História The Dragonborn Comes - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~LunarGuest

Postado
Categorias The Elder Scrolls V: Skyrim
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Elder, Fic, Ficção, Greybeards, Guerra, Imperial, Jogos, Lunar, Romance, Scroll, Skyrim, Stormcloack, Tes, Yura
Exibições 13
Palavras 1.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


MEU DEUS O QUE É ISSO? SIM EU VOLTEI /comemorando

Espero que não tenham me abandonado

Era pra ser um capítulo surpresa, por que simplesmente perdi o bloqueio criativo que estava tendo. Eu lançei MILHARES de fanfics one-shots sobre Angst, pois, estou em um estado crítico de depressão. A única saída era fazer One-shots Drabbles que me livraram.

Enfim, essa fanfic saiu de Hiatus. E eu vou continuar agora, porque simplesmente mesmo estando fodida emocionalmente e psicologicamente, eu voltei a jogar vídeo game e voltei a jogar skyrim e comecei a perceber o quanto de historias eu estava perdendo e então decidi voltar a escrever essa fanfic. Como dito antes, ela é uma fanfic que tem uma linguagem diferente, e palavras diferentes. Aos poucos vamos percebendo palavras antigas e não usada mais, então era difícil lidar com ela. Mas, chega de enrolação e espero que gostem desse pequeno capítulo lançado.
Esse capítulo está muito pequeno, porque o próximo ta uma caralha de grande. RÇRÇRÇR //oi que?

[Enfim, peço que caso alguém veja uma fanfic assim igual a minha, denuncie.
CÓPIA É CRIME.
Seu eu pegar será denunciado.]

Boa leitura <3
(Se houver erros ortográficos, peço perdão. Amanhã será corrigido.)

Capítulo 11 - Horn of Jurgen Windcaller - Parte II


Fanfic / Fanfiction The Dragonborn Comes - Capítulo 11 - Horn of Jurgen Windcaller - Parte II

 

“Eu estava sangrando, todo machucado, minhas roupas estavam com muito sangue. Estava desnorteado e tentando recuperar minha visão falha  quando sinto alguém me arrastar até uma casa no meio de uma cidade destruída. Quando percebo minha vista vai escurecendo e então: escuro total. Não sei ao certo quanto tempo se passou, mas consegui acordar.

Ao levantar meus olhos, percebo um homem aparentando minha idade.

- Q-Quem é v-você? – Disse soltando o ar e tentando formar uma frase, o que saiu como se estive gaguejando.

- Calma! Não irei fazer mal algum, é que você estava em uma batalha com soldados e então algo te acertou e você caiu aqui. Encontrei-te, pois sou um aventureiro e vivo andando por estas terras. - Disse gesticulado. – e bom... Você estava ferido, estava não.. Ainda está!- Ao termino de sua frase, ele apontou ao meu abdômen, que ainda sangrava.

-T-tudo bem..-Digo conferindo. – Mesmo assim... Ainda não me disse seu nome..- Digo o olhando nos olhos.

-Hagnar, Hagnar the Bear.- Disse fechando os olhos e abrindo um sorriso, o que dava-se a entender que realmente aquele guerreiro tinha muito orgulho de portar tal titulo. – E você?- Cortando a distância que havia entre nós, o tal Bear, ajudou-me a levantar.

-Handrall, apenas Handrall. - Disse-me apoiando em Hagnar, enquanto ficamos sem falar uma palavra se quer, ele me levou até uma cama. Logo ele virou-se para a janela – Por que está me ajudando? Não sabe se sou uma ameaça, poderia te matar agora e ninguém saberia.

-Sei que não faria isso, pois já poderia ter feito. Sua espada estava do seu lado e eu estava de costas para você agora pouco. - Disse Hagnar rindo. - Certo, cuidarei de você se me permitir, tudo bem? – Disse saindo de sua expressão sorridente e indo para uma expressão séria.

- T-tudo bem.. ARGH – Quando eu fui terminar de falar, acabo por vomitar um pouco de sangue, fazendo-me cair e bater a cabeça.” (Handrall – Flashback)

 

- Ahnn.hm..- Ao acordar, sento-me na carroça e tento me espreguiçar. Tal situação chamou a atenção do homem que me levava ao meu destino. - Já chegamos? – Perguntei vendo o mesmo seguindo caminho à frente.

-Oh. Bom dia Handrall, sim chegamos. – Dito aquilo meu corpo arrepiou-se totalmente.
             - Em qual cidade você quer ficar? Posso te solicitar Whiterun, é a cidade principal de Skyrim.

- Por mim, tudo bem. – Disse, me levantando e arrumando minha roupa no corpo. – Estamos aonde?

