História The Determination to Live. - Capítulo 10


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Drama, Flowerfell, Frans, Romance, Superação, Underfell
Exibições 80
Palavras 4.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá seus lindoooos! *sai correndo das pedras* .qqqq

Desculpa, desculpa, desculpaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Era pra ter postado semana passada, mas como eu disse no aviso, fiquei com bloqueio mental naquele meio tempo e ainda por cima quando as ideias voltaram fiquei doentinha! Ai foi mais uma pequena doze de bloqueio para me fazer não postar quarta ou ontem + mil e um trabalhos para ser entregues e bla bla bla bla... PAU NO CU DA GREVE QUE SERVIU PRA NADA SÓ PRA ATRAPALHAR ESSE ANO LETIVO >:C Saco, sinto pena dos prof's que fizeram e foram totalmente ignorados............. Pra melhorar, to toda enrolada sobre as reposições e_é

Anyway, pequeno desabafo a parte ;-;

Nesse capítulo a Alphys aparece! AEHOOOOO! - Que merda -

E eu peço que leia as notas finais, tenho uma pequena proposta para vocês.

Antes de livrar vocês das N/I... Noventa Favoritos... Cara, são noventa FUCKING PESSOAS! Eu to muito feliz, sério e por isso to puta comigo por faze-los esperarem pelo cap!!! É que eu só tenho em mente como vai ser o final, o decorrer da história eu to criando na marra e KAPPA, ou seja, eu meio que to '' descobrindo '' as tretas com vocês..q E eu sinceramente, fiquei com medinho que não gostassem desse capítulo, mas ai liguei o foda-ce e vai essa dlç!

Agradeço a minha amiguinha linda, perfeita e maravilhosa @Loandy por aguentar minha pessoa pedindo ajuda para ter ideias durante o bloqueio mental.q e ao meu Sanspai @Flow-Flowey por também servir de apoio criativo me incentivando dizendo que tava ficando bom.q

É ISSO!!! Finalmente, boa leitura <3 Ps.: Desculpa se ficou meio boxta.q mas é a vida ewe

Capítulo 10 - Capítulo 10 - '' The terror has yellow color ''


Fanfic / Fanfiction The Determination to Live. - Capítulo 10 - Capítulo 10 - '' The terror has yellow color ''

 

 

Capítulo 10 – ‘’ The terror has yellow color ‘’

 

 

Narração – Frisk

 

 

Por um instante, imaginei ter morrido e que havia retornado ao menu novamente, pois, quando abri meus olhos, estes se depararam com a escuridão daquele lugar que já se fazia tão familiarizado para mim, mas... Algo me dizia que não era o caso. Eu podia sentir meu corpo sendo sustentado por minhas pernas, e não que estava em ‘’ queda ‘’, o que obviamente me fazia notar que eu estaria de pé em algum ‘’ chão invisível ‘’. Não havia sinal algum daquela estranha luz que se fazia presente no menu, ou sequer de sua porção de terra gramada... Aquele lugar era estranho, a sensação de estar nele era bizarra, eu facilmente chamaria ali de ‘’ O vazio onipotente ‘’. Parece ao mesmo tempo sendo um nada porém ainda assim também sendo um todo, como eu disse, bizarro.

 

- Chara? Gaster? - Perguntei para o nada, esperando receber a resposta de alguém. Só que, apenas o silêncio me fora dado em troca, estar sozinha ali me dava calafrios. - Por favor, qualquer um... Tem alguém aqui?! - E novamente, nada. - O que está acontecendo...? - Auto indaguei-me em voz alta enquanto envolvi-me com os braços e encolhia sutilmente o corpo sentindo uma sensação de temor invadir-me o coração. Eu estava ficando com medo daquele bizarro lugar.

 

O silêncio reinou por incontáveis minutos, bem, se é que passaram-se minutos naquele lugar onde parece que o tempo parou. Já havia me sentando a bons instantes atrás e, até então, nada acontecia deixando aquele lugar angustiante de tão silencioso que era. Arrependi-me de ter reclamado do silêncio quando começo a ouvir sussurros que antes, obviamente, não se encontrava lá, se fossem sussurros normais eu não me importariam, mas estes eram perturbadores.

