História The diamond girl. - (SasuSaku) - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hidan, Hinata Hyuuga, Itachi Uchiha, Juugo, Kakuzu, Kisame Hoshigaki, Kizashi Haruno, Madara Uchiha, Mebuki Haruno, Naruto Uzumaki, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara
Tags Akatsuki, Amor, Aventura, Drama, Hinata, Kizashi, Mebuki, Naruhina, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Shikamaru
Exibições 184
Palavras 1.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá! Bom, gente, quem quiser minha playlist é só baixar o spotify e buscar pela play "The Diamond Girl", eu uso ela pra escrever e quem quiser ode usar pra ler também.
Fiquem com mais um e divirtam-se. <3

Capítulo 6 - Capítulo 5.


Fanfic / Fanfiction The diamond girl. - (SasuSaku) - Capítulo 6 - Capítulo 5.

 

Pararam num posto qualquer para se trocarem e tomara a estrada rapidamente, não queriam deixar rastros para trás.

- Para onde estamos indo? – Perguntou em meio as lágrimas incessáveis.

Ele não respondeu. Sasuke também estava em choque, as pessoas que o criaram estavam mortas! Queria voltar lá e matar aquele maldito da forma mais lenta possível, queria fazê-lo sofrer. Ele nem imaginava como a garota ao lado poderia estar, não conseguia pensa em mais nada. Fora tirado de seus pensamentos pelo celular que insistia em tocar.

- Alô? – Falou ríspido.

- Sasuke, é o Naruto. Você precisa vir na minha casa, é urgente. – Falou, eufórico.

- Chego aí em 20min.

Desligou o celular, olhou para Sakura que dormia no banco ao lado e resolveu acelerar. A chuva ainda insistia em cair violentamente, parecia que o céu chorava e era isso que o Uchiha queria fazer, contudo, isso era algo que ele não se permitiria fazer. Respirou fundo. Ele tinha que se manter forte como uma rocha, pois tinha que ser um alicerce para Sakura, como o prometido.

Sakura acordou com o barulho estrondoso de um trovão, seu pescoço doía devido à má posição e os seus pequenos olhos ardiam como fogo. Arrumou sua postura, passou as mãos nos cabelos róseos e olhou ao seu redor numa tentativa falha de saber onde eles estavam, reparou que o local tinha longos pinheiros e uma larga e solitária pista de mão dupla que era iluminada pelos faróis do Audi.

- Ainda estamos em Londres. – Falou ao perceber a confusão da garota.

- Ah! – Foi tudo que conseguiu dizer.

- Estamos indo para a casa do Naruto, ele disse que era urgente.

Ela imaginou mil e uma coisas, mas, com certeza, nada de pior poderia acontecer. Adentraram a uma pequena cidadezinha e depois de umas três curvas conseguiram chegar na tal casa, era bem simples, de cor amarela e parecia ser típica do local, tinha um segundo andar, mas sem varanda, tinha um alpendre curto e alguns canteiros de girassóis. Seguiram até a porta.

- Sasuke-kun! – Exclamou sorridente, uma mulher de cabelos preto.

- Hinata! – Deu um leve sorriso.

- Hinata, mande-os entrar! – Gritou a, inconfundível, voz de Naruto.

- Hai! – Gritou de volta.

A moça apenas observava calada, achou que não tinha nada a dizer e seria melhor ficar de boca fechada. Eles foram até a pequena cozinha que exalava um cheiro forte de sushi fazendo com que a barriga dos dois tremessem, afinal, só haviam feito uma refeição no dia. Sentaram-se.

- Sakura-chan! – Sorriu largamente.

- Naruto! – Exclamou em meio a um sorriso forçado.

Desde o dia em que Naruto começou a trabalhar naquela casa eles sempre conversavam, contava para a garota sobre cada uma de suas aventurar e sobre o mundo a fora. Naruto também foi o primeiro e único beijo que Sakura havia dado, mas a garota não nutria sentimentos amorosos por ele, ambos sentiam apenas uma leve atração, na verdade sempre foram grandes amigos.

Naruto percebeu que ambos estavam muito tristes e ele nem conseguia imaginar o porquê. “Será que é fome? ” – Pensou ele.

