História The Descend of Sorcerer - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bruxaria, Bts, Lemon, Yaoi
Visualizações 10
Palavras 1.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sou uma pessoa tão legal que to postando antes.


Desculpa se tiver algum erro. Não revisei direito.

Espero que gostem...

Capítulo 2 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction The Descend of Sorcerer - Capítulo 2 - Capítulo II






Voltei para casa desistindo de vez da aula de dança do dia. Tomei outro banho gelado e comi alguma coisa mais saudável para tentar esquecer o que tinha ocorrido naquela manhã.


Já era quase hora do almoço e papai estava no trabalho então resolvi dar alguma coisa para o gato comer. Sim eu trouxe ele para minha casa e estava nem aí se Sr.Park tinha alergia a pêlos ou algo do tipo.


Primeiro estava pensando em por um nome nele, mas quem consegue raciocinar quando você fala e presencia uma voz que deve ter surgido dos infernos para te alerta ou lhe jogar uma praga. Realmente acho que devo estar ficando louco.






[...]





“ –  Não se oponha ao seus instintos que lhe forem concedidos ou todos a quem você ama morrerá.”


Acordei com uma forte dor de cabeça que parecia que só iria resolver com aqueles remédios bem fortes do  papai e mais um rabo felpudo balançando em cima de minha barriga.



–  Oi pra você também, Meia-Noite. – Pensei nesse nome enquanto tentava dormi. Não julgue, só achei que combinava com ele. – Sabe me dizer se papai já chegou? – Falei enquanto fazia carinho em seu pelo.



– ATCHIM! ATCHIM! – Acho que ele chegou – Jimin!!! ATCHIM! É bom que não tenha um gato dentro dessa casa!



– Acho que te esconder dentro do meu guarda-roupa não vai ajudar. – Levantei da cama o tirando de cima de mim. – Já vai!


Segui para sala encontrando o meu pai com um monte de papel em cima da mesa de centro e com um nariz vermelho que já sabia muito bem do porquê que era.


– Oi, pai. Voltou cedo hoje. Como foi no trabalho? – Não me proíbe de usar Internet, por favor.  – Tá sabendo que o time de basquete do Japão vai enfrentar a Coréia semana que vem? – Não me proíbe por isso de novo – Porque não marcamos de ir nesse final de semana ver aquela exposição de arte que você queria ver?


– Park Jimin – Pronto ferrou – Não tente me enrolar, sabe muito bem que já descobri que tem um gato aqui dentro – Rápido como sempre. – Já não lhe expliquei que nada de gatos. Não me faça eu te proibir de usar Internet de novo.


– Nossa, pai. Não é pra tanto. – É sim, eu sei – O senhor é muito radical. Sei que tem alergia ,mas eu não resisti quando vi a carinha fofa dele.


– Filho... – Falou com seu tom sereno, mas que assustava muito junto com aquele olhar –  Quantos gatos você trouxe para cá só este ano?


– Três… Não, acho que foram quatro. – Estranho, mas é um pequeno vício meu.


– Foram cinco, Jimin! Cinco! Quantas vezes tenho que reclamar com você sobre isso. – Pronto ele explodiu. – Sabe muito bem que é proibido ter animais de estimação no prédio. Além que eu sou alérgico. Não tem pena de mim. Não aguento mais ter que lidar cada semana tendo uma reação alérgica por culpa sua.


Eu tenho que parar com isso,mas não dar. Isso é mais forte que eu.


– Desculpa, prometo que nunca mais faço isso. – Quem eu quero enganar  – Mas me dê um tempo até eu achar um lugar para ele ficar. Por favor.


Enquanto eu tentava regular a minha situação ,falhamente, o gatinho de pelos escuros entra na sala para desespero do nariz de meu pai.


Agora não gatinho, só vai piorar a situação.


– Filho… – Falou calmo demais – Onde encontrou ele?


– Perto do ponto de ônibus.  – Peraê,  meu pai não gritar para que eu tire o gato de perto dele. – Tinha perdido o ônibus, quando eu encontrei ele em um beco.


– Certo, pôde ficar com ele. – Algo certo está errado – De qualquer forma não vamos mais morar aqui durante um tempo.