-Estamos em Morthal, quer dar uma parada? – Perguntou olhando para alguém na rua, porém, eu estava olhando para minha mochila distraidamente.

- Não, podemos ir – Disse ríspido.

-Tudo bem, hm, sabia que eu gosto dessas mulheres nórdicas?! São bem lindas.

Eu estava escutando e concordando, mas não estava olhando nem para o moço da carroça quanto à mulher que ele se referia. Eu estava arrumando minha arma e meus pertences dentro da bolsa.

P.O.V  Yura

Pedindo uma informação para uma mulher em Morthal quando percebo que uma carroça passa rápido, indo em direção a alguma cidade. Claro que ouvi o que o homem dizia, mas, apenas ignorei. Pude notar que havia um Redguard na parte de traz, olhando para baixo e mexendo em uma mochila, não consegui ver seu rosto. Mas parecia ser familiar...

Chegando aonde era meu ponto, tive que andar entre umas florestas mortas e enfim cheguei aonde queria. A tão famosa: Ustengrav. Percebi que havia uns necromantes e uns bandidos dormindo perto da tumba soterrada.

Bom, eu sendo muito atenciosa como sempre, pisei em um galho que chamou a atenção de todos. Peguei minha arma e a empunhei, o primeiro mago que chegou a minha frente eu tentei bater... ~Mas ele é mago..


O mesmo desviou e me atirou sua magia de fogo, me fazendo gritar de agonia de ter a pele bem quente, ao mesmo tempo em que gritei eu soltei minha Greatsword no chão. Dois bandidos já mortos, porém com um spell de dar a vida novamente, vieram em minha direção. O homem que estava mais perto levantou sua espada de uma mão e eu consegui dar um soco em seu estomago –Sorte, pura sorte-  e ele por sua vez  pareceu-se distraído com a dor. Peguei a arma de sua mão e cortei seu pescoço, fazendo com que ele virasse pó. O outro que usava uma adaga, veio com movimentos rápidos e tentava acertar um golpe em mim.

Protegendo-me apenas com a espada, em um momento de vacilo, o fiz de refém o puxando e o deixando de costas pra mim. O mago estava nesse tempo estava pegando suas coisas e tentando fugir, mas quando viu que eu tinha acabado com um dos bandidos dele, voltou e tentou usar suas firebolls, o corpo refém serviu para que tomasse bolas de fogo e também virasse pó, mas com esse tempo ganhei uma maneira de ficar perto do mago e assim o pegando pelo pescoço.

- Voce irá morrer.. Grrr – Disse o desconhecido. Segurando minha mão para que eu soltasse seu pescoço.

- Não desta vez. – Levei a espada e cravei em seu peito, o mesmo alterou sua expressão para dor e logo não respondia mais.

Quando caiu, fiz questão de olhar corpo por corpo (pó por pó) e ver se não tinha nada de necessário -(Só encontrei moedas e espadas piores que a minha)-. Voltei ao centro do acampamento e peguei minha espada de duas mãos.

- Essa sim é uma espada de verdade. – Disse abrindo um sorriso de canto.

Fui até o inicio da tumba e desci as escadas antigas, abri a porta metálica que aparentava ser feita por mãos divinas e simplesmente observei o que havia dentro. Vi que o lugar era muito espaçoso, colunas que seguravam o teto mostravam-se trincadas e rachadas, elas tinham espaços como buracos que ali eram colocadas velas, estavam acesas. Ao dar mais alguns passos, a minha esquerda existia uma espécie de escada que mais acima poderia ver um corpo morto e muito antigo: conhecido como draugr.

Mesmo observando continuei seguindo, após passar entre alguns buracos, novamente saí em uma dugeon, após vários draugr’s, eu achei uma porta diferente das demais, era quase igual a que estava no inicio, porém essa estava entreaberta e era prateada.

Eu descia varios degrais, e cada vez mais eu me amaldiçoava.

Escadas, ratos, paredes, mortos vivos, mais paredes, sangue, e o que? Exato: Escadas!

Após várias vezes subindo e descendo, matando e se defendendo, meu corpo cansou. Era muita batalha apenas para uma dugeon, eu já estava cheia de cortes, pois existiam ataques que os draugrs me davam que eu simplesmente não conseguia defender. Eu não sabia lutar muito bem, ainda era novo isso para mim, por mais que muitas vezes eu mate tudo isso... é tudo sorte de principiante.

Sentei-me e bebi uma poção de cura, aos poucos fui sentindo meu corpo relaxar, os cortes se cicatrizavam, minhas dores paravam.. Meu fôlego ainda não estava bem, então me levantei e respirei fundo, eu já havia pego algumas doenças, pois tudo era velho e antigo, mesmo com a poção sentia às vezes tontura, minha visão embrulhava e as vezes ficava mais frágil a certas coisas.

