História The Desire - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cailin Russo, Justin Bieber
Visualizações 149
Palavras 7.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola amores, só quero avisar que a fanfic só esta sendo repostada assim como BB, entao tem algumas partes que eu tirei e outras que eu coloquei, porem são apenas detalhes e a historia é a mesma como podem ver. Espero que gostem e entendam o porque de eu sumir e voltar do nada, trabalhar nao esta sendo facil e eu espero que agora que mudei de horario eu tenha mais tempo para escrever, caso contrario eu aviso voces e talvez de um tempo ate eu me organizar melhor e poder escrever alguma coisa decente, ultimamente eu só saio para trabalhar e volto para casa dormir, nao é facil e é muito cansativo essa rotina! obrigada a todos que nao me abandonaram e me desculpem, ok?

Capítulo 4 - Lexy IV


Fanfic / Fanfiction The Desire - Capítulo 4 - Lexy IV

Lexy Wollmer

Despertei ofegante tentando fracassamente identificar o lugar em que me encontrava; não era um cômodo conhecido por mim, porém não passava de um quarto. O como estava meio escuro a não ser possível abajur sobre uma mesinha ao lado da cama. Céus. Minha fantasia estava seca demais e minha cabeça estava prestes a explodir, mesmo estando quase dormindo novamente naquela cama, acabei por me levantar e tentar descobrir aonde estava. Minha cabeça simplesmente deu um grande branco.

O homem que entrou pela porta trouxe consigo muitas lembras das horas passadas e realmente assustadoras, minha tia estava desmaiada em meus braços praticamente e eles me apagaram. Como puderam fazer isso comigo?

—Você acordou. —Jura? Nem notei. —Como se sente?

Céus, eu queria sentir minhas mãos em seu pescoço.

—Dolorida e com muito sono. —Murmurei coçando meus olhos que não se mantinham abertos.

—Toma. Vai se sentir melhor. —Entregou–me uma garrafinha que carregava junto a algumas sacolas.

—Minha tia?

—Ela ficará bem. —Por mais incomodado que ele estivesse em falar sobre aquilo, eu falarei, pois, é a minha tia. Eu tenho o direito de saber sobre ela. —Poderá vê–la daqui a pouco.

—Claro. —Resmunguei empurrando as cobertas de cima de mim e olhando ao redor do quarto, era simples, mas aconchegante.

—Sabe. —Não sei. O homem simplesmente se sentou ao meu lado procurando as palavras para perguntar o que tinha em sua mente, porém me parecia bem incerto. —Gostaria de saber se você se lembra do dia em que foi. Sabe. Deixada.

—Pode usar os outros termos: abandonada, jogada fora ou descartada, eu já usei o “dada como morta”. Não me importo. —Indaguei vendo o mesmo engolir um seco.

—Então? O que se lembra daquele dia?

—Porque quer saber sobre isso? —As pessoas não saem perguntando o porquê de você ter sido abandonada. É falta de bom senso.

—Curiosidade.

Sei.

—Não me lembro de nada importante.

—Ok. —Sorriu sem graça enquanto pousava as sacolas sobre a cama e se levantava.

Ele não me parecia satisfeito com a resposta que teve. Lamento.

—Sua mã. Miranda, sim. Ela mandou para você. —Se confundiu legal com as palavras, ainda assim preferir deixar de lado.

Minha cabeça está me matando.

—Preciso de um analgésico.

Abri as sacolas encontramos às diversas peças de roupas e isso inclui a calcinhas e sutiãs, um momento um tanto quanto constrangedor em frente a um homem que conheci a poucas horas e nem me lembro de seu nome.

—Obrigada por trazer elas para mim. —Sorri de lado. —É. Seu nome, eu não consigo lembrar.

—Jones.

Comum o suficiente para eu sentir que já ouvi esse nome antes.

—Obrigada, Jones.

—Não tem de quê. —Sorriu prontamente. —Eu e Miranda vamos viajar por alguns duas; no máximo duas semanas. Enquanto estivermos fora Bieber vai cuidar de você e de Madison para nós.

—Não iremos ficar. Eu e minha tia iremos para casa.

—Como?

—Iremos para casa.

—Madison está sendo tratada com medicamento pesado e respira com ajuda de aparelhos, ela tem sorte de estar viva e você quer mesmo tirar ela daqui e levar lá para morrer na sua casa? —Neguei olhando para as peças sobre a cama. Eu posso estar sendo cabeça dura, mas ele poderia ter sido mais gentil. —Ótimo. Como eu dizia: vocês ficaram aqui sobres os cuidados de Bieber até nós voltarmos. Também voltará a escola. Miranda já te matriculou na escola mais próxima e suas aulas começam na segunda.

—Não pode simplesmente me pôr em uma escola sem meu consentimento.

—Te colocamos na escola, Lexy. Não roubamos o seu rim. —Rebateu sério. Ridículo.

—Se tivessem feito isso teria sido menos doloroso. —Resmunguei. —Posso ir ver minha tia pelo menos?

—Troque de roupa, ok? Vou esperar lá fora.

Vendo ele sair segui até o banheiro na lateral do quarto, lavei meu rosto com aquela água gelada que sem dúvida me acordou totalmente. Isso é incrível. Molhei meu pescoço me sentindo renovada. Troquei de roupa rapidamente optando por um vestido curtíssimo é um lingerie rosa, por mais indecente que eu esteja, ainda sou a mulher mais vestida nesse prostíbulo. E claro, eu não estou nem aí.

—Estou pronta.