 

 

" Mate-os. "

 

 

" Mate a todos eles. "

 

 

" Se você vai embora daquele mundo, por quê nao levar alguns junto a si? "

 

 

" Mate. "

 

 

" Mate, mate, mate, mate...! "

 

 

- SILÊNCIO! - Exclamei tremula com os olhos cheios d'água, o que caralhos estava acontecendo ali? As vozes se tornaram múrmuros, em sua maioria de dor e sofrimento. Lamentações de vidas já não mais existentes. Quando notei, eu estava chorando compulsivamente e caindo aos prantos, abraçada às minhas pernas com toda força remanescente de meu ser, minha pele estava gélida e meus sentidos se resumiam em apenas um sentimento. O medo.

 

- ...sk...! - Escutei ao longe uma voz se destacando. - ...isk! Frisk! Acorde! Frisk! - Aquela voz estava alarmada e altamente preocupada, eu a reconheceria facilmente.

 

- S-Sans...?

 

 

" Mate-os! "

 

 

" Não, junte-se a nos! "

 

 

" É! Junte-se! "

 

 

- ...??!! - Senti algo segurar-me os antebraços que se mantinham a envolver fortemente minhas pernas e forcei ao máximo minha visão para ser capaz de enxergar, seja lá o que, que estava diante mim.

 

Não sei explicar o que aconteceu e muito menos como, meu corpo simplesmente fora coberto por chamas de cor vinho ao, de alguma forma, meus olhos vislumbrarem o ser negro e deformado que segurava-me o braço fazendo mimha pele chegar a arder perante seu toque. A chama pareceu espantar-lo, porém a mesma sumiu tão rapidamente como surgiu. Recuei em um engatinhar desengonçado de costas no intuído se me afastar daquela... Coisa. Péssima escolha. Senti meu corpo logo ser envolvido por diversas mãos " derretidas " que pareciam queimar minha pele com seus toques e derreter as partes de minhas roupas ao qual se encontravam a tocar. Eu não fazia a menor ideia do que estava acontecendo ali, o desespero tomava cada vez mais conta de mim e eu estava ficando exasperada com a situação perturbadora na qual me encontrava.

 

- ME SOLTEM! ISSO DÓI! SOCORRO!! SANS!!!! - Minha mente nublou de medo, e as lagrimas escorriam compulsivamente e de forma constante sobre minha face. Isso só pode ser um pesadelo.

 

Eu já sabia que gritar por ajuda não ia adiantar de algo, eu estava literalmente em lugar algum então como alguém estaria lá para me ajudar? Eu não sei dizer, mas acho que me enganei, havia mesmo mais alguém por aquele bizarro lugar. Pude sentir a sensação de queimação se desvair e então uma presença familiar se fez presente, estando este, logo atrás de mim. - Você está bem Frisk? - Ergui a cabeça juntamente de meu olhar, este que se encontrava arregalado e amedrontado em meio às incessantes lágrimas, e pude fitar a figura de Gaster que não tardou em cobrir-me com seu largo sobretudo negro que possuía uma aparência derretida as pontas.

 

- G-Gaster...! - Exclamei em voz falha virando-me em sua direção e, como uma criança, me agarrando a suas pernas sentindo ser incapaz de parar de chorar.

 

 - O que... O que você está fazendo aqui...? - Ele perguntou preocupado enquanto se agachava permitindo que eu me abraçasse a ele e escondesse a face sob seu peitoral. - Como você consegue vir para esse plano tão facilmente...? - Essa pergunta pareceu um pensamento alto.

 

 - E-Eu... Eu não sei... - Respondi após ser capaz de controlar o choro, o que de alguma forma foi rápido. Respirei fundo me sentindo mais calma com a presença de Gaster, a sensação de segurança que ele me transmitia me fez lembrar de quando eu era criança e me machucava assim acabava correndo e chorando para os braços de meu pai, só me acalmava estando em seu colo. - Eu só lembro de ter lutado contra Undyne e... Oh...! Sans! Meu deus, eu salvei ele de uma lança! Gaster eu deteriorei a lança!

