História The diary - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Diário, Suspense, Yuri
Exibições 5
Palavras 1.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa leitura!

Capítulo 2 - Segundo passo: Envolvimento.


Narradora POV

Adele estava em seu quarto agora, não sentia fome então preferiu ir estudar o que aprendeu no dia. Ironicamente as horas passaram extremamente rápidas e sua tia batia em sua porta a cada trinta minutos para tentar faze-la comer ou sair de lá, ou pelo menos dormir, mas foram tentativas falhas afinal a garota preferiu manter-se lá. Já estava tarde e Adele não sentia sono algum, olhou para o lado... o diário... abriu-o e começou a ler a página de número que por algum acaso batia com a data.

Aquelas páginas falavam de um lugar, algum tipo de bar que a dona do diario frequentava algumas noites, costumava ir lá quando brigava com a namorada. Mas em uma noite ela entrou em uma briga feia, ela havia machucado muito alguém e apenas não matou a pessoa por culpa de um amigo dela que os separaram, ela havia escrito todo o endereço e tinha um desenho de uma porta.

-Droga! amanhã eu tenho ballet... - largou o diário e apagou as luzes.

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Na manhã seguinte como o costume arrumou-se e seguiu para a aula de ballet. Infelizmente não tinha muitas amigas lá, as garotas evitavam ela. Fazia alguns dias que estavam ensaiando uma pequena coreografia e neste dia cada uma a dançaria individualmente, ela estava sentada assistindo uma das garotas dançar, ela seria a próxima mas sua mente estava voando, não conseguia tirar aquele lugar da cabeça e muito menos quem seria o cretino safado a quem a garota se referia, falando em safado pensou no Brad.

-Querida! ande é sua vez - ouviu a voz da professora - Acorde Adele.

-Aah, me perdoe - levantou trocando de lugar com a outra menina e se posicionando apenas esperando a música começar.

Começou os delicados passos, porém, sua mente ainda voava um pouco mesmo que preferisse se concentrar na dança.

-Linda... - E caiu.

-Oh querida! está tudo bem? - perguntou a professora, a quem chamava-se Beatriz.

-Você... ouviu isso? - perguntou, mas logo balançou a cabeça e levantou - desculpe, esqueça... irei fazer de novo.

-Okay, reiniciarei a música.

Sentiu-se aliviada quando conseguiu completar a dança, a Senhorita Beatriz deu um descanço para todas antes que voltassem ao ritmo normal.

-Olha lá a loirinha - ouviu as outtras garotas dizerem entre si - ela se acha mas na moral mesmo... não é nada...

Sentiu uma raiva tomar conta de si e virou-se para elas

-Se você é tudo eu realmente prefiro ser nada - foi em direção ao vestiário e trocou suas roupas. Saiu de lá imediatamente, estava irritada e frustrada, odiava aquelas garotas agora e precisava aliviar aquele ódio, não era comum ela odia alguém mas por algum motivo aquele dia o que ela menos queria era contato com seres humanos.

Assim que estava a caminho de casa, pensando no que falaria para Mary quando chegasse tão cedo foi chamada e assim que olhou era Sophia. Ela estava em uma sorveteria sozinha.

-Adele! vem cá - Respirou fundo e foi, sentando-se ao lado da garota - o que está fazendo?

-Saí mais cedo do ballet.

-Por que?

-Nada demais, estou sem vontade de dançar apenas - deu uma desculpa não precisava falar que estavam a provocando.

-Entendi, hey... você bebe? - perguntou falando um pouco mais baixo.

-Não, eu não posso... - respondeu calmamente.

-Quer sair hoje a noite? é um barzinho que eu ia com uma antiga amiga minha, faz tempo que não vou lá - sorriu fraco como se estivesse com uma certa nostalgia.

-Sim, eu quero - nem pensou muito para responder, afinal ela nunca saia para se divertir, que mal fazia? ela era humana também, não precisava ser perfeita sempre ou precisava? - onde é?

-Eu vou te buscar na sua casa, me passa seu endereço e pode falar para os seus pais que vai dormir lá em casa, meus pais dão cobertura pra gente, e não esquece de ir de shorts - riu um pouco - vamos combinando! partiu seduzir? - estendeu a mão e Adele a pegou.

