História The diamond girl. - (SasuSaku) - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Juugo, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara
Tags Akatsuki, Amor, Aventura, Drama, Hinata, Kizashi, Mebuki, Naruhina, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Shikamaru
Exibições 290
Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite, minna-san!
Primeiro quero dizer que a menina da foto é como a Sakura deve parecer, mas sem as marcas do selo. Sim, a Sakura tem a marca do byakugou, contudo, nessa fic, é apenas uma marca de nascença.
Quero dizer também que estou muito feliz com a audiência. Quero agradecer a todos que favoritaram e comentaram.
Vocês me inspiram!
Divirtam-se. *-*

Capítulo 3 - Capítulo 2.


Fanfic / Fanfiction The diamond girl. - (SasuSaku) - Capítulo 3 - Capítulo 2.

 

                  A menina dormia tranquilamente em seu quarto até que ouviu barulhos que não conseguia distinguir, então, assustada, se levantou e ao sair de seu quarto esbarra em algo tão duro que até jurou que havia esquecido de abrir a porta. Olhou para cima e viu o olhar sério do Uchiha, engoliu em seco e respirou fundo.

- Sasuke... o que faz aqui? – Deu um passo para trás.

- Apenas me siga. – Falou frio, como sempre.

Sakura o viu ir mais a fundo daquele local, mas não desconfiou, pois, sabia que em seu guarda-roupa havia um fundo falso que dava uma passagem para um 3° andar. Ela agora se encontrava envolvida por um manto de preocupação que se dava ao fato de que eles estavam usando a passagem secreta de emergência e logo pensou mil e uma coisas ruins. Seu coração acelerou e sentiu as unhas invadir a pele de sua mão.

- O que está acontecendo? – Perguntou ela com um tom de nervosismo notório.

Sasuke a olhou e de início não tinha a intenção de falar, mas logo percebeu que tinha o direito de saber do que aquilo se tratava, afinal ela era a filha do chefe.

- Umas pessoas invadiram sua casa. – Falou calmo como se isso fosse tão normal quanto o nascer do sol.

A menina entrou em pânico e sentiu as unhas se fincarem cada vez mais pele adentro. Ela só conseguia pensar em seus pais.

- E onde estão meus pais? – As lágrimas rolavam em seu rosto.

- Eles estão bem. – Falou com um olhar fixo nos degraus que trilhavam.

De repente o rádio que estava preso ao cinto do homem começa a chiar e ele rapidamente pressiona um botão e a outra voz se põe a falar, a menina dedicava toda sua atenção para aquele momento.

“Sasuke! – (chiados) – Estamos no local. Já pegou a garota? ”

“Sasuke aqui. Estamos a caminho! ”

Ele prendeu o rádio de volta ao seu cinto, continuaram subindo de forma lenta. Não demorou muito até que eles chegassem a uma grande porta de ferro que não possuía trinco, o Uchiha então puxou de seu bolso um cartão preto e depois de um longo bipe, a menina assiste ao abrir de porta como se fosse um cavalo preso mirando a liberdade.

Sakura correu em disparado ao encontro de seus pais. Sua mãe estava tão nervosa de uma forma que chegou a assustar, seu pai estava com um revolver em mãos, este possuía um semblante raivoso e preocupado. Ela nunca se imaginou numa situação dessas, pois era como se os dias felizes tivessem sido apagados.

- Papai! – Falou num tom choroso.

- Escuta, filha, prometa para seu pai que você vai se cuidar e que não vai dar trabalho, sim? – Falou segurando os braços da menina.

As palavras usadas por seu pai causaram arrepios, era como se fossem suas últimas palavras.

O barulho de um tiro se fez, fortemente, presente naquele pequeno local. Sakura assistia sua mãe desmaiando, pois, estava em choque e paralisada.

- Sakura, vá! – Falava Kizashi.

- Pai, eu não vou abandonar vocês! – Dizia a menina com um rosto afogado em lagrimas.

O cenário era algo horripilante na vista da menina, sua mãe estava jogada no chão, havia desmaiado a poucos segundos devido a uma crise de pânico.

  Estavam ambos ali parados. Seu pai com um revolver em mãos respirando ofegante devido ao coração acelerado e a adrenalina do momento. Não havia muito a ser feito, pois os sequestradores já haviam invadido a mansão dos Harunos; só se ouvia o som seco dos tiros disparados no segundo andar. 

-Sasuke! Tire-a daqui e siga o planejado. – O homem apenas acenou a cabeça e seguiu até o corpo desmaiado, pegando-o como se fosse um saco de batata. 

 

(...)

Sakura estava acordando lentamente, sentiu a cabeça doer e lembrava de tudo como um pesadelo, pedindo mentalmente que nada fosse real, porém, não demorou muito até que descobrisse que não estava em seu quarto e sim no jatinho de seus pais. Seu coração apertou como se quisesse alerta-la de algum ruim.

Ela abriu a porta e seguiu no corredor até ver o topo de uma cabeleira preta que conhecia bem, seguiu com seus passos.

 Sakura deparou-se com uma visão privilegiada do corpo sentado do tal “garoto”, sim, garoto com aspas, pois ele já tinha virado um homem e um muito belo por sinal; Sasuke tinha os braços grossos e fortes, suas pernas também eram grossas, a camisa branca que ele usava estava pregada no seu corpo suado deixando em evidencia os gominhos definidos de sua barriga, seu ss cabelos pretos lhe davam um semblante calmo e sereno. A garota sentiu um molhar entre as pernas. Ele estava tão sereno que Sakura sentiu como se fosse um pecado acorda-lo!