 

- Espera, o que? - Ele perguntou confuso. Recordar do exato momento em que transformei aquela lança em pó, salvando Sans, me fez conseguir parar de chorar de vez.

 

- É! Isso mesmo que você ouviu! Eu fiquei envolvida por um espécie de chama com uma cor semelhante a vinho e a lança também ficou assim e no mesmo instante virou pó! Aquilo foi demais! - Expliquei exaltada enquanto me levantava juntamente de Gaster que me fitava com uma expressão semelhante à surpresa.

 

- Você usou magia de destruição? Como? Você é humana, Frisk, isso não é da sua natureza... Tem algo de errado acontecendo aqui... - Gaster ficou pensativo enquanto falava, acredito que varias perguntas e até mesmo teorias devem ter começado a bombardear sua mente.

 

- É, até dois dias atrás eu não sabia da existência de monstros, achava que era apenas um conto para fazer as crianças dormirem. Então creio que tudo é possível...? - Saiu mais como uma pergunta, mas não tem problema. Ele ponderou meus dizeres e então assentiu com a cabeça.

 

- Eu tenho uma teoria do por quê você vem para cá.

 

- E o que seria?

 

- De alguma forma desconhecida você pode vir ate o Vazio enquanto dorme, isso é perigoso Frisk. Se este lugar te consumir, seu corpo jamais acordará.

 

- Oh... Então o que eram aquelas... Coisas? - Perguntei olhando para os lados, seja lá o que esteve ali não se encontravam mais no local.

 

- Almas condenadas. Todas as almas, seja de monstro, humanos, animais ou qualquer outro tipo de vida existentes no universo se formam aqui e ao fim retornam a este lugar. As almas puras, ou seja, as de vidas bondosas tendem a renascer enquanto as ruins são condenadas ao sofrimento equivalente ao numero de atrocidades e a gravidade das coisas que fez. Eu ainda não compreendo muito deste lugar, mesmo estando preso aqui a um bom tempo. Meio que este lugar é o começo e fim de tudo que existe, um plano " espiritual ", o próprio " Céu " e ainda assim o " Inferno ". Não existe uma extensão exata, estamos em um lugar onde o infinito é definitivo. - Ele explicou, ou ao menos tentou, pois creio que esse resumo do que ele sabe sobre esse lugar é bem quebrado comparado a uma explicação bem detalhada.

 

- Se a NASA descobrisse a existência desse lugar iriam à loucura. Sinto que minha cabeça vai explodir depois disso! - Ri meio sem jeito tentando processar as informações. Foi ai que me lembrei da estranha forma que me senti quando acordei aqui minutos atrás. - Então minha sensação estava certa. Ao mesmo tempo que esse lugar é um todo ele é um nada...

 

- Isso! Exatamente isso!! Acho que de alguma forma fiz você entender o que se passa na minha cabeça, embora acredito que me enrolei um pouco explicando...

 

- Heh, eu entendi de certa forma! Só que não sou muito chegada nessas coisas, mas é um assunto deveras interessante!

 

 

" Sweetheart... "

 

 

 A voz de Sans ecoou por minha mente me espantando brevemente, olhei para os lados e logo levei a destra para minha face sentindo uma sensação de carícia sobre o mesmo. Gaster me fitava em silêncio e logo suspirou levando a mão de centro esburacado para meus cabelos bagunçando tais sutilmente.

 

- Acho melhor você retornar para seu plano real, me procure caso venha a parar aqui novamente, de alguma forma eu vou saber onde você estará então é só chamar pelo meu nome.

 

- Uhn! Obrigada Gaster, sinto que salvou minha alma... Digo, pele, ah, você entendeu! – E assim rimos de meu embolar, não tardei em suspirar e perguntar. – Éeerr... Como eu faço mesmo para ‘’acordar’’?

