História The Destiny Bond - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~CondeUndertaker

Postado
Categorias Corpse Party
Personagens Personagens Originais
Tags Anime, Bisexualidade, Colegial, Corpse Party, Drama, Ecchi, Fantasmas, Hentai, Heterosexualismo, Homosexualismo, Horror, Interativa, Lemon, Orange, Romance, Sobrevivencia, Terror, Yaoi, Yuri
Exibições 86
Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Finalmente o prólogo, lembrem-se é apenas um prólogo ou seja, muita coisa ficará vaga e começará a ser explicada a partir do primeiro capítulo. Não se preocupem, todos os personagem irão aparecer ^-^
Alguma crítica ou viu algum erro de gramática? Deixe nos comentários para sabermos, tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - Prólogo - "Imersos nas trevas"


Fanfic / Fanfiction The Destiny Bond - Interativa - Capítulo 2 - Prólogo - "Imersos nas trevas"

 

"O verdadeiro mal... Está em cada um de nós... Você não o vê?

Ou talvez, você apenas não queira olhar desta forma para si mesmo, não é?"

 

 

 

Ao final de um dos tácitos corredores empoeirados, em meio daquelas tantas e quase idênticas salas de aula, destaca-se das demais aquela que está com sua velha e já parcialmente destruída porta entreaberta e lotada de escombros. Confusa uma garota de pele alva desperta sobre o frio chão abaixo de si, ela ainda está assustada e com sua visão muito embasada. Caída sobre o velho e quebrado assoalho de madeira entre as diversas carteiras em péssimo estado ela reluta para levantar-se, no entanto seu corpo já não mais a obedece. Grunhidos fracos de dor escapam por entre seus lábios secos enquanto ela arrasta-se em uma tentativa um pouco vaga de aproximar-se de uma daquelas cadeiras posicionadas perfeitamente em seus lugares. Com seu corpo ainda debilitado por uma queda levantar-se é doloroso e complicado, porém ela estava determinada a recompor-se imediatamente e com o auxilio de uma velha cadeira estava em pé novamente. Toda aquela poeira no ar fazia com que seus olhos violáceos lagrimejassem e sua garganta coçasse um pouco. Com sua mão esquerda sobre seus lábios ela permitia-se tossir enquanto caminhava cambaleante e ainda zonza para fora daquela sala.

“Onde estou?” Essa pergunta era feita para si mesma diversas vezes reforçando-se quando ela chegou até a porta e fitou o corredor à sua frente. Aquele lugar estava completamente abandonado e claramente estava por decompor-se aos poucos, em um ritmo paulatino a jovem começou a recordar-se do que fazia antes de acordar caída naquele local. Como em flashes algumas de suas memórias recentes voltavam para ela e aquela confusão em sua mente poderia ter sido causada pelo tombo que levara antes?

 

"As cores do belo ocaso coloriam os pátios de sua escola e a garota observava atentamente o caminho que tomava até o prédio principal onde seus colegas a esperavam na sala de aula. Não havia muitas pessoas caminhando por ali, obviamente o horário de aulas havia se encerrado e apenas alguns clubes ainda estavam funcionando.

— Você demorou... E oque ainda está fazendo com esses equipamentos?

Exclamou uma das pessoas, sua voz era tão clara... Mas seu rosto era algo do qual ela não conseguia recordar-se ao certo. Os últimos e vivos raios de sol entravam pela janela de forma vibrante que estando contraluz escondia os traços daquela pessoa reforçando ainda mais a sua silhueta.

— Alguém tem que organizar o material do clube, não é?

Assim que terminou de responder a “silhueta” a mesma não demorou a retrucar.

— Céus, eu não posso dizer que me sinto confortável com tantas lâminas e armas em minha frente. Porém, é melhor começarmos a limpeza da classe, não acha?