Sai do quarto vendo o homem me encarar por alguns segundos antes de negar com a cabeça e rir pelo nariz.

—Olha. Hm. Isso aí não serviu em você não. —Grosseiro.

—Eu amei. —Dei as costas a ele e passei a andar em sua frente em um corredor que eu nem fazia ideia de onde me levaria. Ótimo.

Chegando no salão uma coisa que ficou clara é que já estava de dia, afinal, não tinha clientes e o ambiente estava completamente limpo e até que cheirava melhor do que quando estava cheio de homens fumando, bebendo ou as garotas estão com colônia cem por cento álcool nos pescoços. Antes mesmo delas notarem minha presença era obvio que todas pareciam ter muito assunto para pôr em dia; falavam muitas coisas e rápido demais.

—Eu quero saber o porquê de estarem paradas? SAIM TRABALHAR. —Não precisou repetir Jones.

Todas sairam apressadas para fora da boate indo fazer seus programas e deixando o salão com a presença somente dos barmen que limpava tudo. Segui Jones até o corredor aonde fica o escritório daquele imbecil loiro e seus fiéis seguidores. Ótimo.

—É brincadeira.

—Entre e fique aqui até eu voltar com Miranda. —Sem esperar uma resposta me deu as costas e saiu pisando firme. Olha só, temos algo em comum.

Bati na porta até a pessoa abrir, porque eu se fosse Bieber eu teria o prazer de socar sua cara e dizer que foi reflexo. Infelizmente não foi ele quem abriu a porta e sim aquele moreno gostoso pra caramba. Eu posso odiá-los, mas meu subconsciente jamais ira me permitir mentir sobre isso.

—Fala logo, porra. —Imbecil.

—Jones me mandou ficar aqui seu grosso.

O homem me olhou de cima abaixo antes de rir maliciosamente. La vem.

—Quer ver uma coisa grossa?

Neguei rapidamente passando por baixo de seu braço, afinal somente ele tampava minha passagem e convenhamos que eu não sou tão alta.

—Jones só pode estar de brincadeira comigo! —O ser loiro resmungou sentado atrás de sua mesa. Ele parecia mais aqueles caras que fazem propagando de escritórios de advocacia. 

—Que brincadeira mais gostosinha. —O moreno sentado rebateu piscando para mim. Uhu, me daria bem se ele não fosse do mesmo saco de farinha vencida que Bieber é.

Triste.

—Lexy, eu deixei um cheque cair em baixo da estante. Se importaria de pegar para mim? —Não veio nem um “por favor”, mas o que custa pegar um papel. Me curvei tentando ver aonde estava a folha, mas não me parecia ter nada ali. —Está bem no fundo. —Me ajoelhei inclinando meu quadril para cima e deitando minha cabeça no chão, realmente não havia nada ali; arrastei minha mão pelo chão me certificando disso.

—Não tem nada aqui.

—Deixa para la. —Rebateu sorrindo sem mostrar os dentes.

Filho da puta, ele queria ver minha calcinha e quando eu me virei percebi que não foi o único.

—Ok. —Se ele quer assim, eu também posso me aproveitar. —Posso tirar isso daqui? —Apontei para os papeis espalhados em um sofá cumprido e todos negaram sem nem ao menos me olhar, quanta consideração. —Aonde posso me sentar?

Olhei ao redor encontrando duas poltronas e antes da liberação daquele rato eu simplesmente sentei e pronto. Me ignorando os homens voltaram aos seus afazeres e eu comecei o meu joguinho contra eles, se eles podem, eu posso. Me sentei de lado podendo deitar minha cabeça no estofamento da poltrona e levantar minhas pernas, o vestido mal cobria e era isso que eu queria. Alisei minhas coxas descaradamente enquanto olhava os livros na estante e fingia não sentir todos os olhos sobre mim. Oh, isso é incrível.

—Esse lugar é um tedio. —Resmunguei me levantando e indo até onde Bieber estava. Diferente de todos que me olhavam disfarçadamente, Bieber me encarava descaradamente mesmo. —Isso está muito errado. —Conclui analisando alguns documentos que ele analisava. —Não é o mesmo nome do proprietário, então se você assinar você estará passando uma bela quantia para outra pessoa. —Murmurei me sentando em seu colo e olhando os registros que ele assinava. Me virei para o homem vendo o mesmo encarar minha bunda sobre seu membro e me olhar sugestivo. Merda. —Desculpa.

—O que está errado? —Questionou antes que eu conseguisse me levantar.

—Olha só, é quase o mesmo nome só muda esse do meio e parece que a numeração da agencia também. —Apontei para os dados no papel que estava em suas mãos. Bieber analisou os dados antes de olhar para seu coleguinha que rapidamente se pôs de pé e veio até nós.

Me remexi no colo do homem nada confortável com o que sentia. Tarado! Pulei do seu colo o fazendo rir e eu quase perder o controle. Babaca.

—Ela está certa. —O coleguinha resmungou olhando para tela e depois para mim. 1 ponto para mim. —Devo me sentar em seu colo também, Bieber? —Debochou fazendo todos da sala rirem e eu não encontrar graça alguma. Ridículo. O cara acabou levando um tapa na cabeça e como eu não sou nada besta me aproveitei da situação.

—Nossa! Machucou? —Puxei seu pescoço quase o arrancando do lugar, porém também colando seu rosto em meus seios. Cada um usa as armas que tem.

—Não. Eu estou bem. —Se afastou mordendo o lábio inferior.