 

- Acredito que esvaziando sua mente e mentalizando tal ato deva funcionar. Não se preocupe daquelas almas te atacarem novamente, eles meio que temem minha presença, acredito que sou intimidador para eles. – Proferiu o mesmo dando de ombros, se ele não tivesse um constante sorriso sobre a face, imagino que teria sorrido de canto agora.

 

- Nha, você lembra o meu pai então não duvido nada disso! Heh, como eu digo sobre meu pai, eles não iriam querer lidar com um soldado russo!

 

- Por que? – Pareceu confuso e aquilo me fez deixar uma baixa risada escapar.

 

- É um modo de falar! Anyway, obrigada novamente Gaster, acredito que vamos nos reencontrar novamente!

 

- Até breve, Frisk. – E assim tomou uma posição séria, o que me fez entender que já estava mais do que na hora de acordar.

 

Respirei fundo fechando os olhos e fazendo o que ele sugeriu, esvaziei a mente e comecei a me imaginar abrindo os olhos no possível local que eu estaria, o quarto de Sans. A sensação reconfortante de uma carícia sobre minha bochecha direita se mantinha firme e cada segundo mais concreta, por assim dizer, elevei minha destra até a região e pude notar que estava a tocar uma mão ossuda e não minha face. Abri meus olhos fitando a face de Sans que me olhava preocupado e ansioso, este por sua vez, assim que me viu abri-los suspirou em alívio e sorriu minimamente. Era estranho não ver o seu constante sorriso à face.

 

- P-Por... Ah... – Tentei falar sentindo minha garganta arranhar diante a secura, minha voz estava embargada de sono e rouca de uma forma exagerada. Fiz uma careta passando a língua pelos lábios ressecados e engoli o máximo de saliva que me era possível no momento, para então prosseguir. – Por quanto tempo eu fiquei desacordada...? – Movi a cabeça para o lado direito deitando melhor minha face sobre a palma de Sans, que estava recostado à parede ao lado da cama, e pude vislumbrar Flow claramente aliviado.

 

- Graças a... Seja lá quem! Já estávamos preocupados, você dormiu por quase dois dias inteiros e agora a pouco começou a chorar e espernear na cama pedindo para te largaram e por ajuda... Foi um susto e tanto. – Explicou o mesmo me surpreendendo, então quer dizer que o que aconteceu lá refletiu aqui?

 

- Oh... M-Me desculpem... Não queria preocupa-los...

 

- Não se preocupe Frisk, o que importa é que finalmente acordou.

 

- Sim, tenho que concordar com Asriel, você já estava demorando demais para acordar, claro, você usou magia e tals, mas já estava sendo preocupante essa demora. - Se manifestou Sans chamando minha atenção para si.

 

- O saco de ossos ai quase entrou em desespero ao ouvir seus gritos lá de baixo. - Flow comentou e eu pude ver Sans corar, este que rapidamente retrucou.

 

- N-Não foi eu que desatou em pânico e ficou gritando com uma voz assustadora falando " Seja lá o que for soltem-na! " como se algo em um sonho fosse lhe ouvir...

 

- E-Ei!!!!! Ah bem... Eu não posso negar que fiz isso, pensando agora foi engraçado. - Eu fiquei imaginando a cena e sim, deve ter sido mesmo engraçado, afinal, estamos falando do Flow em desespero e pânico!!! Rapidamente nos três começamos a rir descontroladamente. Havia sentando-me na cama ao lado de Sans notando que antes estava parcialmente deitada em seu colo, provavelmente ele teria feito isso enquanto tentava de alguma forma me acordar. Respirei fundo passando as mãos nos meus olhos que estavam úmidos do possível choro que eu tive enquanto dormia, pelo o que Flow disse, e assim me manifestei.

 

- Bom... Se fiquei dormindo por quase dois dias, é melhor continuamos o caminho não acham?

 

- Mas Sweet...

 

- Tudo bem Sans, meu corpo não dói... Acho que já estou recuperada do choque...!

 

- Você usou magia Sweetheart, todo cuidado é pouco.

