História The Degenerated (Sendo Revisada) - Capítulo 75


Escrita por: ~ e ~dreamyandlovely

Postado
Categorias Justin Bieber, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Amor, Criminal, Justin Bieber, Mentiras, Ódio, One Direction, Roubo, Segredos, Trafico, Traição
Exibições 197
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo novo para vocês!
Espero que gostem!
Boa leitura!!!!

Capítulo 75 - Threats and Bluffs


Alyson sorriu brevemente  enquanto via Júlia brincar despreocupadamente com alguns bichos de pelúcia. Segundo Antony, a garotinha havia dormido a viagem toda o que a fizera perder o sono naquele momento.

Müller correu os olhos em direção a Bieber que até então mantinha-se entretido com os próprios pensamentos, presos em seu próprio mundo. Ele pareceu notar que ela fitava-o. Fez um gesto breve com a cabeça, como se a chamasse para perto. Ela caminhou em sua direção, olhando mais uma vez para a pequena sentada no tapete felpudo da sala rodeada por seus brinquedos. Justin estendeu uma das mãos para a moça que tomou-a rapidamente sentando-se em seu colo — de lado — em seguida.

— Tem algo te preocupando? — questionou, vendo-a observar a filha que estava a poucos metros de distância.

— Que pergunta idiota — murmurou sem humor.

— Você não precisa temer, Allyzinha. — ele dedilhou levemente a cintura da moça, ganhando sua atenção. — Eu posso mantê-la segura assim como as crianças.

— Não tenho dúvidas disso. — sorriu brevemente. — Mas quem mantém você seguro? E os caras? Antony, Anna, as meninas e a chata da Lorena?

— Todos ficarão bem. Em breve Edwin não será mais um problema para nenhum de nós.

— Você planeja algo?

— Eu sempre planejo algo.

— Quando iremos acabar com isso de uma vez? — indagou impaciente. — Eu não aguento mais isso, Bieber. Quero que nossas vidas voltem a ser como eram antes.

— Eu sei, Ally. — balançou a cabeça concordando. — Mas você deve ser paciente.

— Bieber! — a voz de Styles invadiu seus ouvidos, quando ele entrou na sala caminhando em passos largos como se estivesse com pressa. — Temos visitas.

— Leve Júlia para cima. — ele lançou um breve olhar para Clary que descia as escadas lentamente. A loira apenas assentiu caminhando em direção a garotinha sentada no chão.

Alyson levantou-se rapidamente pegando uma arma que Styles estendia para ela. Ajeitou-a no cós da calça, enquanto assistia a filha acenar do colo de Clarice  que subia os degraus rapidamente. Ela sorriu em respostas engolindo em seco logo depois. Viu o irmão mais velho chegar a sala acompanhado pela jovem Katherine. Notou que estavam todos armados, o que significava que aquela visita não era nada amistosa. Chegara finalmente a hora de encarar o pai frente a frente.

Seguiu o marido pela porta da frente até estarem fora da casa. O viu dar autorização, através do rádio, para que os seguranças liberassem a entrada da Ferrari vermelha que estava estacionada em frente ao portão. Deu ordem para que ficassem de olho nos ocupantes do veículo, e, disse ainda, que se algo desse errado, nenhum deles deveria sair vivo dali.

A jovem Müller posicionou-se ao lado do marido enquanto assistia o carro aproximar-se deles em alta velocidade. Quando estava perto o bastante, o motorista virou o volante bruscamente, freando o carro. Com o veículo estacionado, viram as duas porta abrindo-se surpreendendo Ally. Duas belas moças praticamente idênticas saíram dali. Deviam ter vinte e poucos anos de idade. Os cabelos de ambas eram escuros — apenas com cortes diferentes — assim como os olhos. Todos sabiam exatamente quem eram elas: as gêmeas Magroskis.

— Esperava que Edwin fosse homem o suficiente para me encarar sozinho — Alyson mais calma por ver de quem se tratava.

— Papai achou melhor que ele não viesse agora — a Magroski de cabelos longos respondeu.— Você sabe como Ed pode ser explosivo. — ela lançou um sorriso doce em direção a morena, que por um segudno quase acreditou que fosse real.

— Sejam diretas — Bieber se pronunciou antes que alyson o fizesse. — Temos muitos afazeres. Coisas que as moças estão atrapalhadno nesse momento.  

— Não é nossa intenção, senhor Bieber. — a mesma garota que proferiu da primeira vez, tornou a falar. — Não sei se sabe, mas me chamo Natasha Magroski e essa é minha irmã Nádia. Somos filhas de Finn Magroski e ele nos mandou aqui para negociar com o senhor sobre o liberamento dos que tem feito prisioneiros.

