História The Descend of Sorcerer - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bruxaria, Bts, Lemon, Yaoi
Visualizações 16
Palavras 1.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiiiie gente!! Depois de anos que eu pensava em postar ou não postar essa fanfic no momento, resolvi postar logo, mas... Demoro muito para escrever, no entanto eu quero muito atualiza la uma ou duas vezes a cada semana.

Fiz uma fanfic com temática sobrenatural e misteriosa misteriosa com uma pegada de quadrado amoroso. ( Que não flop pq as vezes dou uma de surubangtan).

Não vou seguir muito ,mas é minha primeira fic que posto no spirit e espero que vocês deem muito amor a ela.(Desculpe qualquer erro.)

Capítulo 1 - Capitulo I


Era uma tarde chuvosa e fria. As folhas das árvores da vizinhança já não mudavam de coloração, simplesmente caiam. Pelo que me lembro, estava no começo do inverno quando tudo aconteceu.

Minha mãe como qualquer outra gostava de me ver bem e saudável. Ela sempre me instruiu a tomar as decisões certas desde que me conheço por gente. Apesar de ter uma personalidade forte e explosiva como dizia meu papai, ela era uma mulher doce e gentil quando queria.

Falar sobre ela faz me resgatar boa lembranças. Papai sempre dizia que não importava a situação ela conseguia resolver o problema, sendo impossível ou não, o que ele achava uma qualidade muito atrativa sua.


Sun Hee costumava comer muito, fazer de tudo e mais um pouco, além que ela adorava falar de quando era adolescente e suas aventuras amorosas, o que deixava o Sr.Park com uma cara de nada amigável.


Mas, ninguém iria imaginar que ela morreria de uma forma tão repentina e sairia da nossas vidas tão cedo.


Câncer no pâncreas tipo exócrino para ser mais exato. Foi descoberto no estágio final, o que surpreendeu a todos, ninguém imaginaria que uma mulher animada e que aparentava ser tão saudável e energética sairia do nosso lado em um curto período de tempo.


Eu era apenas uma criança de 8 anos quando Sun Hee foi embora. Não entendia o fato quando me disseram que nunca mais poderia ver la novamente e que ela estaria em um lugar melhor agora.


Mais aí você pensa: “Coitadinho dele, deve ter sido horrível ele ter perdido a mãe.” Sim, foi horrível. Era um sentimento angustiante de falta, um perda que parecia com que tinha alguma parte do meu corpo estava faltando, foi algo realmente difícil de lidar com pouca idade, mas com tempo ,meu pai, Park Dong Hyuk, ficou ao meu lado bem na hora que eu mais precisava, me dando apoio e carinho como todos os pais deveriam ser.





[...]





Faltava pouco mais de três semanas para começar o ano letivo e duas para eu completar meus 17 anos. Não vou mentir estava mais ansioso pelas volta às aulas do que meu aniversário.


Sei que pode ser bobagem ou idiotice minha, mas se eu passar mais um ano sem nem si quer ter beijado uma pessoa na minha vida ou eu vou pirar. Ok, estou parecendo um desesperado e que não é para tanto , mas não vou mentir que sinto inveja dos garotos da minha classe com suas novas namoradinhas a cada dia. Não tenho culpa se sou carente por atenção às vezes.



[...]




Sabe quando você precisa acordar cedo, mas sua cama parece quem tem algo que te obrigar a ficar deitado nela por mais algumas horas. Era exatamente como eu me encontrava.


Estava chovendo e hoje era daquelas segundas-feiras que eu não tinha vontade de fazer nada, o que aumenta cada vez mais minha preguiça pela manhã.


Já tinha colocado o despertador no modo soneca umas três vezes e na quarta estava pensando em tacar ele na parede. Maldita hora que inventei de mudar o horário por conta das férias. Bom, era melhor do que o antigo horário que às aulas se iniciaram durante a noite e terminavam quase de madrugada, o que era loucura pois tinha que chamar um táxi em vez de pegar um ônibus em que seu último passava trinta minutos antes.