2 X 0 para mim.

—Porque vocês não vão dar uma volta, em? —O chefe olhou para seus fiéis companheiros que mesmo resmungando diversas coisas não pareciam dispostos a desobedecer.

—Agora?

—Saiam agora. —Um a um foi saindo sendo eu a última da fila, eu tinha que ter o gostinho de fechar a porta e ver a cara de merda do Bieber. —Você não. —Que merda. Senti seus dedos fincarem firmes em meu quadril me puxando para dentro da sala novamente e logo chutando a porta que bateu fortemente contra a madeira do batente. —Vamos ter uma conversa, mimadinha.

—Não me chame assim. —Revirei meus olhos me desvencilhando dele e me sentando em sua cadeira.

—Eu gostei de te chamar assim. —Estendeu sua mão me fazendo pega–la e sentir ele me dando impulso para levantar. O homem tomou sua cadeira novamente e me encarou divertido. —Senta —Ordenou apontando para seu colo e sorrindo em seguida. Se ele quer assim, me sentei em seu colo o vendo negar e afastar minhas pernas me ajeitando sobre ele.

—Sobre o que quer conversar? —Coloquei minhas mãos em seus ombros enquanto sentia suas mãos subirem pelas minhas coxas.

—Você precisa de um emprego. —Sério? Só pode ser brincadeira. Afastei suas mãos da minha perna. —Eu sou dono da maior boate da cidade toda.

—Não sou prostituta. —Me levantei do seu colo nada satisfeita com aquele assunto. —Como me oferece isso? Não nasci para isso!

—Ninguém nasce para isso. —Rebateu. Caminhei até a janela enorme podendo ver o céu nublado escurecendo cada vez mais. —Eu estou te oferecendo um trabalho e pode acreditar que irá ser o único que vai conseguir por aqui.

—É à sua maneira de dizer que me quer?

Obvio que é.

—Essa é a maneira que eu encontrei para que você me pague pelos dias que você e sua tia ficaram aqui e claro, o valor dos remédios que eu tive que comprar para aquela velha que está quase morta. —Imbecil.

—Eu não quero.

—Ok. —Estendeu sua mão para mim. —O dinheiro. Sua tia não aguenta levantar da cama, mas eu adianto meio caminho ordenando aos meus seguranças para que joguem vocês na rua, la vocês se resolver como vão voltar para casa. Sua titia não consegue nem mesmo levantar da cama e vocês passaram dois dias aqui e já me trouxeram um belo de um prejuízo; tive que chamar o meu médico particular e claro que isso você vai pagar também, é uma média de oitocentos dólares a hora e ele passou cerca de seis horas cuidando de sua tia. Os remédios que eu já comprei e acho que eu estou me esquecendo de alguma coisa. —Levou seu dedo ao queixo pensando no que estaria deixando passar. Ele só pode estar brincando comigo.

—Eu não tenho como pagar. —Engolir o orgulho não é fácil, não é saboroso e não deveria ser possível. É horrível. —Eu...

—Você irá trabalhar para mim. —Sorriu maldoso me levando até sua mesa e se sentando em seguida, o homem me encarou me permitindo soltar uma grande bufada e sentar em seu colo deixando suas mãos livres pelas minhas coxas desnudas. Porque estou começando a me arrepender de estar com esse pedaço de pano? Oh, é. —Todos os dias as sete horas da noite eu quero você em meu quarto e preste atenção no que eu falo! —Puxou meu rosto para ele notando que o quadro atrás dele me prendia mais do que o que ele falava. —Irei te dizer todo o dia qual a cor de lingerie eu quero que esteja usando e.

—Espera, eu não ia trabalhar para você?

—Você está em teste. —Claro. Soltei um riso pelo nariz vendo todo seu esforço para me ter. Pensando bem até que estou me sentindo com a bola toda. —Essa noite as sete horas em ponto eu quero você de lingerie branca e de preferência de renda e pequena.

—Eu não tenho nenhuma branca. —Amuei nada confortável com aquele assunto. Caramba.

—Isso é problema seu. —Analisou meus seios antes de subir seus olhos para meu rosto e sorrir largamente. —Tem uma sala aonde fica guardado os novos figurinos das meninas, toda sexta você vai pegar um e me surpreender. —Puxou uma chave da gaveta ao seu lado.

—Só isso chefe?

Ironia demais?

—Ninguém da boate vai saber por hora. Se abrir a boca para dizer um “a” se quer para quem quer que seja eu mato sua tia e você logo em seguida. —Algo no seu tom de voz me fez sentir que ele estava mesmo falando sério. Ok, isso me assustou. —As minhas vadias seguem regras e você vai seguir algumas parecidas com as delas. Você tem passe livre na cozinha, mas não abuse. —Apertou meu quadril de leve. —Não pegue nada que não lhe pertence ou não tem permissão de pegar, nem todas as meninas são tão amigáveis quanto as que você conheceu e pode apostar que se eu souber que você andou pegando coisas que não são suas eu vou deixar elas te darem uma lição. Não aumente seu tom de voz com ninguém e isso inclui até mesmo os barmen. Quem limpa seu quarto é você mesma e tem vistoria todo sábado de manhã. —Que tedio. —Todas as meninas têm o direito de dormir até seis horas, mas como você vai estudar no período da manhã pode levantar pouco antes de ir para aula e claro, me avise sempre que for sair; seja para olhar o movimento dos carros na rua, você ira me procurar e me avisar. Se eu disser não a você, não irei repetir e você não irá me contrariar porque eu irei quebrar os seus dentes ou alguma parte do seu corpo. Você não pensa duas vezes antes de fazer o que eu mandar, fiquei claro? Já pode levantar.