 

- É... E-Eu sei... Mas veja o lado positivo! Temos mais uma carta na manga não? Acredito que eu só consiga usar em casos extremos, então, sem perigos! – Exclamei sorridente procurando reconforta-lo e trazer confiança para o mesmo. Parece que isso funcionou, seu sorriso se alargou e eu pude notar nele um toque de orgulho.

 

- Você tem razão, isso pode ser de grande ajuda pelo caminho à frente, ainda mais por não temos ideia de como lidar com Alphys. Ela definitivamente será uma caixinha de surpresas... - Concordou ele um tanto pensativo.

 

- Bom, só vamos descobrir o que nos aguarda se continuarmos em frente... Mas... Será que vai ficar tudo bem mesmo você estar junto...?

 

- Não se preocupe, eu meio que já não me importo mais de ser visto como um traidor. Não estou fazendo nada de errado! Então por que caralhos vou ficar me escondendo? - Ele disse sério me fitando com certa intensidade. Sua determinação estava estampada nas obres negras e suas " luzes " brancas se encontravam avermelhadas me dando assim mais certeza de sua decisão. Se ele estava seguro disso eu não podia impedi-lo.

 

- Uhn, tudo bem! O-Obrigada Sans... Sinto-me, de cera forma, mais encorajada agora! - Proferi sentindo minhas bochechas avermelharem ao vislumbrar um terno sorriso ser desenhado na face de Sans e era estranho não ver um toque sarcástico neste. Virei minha face para o lado e impulsionei meu corpo para frente visando me levantar da cama, senti um pequeno choque aos meus pés tocarem o chão gelado do quarto ( mesmo que estivessem cobertos pela meia-calça ) e estremeci ouvindo então a risada de Sans logo atrás de mim. Ele rapidamente se levantou da cama e sem demora pegou meus tênis localizados próximos da cama, se ajoelhado a minha frente e logo o mesmo segurou-me o pé direito enquanto seu sorriso de tornava um tanto galanteador.

 

- Se me permite princesa. - Ele disse pegando no calçado equivalente ao pé que segurava e eu apenas levei as mãos ate a boca segurando o riso e assim respondi não sendo capaz de impedir a baixa risada me escapar uma vez mais.

 

- Permissão concedida, Sansdião.

 

- É sério, eu vou vomitar. - Se manifestou Flow e assim novamente caímos na gargalhada. Sans calçou-me e por fim retomamos ao nosso rumo, tínhamos muito que fazer.

 

 

 

--- Narração Terceira Pessoa ---

 

 

 

Sans usou de seu teleporte para encurtar o tempo que lhes seria gasto para chegar até a entrada de HotLand levando-os diretamente para uma barraca que ele possuía lá, onde as vezes vendia " gatos-quentes " para os monstros que vez e outra passavam pelo local. Frisk rapidamente sentiu o calor do lugar se impregnar em seu corpo fazendo-a suspirar pesarosamente por conta do mesmo, ela olhou para os lados franzindo a tenta um tanto confusa.

 

- É impressão minha ou este lugar é feito de lava pra tudo quanto é lado? - Perguntou ela abanando suas mãos a frente de seu rosto. "Parando pra pensar, até que faz sentido isso ao contrário de Snowdin que neva! Afinal, estamos no subterrâneo." Refletiu em seus pensamentos a acastanhada.

 

- Está com calor Sweetheart? - A garota olhou para ele dizendo então com o seu olhar " Não, estou é congelando, isso sim. "  e ele riu debochadamente dando de ombros no ar.

 

- Vou tirar um pouco o seu casaco, ok?

 

- Por mim, tudo bem, mas fica com ele. Amarra na cintura ou sei lá, você vai precisar mais dele do que eu quando voltarmos para Snowdin caso precisamos.

 

- A-Ah... C-Certo, obrigada! – Proferiu a mesma um tanto sem jeito pela forma cuidadosa que ele estava a tratando ultimamente.

 

- Heh, não precisa agradecer.