-Partiu.

-Me passa seu número.

-Tá.

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Já eram 22h00min, sua tia havia concordado com ela dormir na amiga e ficou até feliz por Adele ter amigas tão próximas.

-Sua amiga vai demorar muito? - Mary estava impaciente.

A campainha toca.

-Viu? aí está ela! - Mary abriu a porta animada, dando de cara com Sophia e se encantando com a beleza da morena.

-Boa noite Senhora Mary - quem via nem imaginava... - vamos Adele?

-Boa noite Sophia, até amanhã Adele

-Até amanhã tia.

E finalmente a porta fechou e ela se sentiu livre, sua tia quase chora ao vê-la sair, parecia sua mãe.

-Trouxe tudo? - perguntou Sophia.

-Tudo que falou, e claro o dinheiro

-Riquinha... - disse e riu alto.

-Eu ganho mesada todo mês e quase não gasto, esperava o que? - riu também.

Foram até o carro, as mochilas foram deixadas lá e os pais de Sophia a deixaram com a amiga na frente do que parecia ser um beco onde havia uma escadaria escura. Quando conseguiram descer, sem alguma queda fizeram o procedimento que todos faziam. Você entregava uma quantia e ganhava uma especie de cartão com aquele valor, era descartável apenas você podia usar e assim que o valor acabasse ele seria inutil.

Por um momento Adele parou, não enchergou a porta mas... seria esse aquele bar? queria não ligar muito para aquilo mas mesmo que pouco martelou em sua cabeça.

-Ei! toma, vira e vamos dançar - Sophia voltou com a bebida das duas, ela havia feito questão de pagar a primeira dose de Adele.

-Okay... - virou sentindo arder forte - ai..

-Se acostuma! vem! - puxou ela para a pista, e as duas começaram a dançar.

Assim seguiu a noite, até elas cansarem e sentarem em um sofá, cada uma com uma garrafa e claro, a estranha atração que Adele nutria por Sophia. Por um momento reparou nas pernas dela.

-O que tanto olha? - disso no ouvido da loira.

-Nada, eu só... te acho muito bonita.

-É? - pegou a mão de Adele e a deixou em sua coxa, a guiando até seu quadril - então não vai ligar se eu fizer isso né?

Sem nem esperar uma resposta ela beijou Adele, a puxando pela nuca brutalmente. A noite no "bar'' se encerrou ali, Sophia ligou para seus pais que as buscaram, e as levaram para casa. E enfim, Adele apenas acordou.

Colocou a mão na cabeça, estava doendo muito. Olhou e viu que Sophia não estava ali e ela estava... nua?

-Hã? - levantou e vestiu as suas roupas que estavam espalhadas pelo chão do quarto e as vestiu, logo saindo de lá e procurando a morena pela casa.

-Bom dia! - achou-a na cozinha, aparentemente estavam sozinhas em casa.

-Bom dia... - bocejou - por que não me acordou?

-A noite foi longa para nós, preferi te deixar descansar, fome?

-Sim... mas... espera, o que aconteceu exatamente na noite passada? - agora ela estava muito confusa, perguntou sentando-se na bancada.

-A gente saiu, bebeu, dançou, ficamos bêbadas e transamos - falou em uma tranquilidade impressionante.

-O que? é sério!? só pode ser brincadeira... - colocou a mão na cabeça ainda a sentindo doer.

-Não é brincadeira, eu meio que me aproveitei de você estar bêbada, desculpa... mas não resisti, você me lembra tanto alguém que já tanto desejei e não tive... olha as paixonites né? - riu entregando um remédio para a loira.

-Qual é o nome daquele lugar? por acaso são...- foi interrompida.

-Siglas? sim, é T.A.Y.

"Fui de novo no agora chamado de T.A.Y, eles colocaram esse nome em minha homenagem, disseram que vão me matar, no caso não os donos de lá... mas alguém daquele lugar está com um ódio mortal de mim, quem sabe não é a Kit? ela que é apaixonada por ele, na verdade essa vadia escrota é apaixonada por todos, eu também era o amor da vida dela afinal, assim como Brad e metade do mundo."

 


Notas Finais


Desculpe não estar tão grande, obrigado por ler.


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