História The Demon - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bring Me The Horizon
Personagens Jordan Fish, Lee Malia, Matt Kean, Matt Nicholls, Oliver Sykes
Visualizações 8
Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOLTEI, CARALHOW, desculpa, eu sou um ser humano horrível.... (Eu fiz algumas mudanças no meu jeito de escrever, mas o vocabulário é mesmo.)

Capítulo 16 - Just An Itty Bitty Little Bit Possessive


Fanfic / Fanfiction The Demon - Capítulo 16 - Just An Itty Bitty Little Bit Possessive

Eu vi os olhos dele brilhar com minha resposta. Ele me pegou no colo dando o sorriso mais lindo que eu havia visto em toda a minha vida, ele parecia uma criança que acabara de ganhar o presente que queria na noite de natal, a inocência em seu olhar com amor, me fazia sorrir. Ele começou a rir e me abraçou forte, então, com essa felicidade toda, eu comecei a rir também, e acabamos deitados na sacada rindo juntos como completos idiotas, e isso durou um tempo, até que quando paramos, ficamos observando as estrelas no céu, já que havia escurecido. Depois de poucos minutos fomos embora quando ouvimos barulhos vindo de dentro da casa; fomos correndo para o carro de Oliver e lá dentro começamos a rir novamente, mas dessa vez, estavámos parecendo focas com asma, se debatendo, e nenhum dos dois sabia do porquê estarem tendo crises tão boas de riso.

De repente Oliver parou de rir, e ficou me encarando, enquanto sorria com os lábios, ele ficou observando cada movimento meu, com toda a atenção; quando eu já estava mais calma e respirando normalmente, ele colocou uma mão em minha bochecha e fazendo carinho na mesma com o dedão, sorri com os lábios e fechei os olhos sentindo seu carinho. Depois de um tempo, ele beijou minha testa e se sentou direito, dando a partida no carro e assim ele me levou para casa, mas foi dando umas passadas em lugares bonitos, pegando o caminho mais longo para minha casa, e o tempo todo foi em um silêncio confortável, e quando ele me deixou em frente a minha casa, ele disse:

- Eu te amo muito, mas muito mesmo, nunca duvide do meu amor, Annie, e eu, prometo, sempre te amar e nunca te abandonar, pelo resto da eternidade. - Ele sorriu e beijou minha mão com os olhos fixados nos meus, e eu apenas senti minha bochechas queimarem e eu saí do carro envergonhada, e enquanto eu entrava em casa, ele foi embora.

Subi correndo para meu quarto e me joguei em minha cama, enterrando meu rosto em meu travesseiro e começando a rir de nervoso, ele foi muito fofo, e eu nunca me senti tão envergonhada, esse garoto faz meu mundo girar. Enquanto eu continuava com o rosto no travesseiro e tendo crises existenciais, eu ouvi minha porta sendo aberta; eu levantei um pouco o rosto para ver quem era, e era minha mãe, e ela estava com aquele maldito sorriso no rosto, aquele que diz "Eu sei o que você estava fazendo, me conte como foi!".

- Então... - Ela disse sentando na beirada da minha cama - Você fugiu de casa para namorar, né? Sua danadinha - Ela apertou minhas bochechas fazendo-as arder muito.

- Mãe..... - Enterrei meu rosto novamente no travesseiro - Nós não fizemos nada, só demos um passeio pela cidade - Disse com a voz abafada pelo travesseiro, e o que eu disse, não era mentira.

- Humm, vou fingir que acredito, mas tudo bem; - Ela disse levantando da minha cama e se afastando de mim, supostamente indo até a porta. - só não quero nenhum neto para cuidar ainda, ah, e o jantar está pronto. - Ouvi a porta sendo fechada e o som dos passos irem diminuindo.

Virei de barriga para cima e fiquei encarando o teto branco, discutindo comigo mesma se iria comer ou não, acabei decidindo dormir, assim acordava cedo e disposta para ir a escola.

[...]