 

Sorrindo de forma meiga ela sentiu as bochechas arderem não sabendo dizer se era culpa do calor ou se havia corado. Não tardou em retirar o casaco de Sans e instantaneamente os três notaram algo... Anormal sobre os braços da menor. Frisk não havia nem as sentido, algumas flores douradas se encontravam ostentando suas vívidas pétalas de cor amarela, iguais as de Flowey, e pareciam que não iriam sair dali de jeito nenhum. A mesma ignorou aquilo e amarrou o casaco na cintura logo fitando Sans e Flowey, que era segurado na bota pelo esqueleto, e ambos a observavam um tanto preocupados.

 

- Mais flores douradas... - Murmurou Flowey um tanto triste.

 

As obres de Sans estavam negras, fitando os braços da jovem. Ele se perguntava o motivo de aquelas flores estarem aparecendo cada vez mais no corpo de Frisk, ele começava a temer que elas a consumissem como fizeram com Chara. Espantou tal pensamento para o mais fundo de sua mente ao notar que a própria atingida não dava muita importância, mas um silêncio perturbador se instalou nos três ate que Flowey o quebrou.

 

- Ahn, gente... Vamos andando?

 

- Ah! Sim! Vamos. - Frisk despertou de seus pensamentos, que era sobre o que possivelmente estava mais adiante, e ainda sorrindo de maneira gentil e meiga ela pegou na mão de Sans, em um simples impulso, passando a andar em direção a pequena ponte disposta logo a frente deles.

 

- Bom, se não me falha a memória, adiante tem o Laboratório e para o norte um elevador que pode nos levar até Asgore... Mas como eu duvido que tanto Undyne quanto Alphys deixariam esse caminho livre, deve ter guardas ou coisa do tipo na região que leva até o elevador. Sendo assim, só nos resta passar pelo Laboratório e consequentemente por Alphys. - Explicou o esqueleto que olhava para qualquer direção que não fosse a que Frisk estava, esta por sua vez, analisava a situação em sua mente.

 

- Huuummmmm....... E não sabemos de muita coisa sobre ela... Estou ficando com um pouco de medo do que pode acontecer... - Ela comentou fazendo uma expressão de enjoo e insatisfação.

 

- Bom, tem algo que eu sei, e ridiculamente só venho me lembrar agora. - Ele se manifestou um tanto envergonhado enquanto mantinha-se a auto-xingar-se internamente.

 

- É sério? Só agora?! Logo quando estamos quase na porta do diabo?!! - Exclamou Flowey irritado.

 

- Tadinho do diabo, florzinha. - Riu Sans em deboche. - Bom, é o seguinte, pelo tempo que fiquei trabalhando para ela, já que antes eu era assistente de Gaster, a maluca deve ficar a maior parte de seu tempo no subsolo do Laboratório.

 

- Pera, como que não estrou lava nesse lugar?! - Indagou Frisk desentendida, toda a lei da física e afins eram quebrados naquele lugar.

 

- Não me pergunte, eu não sei. Mas de toda forma, talvez nosso maior problema seja a guarda real, teremos de evita-los o máximo possível, e ai nos podemos usar de meu teleporte para escapar deles.

 

- Então por que você não usa seu teleporte para nos levar direto ao Asgore?! - Perguntou Flowey arqueando sua "sobrancelha" em um ar desafiador. Eles haviam parado de andar ao estarem de frente para o Laboratório e se mantiveram a conversar entre si.

 

- Meio que Alphys inveja essa minha habilidade e criou um dispositivo que limita minha capacidade de teleporte em Hotland... Foi um dos vários motivos que deixei de trabalhar para ela dentro de muito pouco tempo, não demorou muito para ela enlouquecer... Então eu não posso, de alguma estranha forma que nem sei explicar, simplesmente me teleportar para o castelo... Infelizmente vamos ter que ir aos poucos.

 

- Eu não me importo, não estava em meus planos chegar lá tão rápido só por que minha vida está em risco. Preciso andar se eu quiser ajudar todos os monstros individualmente. – Manifestou-se Frisk fitando os rapazes com suas obres douradas que eram sutilmente cobertas pela franja, que era maior que o necessário, no qual transbordavam sua determinação.