Como agua. Me levantei o mais rápido possível o vendo alegrinho e duro; o infeliz nem fez questão de esconder isso e ficou me encarnado como se fosse demente. Que reação eu deveria ter? Porque eu não faço ideia. A porta foi aberta com tudo revelando Miranda e Jones logo atrás. Ótimo, tudo que eu precisava neste momento.

—Lexy, querida. —A mulher veio até mim analisando meus trajes. —Você não acha essa roupa um tanto quanto. Quanto, eu diria vulgar? —Gaguejou, mas soltou. Encarei a mulher de cima a baixo vendo toda de cora preto e colado ao corpo, ela estava mesmo falando das minhas roupas? Parecia mais uma perua siliconada.

—Comparada as duas eu estou me achando uma freira. —A mesma me encarou seria por alguns instantes antes de tomar o ar com força e fechar seus olhos. Cutuquei a onça com vara curta, foi? —Eu me visto como eu quero, Miranda. Foi você quem me deu a roupa, quer de volta? —A mulher negou rapidamente me fazendo sorrir falso. —Ótimo, então da licença. Vou procurar a minha tia. —Avisei já indo em direção a porta.

Que dia mais terrível.

—Lexy. —Parei de andar ao ouvir a voz do homem que a pouco tempo atrás quase me pediu em casamento. —Se desculpe com ela agora mesmo. —Permaneci calada o encarando. Inacreditável. De que lado ele está? —Agora.

—Me desculpa, Miranda.

—Viu?! Seguindo as minhas regras tudo fica resolvido bem facilmente. —Imbecil. —Volte ao seu quarto e troque essas roupas, somente então poderá ir atrás da velha.

Quem esse infeliz acha que é? Sem dizer nada dei as costas e sai do quarto seguindo direto pelo corredor. A raiva borbulhava em minha corrente sanguínea, ele me humilhou na frente daquelas pessoas e agora todos acham que podem mandar em mim; e eu achando que não poderia ser melhor essa vida.

—Opa, o papo acabou foi mimadinha?

Os quatro baba-ovos estavam sentados no bar bebendo e se pegando com um grupo de mulheres quase nuas.

—Eu não sou mimada. —Deixei claro me aproximando de onde eles estavam e tendo a atenção de todos sobre mim. —Vocês sabem aonde minha tia está? —Questionei docemente. Eu iria sim obedecer ao pedido de Bieber, mas outra hora. —Eu não conheço essa boate e com toda certeza irei me perder.

—Natasha levara você.

—Obrigada, é?

—Christian.

—Obrigada Christian. —Murmurei já caminhando ao lado da garota. Ela fez o caminho do lado oposto de onde ficava meu quarto nós levando para o extenso corredor em que eu estive antes deles me apagarem. —O que tem no andar de cima?

Havia tantos quartos no andar de baixo que me parece inútil o andar de cima. Não havia tantas meninas assim naquela boate.

—Quartos, dispensas e mais algumas salas.

—Pensei que usassem os quartos daqui de baixo.

—Somente as preferências dos chefes tem privilégios sendo um deles ter um quarto decente. —Fiz bico arqueando a sobrancelha. Nossa. —Os quartos la em cima, fora os dos chefes é claro, são um tanto quando horríveis e nojentos. —Explicou baixo. —Você vai ter que ficar la em cima?

—Não. Meu quarto fica do outro lado da boate. —Expliquei a vendo consentir.

—Sim. Aqui tem apenas três quartos. —Apontou para as três portas. —Aquele último é do Jones e sua mulher. Aqui era para ser o de Miranda, mas enfim; esse aqui é o que sua tia está.

Esse era para ser de Miranda sem dúvida me enche com uma sensação nada boa; não posso dizer que me sinto mal porque somente ela ter voltado e não meus pais, eu gostaria que eles tivessem a oportunidade de ver que mesmo sendo descartada por eles eu sobrevivi e estou aqui hoje. A história de ter uma tia é melhor do que nada realmente não se encaixa; ela não é minha tia e provavelmente está me aturando pelo peso que deve ter na consciência depois de jogar uma criança na rua. Miserável.

Deixei de lado esses pensamentos nada agradáveis no exato momento em que entrei por aquela porta. A minha tia verdadeira é Madison e nunca deixará de ser, nunca. Pensar que posso perde–la sem duvidas deve ser a mesma sensação que uma pessoa sente quando sabe que irá perder a mãe. É perturbador.

—Ei. Eu não tenho permissão para entrar no quarto, você sabe como voltar? —Assenti vendo ela somente puxar a porta e ir embora. Ótimo, sozinha.

Não é legal ver a pessoa pela qual você dá a vida desacordada e respirando com ajuda de aparelhos. A poucos minutos atrás ela estava respirando e sorrindo comigo, me pedindo para não deixa–la mesmo tendo Miranda agora, eu amo tanto essa mulher que seria capaz de trocar de lugar com ela neste exato momento. A minha mãe verdadeira, sem dúvidas.

—Tia. —Sussurrei me sentando ao seu lado na cama e não recebendo nem um gemido de confirmação que ela estava me ouvindo. Nada. —Tia? Pode me ouvir? —Deitei minha cabeça em seu peito sentindo o mesmo subir e descer bem lentamente; isso não me acalmava, mas me fazia ver que ela ainda estava ali, por mais que não falasse ou se movesse, ela está me ouvindo. —Não me deixa ainda, Ok? Eu ainda não estou pronta para te deixar ir e preciso muito da senhora. Por favor! —Implorei deixando que as lagrimas escorressem de uma vez. Merda.