O vento no lado de fora uivava anunciando oque poderia ser um temporal e derrubando algumas das frágeis pétalas de ameixeira nos jardins do campus, todos ainda estavam reunidos fazendo cada um sua parte para que pudessem regressar à suas casas antes da chuva."

 

Sua memória ainda falhava e alguns eventos eram confusos demais para que ela lembrasse-se, a última coisa da qual tinha certeza foi oque sucedeu-se enquanto ela esfregava o assoalho e seus companheiros discutiam perto dela. As imagens eram foscas em sua mente e as frases não eram precisas, no entanto, algumas frases e suposições vagavam livremente em sua mente sendo o suficiente para que ela deduzisse em parte oque houve.

 

"O sol já havia se posto e o som de vento era ainda mais audível até mesmo com as janelas já fechadas...

— Sério? Você acredita mesmo nessa história?!

— Claro, por que eu não deveria?

— Porque aquela garota era completamente louca! 

— Calados! Vocês estão começando a me dar nos nervos! Um terceiro interrompeu fazendo com que ambos recuassem um pouco, até que finalmente um dos que antes discutiam voltasse a falar ainda com um tom monótomo e de indiferença. 

— Certo, então por que não tentamos?

— O-oque?!

— Você disse que não é real, então sugiro que não esteja com medo de tentar...

Algumas gotas de chuva começavam agora a chocar-se de forma violenta contra o vidro, impulsionadas pelo vento impiedoso que soprava sem cessar naquela noite."

 

 

Enquanto caminhava pelos corredores vazios nos quais apenas seus passos quebravam o silêncio as memórias confusas e incompletas continuavam a aflorar em sua mente. Uma imagem e a sensação de despencar faziam com que todo o seu corpo arrepiasse-se completamente, como um filme em primeira pessoa ela via-se caindo em uma grande fenda no chão junto dos demais e até mesmo as vozes deles deixavam-na inquieta, aqueles gritos eram algo do qual ela gostaria de não lembrar-se. A sua mão em frente ao seu próprio corpo em uma tentativa falha de alcançar os céus no momento em que sua visão começara a perder a nitidez era a última coisa que ela havia visto além da escuridão sem fim. Eles haviam se imergido em trevas e afogado-se na escuridão, porém onde exatamente estavam era a verdadeira questão aqui. Quem sabe um térreo, subsolo ou andar abandonado na escola, no entanto aquilo não parecia fazer sentido  algum para ela. 

Passos mais adiante a tiraram de seus pensamentos confusos e em um breve momento de esperança ela exclamou sem pensar muito sobre quem estaria fazendo esses sons.

— Tem alguém aí?

Ela não teve resposta alguma e no fundo aquilo não parecia ser bom, porém poderia ter alguém ferido e tão assustado quanto ela logo a frente naquela outra sala. Talvez apenas não tivesse forças para responder ou não tivesse escutado a sua voz, ela não poderia deixar de conferir a origem do som. Com passos lentos e sutis sobre o assoalho abaixo de si a garota caminhou até a sala que cativava sua curiosidade em completo silencio, ela procedeu apenas apoiando-se contra a entrada do cômodo e fitou atentamente em volta a imensidão de material em decomposição, para sua surpresa não havia ninguém lá, era apenas outra sala de aula completamente destruída como todas as outras. 

— Mas... Eu ouvi alguém.
A morena resmungou para si mesma enquanto ainda incrédula tentava olhar por debaixo das carteiras que estavam caídas sobre uma posição horizontal. Ao observar mais atentamente a mesa do professor no outro lado da classe ela pode perceber oque pareciam ser os pés de alguém supostamente escondido em baixo daquela mesa, o design clássico da mesa não permitia que ela visse muito além daqueles pequenos pés que calçavam sapatos de tom havana e comuns entre estudantes. Aqueles pés eram obviamente pequenos demais para pertencerem a um de seus colegas, porém oque uma criança poderia estar fazendo ali? 

— Você... Não precisa se esconder eu não vou te fazer mal.