Precisava acordar logo para chegar a aula de dança às 10:30 em um estúdio que ficava em um bairro não tão perto do apartamento em que morava com meu pai. Ou seja tinha que estar acordado pelo menos as 9:30 para não perder o ônibus de novo.


E com grande força de vontade vinda das profundezas do meu corpo, eu  levantei da cama quase caindo, tropeçando nos próprios pés por conta do sono e logo me lembrando rapidamente que se chegasse atrasado a professora de dançar contemporânea iria me dar aquelas broncas junto com a lição de moral logo pela manhã, o que iria me deixar com uma chata dor de cabeça e muscular porque sei que ela iria me castigar durante o aquecimento.


Fui em direção ao banheiro fazendo as higienes básicas. Como não tinha tempo de tomar um banho demorado, tomei uma ducha rápida e fui indo em direção ao guarda-roupa ,pondo a primeira peça de roupa que vi pela frente e fui para a cozinha com minha mochila nas costas com as coisas que iria usar lá.


– Bom dia, pai. – Falei vendo a figura dele na cozinha bebendo seu café e com a companhia do seu querido jornal e fazendo uma coisa que fazia toda manhã, ler como sempre a parte de ações.


– Bom dia, Jimin! – Quanta animação pela manhã, aí tem. – Onde é que você pensa que vai sem tomar um café direito? – Falou exatamente quando eu peguei uma garrafa de água e iria saindo do cômodo.


Suspirei pegando um pão na torrada e levando à minha boca. – Desculpa, pai. Estou um atrasado de novo. No caminho eu juro que como mais alguma coisa. Também tenho barrinhas na mochila, não precisa se preocupar. – Sabia que se não falasse isso ele me colocaria na cadeira e me forçaria a comer direito.


– Está bem, mas é bom você se alimentar, não quero um filho anêmico. – Além de animado hoje ele tá compreensivo, sei não em. – E filho quando você voltar nós precisamos conversar. – Disse quando e já quase estava saindo de casa.


Aii meu deus! Tomara que ele não venha ter uma conversa sobre sexo comigo, será que ele não sabe que aprendemos isso na escola e na Internet. Mas sendo meu pai eu duvido muito que DongHyuk queira falar sobre um assunto desses, entretanto eu espero que não seja nada sério.


– Ok. – Disse apenas isso ,pois não tinha tempo para conversar e sim pegar o maldito ônibus das 10h que só vêm cheio.




[...]



Desci do apartamento feito um louco, correndo de tal maneira que  parecia que estava fazendo uma maratona pela manhã até ponto de ônibus que não ficava no perto assim de casa.


Ao chegar no local mais incrível que pareça estava bem vazio , ou seja, só significava uma coisa, tinha perdido ele e iria levar uma bronca da professora novamente.


Peguei meu celular que estava dentro da mochila e o desbloqueei para ver as horas. – Droga! Só vai aparecer outro daqui a 30 minutos. – Falei para mim mesmo, passando a olhar o movimento e o tráfego de carros na rua.


Como já estava devidamente ferrado, eu abri uma barrinha de cereal e a comi vagarosamente enquanto pensava em uma desculpa esfarrapada para dizer quando chegasse.


Olhei para o lado e vi uma caixa relativamente média e desgastada no início de um beco no final da rua. Por mais entediado em que estava , eu não parei de fita-la e percebi também que ela sacudia e chiava em um certo período de tempo. Mas espere. Caixas não chiam.


Me levantei do banquinho do ponto como quem não queria nada e segui em linha até o beco onde ela se encontrava. Agachei-me até a caixa e a abri meio receoso.


E a curiosidade que anda matando os gatos me fez achar um. Muito fofo por sinal.


Era lindo, parecia uma bolinha felpuda. Tinha olhos redondinhos com um amarelo vivo que puxavam uma grande atenção. Sua pelagem era completamente preta e seu rabo grande e felpudo.