Se horas passaram eu realmente não sei, mas os aparelhos médicos apitando me entreterão por um bom tempo e quando resolvi levantar minha cabeça do seu peito meu pescoço quase saiu do lugar; doía horrores. Ajeitei a coberta sobre seu corpo me retirando do quarto em seguida, ainda precisava trocar a merda dessa roupa e meu animo era zero, só quero chegar em meu quarto e arrancar esse vestido, me jogar em minha cama somente de calcinha e dormir até ano que vem. É pedir muito?

Segui pelo extenso corredor tentando pensar em qualquer coisa que fosse que não tivesse nada relacionado a essa boate, essas pessoas ou até mesmo minha tia; eu preciso urgentemente esvaziar minha cabeça. Alcancei o salão o vendo um pouco escuro, porém eu podia ouvir algumas vozes e avistar um pequeno aglomerado de homens. Ótimo, a boate já estava funcionando. Corri meus olhos por cada um dos homens vendo todos de terno e aparentando serem pessoas bem serias e de certo modo mais aquisitivas por assim dizer. Atrás deles, próximo ao bar e a porta de saída da boate estava todos os meninos e Jones assistindo alguma coisa que pelo o que eu notei se passava no palco. Eles me pareciam tão tranquilos que me fez acreditar que não passava de uma reunião social entre eles e tomara que envolva dinheiro e deixem todos pobres, eles merecem. Sai de trás das cortinas do corredor passando direto pelo salão, na verdade eu não estava nem aí para quem estava me olhando e muito menos pelo olhar de fúria que Bieber me mandou. Na verdade, eu até que amei muito ele ter ficado putinho da vida.

—O leilão é aqui em cima! —Miranda anunciou em tom alto para todos que continuavam me encarando ou ao menos tentando me ver em meio aquelas luzes baixas e alaranjadas. Parecia mais aquelas casas de filme de terror, terrível a iluminação desse lugar.

Vendo que eu realmente não estava ajudando estando parada naquele lugar, atravessei o salão de cabeça baixa e disposta a chegar em meu quarto e simplesmente hibernar. Acredito que eu mereça poder dormir em paz.

—Ora essa! Aonde pensa que vai? —Um homem alto e gordo questionou se levantando e se colocando em minha frente. É sério? —Qual o preço dessa aqui?

Preço? Tomara que pelo menos eu seja muito cara.

—Ela não está a venda. —Jones me puxou dos braços do homem que me apertava como se eu fosse uma louca naqueles manicômios pronta para ser colocada na camisa de força. Eu hein.

—Mas eu a quero. Eu vi primeiro e isso faz com que eu tenha prioridade. São as regras da boate se você não sabe. —O gordo rebateu nada feliz com a distância entre nós; diferente dele, eu estava amando estar bem afastada dele. Eca.

—Você não irá pôr as mãos nela!

Senti um par de mãos me puxando para longe e naquele momento eu pude sentir meu coração palpitar, esse povo tem que parar de chegar por trás e sair me puxando. Felizmente era Christian furioso me levando para o meu quarto e eu sinceramente não fiquei tão feliz pela existência desse traste. Dei uma última espiada no salão antes de sair sendo puxada pelo corredor e pude ver uma grande confusão se formando, uhu, estavam brigando por mim e isso deveria ser mais incrível, porém não é. Dois homens velhos e sem noção, que broxante.

—Você não deveria ter aparecido vestida desse jeito la. —Notei.

—Eu não quis.

—Só saia daqui quando alguém vier te buscar, caso contrário fique aqui e bem quietinha. —O homem me cortou já saindo pela porta.

—Não. Eu tenho que resolver aquilo e. —Tentei sair, mas o babaca revirou os olhos me empurrando para dentro e trancando a porta em seguida. Infeliz. —EU QUERO SAIR SEU TRASTE!

Eu poderia passar a vida toda gritando que ele nem ligaria, esse cara é muito babaca. Pois é, eu teria que esperar e ver o que aconteceria quando eu saísse dali; só espero que não demore. Me joguei em minha cama e puxei um dos travesseiros o pondo sobre minhas pernas e me ajeitando na cama em seguida. pouco me importa a minha traseira toda de fora, quem quisesse ver teria que abrir a porta e no exato momento em que eu visse algum movimento do lado de fora eu irei ir levantar.

 

 

°Justin Bieber.

—Isso não é justo! Você disse que todas as meninas estariam a venda. —Roney é uma grande dor de cabeça que eu não queria ter que aturar neste momento.

—Você primeiro ira abaixar esse dedo antes que eu o corte e enfie dentro de um local que você não alcança. —Grunhi já irritado com todo aquele show. O homem abaixou o dedo que antes estava apontado em minha direção e bufou irritado. —Se ela não está no palco é porque não é uma das minhas meninas a venda e pode apostar que se voltar a fazer esse show no meio da minha boate terá sérios problemas; agora senta a sua bunda gorda nessa cadeira e presta atenção na porta do leilão.

—Eu quero àquela e como eu vi ela primeiro eu tenho preferência. —Rebateu olhando diretamente para Jones. Que palhaçada.

—Aquela é minha e se você chegar perto dela eu mato você. —Jones esbravejou indo para cima do homem e o estirando no chão.

