História The Drugs (Yoonkook) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Tags Drama, Mais Fluff Que Smut, Suga Sendo Tsundere, Sugarkookies, Yoonkook
Visualizações 117
Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OOOOOIIII
GENTE QQ TÁ CUNTESENU?
POSTEI UM CAP E BAM 50 FAVORITOS??!!!
Eu to filiz
Obrigada❤️
Aproveitem o cap!

Capítulo 8 - Jeon Jungkook 8





    Kook: JIMINIEEEE

    Kook: ASFDFSFASDGDFAAL

    Kook: ME RESPONDE

    Jimin: O que você quer criatura?

    Kook: Nossa, que delicadeza

    Kook: Só passei aqui pra te dizer que não morri

    Kook: Eee

    Kook: Dormi com Min Yoongi, na casa dele

    Jimin: Quê?

    Jimin: Meu Deus

    Jimin: Como assim produção?

    Jimin: Qual de vocês dois é o ativo da relação? Sabe, vocês dois se encaixam direitinho no perfil bicha passivona

    Kook: JIMIN!!!

    Jimin: Quê? Eu não consigo imaginar nenhum dos dois como ativo, foi mal.

    Jimin: E aí, gostou?

    Kook: Eu disse que DORMI com ele, não que fizemos sexo

    Jimin: Pra mim é a mesma coisa amor

    Kook: Pelo amor, vai se catar

    Jimin: Não :3. Mas como isso aconteceu?

    Kook: Eu achei ele bêbado e levei ele pra casa dele. Só que quando eu deixei ele na cama, o Yoongi segurou a minha mão e pediu para que eu ficasse. Dormimos de mãos dadas<3

    Jimin: Pelo Amor de Deus me diz que vocês pelo menos se beijaram.

    Kook: Não, mas ele me abraçou, e depois chorou um pouquinho dum jeito muito fofo 

    Jimin: E você deveria estar todo corado

    Kook: Sim, eu não parava de corar.

    Jimin: Preciso de uns exames. Acho que estou com DIABETES

    Kook: De nada

    Kook: E sabe de uma coisa?

    Jimin: Hã?

    Kook: Ele tem uma bunda bonita. 

    Kook: E belas pernas

    Kook: Não são musculosas e não são ripas, são muito delicadas e bonitas

    Jimin: Pelo Amor de Deus Jungkook, para, da onde você teve tempo de fazer essa avaliação hein?

    Jimin: Acho que alguém está me passando a perna

    Jimin: Vocês fizeram umas safadezas e não está querendo me contar não é?

    Kook: Eu já disse que não.

    Jimin: Depois reclama quando fica incomodando 

    Kook: Ah para

    Kook: Depois te chamo

    Jimin: Qualquer coisa me avisa

    Jimin: Sabe que sou curioso

    Reviro os olhos, já rindo um pouco com meu amigo empolgado sobre a minha vida amorosa. Tinha acabado de almoçar quando resolvi falar com o mesmo. Sabia que sua reação seria algo do tipo, e eu também mentiria se dissesse que não cheguei saltitando para casa, pensando nos acontecimentos das últimas horas. Dormimos de mãos dadas, ele me abraçou, lembrar disso me dá uns bons ataques. E, cá entre nós, foi muito bom dormir com alguém. 

    Porém, há várias coisas que ainda quero saber sobre ele e sua história, tão misteriosa escrita em suas entrelinhas, como um código indecifrável. Min Yoongi é uma pessoa que vale a pena de se conhecer, e sei que não é muito legal assim ser perseguido, e que isso acaba sendo meio (bem) stalker, o que é um ponto estranho que tenho, mas é meu jeito louco de conseguir amizades, ou até mais coisa. Gosto de um mistério, de um desafio, e agora encontrei mais um para me entreter. 

    Parei para rir um pouco, parecia um maníaco falando. Tinha que parar com esse tipo de divagação. 

    Era domingo, o terror dos que sofrem com ansiedade, que são tipo, 33% da população mundial atualmente, o que é outra coisa assustadora, que parece ser pequena até alguém te mostrar algo com números maiores que trinta e três, ou simplesmente dizer que se trancarem você e mais nove pessoas numa sala e três tivessem esses surtos, que você teria que lidar com gente tremendo, atacando a geladeira toda hora, com dúvidas sobre elas mesmas, impondo metas altas demais para escalar, aí você pode se apavorar. Voltando, o terror dos ansiosos porque literalmente a única coisa que você faz é pensar no que deve fazer amanhã, e para amanhã, mas ao mesmo tempo os ares de domingo que parecem ter algum tipo de dispositivo minúsculo que entra na sua mente e lhe diz para só mofar em qualquer lugar onde você possa descansar sua bunda não te deixam fazer isso. Resultado? Você. Computador. Madrugada. Música barulhenta. Café. Trabalho de última hora.