 

- Não poderia esperar menos de você Frisk! – Exclamou a flor sorridente e animando-se diante o olhar da morena.

 

Sem mais delongas, o trio finalmente tomou a coragem de entrar no edifício torcendo para que Alphys estivesse nas entranhas do local, como dissera Sans, enquanto este passavam por lá. O prédio estava mergulhado em escuridão e Frisk não estava gostando nada daquilo, ela sentiu um mal presságio naquele momento.

 

- Sans... Não acha melhor corremos logo para a saída...? Estou com um mau pressentimento... – Murmurou a garota apertando com certa força a mão do esqueleto que se mantinha a segurar enquanto a outra se fechava sobre a manga comprida da blusa vermelha do rapaz e ela procurava andar bem próxima a ele.

 

- E-Eu não queria dizer nada, mas eu também estou sentindo isso... – Comentou Flowey se encolhendo na terra que havia na bota.

 

- Você tem razão... Escuridão e silêncio nem sempre é um bom sinal.

 

- Ao menos você tem bons sentidos para o perigo. – A voz vinha de cima e logo as luzes se acenderam no mesmo instante que eles levantaram a cabeça diante o susto que a voz lhes dera, o que deixou-os ‘’ cegos ‘’ por alguns instantes.

 

Não tardou muitos segundos e eles puderam sentir o impacto de algo atingir o chão com tudo ao redor deles e, quando seus olhos se acostumaram com a claridade, puderam vislumbrar que se encontravam agora presos em um cubículo provavelmente feito de acrílico. Sans xingou baixo fitando a cientista que estava no andar superior apoiada a uma sacada de grade com a cabeça repousada sobre a palma destra olhando-os de forma debochada e com um sorriso psicótico desenhado aos lábios. Apertando a mão de Frisk, tanto quanto ela já apertava a dele, procurou usar de sua magia teleportadora, porém nada aconteceu.

 

- Oh... Essa carinha de frustação... Você acha que esqueci de sua habilidade conveniente Sans? Você não vai conseguir tirar você e eles daqui. Eu melhorei minha ‘’magica’’ sobre sua habilidade. – Ela disse ao analisar a expressão que Sans fizera ao notar que seria impotente naquele momento.

 

- Mas que merda! – Exclamou o mesmo cerrando os dentes de forma tão forte que Frisk podia ouvir tal ato.

 

- Que peninha. Acho que está na hora de por as criancinhas mal criadas para dormir. Bons sonhos... – Ela proferiu retirando do bolso de seu enorme jaleco branco um dispositivo com um botão vermelho ao centro clicando este.

 

O cubículo, de alguma forma, começara a ser preenchido por uma fumaça esverdeada espantando os três, a quantidade foi apenas a necessária para apaga-los sem esforço. Frisk, praticamente de forma instantânea, sentiu seu corpo pesar e assim acabou por jogar um pouco do peso de seu corpo sobre o esqueleto que rapidamente soltou a mão da garota e cobriu a boca e nariz da mesma.

 

- N-Não respire isso Frisk! É gás s-sonífero...! Heh... Esperta, colocou magia nisso pra me apagar também é...? – Comentou ao sentir que tal gás também começara afeta-lo, fitou Flowey ao canto dos olhos, este travava uma batalha interna para se manter de olhos abertos.

 

- Acha que sou burra? Eu vi cada coisinha que vocês fizeram, dês que ela entrou em Snowdin... Minhas câmeras veem tudo! Bom, é uma pena que eu não tinha como me comunicar com Undyne na hora da sua luta com essa Humanazinha... Se bem que... Olhando agora, é um bônus para mim...! Estou intrigada em ver umas coisinhas agora... hah... HAHAHAHAHA! – Esclareceu a mesma não deixando de rir ao final, aquela risada digna de vilã e cientista maluca.

