada?!

— Antony! — a menor gritou assim que os olhos atingiram a figura do irmão mais velho que estava sentado no sofá conversando com Chaz e Zayn.

O mais velho olhou em direção a voz que chamava por ele, revirando os olhos ao deparar-se com aquela situação. Se fosse a um ano atrás provavelmente assustaria-se, mas estava acostumado em conviver com aquele mundo agora. Estava acostumado com os surtos da irmão minutos mais nova.

— O que você fez para ela, Lorena? — ele perguntou cm seu tom sereno de sempre.

— Esse projeto de piranha invadiu meu closet e roubou um de meus sapatos! — Alyson respondeu ants que a garota o fizesse. — E ainda por cima me desafiou.

— Ally…

— Cale  a boca, Ross! — ela urrou. — Fique calado se não quiser ser o próximo.

— O que pretende fazer? —lorena virou-se para irmão a peitando. — Me matar?

— Eu posso fazer pior do que isso. — ela sorriu diabólica vendo Justin entrar na sala, vindo da cozinha, com Agatha no colo. Antes que a bebê virasse para olhar para ela, Müller tornou a enfiar a arma no cós da calça.  — Oi, amorzinho!

Ela caminhou rapidamente em direção ao marido e a filha, dando um beijo na bochecha da garotinha que estava entretida com um brinquedo de borracha qualquer. A garotinha sorriu assim que os olhos caíram sobre a mãe, agitando-se um pouco no colo do pai. Alyson inclinou-se beijando a testa da pequena antes de voltar-se para o marido.

— Eu vou ver os reféns e levar a Sants junto.

— Por que vai levá-la? — Bieber erguei os olhos por cima dos ombros da esposa vendo a garota parada no último degrau da escada, com os braços cruzados e uma expressão de poucos amigos. — Vai prender ela lá com eles? Se sim é uma ótima ideia.

— Se eu fizer isso Antony me mata. — ela sorriu baixo ouvindo o irmão bufar. — Eu vou apenas mostrar pra ela porque as pessoa tem tanto medo de mim.

Alyson sorriu maldosamente, vendo o marido retribuir o sorriso da mesma forma.

— Sabe de que informações precisamos de Case?

— Sei sim.

— Tente mantê-lo vivo. — ele falou abaixando os olhos para Agatha, cuidando para que ela não estivesse prestando atenção na conversa, como se ela entendesse o que diziam. — Ele está lá três dias sem água e comida, deve estar fraco.

— Não preciso necessariamente torturá-lo para tirar informações dele. É o que eu espero… Não estou querendo me sujar de sangue hoje.

— Leve alguém com você, por favor. — pediu baixo, a vendo sorrir e assentir em resposta. Alyson não era muito de obedecer as ordens de Bieber, mas ele descobrira que quando usava a palavra “por favor” de repente Alyson o ouvia. Desde então essa se tornara sua palavra preferida.

— Malik, chame Harry pra irmos!

— Onde?

— Fazer uma visitinha a Case.


