História The Demons and the Angels: Shadowhith and Whithers - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Felipe Z. "Felps", Originais, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felps, Mike, Pac, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbits, Cellps, Drama, Mitw, Romance, Tazercraft, Yaoi, Yuri
Exibições 9
Palavras 1.517
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo pode estar estranho.... Só para avisar.
Boa leitura, minhas amoras

Capítulo 11 - Desespero-parte 2



{6 Dias depois}


~Lílian~


Luana remexia-se descontrolavelmente em sua cama, estava prestes a cair da mesma quando acordou, dando de cara no chão.
-Aí!-disse, levantando-se e ajeitando seu vestido cinza.
-Luana!-gritei, pulei em seu colo, derrubando-a novamente.
Depois de um tempo abraçadas, me separei dela e a ajudei levantar, senti um choque no momento em que nossas mãos se tocaram. Nick a abraçou, logo depois Pedro fez o mesmo. Descemos as escadas correndo, dizendo "Ela acordou! Ela acordou!" por toda a casa. Quando percebeu nossos gritos, Pac levantou-se do sofá, olhando para o topo das escadas. Segui seu olhar, Luana descia lentamente, um pouco constrangida por ter toda a atenção.
-O-olá!-ela gaguejou, acenando com uma das mãos.
Pac andou até ela e a abraçou, Luana retribuiu. Após todos perguntarem o que houve, como ela se sentia, se havia algum ferimento, ela calmamente respondia todos. 'Ainda se diz ser Demônio, como um demônio teria tamanha calma?', me perguntei. 


(12:21)


Na hora do almoço, Batista deu a ideia de fazer um churrasco, pois sua família tem esse costume de fazer churrascos em domingos. Nick e Pedro me puxaram para longe de Luana, diziam ter um assunto "importante" a tratar comigo.
-Digam-falei, cruzando meus braços.
-Não vá fazer mais nada, tudo bem?-Pedro pediu.
-Hã? Como assim, "não vá fazer mais nada"?-repeti, confusa.
-A maioria dos problemas que minha irmã tem, são por causa de você-Nick respondeu, impaciente.
Concordei com a cabeça, tendo um flash back do ocorrido de uma semana atrás. Um calafrio percorreu meu corpo.
-Oi, Lílian!-Luana disse, e me abraçou por trás.
Corada, afastei a garota, sua ação havia me incomodado de alguma forma.
-Vai desistir, finalmente?-Nick perguntou, chamando a atenção dela.
-Desistir de quê?-Luana perguntou.
Nick apontou com a cabeça, com a tentativa falha de ser discreto, para mim.
-Ah, sim. Bom, não. Amigos nunca são demais, e Lílian seria uma ótima amiga, pelo menos é o que penso-Luana respondeu.
-Pensa errado-pensei alto.
Luana me encarou indignada, um pouco chateada. Despediu-se e foi para dentro da casa. Algo me dizia que deveria ter aproveitado o momento de ficar calada.
Nick bateu palmas, e foi atrás da irmã, fechou com força a porta de entrada, demonstrando sua raiva. Pedro discordou com o ato, reclamou em sussurros a forma de seu amigo, e foi até Authentic, inventando um assunto qualquer.
Cabisbaixa, sentei-me no chão, abraçando meus joelhos, pensando em tudo que acontecia a minha volta. Senti medo de não conseguir voltar e ver meu pai novamente. Acabei adormecendo, com esse pensamento.


~Nick~


Luana sentou no sofá, pensativa. Nunca fora assim. Sentei ao seu lado, ela encostou sua cabeça em meu ombro.
-Como posso ser tão boba assim, Nick? Por que continuo insistindo ser amiga de alguém que não quer meu bem?-lamentava.
-Boba é a Lílian. Não se rebaixe ao nível dela-respondi, escutei um riso.
-Você é o melhor amigo e irmão do mundo, Nick!-Luana afirmou, virando-se e me abraçando, caindo por cima de mim.
Sorri, um pouco envergonhado com a nossa posição, e retribui seu abraço. Ela se levantou e sentou do meu lado, com a mesma animação de sempre.
-Por que sempre é assim, tão gentil e doce comigo? Age tão friamente com as outras meninas-perguntou, enquanto eu me sentava.
Não consegui responder. Essa pergunta me pegou de jeito. Eu também pensava assim. 'Por que será?'. Fechei meus olhos e respirei fundo, quando iria responder, Rafael entra na sala e avisa sobre o almoço. Abri meus olhos, e fui puxado por Luana até lá fora.