Impaciente fiz apenas um sinal para os seguranças e os mesmos levaram Roney para fora. Eu sei que fiz uma grande merda, afinal ele é um dos meus melhores fornecedores e perder os laços com ele seria um grande problema. Grande mesmo. Ele possui grandes cidades e eu iria amar ter esses territórios para mim, porém sendo assim ele tem um grande poder nesse ramo e infelizmente tem proteção demais.

—Termina essa porra logo. —Ordenei a Stella.

Todos voltaram a se sentar e assistir o leilão que ocorria ainda, Christian lançou uma chave em minha direção e apontou para o corredor dos quartos preferenciais, Lexy nem imagina o quanto minha mão está coçando para encontrar a cara dela. Segui rapidamente pelo corredor encontrando um silencio até quer perturbador, essa garota muito quieta me dá certo receio; ou está morta ou não está ali. Tomara que seja a primeira opção. Abri a porta do quarto vendo a menina deitada com aquela bunda maravilhosa para cima; realmente uma bela bunda. O vestido levantado até seu quadril deixava sua calcinha rosa crava entre as nadegas bem exposta para quem quisesse ver. Encostei a porta sem fazer barulho algum e me aproximei da cama notando que ela cochilava tranquila enquanto um pouco de cabelo caia sobre seu rosto; levei minhas mãos até sua pele a sentindo macia e lisinha, lentamente desci minha mão até sua intimidade a sentindo quente e húmida; lentamente afastei sua calcinha a fazendo se remexer e abrir mais suas pernas para mim. Ótimo. Olhei para sua intimidade rosinha e lisinha que de tao pequena chegava a dar um certo receio de até mesmo dedar; parecia muito apertadinha. Chupei meu dedo indicador o deixando bem húmido antes de alisar os lábios de sua bocetinha e sentir o calor que exalava da mesma, desci meu dedo até sua entradinha vendo o quão fechada ela era, temos alguém virgem aqui?! Isso é algo que me agradou muito. Realmente muito. Empurrei metade do meu dedo com um pouco de dificuldade, afinal eu não queria acorda logo agora; empurrei bem devagarzinho podendo sentir sua vagina se contraindo para envolve–lo me deixando louco de vontade de me enterrar ali, porém me contentei em apenas colocar metade do meu dedo e tirar de vagar. Seu corpo se remexia enquanto ela ainda adormecida começava a ficar lambuzada com seu próprio liquido. Empurrei um pouco mais o meu dedo abrindo espaço entre as paredes da sua boceta, porém um gemido baixo me fez automaticamente parar e tirar lentamente meu dedo dela. Provavelmente ela estava sonhando com algo muito bom e sentir seu copo sendo estimulado deve ter sido incrível. Levei meu dedo a boca o sugando e sentindo seu gosto salgado, incrível como eu amo esse gosto. Empurrei sua calcinha e somente então me sentei ao seu lado na cama.

—Lexy, acorde!

A chacoalhei brutalmente despertando–a completamente assustada.

—Bieber?

—O que foi que eu mandei você faze mesmo?

—Eu só queria ver a minha tia antes.

—O que foi que eu mandei você fazer? —Refiz minha pergunta em tom seco. Como eu gostaria de dar–lhe uma lição agora. —Você se lembra da nossa conversinha, Lexy? Você agora trabalha para mim e o que eu mandar você fazer, VOCÊ FAZ NA HORA, PORRA! —A garota deu um pulo da cama com seus olhos arregalados.

Me levantei parando em sua frente e me controlando para não fazer uma grande burrada. Céus, como eu quero fazer uma grande burrada. Peguei na gola do seu vestida a fazendo estremecer. Ótimo.

—Você gostou desse vestidinho, não foi? —A mesma não respondeu arrancando de mim um alto rosnado e como eu já estava decidido puxei os dois lados da gola o arrebentando no meio. O vestido se desfez em minhas mãos caindo no chão logo em seguida. —Você vai tomar um banho e vai pôr a porcaria da lingerie branca que eu mandei. Vai esperar aqui sentadinha até as sete horas e somente então ira se levantar e subir até meu quarto; vai bater na porta e me obedecer sem questionar. Estamos entendidos?

—Sim. —Sua voz saiu amuada e falha. Ela estava morrendo de medo e é exatamente isso que eu quero, que ela tema até mesmo a minha sombra.

Encarei seu rosto por alguns segundos antes da mesma abaixa–lo e passar a caminhar para o banheiro, assim que a mesma fechou a porta revirei os olhos e sai do quarto puto com essa infantilidade, ela não é uma criança para agir assim e quando eu mandei ainda estava de bom humor, foi ela quem escolheu me desobedecer.

—Como ela está?

—Está bem e eu já conversei com ela. Va fazer o seu trabalho. —Parei Stella no meio do caminho.

—Só vou checar como ela está.

—Eu já disse que falei com ela e você vai pegar as suas coisas e do seu maridinho e ira atrás das minhas garotas. —Decretei. Esse povo só pode ter tirado o dia para me desafiar e me irritar.

—Se algo acontecer com ela eu.

—Vai acontecer com você se não me trazer as minhas garotas logo. —Indaguei irritado. —Eu disse que iria vigiar essa pirralha mimada enquanto ela estiver aqui, então faça a sua parte que eu vou cuidar da minha. Não te falo como fazer seu serviço e nem ouço palpitar no meu. —Stella revirou os olhos e saiu andando de volta para o salão.

Tal mãe, tal filha.

Caminhei até o deposito de roupas das meninas encontrando a porta trancada; merda, eu esqueci que dei a droga da chave para Lexy. Voltei para o andar de baixo entrando diretamente no quarto de Natasha, ela é pequena e não tem tanto corpo, provavelmente teria algo que Lexy pudesse usar.