— Sabem que não farei isso gratuitamente.

— Sabemos sim. — a moça retribuiu o sorriso cínico que Justin a lançara. — Saiba que somos ótimas negociadoras.

— Imagino que sim. — fez um breve movimento com a cabeça.

— Tem um preço em mente?

— Quero nossas posses de volta. — foi firme. — As boates, cassinos, clubes, depósitos, tudo.

— Sabe que Case não vale tanto. — a outra gêmea, até então calada, pronunciou-se. — Estamos dispostas a pagar metade disso. Liberaremos pra você as boates e cassinos apenas.

— Tudo bem. — o rapaz assentiu. — Se vocês querem jogar assim… — ele olhou para Natasha correndo os olhos brevemente por seu corpo, sem preocupar-se em ser discreto. Alyson brevemente revirou os olhos. — Conheço uma pessoa que adoraria fazer picadinho de você querida.

— Acredito que sim. — respondeu sem dar muita importância. — Fiz muitos inimigos durante a vida.

— Mas uma pessoa em especial, quer muito vê-la, e a pequena Ivana também. — Natasha engoliu em seco. Sabia exatamente de quem ele falava, mas aquilo não podia ser possível, havia matado aquele homem com as próprias mãos.

— Quer jogar baixo, senhor Bieber? — Nádia tomou a frente vendo que a irmã não o faria.

— Eu estou apenas negociando, senhorita Magroski. — ele virou-se brevemente para Cooper, fazendo ambas as garotas seguirem seu olhar. — O rapaz ali arranjou um encontro para vocês.

— Você está blefando! — Natasha rosnou, fazendo a voz soar incrivelmente aguda.

— Eu não blefo quando se trata de negócios. — ele cruzou os braços vendo Nádia ameaçar atacá-lo, tendo a mão esquerda segurada pela irmã. — O que vai ser? Minhas posses de volta ou arriscar que a pequena Ivana saiba a verdade sobre o pai dela?

— Quer meter as crianças nisso, senhor Bieber? — questionou sem conseguir esconder a ira. — Não se esqueça que tem quatro com que se preocupar. Cinco se contarmos a pequena orfãzinha, Anna.

— Escute aqui, vadiazinha! — Alyson deu um passo em direção a garota, antes que Justin pudesse pensar em impedi-la. — Se você pensa que vai entrar na minha casa para ameaçar meus filhos, está muito enganada! Se acha muito esperta porque sabe alguns detalhes sobre minha vida. Só não se esqueça que a conheço tão bem quanto acha que me conhece.

— Eu acho que sei, Alyson Roseli Müller? — pronunciou cada sílaba do nome da morena como se  tentasse a amedrontar, o que não aconteceu. — Não se esqueça que seu pai é nosso refém!

— Meu pai — pronunciou aquela palavra com nojo. — não conhece dois por cento de quem sou. Não confie muito no que ele diz. Pode quebrar sua carinha. — ela deu um leve tapa na pele branca da garota, que arregalou os olhos chocada. Ninguém nunca havia ousado tentar tocar nela daquela maneira, não sabendo quem ela era. — Vai precisar mais do que simples palavras para me assustar. E ouse novamente ameaçar meus filhos para não ver se cumpro-as na sua amada Ivana. Ao contrário de você não ameaço, eu prometo. E isso é uma promessa!

— Você não ousaria…

— Experimente não me dar o que eu quero para ver.

Ela murmurou algo para irmão sem tirar os olhos dos de Alyson. Falavam em russo, provavelmente, por isso nenhum dos presentes além de ambas entendia.

— Está certo! — ela cruzou os braços bufando. — Mas eu preciso de Case vivo amanhã. Se fizer isso, tudo o que pertencia a vocês antes de deixarem Londres, estará em suas mãos novamente.

Alyson olhou para Bieber, o vendo confirmar com um sorriso orgulhosos nos lábios.

— Feito. — ela sorriu apertando a mão de Natasha. — Foi ótimo fazer negócio com você.

— Pena que não posso dizer o mesmo.

— Aliás! — Alyson a puxou brutalmente fazendo seus corpo praticamente colarem-se. — Se não cumprir com sua palavra, não vou apenas sumir com sua filhinha, mas sim fazê-la implorar pela morte.

— Eu sempre cumpro com minha palavra.

Foi a última coisa que Natasha disse antes de ajeitar a roupa voltando para dentro do carro, que logo acelerou em direção a saída.

— Sabe que acabou de ameaçar uma criança de cinco anos, não é? — Cooper perguntou com um sorriso maldoso nos lábios.

— Ao contrário do Bieber, eu sim blefo.

— E muito bem por sinal.




 



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