– Sério?! Eu posso ficar com ele? – Ele assentiu com a cabeça ainda encarando o gato. – Nós vamos nos mudar ?  – Raciocinei depois de um tempo o que ele tinha falado,me assustando – Mas e minhas aulas de dança? O colégio? E para  onde nós vamos? – Saltei um monte de perguntas fazendo com que ele direcionasse o olhar para mim.


– Para ser mais direto. Eu ganhei uma oferta de negócio no Japão e vou permanecer lá durante cinco anos. Não fique com raiva ou preocupado. Você vai morar com sua avó em Busan durante esse tempo.


– Ahh não…


Nada contra a vovó, eu adorava o jeito meio doido dela, mas eu tinha toda minha vida aqui. Não podia simplesmente abandoná-la assim.


– Jimin, não questione. Eu já decidi. E sim você vai morar com sua avó e já arrumei sua transferência de escola. – Mas já! – Sua avó me contou que tem uma amiga que dá aulas de dança em um estúdio perto de sua escola. Não vai ficar sem suas aulas, tá bem? – Pelo menos isso.







[...]




 


~ 4 dias depois.


Já era de tardezinha quando o trem parou na estação de trem de Busan. Eu estava cansado. Tinha dormido a viagem toda com Meia-Noite em meu colo. Mesmo assim, ainda sentia sono.


Pus minha mochila nas costas e peguei a caixa de transporte de gatos com ele dentro com uma mão, enquanto a outra eu levava minha mala.



Olhei  para os lados e andei um pouco procura de minha avó. Ela tinha me ligado, avisando que iria me buscar da estação.


Mas como nada da vida estar a meu favor.

Eu acabei me perdendo do local de encontro ao meio de tanta gente na estação. E para meu desespero o celular estava descarregado.


– Que maravilha. – Suspirei e peguei uma barrinha de cereal da mochila. Eu tenho um costume de comer elas quando chateado. – Cadê aqueles guardinhas quando precisamos deles?


– Boa pergunta. Nunca acho eles quando preciso.  – Falou um garoto alto ,de cabelos castanhos e um pouco  bagunçados. Tinha uma rosto levemente infantil e usava uma camisa do anime Tokyo Ghoul. – Também perdido?


– Mais ou menos. Estou procurando minha avó, mas não lembro o local que ela mandou eu ficar.


– Entendo. Mas no meu caso me perdi mesmo. – Falou demonstrando um sorriso cansado. – Sabe onde fica a saída deste local? – Só não dou risada pois minha situação é parecida.


– É sua primeira vez aqui? – Se duvidar é de Seul.


– Tá tão na cara assim? – Assenti olhando sua corrente de relíquias da morte.


Se eu gosto do mundo geek? Sim, da mesma forma que gosto de gatos.


Como sou uma boa pessoa. Resolvi mostrá-lo a saída. Também, era um dos únicos lugares onde eu sabia onde ficava.


– Qual é seu nome mesmo?


– Ah, desculpa. Meu nome é Luhan.


– Jimin, prazer. Sou de Seul ,mas vou ter que morar com minha avó. – Papai ainda me paga.


– Eu vim da China ,mas vou passar um tempo na casa de meu primo. Espero que nos encontrarmos novamente.


– Eu também espero.


Ao me despedir de Luhan, eu encontrei minha avó com um semblante um pouco irritado por minha falta de atenção.



– Jimin, meu neto. Onde você se enfiou? Estava louca te procurando. Cadê o imprestável do seu pai?


– Desculpa vovó, acabei me perdendo. – Respondi a abraçando de saudade – Ele teve que ir mais cedo pro Japão e me mandou vim sozinho.


– Ele deveria parar de ficar obcecado por trabalho, mas tem certas coisas que nunca mudam. – Concordo plenamente. – Belo gato, Jimin. – Falou com um sugestivo. – Onde o encontrou?


– Por aí… – Disse tentando chamar sua atenção para mim.


– Hum…  – Ok, não entendi nada. – De qualquer forma eu estou muito feliz por você morar comigo. – Queria dizer o mesmo – Jungkook vai adorar saber que você voltou.


– Quem?






Notas Finais


Falem o que acharam nos comentários.


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