—Aconteceu alguma coisa? —A mulher simplesmente pulou assim que me viu.

—Você tem a tabela? —Questionei a mulher que assentiu lentamente. —Então que dia é hoje?

—Quarta. —Respondeu rapidamente. É assim que eu gosto.

—E nas quartas que cores vocês devem usar?

A cada palavra eu me aproximava ainda mais dela, o medo em seus olhos me acendia. O medo das pessoas me deixa em estase.

—Branco, lilás e roxo. —Soltou rapidamente. Boa menina.

—E porque está usando vermelho? —Puxei seu cabelo para trás a fazendo fechar os olhos e sua respiração se descompensar.

—O senhor Beadles pediu para que eu usasse para ela.

É, fazer o que. Soltei o cabelo da mulher e segui até a cômoda, procurei pelas gavetas as lingeries novas que todas recebem no começo da semana, as meninas privilegiadas é claro, recebem lingeries exclusivas toda semana, as demais usam de acordo com os gostos dos meninos.

—Aonde está as novas? —Inqueri já irritado.

A garota apontou para última gaveta a qual eu abri encontrando vários sacos de peças intimas, ótimo. Peguei uma branca de renda, porém assim que meus olhos bateram em uma azul e outra preta eu já imaginei essa semana como uma das melhores sem dúvida. Peguei as três fechando a gaveta e seguindo para fora do quarto.

—Senhor, Bieber?! —Natasha chamou baixinho me fazendo parar e encara–la. —Sobre a minha blusa. Quem pegou não devolveu ainda.

—Eu disse para esperar que eu iria ver quem pegou a merda da sua blusa. —Indaguei sério a fazendo abaixar a cabeça e eu poder sair do quarto.

Sai do quarto indo rapidamente para a porta do lado aonde era o quarto de Lexy, o barulho do chuveiro me fez revirar os olhos, essa filha da puta está achando que aqui é hotel cinco estrelas; coloquei os embrulhos em cima da cama e sai do quarto seguindo rapidamente o lado de fora da boate, atrás da mesma procurei pela caixa de luz e assim que encontrei desliguei a luz da boate; quem estivesse tomando banho teria que parar. Esperei uns dois minutos e liguei novamente voltando para dentro vendo tudo normal. Os barmen apenas arrumavam as bebidas e limpavam as poucas taças que restavam sobre o balcão, o dj organizava as músicas e algumas meninas terminavam de limpar as mesas; outras estavam no palco conversando e provavelmente achando que não iriam trabalhar pela queda de energia. Puta é puta.

—Vocês não deveriam estar ensaiando?

Rapidamente todas se levantaram e começaram a repassar a coreografia. Subi as escadas passando pelo corredor dos quartos das meninas, muitos quartos estavam disponíveis depois de grande parte delas ter sido vendida mais cedo, é ótimo para os negócios se livrar de peças velhas e repor com novas. Um amontoado delas me chamou a atenção, elas riam e pareciam distraídas na medida que eu me aproximava. Assim que duas delas que estavam viradas em minha direção me viram arregalaram os olhos me fazendo cerrar os meus e vê–las abaixarem a cabeça.

—Aquela la não vai durar nada. Justin é bruto e aposto que vai matar a estranha com um beijo. —Carey soltou rindo com as outras duas meninas.

—Eu estou com você só porque já provou o chefe e todos os outros também. —Dottie concordou.

—Porque você acha que ela é a preferida, também? Tem um quarto de verdade, roupas e comida boa. —Johana rebateu com a voz carregada de inveja.

—Quer saber o porquê de eles gostarem de mim? Eu faço os cinco comerem na minha mão, querida. —Carey gargalhou jogando o cabelo para tras. —É tão simples, você só precisa fazer um charminho e dizer que ama o prazer que eles te dão, aí você solta que os quartos daqui de cima são minúsculos e você precisa de mais espaço para treinar as danças sensuais para eles e prontinho. Os idiotas se derretem.

—Ah, sim. Os idiotas se derretem.

—Senhor Bieber?! —As três pularam de susto ao ouvir minha voz.

—Shiiu. —Sussurrei para Carey. —Você vai arrumar suas coisas e vai subir para de volta para cima; espere que logo alguém vira falar com você. —A mulher estremeceu e paralisou no lugar. Eu estou falando que todo mundo tirou o dia para não fazer o que eu mando. Que merda! —Anda.

Rapidinho ela desceu me deixando com quatro meninas que já choravam horrores sem eu nem ter dito nada a elas. É disso que eu gosto, quando elas me temem sem nem ao menos eu estar perto. Apontei para o corredor a fazendo andar na minha frente até o quartinho preto; o meu quarto preferido e o mais temido por elas.

—Sentem. —Apontei para as cadeiras aonde rapidamente cada uma foi tomando o lugar. Fechei as algemas e tornozeleiras da cadeira as vendo ficar desesperadas e uma desmaiar, eu hein. Ignorando ambas, apaguei a luz e sai do quarto, desci as escadas encontrando os meninos vistoriando as roupas de todas as meninas antes que a boate abrisse.

—Eai. —Cumprimentei me aproximando.

—Eai. —Devolveram. —Jones e Stella já foram. —Ryan avisou olhando a saia de uma das meninas que permanecia seria com os braços para trás.

—Ótimo. Vou sair, mas volto logo. —Todos assentiram sem dar muita importância. —Tem quatro na sala preta. Peguem leve. —Avisei os vendo rir. Sai até o estacionamento ao lado da boate aonde estava a minha bebe de verdade, uma bela Lykan Hypersport preta.