Achei um lugar incrivelmente abandonado e lindo. Quando mais eu explorava a dugeon, mais lugares fascinantes apareciam. Descobri certo puzzle, mas por bem soube passar e assim me guiar até a ultima e tão sonhada sala.

Ela consistirá em: Uma ponte reta, um pouco estreita. Nos lados, existia água, como uma espécie de lago, e então esculturas que saiam das águas formando uma estrada nobre a quem passava. No final da ponte estava um túmulo, onde uma mão de concreto segurava uma carta.

Eu achei que iria encontrar o Horn ali, mas percebi que havia sido em vão toda a minha “luta”.

Segurei tal carta e comecei a ler:

“Dragonborn

Preciso falar com você, urgentemente.
             Vá a taverna Sleeping Giant em Riverwood, e peça um quarto no ático.

- Um Amigo.”

Sério isso? – Pensei. Eu teria feito toda uma jornada para simplesmente no final das contas, ir em uma taverna. – Brrr – Bufei.

Taverna de Riverwood

Ao adentrar na taverna, sentei-me em uma mesa e esperei uma moça me atender. Pedi um Ale, e uma sopa caprichada de carne. Eu poderia ser a nova Dragonborn, mas eu estava morrendo e eu não salvaria o mundo com fome.

Depois de comer e me sentir até um pouco revigorada, fui até a moça que me serviu e então pedi um quarto no ático. De primeira pude observar que a moça arregalou levemente seus olhos e me encarou de baixo a cima. Logo ela me pediu para segui-la. Entramos em seu quarto e ela abriu seu armário, não era bem um armário e sim uma passagem para outra sala, só que subterrânea. Ela apoiou-se na mesa e então começou a se pronunciar.

- Os greybeards pensam que você, é o Dragonborn. Eu espero que estejam corretos. - Sua voz era um pouco enjoada, mas o que ela queria comigo afinal?

- Você quem pegou o Horn e deixou a carta.. – Sussurrei confirmando.

- Surpresa? Sou muito bom em minhas técnicas de ataque. -Debochou

-O que você quer comigo? – Meu tom automaticamente tornou-se ríspido.

- Olhe.. eu não sou sua inimiga. Eu estou com seu Horn, e eu ainda te ajudei. Apenas me escute..

-Hm.. – Pensei- vá em frente. Estou escutando.

- Como eu disse em minha carta, eu ouvi dizer que você é o Dragonborn. –Respirou- Eu faço parte de um grupo.. Que procura por você.. alguém como você por muitos anos. Se você é realmente o Dragonborn, isto é, antes que eu te conte algo, preciso realmente ter certeza que posso confiar em você. –Completou.

-Como eu posso ter certeza que poderia confiar em ti? – Perguntei já sem paciência.

- Se não confia, você foi uma idiota de ter vindo aqui primeiramente. – Soltou-lhe um sorriso sarcástico.

~Certo, você merece uns belos de uns socos na sua cara~Pensei, encostei-me na parede, cruzando os braços até a altura dos meus seios e então a olhei da forma mais desprezível possível. – Diga logo o porquê precisa do Dragonborn. –Respondi.

- O Dragonborn é o Super Assassino de Dragões. Você é o único que pode matar um dragão permanentemente até devorar sua alma. Você pode? Pode absorver uma alma dragônica?

- Exatamente. Foi assim que eu descobri que era a Dragonborn.

- Bom, você terá sua hora de me provar que pode realmente fazer isto.

- E como iremos fazer isso? – Perguntei já desinteressada.

- O mapa, que você trouxe até mim. Dragonstone se lembra? Farengar...

- Então era você a mulher que me elogiou..

Após uma longa conversação, descobrimos que existia um mapa de dragões, onde informava suas localizações. Iríamos a Kynesgrove provar a minha habilidade. Seria mais uma missão que me levava para longe do objetivo de ver meus pais. Mas, de certa forma eu absorvi uma alma de um dragão. Isso era fato, e eu teria de viver daqui pra frente sabendo que nasci para proteger o mundo. Eu faria isso convicta de que no final... meus pais teriam um grande orgulho da filha que tiveram.

E que Handrall iria ficar orgulhoso da meia filha que ele ganhou.


Notas Finais


Momento: Vamos xingar a escritora! hauhsusah

Espero que não tenham me abandonado. O comentário será muito importante para a minha pessoa.
Espero que tenha sido de agrado de vocês, e daqui a duas semanas irei postar a continuação. Fiquem ligados <3
Obrigada por esperarem <3

Com amor Yura <3


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