- Bom, comam primeiro e depois nos falamos, não tenham pressa. – Ele fez um sinal de legal com a mão.

...

Ao final da refeição todos se direcionaram a uma sala pequena e iluminada apenas pela lareira e o Uchiha começou a contar tudo o que havia acontecido depois que saiu da mansão. Sasuke viu Naruto sair e voltar com um pequeno envelope em mãos.

- Aqui! – Estirou a mão na direção de Sakura.

Sasuke tomou o bilhete para si e começou a abrir rapidamente. Fez uma cara de raiva.

- Mas que brincadeira é essa Naruto?

- Como assim? – Foi para trás do amigo.

O loiro passava os olhos pelo o bilhete e também não entendia nada. Sakura, percebendo a situação, levantou-se e foi em direção aos dois, olhou o papel e também estava chocada, pois no pequeno envelope continha apenas números aleatórios, ou pelo menos era o que os garotos pensavam. Sentou-se à mesa com o papel em mãos e fechou os olhos numa tentativa de lembrar de algo.

...

Flashback:

- Assim minha filha. – Dizia sua mãe enquanto pegava um papel e uma caneta.

Eles brincavam de esconde-esconde e o bilhete em suas mãos era uma pista. Sua mãe começou a escrever números de 1 a 10 e em seguida escreveu o alfabeto em relação aos números.

- Não entendo, mamãe.

- Você coloca o a, j, s em baixo do número 1 e em seguida distribui o restante das letras. – Riu para a criança.

Flashback off.

...

- Naruto! – Gritou, assustando todos ali.

- Sakura-chan? O que foi? – Pergunto confuso.

- Me arrume um papel e algo para escrever, rápido, por favor!

O Uchiha observava aquela euforia e se aproximou tomando, também, um lugar à mesa. Não falaria nada, uma vez que não queria interromper a linha de pensamentos dela. Logo viu o amigo voltar com um caderno e uma caneta. Viu que a menina murmurava algo enquanto escrevia alguns números e seu semblante começava a mudar, estava esboçando um sorriso e respirou aliviado, sem saber o porquê. Logo os números se tornaram letras e as mesmas viraram palavras poderosas. Todos ali ficaram boquiabertos e a menina estava chorando mais uma vez.

“5121461 49461! ” – Era o escrito da carta.

“Estamos vivos! ” – Era o escrito no papel que fora traduzido por Sakura.

...

O semblante do homem estava radiante, mas logo fora ficando escuro quando uma dúvida lhe roubou os bons pensamentos.

- Naruto... que te entregou isso? – Pergunto sério.

- O Gai-sensei. – Falou ainda sorrindo.

Gai era o professor dos garotos, ele havia ensinado as artes márcias e era o chefe de segurança daquela casa e do deposito que a mesma possuía, ou seja, alguém de muita confiança para a família Haruno, e por esse fator logo voltou a ficar feliz, pois tinham quase certeza de que a notícia era verídica.

- Mas quando ele te deu isso? – Falou Sakura.

- Poucos minutos antes de ligar pro Sasuke. – Falou coçando a cabeça.

- Então o Gai pode saber onde meus pais estão! – Sorriu.

- É... Sakura-chan... eu acho que não, porque eu fiz a mesma pergunta e ele me contou que apenas havia deixado eles no aeroporto contrário ao de vocês, disse que eles tinham seguido com o Kakashi, aquele amigo de seu pai.

- Ah! – Falou tristonha.

- Ah, não fique assim! Ao menos sabemos que estão vivos! – Falou Naruto sacudindo os ombros da moça.

- Sim, mas e agora? O que faremos? – Perguntou Sakura.

- Não podemos ficar fugindo deles e não temos a mínima ideia de onde seus pais estão, eu pensarei em algo, mas por hora, devemos descansar. – Falava Sasuke.

- Vocês podem dormir aqui, temos um quarto lá em cima, mas só temos uma cama! – Sorriu malicioso.

- Lá vamos nós de novo!

...

Sasuke pegou a pequena bolsa que estava continha as coisas dele e de Sakura, havia sito feita no calor do momento e ele sabia que logo ficariam sem roupa, mas, por sorte, a casa de sua família ficava ali perto e poderia buscar suprimentos. 


Notas Finais


Leiam as notas iniciais. *-*
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