Se eu amo alguma coisa, sem duvidas é esse carro. Segui até o interior da cidade vizinha na maior velocidade que eu conseguia atingir, é ótimo dirigir sem me importar quem é o infeliz que pode tentar me fechar no farol. Olhei para a casinha modesta a minha frente encontrando uma velha conversando com uma outra mulher bem despreocupada e distraída. Esperei um pouco até a mesma começar a andar em direção a cidade e seguia mesma com a velocidade bem baixa, a rua deserta e de terra me permitiu parar o carro ao lado da mesma a fazendo parar curiosa e levar um belo susto assim que abaixar o vidro escuro com a arma em punho.

—Se gritar ou correr, eu atiro em você.

Ela simplesmente paralisou.

—Entra. —Ordenei e a velha filha da puta começou a chorar alto pra caramba, porém entrou. Peguei o clorofórmio no porta luvas que estava enrolado em um pano banco. Derramei um pouco do liquido no tecido e levei até o rosto da mulher que mesmo se debatendo apagou logo em seguida.

Segui até a divisa da cidade aonde era totalmente rodeado de arvores e um lugar completamente deserto. Parei no meio fio e sai do carro, tirando a velha de logo em seguida e levando para dentro da mata; voltei ao carro somente para pegar o machado que ficava atrás do banco para os acasos de ter que cortar as partes de alguém. Levei junto com uma bolsa preta o machado até a mulher, estiquei seu corpo no meio do mato e posicionei o machado em seu pescoço, uma, duas, três e quatro. Na quarta machadada aquilo se soltou jorrando sangue para todos os lados, finalmente. Peguei a bolsa colocando a cabeça a cabeça da mulher dentro e fechando logo em seguida. Aquela porra iria manchar todo o carpete do meu carro. Droga. Larguei o corpo la mesmo e peguei o machado o limpando com álcool em gel que eu carregava no porta luvas. Sou uma pessoa limpa. Coloquei o presentinho no banco do carona depois de revestir com os playboys de Charles, é claro.

Voltei para a boate, afinal já era seis e quarenta e tudo que eu preciso é de um banho e Lexy me fazendo gozar o resto da noite. Corri meus olhos pelo salão e encontrei Carey seduzindo o xerife da cidade, Ok. Caminhei até eles sorrindo amigavelmente, afinal, eu sou uma pessoa de bem.

—Xerife. —Cumprimentei o mesmo que sorriu apertando minha mão. Seus olhos se direcionaram para a minha roupa suja com respingos de sangue e logo seu semblante mudou para um duro.

—Alfo que eu terei que resolver? —Seria até bom ele cuidar disso para mim, porém não tem necessidade.

—Não tem com o que se preocupar. —Deixei claro. —Mas eu vou precisar de Carey agora. Elisa ira cuidar de você, não é mesmo?

A mulher nem questionou e já se jogou para cima do homem que soltou Carey rapidamente sem dar a mínima. Levei a mulher para o andar de cima a deixando caminhar em minha frente é claro. Assim que ela começou a andar em direção ao quarto preto a empurrei em direção ao corredor dos quartos a fazendo entrar e seu quarto e me olhar desesperada. Porque sempre que fazem a merda olham com esses olhos lagrimejando e as expressões de medo achando que isso ira fazer a merda não ter tanta importância como tem.

—Não chore. —Ordenei. Ódio que fiquem chorando em minha frente. —Você tem meia hora para voltar la para baixo, caso contrário eu mesmo virei te buscar. —Avisei jogando o presentinho dela no chão. —Um presente para você.

Sai do quarto parando no corredor somente para ouvir o grito abafado dela ao ver a cabaça da mãe decepada, muito mais satisfeito subi ao meu quarto e agora sim eu poderia ter uma noite de sexo em paz. Em três minutos Lexy viria ao meu encontro, então tratei de tomar uma chuveirada bem rápida somente para tirar os respingos de sangue da minha pele. Limpo, enrolei uma toalha em volta da minha cintura e peguei outra para me secar, olhei para a hora vendo que aquela putinha mirim já deveria estar aqui, porém não é isso que temos. Entrei no closet pronto para pôr uma bermuda e ir buscar aquela garota pelos cabelos, porém as batidas na porta me param e me fizeram ir até a mesma. Lexy estava parada no canto da porta com a lingerie e um casaco a cobrindo por inteiro, Ok.

—Entra. —Dei passagem para ela que mesmo não me olhando direito, entrou.

—Pensei que havia saído. Faz tempo que eu estou batendo na porta você nem se quer pediu para que eu entrasse. —Resmungou. Desaforada essa garota.

—Deita. —Apontei para a cama. Bufando, Lexy caminhou até a cama e se dentou enquanto eu pegava a poltrona de frente da janela e coloquei do lado direito da cama aonde ela estava. Me sentei e fiquei observando a mesma que não fazia ideai do que fazer.

—O que eu faço agora? —Levou uma mecha do seu cabelo para trás da orelha.

—Abra as pernas. —Iniciei. —Mais. Isso. —Com as pernas bem abertas eu podia ver sua calcinha colada em sua bocetinha, eu posso apostar que ela está molhada neste exato momento. —Afaste a calcinha. —Com a mão tremendo a garota afastou me olhando receosa. —Agora se toque para mim.

Será uma bela e longa noite. Assim espero. 


Notas Finais


Não deixem de comentar o que estao achando pessoal! obrigada!


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