 

~~~~


 

— Por que me trouxe aqui? — Lorena perguntou observando as ruínas do que um dia foi a velha fábrica abandonada. — Esse lugar me causa arrepios. — a garota envolveu o próprio corpo com os braços.

— Acostume-se, Sants. — Harry murmurou sem humor com as mãos enfiadas no bolso do casaco de nele. — Esse é o mundo ao qual pertence agora.

— O que viemos fazer aqui? — ela perguntou voltando-se para Alyson que seguia Malik cuidadosamente sobre os entulhos.

— Vou te ensinar a ficar caladinha e não se meter onde não é chamada. — a mais velha sorriu vendo Zayn parar a sua frente.

— Aqui está o alçapão.

Malik apontou para a pequena abertura no chão coberta por uma porta de metal, antes de fazer um pouco de esforço para abri-la. Era um buraco escuro, não conseguiam ver nada de onde estavam. Harry abriu a mochila preta que tinha pendurada no ombro esquerdo, pegando duas lanternas. Deu uma para cada um dos amigos, deixando Lorena de fora. A garota encolheu o nariz o encarando com reprovação, como se ele se importasse com o que ela pensava, mas na verdade, não dava a mínima.

Zayn iluminou a abertura revelando uma escada de metal presa a parede estreita do porão. Não demorou muito a descer, sendo seguido por Alyson e Lorena, já que Styles ficaria vigiando. Antes que Müler descesse ele a entregou uma espécie de rádio de comunicação que sempre utilizava em algumas “missões” e sua mochila, onde havia tudo o que ela precisaria para cumprir sua tarefa.

O rapaz caminhou pelo corredor estreito e não muito longo até a porta no fim, destrancando-a, revelando a seus olhos os três “corpos” presos por correntes nos pés a um pilar de metal que ia do chão ao teto. Os pulsos também estavam presos, só que por cordas. Estavam todos desacordados e pareciam um pouco mais magros aos olhos de alik. Aquilo para ele parecia um tanto quanto divertido.

— Como eles respiram aqui dentro? — Lorena perguntou chamando a atenção do moreno.

— Sistema de ventilação. — ele apontou para uma pequena grade no canto superior.

— Eles estão mortos? — Alyson perguntou com um tom divertido ao chegar na sala junto aos demais, ogado a mochila sobre a mesa que havia ali.— Não estão. — respondeu a própria pergunta ao notar o peito de Mirian mexer fracamente. — Hora de acordá-lo!

Alyson pegou o revólver no cós do jeans que vestia apontando-o para uma das paredes. Destravou-o e puxou o gatilho dando um tiro, fazendo o som alto ecoar por toda a sala. Rapidamente os três reféns acordaram assustados, logo evando os olhos em direção a morena que sorriu maldosa.

— Que bom que acordaram.

— Alyson? — Case piscou algumas vezes, passando a língua pelos lábios tentando umedecê-los, mas a saliva parecia faltar.

— Oi, Jony.

Ela acenou para o inimigo estudando seu estado deplorável. Não havia descido naquele buraco esde o momento em que os prendera ali. Sem dar muita atenção para os reféns, voltou-se para Zayn fazendo um sinal breve com a cabeça. O moreno retribuiu o sinal, sacando sua arma, e se posicionando na porta que era única saída da sala.

— Pensei que fosse nos deixar morrer aqui.  — a voz aguda de Mirian soou em seus ouvidos.

— Isso eu ainda não decidi. — Alyson puxou uma cadeira de madeira que estava ali, sentando-se com o peito apoiado no encosto. — Mas para você ver como sou boazinha, realmente estou pensando.

—Alyson — Lorena sussurrou. Não estava acostumada com toda aquela situação. Estava assustada. — Eu não posso ficar lá com o Harry?

— Eu tenho trabalho para você bem aqui, Sants. — ela falou impaciente por ter sido interrompida. — Tome. — Alyson puxou um pequeno canivete de dentro da bota esquerda entregando a irmã. — É hora de ser um pouco útil.

— Quer que eu mate alguém só porque peguei um sapato emprestado?

— Não vai matar ninguém. — a mais velha revirou os olhos. — Preciso que corte as cordas de Case.

— Quem é a gatinha, Ally? — Case sorriu fraco. — Sua aprendiz?

— É. — a moça concordou retribuindo o sorriso. — Estou a treinando para seguir meus passos.

— Vai colocar uma criança para me torturar?

— Ela não é nenhuma criança. — Alyson empurrou a irmã e direção ao trio. — E não terá tortura nenhuma. Não se você colaborar.

Müller assistiu enquanto sua irmã se se aproximava dos reféns empunhando a arma branca com as mãos trêmulas. Ela abaixou-se atrás de Jonathan Case, cortando com um pouco de dificuldade a corda que prendia seu pulso.

— Por que acha que vou dizer tudo o que quer ouvir? — ele indagou enquanto a garota tentava cumprir sua tarefa.

—Porque tudo o que eu preciso saber se resume a uma pergunta muito simples.

— Que seria? — ele ergueu uma das sobrancelhas, massageando os pulsos quando so braços foram fielmente soltos. Ayson sorriu vendo a irmã praticamente correr em sua direção.

— Sente-se, querido.

Ela fez um gesto com a cabeça indicando uma cadeira a seu lado, perto da mesa. O rapaz levantou com um pouco de dificuldade, tomando o lugar indicado por ela. Seu tornozelo direito estava preso, mas a corrente era longa o que o permitia se movimentar, mas não deixar a sala.

— Pode falar agora. — ele trincou os dentes sem humor.

— Por que tanta agressividade, Jony? — ela ergueu ambas as mãos acuada, apontando o revólver para cima. — Deve ser fome, com certeza! Eu sempre fico irritada com fome. — caçoou vendo o rapaz aumentar a carranca. — Para sua sorte eu trouxe um sanduíche.

— Acha eu vou te dar suas respostas por comida?