Eu já estava na escola, e muito mais cedo do que de costume, ainda estava meio escuro, e eu sozinha naquele lugar. Andei de um lado para o outro, tomei 6 cafés na máquina de café na sala dos professores - Já que nenhum deles estavam lá - Fui a quadra, todas as salas, tentei destravar armários aleatórios, e alguns eu até consegui, mas não teria coragem para roubar nada de lá; até que eu voltei para o pátio da entrada e já havia alguns alunos lá, mas ainda sim estava vazio e silencioso aquele recinto. Passou-se meia hora, e aquele lugar já estava lotado, e nada de meus amigos chegarem e alguém notar o sumiço de Scarlett - Já que aquela garota se destacava em qualquer lugar - . Quando o sinal já iria tocar, os idiotas apareceram, eles estavam ofegantes e vermelhos, pareciam que tinham corrido uma maratona.

- Hey, hey, o que aconteceu? Parecem até que estavam sendo perserguidos por evangélicos que iriam exorcizar vocês.

- Na verdade..... foi isso mesmo o que aconteceu - Jordan disse ofegante.

- Nós fomos dar uma pequena volta na cidade vizinha, e sem querer...... Nicholls deu um ataque de raiva no trânsito por estar lento demais e acabou colocando fogo nas redondezas........ e assim, humanos com cruzes e bíblias começaram e correr atrás da gente. - Kean disse se jogando na arquibancada e logo caindo da mesma quando o sinal infernal tocou.

Todos nós fomos para nossa respectiva sala, e por incrível que pareça, ficamos quietos e comportados, até o professor de Inglês ficou impressionado com nosso silêncio na sala, mas fazer o que, nem mesmo emos usam roupa preta o tempo todo, não é?

[...]

Outro dia de aula havia se passado, e estavámos de novo no porão escondido da escola, se arrumando para ir a uma festa, mas dessa vez, era uma festa pré férias, faltavam poucas semanas para as férias de verão, então os alunos mais populares da escola - Os atletistas - organizam uma festa, para comemorar essa breve libertação do inferno na Terra, e assim, cada um faz uma festa para cada série, em uma casa diferente, porque juntar um monte de série escolar na mesma casa, ia dar em polícia, então, seria mais leve. Assim que terminamos de nos "arrumar" fomos direto para o carro, sem enrolações, e até que estavámos animados, e também, Oliver contou para os garotos que nós dois estavámos namorando, e isso resultou em provocações o tempo todo, mas Oliver sempre os lançava um olhar fuminante de raiva, e eles paravam na hora.

Nós chegamos na festa, e parecia já estar bem animada, uma música pop tocava bem alto que fazia o chão tremer; nós entramos e havia bastante gente lá, e a maioria já bêbada, apenas procuramos um canto mais tranquilo e nós o achamos, não tinha tanta gente em volta e havia um sofá enorme livre, nos jogamos lá ficando um em cima do outro e conversando sobre o que viemos fazer aqui, e rindo de nossas caras, até que resolvemos beber algo, todos concordaram, mas Oliver fez eu ficar lá com ele, alegando que era para não perdermos nosso lugar, e os idiotas apenas ficaram nos provocando enquanto se afastavam para pegar algumas bebidas. Eu e ele sentamos civilizadamente no sofá, eu fiquei o encarando, obviamente com um sorriso bobo no rosto, mas ele não fazia o mesmo, comecei a prestar atenção em seus olhos, e eles se focavam em um grupo de meninas dançando de uma forma muito sensual, eu apenas senti meu rosto queimando de raiva. Ele era meu, somente meu, e ninguém o tiraria de mim; eu o agarrei e fiquei segurando seu rosto para fazê-lo olhar somente para mim, eu o enchia de palavras bonitas e românticas, e ele percebeu meu ataque de possessâo, mas ainda sim, me provocava continuando a olhar para aquelas vadias... isso não irá ficar assim...


Notas Finais


4-Avareza
É o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais, priorizando-os e deixando as outras pessoas, trabalho e entre outros em segundo plano.


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