    Particularmente hoje, tirando a parte da manhã, estava um dia monótono, realmente não tinha nada para fazer. Estou sozinho em casa, sem saber o que fazer, sem saber o que pensar, ou qualquer outra coisa. Nem falar sozinho dá certo. Tento desenhar, nada. Criar ideias, nada. Nada, nada, nada. Permaneço assim até chegar ao nível extremo, então tomo uma atitude.

    Levanto, indo até a porta para poder sair. Desço as escadas rapidamente, e finalmente saio. Respiro fundo, inalando o ar frio, porém que indica um lugar espaçoso, sentindo-me melhor com aquilo. Só porque uma pessoa pareça do tipo emo que não sai de casa não significa necessariamente que ela não goste de sair somente para caminhar de vez em quando. Ando pelas ruas da cidade, acizentadas pelas nuvens eternas que o lugar tinha. Puxo os fones do bolso, junto com o celular, e escolho uma música: N.Y.E. — Blackbear, porque eu amo esse cara. 

    Deixo o som se misturar com a cidade, passando pelas casas e poucos prédios ali enquanto escutava a música, murmurando a letra sem me importar com qualquer pessoa que estivesse por perto no momento, escutando um louco qualquer cantar na rua. De repente, o mundo sumiu por um instante, e tudo que me importava era a voz — muito bonita — do cantor nos meus ouvidos. 

"I Think I drank too much
I'm still afraid of growing up
And slowing down too soon" *

    Quando a canção terminou, cheguei numa pracinha no centro da cidade, e sentei num banco pequeno de madeira, e suas pernas faziam uns arabescos contendo folhas e flores talhadas com todos esses detalhes. Sorrio olhando para isso, feliz por notar todas as vezes que venho aqui e dar importância, e o fato de achar essas coisas interessantes abre um outro mundo para as pessoas, porque muito provavelmente alguém se dedicou a fazer tais coisas, seja manualmente, seja projetando. O ser que fez isso sabia que um modelo sem detalhes teria o mesmo efeito, mas o fez mesmo assim, porque algumas pessoas notam essas pequenas coisas, outras não se importam em notar isso. 

    Olho em volta, vendo que o lugar se encontrava quase vazio, ocupado por uma senhora e um senhor já de idade, de mãos dadas olhando as árvores, e uma mãe cuidando dos filhos brincando naquelas coisas que você passa a infância inteira achando que é um parquinho mas na verdade são para idosos exercitando o corpo. Eram dois garotos, que corriam e pulavam por toda parte, mas a mãe parecia calma, sentada em um dos "brinquedos", com os olhos distantes, como se remoesse todos os erros que cometeu, e com os ombros encolhidos, que deveria ser algo triste. 

    Parei ali, deitando no banco olhando para cima, vendo as árvores formando desenhos com seus galhos sem folhas, e outras que balançavam as suas, criando um farfalhar que acalmaria qualquer um. Gostaria de ter alguém aqui comigo agora, alguém para compartilhar esses pensamentos loucos.

    Depois de alguns minutos deixo a praça, pensando em onde ir. Como a cidade é pequena, o mundo literalmente para no domingo, não tem — quase — nada aberto. Fico vagando pelas ruas sem qualquer destino, até que alguém passa correndo por mim, e tomba comigo. Minhas costas vão de encontro ao chão, fazendo um estalo alto, causando em mim um gemido de dor.

    — Olha por onde anda porra! — a pessoa grita e se levanta. 

    Arregalo os olhos, era o mesmo homem que encontrei quando procurava Yoongi ontem. Ele simplesmente ergueu uma sobrancelha e virou-se para a outra direção, ignorando a minha existência, ou o fato de que eu estava ali jogado no chão ainda. Levanto, confuso. 







Notas Finais


* aquela parte da música diz "eu acho que bebi demais, eu ainda tenho medo de crescer e desacelerar muito cedo"
Sim, sou superfã de blackbear, disgurpa

O cap ficou meio curto pq eu n quis encher liguiça demais e tals
Até o próximo


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