— Não querido. — Ela balançou a cabeça abrindo a mochila que estava repousada sobre a mesa que, igualmente as cadeiras, era de madeira. — A comida é só cortesia da casa. — ela retirou de dentro um embrulho de papel pardo e uma garrafa de água. Jogou a garrafa apara o rapaz que pegou-a rapidamente. Abrindo-a e tomando o conteúdo desesperadamente. — Viu como sou legal. — ela retirou de dentro do pacote um sanduíche entregando ao rapaz a sua frente.

— Será que não tem perguntas pra mim também, Ally querida? —  voz de Miguel Hervara soou fazendo a garota distrair-se de Case, que devorava o lanche rapidamente,  por breves segundos.

— calado, Hervara! meu assunto não é com você.

— Prossiga, gatinha. — Case disse antes de dar uma grande mordida no lanche em suas mãos.

— Então… — ela disse arrastando tentando lembrar-se onde havia parado. — Lembrei-me! A pergunta. — Case sorriu abertamente para ela, um sorriso um tanto quanto falso. — Bieber me mandou aqui para arrancar informações de você do jeito difícil que nós não gostamos muito, mas eu sei que com você posso conversar numa boa.

— Sempre que quiser.

—  Então, eu tenho uma pequena perguntinha. — ela deu de ombros. — Nem é nada demais.

— Vá direto ao ponto, Alyson.

— Eu sei que seu problema não é comigo. — ela disse se desfazendo de rodeios. — Sei que seu lance é com o Bieber. O que ele te fez? Por que tanto ódio?

— De todas as coisa que poderia me perguntar é isso o que te aflige?

— Responda, Case! — ela bateu a arma contra a mesa com violência fazendo um estrondo soar pela sala.

— Se você quer tanto saber o que aquele filho da puta me fez, aí vai: ele matou meu filho e a mulher que eu amava, Alyson! — o rapaz trincou os dentes amassando a garrafa já vazia em sua mão direita. — Porra, Alyson! Eu realmente não tenho problema nenhum com você e sua ninhada, mas o homem com quem você dorme foi capaz de matar uma mulher grávida e inocente!

— Grávida?

— Sim, Alyson. Grávida.


 

—Não! — Alyson esbravejou. — Você é muito pior! — ele foi pra cima dela novamente, mas ela não parou. — Pensa que não sei o que fez com aquela mulher, Justin! — ele parou assim que a ouviu dizer aquilo. — Beatrice. Era esse o nome dela, não é mesmo?

— Cala a porra da sua boca! — ele urrou sem tirar seus olhos irados de Alyson.

—Você matou o filho dela Justin! — juntou suas forças para gritar. — O filho que ela dizia ser seu! Você matou seu próprio filho! — Bieber segurou seu pescoço prensando-a contra a parede. — A verdade dói Bieber? — foi o que conseguiu pronunciar antes do ar começar a faltar.

—VOCÊ NÃO SABE DO QUE ESTÁ FALANDO ALYSON! — ele gritou apertando um pouco mais forte sua garganta.

—Eu vi... — respondeu com a voz falha.

—Aquela mulher era uma prostituta! — deblaterou. — Ela tentou passar a perna em mim e teve o que mereceu! Aquela criança não era minha!

—Mas era só um bebê. — sussurrou. — Você não entende? Como eu poderia criar minha filha ao lado de um monstro?

 

 

— Beatrice. — sussurrou apertando as mãos contra as têmporas.

    — Então você sabe? — ele sussurrou.

Case não esperava que a garota soubesse daquela informação. A cabeça de ambos estava completamente confusa. Pelo que conhecia de Alyson ,ela jamais seria conivente com a morte de um inocente, ainda mais uma criança que sequer nascera. Ou ao menos era o  que ele pensava. A garota sempre soubera de tudo e mesmo assim estava ao lado dele.

Na realidade, Müller apoiava Justin em muitas coisa mas não no caso de Beatrice, a prostituta que dizia estar grávida de um filho de seu marido. Agora tudo parecia ficar mais claro. Jonathan Case era o pai da criança. A mulher realmente havia tentando passar o pé em Justin, mas tudo havia acabado muito mal e, Jony estava enfurecido, afinal perdera a mulher e o filho.

— Você tem seus filhos, Ally. — ele murmurou baixo. — imagina a dor que seria perdê-los.

— Me desculpe, Case. — ela levantou-se desnorteada. — Eu… Eu realmente sinto muito por sua família. Quando eu descobri sobre Beatrice já era muito tarde. Juro que tentei impedir, mas quando vi ela já estava sangrando com uma bala no peito.

— Se desculpar não vai trazê-los de volta e muito menos apagar a culpa. Como consegue criar seus filhos do lado dele?

— Acredite que foi muito difícil pra mim também. — a garota confessou tirando a cadeira e se sentando de frente com o “inimigo”. — Eu escondi Julai de Justin por um ano porque eu pensava que ele tinha matado aquela mulher por estar grávida dele, mas não foi bem assim.

— Ela tentou tirar dinheiro dele, eu sei. — Jony balançou a cabeça cabisbaixo. — Eu a avisei, mas Bea nunca me ouviu muito. Ela era durona como você, sabia? Você me lembra muito ela. — Case ergueu uma das mãos em direção aos cabelos de Alyson. Zayn se movimentou ficando mais atento a situação ,mas o rapaz apenas acariciou-a, logo recuando novamente. — Não aparentemente, mas sua personalidade.

— Eu realmente sinto muito, Jony. — a garota suspirou pesadamente pendendo a cabeça para trás enquanto pensava em um jeito de concertar toda aquela situação. — Você precisa conversar com o Bieber. Colocar todas as cartas na mesa. Hoje as russas foram lá em casa e elas querem você. Tenho certeza que isso não é um bom sinal.

— Elas sabem que sei coisas demais sobre seus esquemas. — ele balançou a cabeça. — Elas querem minha cabeça numa bandeja. Acham que se eu ficar com vocês vou contar tudo o que sei.

— Há essa possibilidade? — ela o encarou erguendo uma das sobrancelhas.

— Isso eu só negocio com o seu líder.

— O que estamos esperando para ir até ele?

 


Notas Finais


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In Love Speed
Categoria: Justin Bieber

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