- Se você tocar um dedo em F-Frisk... Eu vou... Vou mata-la...! – Rosnou Sans que se permitiu sentar ao chão recostando-se em uma das quatro paredes do cubículo, já que, a pobre garota não resistira ao gás sonífero e agora encontrava-se desacordada, tal como Flowey que fora posto no colo da garota, em seus braços. O esqueleto a envolvia de forma protetora aguentando ao máximo a força daquele gás mágico.

 

- É o que veremos... Estou interessada nas flores douradas dês que elas mataram e definharam a princesa Chara. Finalmente terei a chance de ver do que são realmente feitas e quem sabe... Eu não possa curar sua amada? Hah, está na cara Sans... – Ela levou as mãos a cintura enquanto falava de forma debochada sem deixar o sorriso de lado, negou com a cabeça veemente e riu baixo. – Que coisa feia, se apaixonar por alguém de uma espécie que nos fez tanto mal...

 

- Fri...isk é dife...rente!

 

- Talvez, quem sabe... Não esqueceu como os humanos podem ser tão traiçoeiros quanto uma raposa? Durma logo de uma vez.

 

Como se suas palavras tivessem efeito sobre o esqueleto, este já em seu limite, por fim desacordou. A monstra suspirou de forma demorada olhando para a maneira que Sans segurava Frisk em seus braços, ela não conseguia por em sua mente que aquele esqueleto que tanto odiava os humanos estava disposto a proteger, se depender com sua vida, uma desta espécie.

 

- Vamos ao trabalho. – Falou para si mesma em um tom baixo enquanto tirava outro pequeno controle do bolso de seu jaleco. O gás dentro do cubículo em sua maior parte fora inalado pelo trio, por tanto, ela não viu perigo em clicar no botão do controle que logo fez a ‘’ armadilha     ‘’ se erguer no chão. O corpo de Sans caiu com tudo sobre o solo branco do Laboratório fazendo a bota com Flowey cair do colo de Frisk e ir de encontro ao chão enquanto esta ficara repousada sobre o corpo do esqueleto que firmemente a abraçava.

 

A amarela, que havia descido para o térreo, não demorou muito para pegar o corpo desacordado de Frisk dos braços do esqueleto e jogou a mesma sobre o ombro como se fosse um saco de batatas. Olhou para Sans e Flow com desdém e assim disse.

 

- Já já vejo o que fazer com vocês, por hora... Vamos preparar minha nova paciente...

 

 

Frisk se enche de DETERMINAÇÃO.

 

( Não sou de fazer isso, mas peço para que leiam as notas finais ​ewe tenho uma proposta interessante para vocês sobre o cap 12.q )

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


*Suspense*
Será que existe algo para '' curar '' as Flores Douradas?
Será que Flow e Sans estão bem?
O que caralhas vai acontecer agora gzuis?!
Descubram hoje no Globo Repórter.q

É o seguinte. Quero fazer algo especial!

Caso, até o próximo capítulo, cheguemos na marca dos 100 favoritos ou até mesmo passarmos... Eu estava pensando que no capítulo 11 vocês comentassem ideias/pensamentos do que vocês esperam para o encontro de Frisk com Mettatton!

''Como assim Kath?''

Tipo, atingimos a meta, ok. Ai nos comentários do capítulo 11, vocês iram me mandar o que vocês gostariam que acontecesse neste encontro. '' Ah, eu espero que o metta seja bom e que ele iria fazer isso, isso e isso para ajudar Frisk! '' estenderam? e_é Ai a melhor ideia eu vou pegar ( e se depender não vou nem precisar adaptar na história :# ) e o dono desta terá seu nome estampado lindamente nas notas tanto iniciais quanto finais! E caso a pessoa possua AU's de Undertale, irei deixar o link destas nas notas finais para dar uma mãozinha :3 o que acham?? <3 Digam-me se gostaram da ideia, heh.

Então é isso, até o próximo capítulo e novamente... Obrigada pelos favoritos e comentários, agradeci nos cap anteriores e vou seguindo agradecendo! Sem vocês leitores, nós escritores somos nada!!!

Até mais pessoal! Kissus ~ sz


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