Disse a morena ainda relutante em aproximar-se, no entanto ao não obter qualquer resposta e passar a ouvir baixos soluços típicos de um choro compulsivo, vindos de onde aquela figura estava fizeram-na ir em sua direção um pouco preocupada. Quando chegou mais perto a jovem abaixou-se um pouco para ver quem estava lá atrás da mesa em lágrimas, era a figura de uma pequena garota que aparentava estar por volta de seus seis ou sete anos de idade sua pele era bastante clara, quase que pálida e os seus cabelos escuros e longos, no entanto seu rosto não podia ser visto já que a menor mantinha-o escondido colocando o mesmo entre seus joelhos. A maior por sua vez não sabia oque fazer e apenas ficou em silencio até finalmente resolver questioná-la mais uma vez:

— Você está bem? Está ferida ou...

Enquanto terminava sua frase ela estendia sua mão direita em direção a menor que continuava encolhida e em prantos, antes que conseguisse alcançá-la, em um movimento brusco e inesperado a menor agarrou sua mão violentamente deixando-a estática. Lentamente a garotinha levantou seu rosto que continuava oculto em meio a seus cabelos tão negros quanto os da maior que começava a ficar assustada com a atitude da garota. Com sua outra mão a menor colocou seus cabelos para trás da orelha e olhando fixamente para frente deixava que as lágrimas continuassem a escorrer de seus olhos, ela seguiu virando-se para a mais velha que respirava agora de forma descompassada, até que os seus olhos encontraram-se. O rosto da garotinha estava parcialmente desconstruído e em carne viva o sangue escoria por seu queixo caindo sobre as vestes empoeiradas da mesma que por entre seus finos lábios sussurrou:

— Eles vão ouvir você... 

— Céus o seu rosto... Oque houve?!

A maior estava tão preocupada que pareceu ignorar as palavras da garota que aos poucos soltava o antebraço da morena sem qualquer expressão senão pelas lágrimas que caiam de seus olhos, o lado esquerdo do rosto da menor continuava a sangrar por conta do grande ferimento, ela já deveria estar morta considerando a quantidade de sangue que ela deveria ter perdido. Aquilo pareceu não passar pela cabeça de estudante que observava estática a menor em baixo da mesa. 

— Estão perto... Muito perto...

Instantaneamente as mãos da garotinha tapavam agora seus ouvidos e ela balançava-se para frente e para trás com os olhos estáticos complemente aterrorizada. 

— Eles vão nos pegar... Eles vão nos pegar... 

Ela repetia compulsivamente tais como seus movimentos para frente e para trás, enquanto apenas sussurrava incansavelmente já preocupada com quem "eles" eram ou oque haviam feito para aquela garota a maior levantou-se e fitou a porta da classe na esperança de ver quem supostamente estava vindo "pegá-las" ainda sem compreender oque exatamente estava havendo. Sem qualquer sinal de mais alguém lá e ao perceber que os sussurros da pequena haviam cessado ela abaixou-se novamente para ver como ela estava.

— Não tem ninguém... Vamos, nós ainda precisamos estancar esse seu sangramento...

Antes que tivesse a chance de terminar oque estava falando ela ficou paralisada ao não ver mais a menor ali, não havia como ela ter saído sem que a morena a tivesse visto. Em um momento de completo desespero e pavor ela olhou mais uma vez em volta e confirmou que estava completamente sozinha naquele cômodo, ela poderia estar delirando? 


Notas Finais


Lista de personagens:
https://spiritfanfics.com/perfil/psicodelia/jornal/the-destiny-bond-personagens-6720527


Obs: Ainda estaremos aceitando novas fichas ao decorrer da história, então não preocupe-se caso ainda não tenha tido a oportunidade de enviá-la. No entanto. se possível pedimos que nos avise se pretende enviar uma ficha a partir de agora pois gostamos de fazer um certo controle sobre a quantidade de personagens.


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