{1 Mês depois...}


~Luana~


'Uau, já se passou um mês. E ainda não conseguimos voltar para casa...'. Três dias atrás, encontrei um livro que mostrava como chegar ao castelo de Antony, Lílian implorou aos adultos para nos levarem até o lugar: o Castelo dos Anjos. Depois de muito insistência, os convencemos. Ontem arrumamos nossas mochilas, cheias de objetos de acampamento e de viagem. Hoje de manhã, começamos nossa jornada até o Castelo, acompanhados de alguns adultos: Tarik, Mikhael, Pedro, Marco, Luiz, Cauê, Rafael e Felipe (Z).
Corri para frente dos outros, ao longe ouvi Pac gritar me pedindo para esperar. Acabei por tropeçar em uma pedrinha, ralei meus joelhos. Sentei e vi sangue na grama, e estranhei, 'Mas não está doendo'. Levantei, com a manga da blusa, limpei meus joelhos, e voltei a correr.
-Luana! Espere!-ouvi Mike gritar, ao longe.
Vi meu pai, encostado em uma árvore, dando uma última mordida na maçã. Me viu pelo canto dos olhos, e a jogou no chão. 'Que desperdício de maçã'. Ele caminhou até mim em passos pesados, em seus olhos pude perceber o estado em que estava: furioso.
Ele me pegou no colo e teleportou para outro lugar, senti um deja-vu. 'O lugar que vi uma "eu" e meu pai brigarem!'.
Papai me arremessou contra o chão, xingando-me de várias coisas. Não me movi, permaneci deitada no chão, prestando atenção em cada palavra dita. Senti o ódio preencher meu coração. Ele me levantou pelo colarinho da blusa, continuou a gritar asneiras, mas não ousei em me mover.
-Tinha que ser você mesmo! Só nasceu pra morrer. Resto de aborto!-papai falou. 
Aquela foi a gota d'água. Senti algo em meu shorts, tirei uma faca. Fiz um corte em sua bochecha, fazendo-o me derrubar. Quando me levantei, papai estava prestes a me atacar, mas Tarik apareceu, e meu pai teleportou. Ele ajoelhou-se na minha frente, tentava limpar o sangue que de mim escorria. Os outros apareceram. Senti minha alma aos poucos congelar, alguém me dizia para ser honesta, ser fria, ser verdadeira. Lílian deu um passo a frente, acabei por dar as costas à eles, andei um pouco e olhei por cima de meu ombro.
-Precisamos ir o mais rápido possível-falei, ríspida. Fiz um sinal com minha mão para me seguirem, e assim me obedeceram.


~Lílian~


'O que houve? Minutos atrás estava tão contente, tão feliz.... Agora está........ríspida?'. Comecei a me preocupar, 'Luana nunca foi de ser ríspida'. Corri para seu lado, pensando conversar com ela, algo que não deu certo da maneira que planejei.
-Antes não me queria por perto, o que quer?-perguntou, grossa.
Abri minha boca para perguntar "O que deu em você? Estava tão otimista minutos atrás", mas não saia nada dela. Minha voz falhou. Era como se alguém me impedisse de falar. Um sentimento horrível.
Não respondi.
-Olha, se eu quisesse vácuo, teria ido falar contigo antes. Tchau, Afonso-Luana disse, e andou mais rapidamente.
Parei de caminhar, meus olhos ardiam e, do nada, comecei a chorar, todos pararam, inclusive ela. Luiz veio até mim, limpou minhas lágrimas e me abraçou, retribui.
-Está tudo bem. Me diga, por que está chorando?-perguntou, olhando para o meu rosto.
-E-eu não sei-respondi, em um sussurro.
Senti um olhar mortal sobre mim, procurei com os olhos, parando em Luana, ela balançava a cabeça para os lados, desviou o olhar.
-E-ela está muito ríspida. Essa não é Luana que conheço-sussurrei no ouvido de Luiz.
Luiz a olhou por cima do ombro, e voltou sua atenção à mim. Preocupado, pegou-me no colo.
-Ela só está com medo de não conseguirmos levá-la para casa-falou.
Voltaram a caminhar. Senti algo estranho. Uma sensação de estar sendo observada. Luiz continuou a caminhar, comigo em seu colo, enquanto eu olhava para todos os lugares ao meu redor, infelizmente não encontrei nada, nem ninguém. Encostei minha cabeça no ombro do Luiz e fiquei pensando em coisas totalmente aleatórias.


~Nick~


'Será que ela teve aquele sonho?', era o único pensamento que tive, não havia contado à ninguém sobre isso. Corri até ficar ao lado de Luana, e sussurrei para ela:
-Você realmente gosta de mim?-ao perguntar, Luana me olhou, um pouco corada, depois voltou sua atenção à trilha. Nervoso, repeti a pergunta:-Você gosta de mim?
-T-talvez. Mas você é meu irmão, é muito carinhoso e protetor, tem como não gostar de você, Nickolas?-sussurrou em resposta.
-Protetor e carinhoso com você, o resto do mundo não importa à ele-Pedro disse, metendo-se na conversa, assustando-nos.
-Praga, que susto-Luana disse, baixinho.
Pedro soltou uma leve risada.
-Acredito que vocês, talvez, vão namorar um dia-Pedro disse.
-Só depois que eu ver você e Lílian se beijando-eu falei, cruzando os braços.
-Verdade, são perfeitos um para o outro-Lílian apareceu atrás de Pedro-Imagina que fofo, Luana e Nick namorando? Sonho realizado.
Luana estava envergonhada com o que disseram, e permaneceu quieta, tentando ignorá-los. 
-Olhe, calem a boca, Nick e eu nunca ficaríamos juntos-Luana falou, finalmente.
-Por que não?-Lílian perguntou.
-Ele(a) gosta de mim, por acaso?-nós dois respondemos juntos.
Todos pararam para saber do que se trata, assim como Luana, acabei por corar violentamente, graças a está "declaração" que fizemos. 'Então ela realmente gosta de mim'. Meu coração acelerou, ela cobriu seu rosto com as mãos, totalmente constrangida com o momento.
O modo de como isso está ocorrendo, é incrível. Dias atrás, Luana ainda dormia. Minutos atrás, minha irmã estava totalmente otimista, mas agora está estranha, não consigo reconhecê-la. Lílian, dias atrás, se achava horrível, a pior pessoa do mundo. Agora, tenta se aproximar de Luana, tenta ser sua amiga. Pedro e eu fomos os únicos que não mudamos, pelo menos, não completamente.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Comentem o que acharam, por favor, senão ficarei desmotivada....
Um beijo, um abraço e até o próximo capítulo!


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