Não acreditando no que encontrei. Eu o peguei com todo cuidado possível – porque vai que ele me arranha – o segurando por debaixo da suas patas e  verificando se havia algum machucado.


– Quem teria coragem de jogar fora uma coisa fofa dessas nesse beco sujo. – Falei acariciando suas orelhinhas peludas e vendo ele ronronar baixinho.


Me levantei lentamente virando meu olhar para o lado oposto que se encontrava a rua , percebendo que o ônibus em que eu esperava ansiosamente tinha acabado de passar.


Com certeza hoje não era meu dia.


– Será que ela vai se importar se eu faltar hoje. – Falei chateado comigo mesmo olhando para o gato. – Você deve tá com fome.


O tirei da caixa, colocando entre meus braços vendo ele se remexer em protesto. – Calma, gatinho. Não vou te machucar. – Tentei ajeitar-lo mais uma vez em meus braços ,mas ele miou assustado pulando do meus braços.


– Volta aqui gatinho! Só quero te ajudar. – Ele apenas correu de mim, indo em direção ao final do beco. – Poxa, eu não sou tão feio assim.


Ele parecia tão assustado que passou pela minha cabeça que talvez ele sofresse maus tratos, porém, o gato aparentava ser ainda um filhote.

Entrei na rota escura e fedida do beco – apesar de está de dia – com a lanterna do celular ligada iluminando os cantos das paredes a procura do felino.



– Gatinho, gatinho… – Tô parecendo um retardado fazendo isso – Aparece que eu te dou um biscoito – Que ótimo argumento Jimin. Ele com certeza vai querer.


Olhei em um canto  avistando uma movimentação de uma caixa metálica de lixo se arrastar lentamente pelo chão , em seguida voar pela parede se amassando e jogando resíduos  para o lado oposto.


– Gatinho é você? – Pelo amor da Santa das dançarinas gregas do Olimpo. Que diabos foi isto?


Me virei assustado ao ouvir algo que parecia ser bem pesado cair com força atrás de mim.


– Quem está aí?! – Falei confuso ao perceber que não havia nada quando virei para trás. –  Pare de brincadeira e  aparece logo! Olha eu não tenho dinheiro, mas pode levar meu celular. – Eu sou tão idiota, porque não peguei logo o ônibus?



Coloquei as mãos em meus braços quando senti uma ventania fria vinda do chão que soprando meus cabelos e arrastava os copos plásticos sujos do asfalto.



Jimin… Você cresceu tanto … Pena que ainda não está pronto – Olhei para todos os lados a procura da voz rouca e sombria. – Não queria te assustar pequeno, perdoe meus maus modos.


– Onde está você? Quem está falando?!


Ah… Park Jimin. Queria tanto me mostrar para você agora, mas seria inútil no momento… No entanto estou aqui apenas para lhe mandar um pequeno aviso.

Minha cabeça fervia de dor como se estivesse alguém a martelando. Além que minha mente estava uma loucura  ao tentar processar o que a voz da pessoa que eu não encontrava falava


 Não se oponha ao seus instintos  que lhe forem concedidos ou todos a quem você ama morrerá.   – Me arrepiei até o último fio de cabelo quando a tal voz falou fazendo com que eu ficasse com mais medo e assustado do que já estava. – Eu lhe darei uma outra visitinha quando estiver pronto.


–  Que instinto? Porquê não aparece logo! Quem pensa que você é pra falar quem eu amo vai morrer! Não se brinca com as pessoas desse jeiii… – Olhei desesperado para o chão quando percebi que o gato maldito estava a se esfregar seu rabo felpudo em minha perna. – Ai que susto! – Levei minha mão a meu peito olhando a carinha do gato em meu pé – Onde você se enfiou esse tempo todo!?


Notas Finais


O que será que ela aquela voz...

É uma capitulo bem devagar, mas é apenas uma introdução. Vou deixar mais animado com o tempo.

Espero que tenham gostado.


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