“Mas qual o problema? Eu sou uma pecadora mesmo! ” – Pensou ela antes de pular em cima do colo do rapaz na esperança de irrita-lo.

O Uchiha sorriu de lado, nada fez e isso a irritou.

- Ei... Uchiha! Acorde! – Ela balançou o ombro do homem.

Sasuke praguejava mentalmente e desejava que ela explodisse. Ele estava cansado e com o ombro dolorido por ter que carregar o corpo pesado da garota.

- O quê? – Falou rispidamente, batendo forte nas coxas grossas de Sakura.

Ela se assustou com o tapa e pulou do colo dele.

- Cadê meus pais? – Falou em tom de raiva.

- Olha, eu sei o mesmo que você! – Se endireitava na cadeira – Afinal, sai da casa junto com você.

Sakura caiu sentada no chão da aeronave enquanto sua mente repetia todos aqueles momentos. “Como pode? “ – Perguntava-se. Sakura nunca acreditou em pressentimento, mas sentiu no fundo de seu coração que eles não poderiam estar mortos e isso a acalmou, de certa forma.

- Dizem que a viagem é melhor quando você senta numa poltrona! – Falou o moreno fazendo referência a garota que sentava no chão.

Sakura o mostrou uma careta e tomou para si um lugar à frente do homem. Ela sabia que tinha algo errado ali, mas o quê? Lógico que seria o fato de sua casa ter sido invadida e não ter notícia de seus pais, todavia, ela sentia que havia um algo a mais.

(...)

O comandante avisava pelo interfone que acabavam de chegar ao seu destino enquanto Sakura devorava algumas torradas com suco. Na verdade, ela nem ouvia o que o homem falava, pois estava com o pensamento fixo em como iria viver agora já que não tinha dinheiro e nem roupas havia trago consigo. Ela nem sequer sabia onde estava.

- Chegamos! – Falou Sasuke, trazendo Sakura de volta de seus pensamentos.

 - Eu sei, mas e agora? Para onde eu vou?

O menino deu de ombros como quem não sabia, mas, apenas fez tal ato em prol de ver a moça irritada.

- Eu não vou entrar no seu jogo, Uchiha! – Falou com os cerrados.

- Vamos! – Disse ao sair do local.

Sakura o viu carregando duas bolsas enquanto ela apenas tampava seus olhos numa tentativa de impedir que a claridade a cegasse, viu o moreno se direcionar a um Audi S8 preto, era o carro de seu pai. Optou por apenas entrar e dormir, deixaria que o homem a conduzisse, pois saberia que logo se veria livre dele por ser tão “irritante”.

(...)

3:30 da tarde

 

Sasuke avistava o pequeno posto de gasolina que ficava na parte norte da periferia londrina, decidiu parar ali para que pudessem tomar banho, comer algo e rever um amigo que “estava devendo uma”. Foi meio que inevitável não reparar no corpo da garota ao seu lado, ela havia crescido e, talvez, ele não tivesse reparado isso mais cedo devido a sua convivência diária com a moça; o fato é que ela tinha as curvas bem definidas: sua cintura era fina, tinha os seios médios, coxas torneadas e um cabelo, misteriosamente, róseos naturais que davam na cintura, a pele alva dela era algo convidativo, a garota possua uma marca estranha de nascença com forma de um losango em sua testa.

O garoto riu mentalmente quando teve a grande ideia de frear bruscamente na intensão de acordar a garota manhosa que estava sentada ao seu lado. Freou. Viu Sakura bater a cabeça no porta luvas. “Como assim ela estava sem o cinto de segurança? Garota tapada! ” – Pensou. 

- Seu idiota! – Gritou a menina.

Ela agora fazia uma cara feia.

- Eu poderia ter tido uma hemorragia, seu tapado! – Continuou.

- Ah! Claro! E no jornal seria manchete: garota morre após bater a cabeça no porta-luvas. – Fez aspas com os dedos. – Isso é para você aprender a usar esse negócio tecnológico chamado cinto de segurança.

Sakura o ignorou e olhou ao redor.

- Porque paramos num posto de gasolina? É aqui que você vai me deixar? – Falava.

- Não tem essa de te deixar, garota. Tsc! – “Como ela me irrita! “ – Pensou – Seu pai disse que eu deveria ficar com você até que ele resolvesse uns problemas. – Ele ria mentalmente da cara que a menina fazia, ela estava boquiaberta e com um olhar confuso. Sabia que ela não aceitaria isso com facilidade e isso era uma pena para Sasuke, eles poderiam se divertir. – “Mas o que eu estou pensando? Humph! “

Sakura não entendia como isso poderia ficar pior. Sim, pior. Mas pior porque ela tinha medo que o Uchiha voltasse a causar nela algum tipo de sentimento além de ódio. Sakura era ingênua, mas sempre fora realista e sabia que essa hipótese era algo a ser cogitado.

- Bem-vindo ao inferno, Sakura! – Falou ela.


Notas Finais


Leiam as notas iniciais e obrigada! Adoro vocês. *-*


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