História The Doctor, The Angel - Taekook - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Suga, V
Tags Amo, Bts, Drama, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kawaii, Lemon, Romance, Sexo, Taegi, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoongi
Visualizações 178
Palavras 1.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muito sábia .

Capítulo 11 - Capitulo 11.


 Hoje é sábado, o que acha de andarmos no parque? -Yura.

 

Eu trabalho, desculpe - Th. 

 

Tá, eu trabalho só meio período aos sábados, mas deixa esse segredinho guardado. 

 

Desde o encontro, Yura me manda mensagens diariamente, fica comigo pela faculdade e às vezes até pede para que eu vá a sua casa. Porque eu nunca vou? Primeiramente, estou começando a me sentir desconfortável perto dela, eu não tenho mais privacidade enquanto quero estudar, no meu horário do lanche ela tenta me beijar enquanto estou comendo, é desagradável sua presença, mas não sei com me afastar sem magoa-la. 

 

-inventando desculpas falsas para a namorada? - olhei para trás vendo Jungkook ali, bem próximo com seu olhar direcionado ao meu celular.

 

- devia cuidar dos seus problemas Sr.Asma.

 

-se não vai ao parque com ela, irá comigo - ele deu sorriso estranho.

 

-porque eu faria isso? - soltei uma risada.

 

Ele pegou meu celular de maneira rápida me deixando sem reação. 

 

-Querida, eu menti..saio cedo do trabalho mas não quero me encontrar com você. - ele disse enquanto digitava - posso enviar? 

 

-Não Jungkook - tentei pegar o celular de sua mão mas ele se afastava agilmente - me da. -falei sério. 

 

-meu dedo tá escorregando..3..2..

 

-tá eu vou no parque com você! Agora me da! -esperneei dando um pulinho no chão e ele riu me entregando o celular. 

 

Apaguei a mensagem e desliguei a tela do celular logo  pondo no bolso. 

 

-bom menino - senti sua mão afagar meus cabelos e depois ele se afastou, indo pra outro cômodo da casa. 

 

Mano, eu fico tão confuso quando ele aparece desse jeito, sendo legal, interagindo comigo, e quando eu finalmente acho que ele pode ser bom comigo, ele volta a me tratar mal, volta a ser grosso..e aí eu digo para mim mesmo que não vou mais ser legal com ele, mas quando ele aparece na minha frente agindo dessa forma, eu me esqueço completamente da minha promessa. 

 

E quando ele toca em mim? Eu fico acelerado, não sei explicar, algo desperta dentro de mim me mandando se afastar, e quando eu tento, os meus pés travam. 

 

Vi Sra.Jeon vindo em minha direção com sua cadeira de rodas enquanto sorria. Andei até ela - já que mesma empurrava as rodas com certa lerdeza - e comecei a empurrar. 

 

-Bom dia.. - ela olhava em volta e em seguida parou seu olhar sobre mim. - reformaram o asilo?..Você é novo aqui? 

 

Aí meu Deus. 

 

Não pode ser. 

 

Ela piorou. Piorou muito. 

 

-Sra.Jeon.. - não conseguia falar, minha emoção me atrapalhava. 

 

-quem é essa? - sua expressão entregava que ela estava ficando nervosa. 

 

-é você..não se lembra mesmo? - segurei minha vontade de chorar, peguei em sua mão mas a mesma afastou. - sou eu Sra.Jeon, é o Taehyung. 

 

-isso é algum tipo de..de...como é a palavra mesmo?...brincadeira? 

 

-não, não é nenhuma brincadeira. - me abaixei em sua frente - estamos na casa de seu filho, você é Jeon Eubil..eu sou Kim Taehyung, quem cuida de você a quase 3 anos. Você precisa lembrar. 

 

-e-eu..eu não lembro - ela começou a chorar - não consigo lembrar de nada - ela começou a se debater desesperadamente. - me ajude a lembrar! 

 

E de repente eu também estava chorando, vê-la assim me doía. 

 

Abracei a mais velha tentando fazer com que ela se acalme, algo que deu certo, aos poucos ela foi parando de se debater e já secava as lágrimas. 

 

-eu me sinto tão sozinha.. - sua mão cobria parte de seu rosto - converse comigo, eu não..não sei quem sou. 

 

-pra mim, você é como uma mãe - ela abriu um pequeno sorriso - eu não te deixaria sozinha, então apenas não se sinta sozinha, ok? 

 

Ela aceitou com a cabeça e já estava calma.

 

Olhei para o relógio e era minha hora de sair, mas eu não a deixaria agora, nesse estado. 

 

A levei para o grande gramado atras da casa onde o sol ainda batia e fiquei caminhando lentamente enquanto empurrava sua cadeira de rodas. 

 

-sabe Sra.Jeon..você foi uma mulher muito sábia -dei alguns passos - eu estava saindo do ensino médio, tinha problemas de adolescentes, e quando ia ver a Senhora, meu dia mudava..

 

-parece que fui alguém importante na sua vida.. - sua voz era triste. 

 

-você ainda é, e sempre será..não faz ideia de como era aliviante ter alguém que me acolhia enquanto meus pais brigavam em casa. - suspirei lembrando de uma má fazendo passado. 

 

-e porque eles brigavam? 

 

-questões financeiras..acho que por isso, aprendi a não ser muito apegado ao dinheiro. - sorri - mas você..você foi bem sucedida. Teve uma grande vida, então não chore mais, hum? 

 

-eu fui? - vi suas ruguinhas ao lado dos olhos e pude saber que ela sorria. 

 

-sim você foi - sorri também. - sabe..agora eu estou doente do coração. - comecei a falar sem pensar. 

 

-como assim? 

 

-acho que estou apaixonado. 

 

-isso é no coração? - sua curiosidade da nítida.

 

-sim, e é bem grave - soltei um riso - existe duas pessoas..uma delas, é mais íntima, até nos beijamos às vezes, mas quando estou com ela, não sinto nada de mais..sabe? 

 

-não sente o amor? 

 

-exato..e a outra.. - olhei pra grama enquanto ainda andava, mas agora para a outra direção. - a outra me deixa sem jeito quando está por perto, nunca aconteceu nada entre nós..nunca me apaixonei por esse tipo de pessoa também..é tudo muito novo. 

 

-coisas novas são boas. 

 

-a mãe dessa pessoa..não gostava dela por ela ser diferente, e acabou o expulsando. 

 

-nossa..que tipo de mãe expulsa seu filho? - ela parecia chocada. 

 

-eu sei - comprimi os lábios pensando em algumas coisas - estou começando a achar que também sou diferente..

 

-diferente como? 

 

-apenas..diferente - ouvi um baixo barulho e olhei para uma pequena casa na árvore que tinha ali na minha frente. Deve ter sido um gato. 

 

-hum...Doutor? 

 

-sim, Anjo. 

 

-você está doente de amor pela pessoa diferente.. 

 

-mas como você pode saber disso? - fui até seu lado olhando em seus olhos. 

 

Será que eu sou mesmo diferente?..bom, gay? 

 

Talvez eu seja somente bi? 

 

Ou talvez eu seja hetero mesmo, apenas estou confuso. 

 

-você mesmo disse, eu fui uma mulher muito sabia.


Notas Finais


Sra.Jeon não morra T.T


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