História The edge of the sword ( INTERATIVA VAGAS FECHADAS ) - Capítulo 19


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Categorias Originais
Tags Naruto Romance Drama Fantasia Rpg Medieval
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Palavras 1.281
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


New cap, perdoem o pequeno atraso e qualquer erro.XD

Capítulo 19 - " O sangue jorrava..."


Fanfic / Fanfiction The edge of the sword ( INTERATIVA VAGAS FECHADAS ) - Capítulo 19 - " O sangue jorrava..."

 

Eles corriam... A pulsação de seus corações era arriscadamente alta. O suor que lhes escorriam a testa também era igualmente preocupante... O rosnar do dragão ainda podia ser ouvido, todos do fundo do coração esperavam que Salazar estivesse bem, mesmo sabendo que isso era improvável.

Mesmo assim... Era isso que consisti serem companheiros, mesmo que nem todos admitissem...

 Fuchs tomou a liderança, afirmava sentir onde Malvit estava, e era verdade. Viraram dois corredores a esquerda chegando a um extenso salão, o chão de cerâmica, lisa e bem polida, o lugar era sustentado por vigas de quartzo muito bem entalhadas, no outro lado do salão só se via um trono igualmente de quartzo branco, sentado nele e com os braços cruzado e pés erguidos pelo braço do trono. Sorria terrivelmente, um sorriso sarcástico.

O feiticeiro possuía cabelos pouco acima dos ombros, lisos, levemente rebeldes nas pontas, de um escuro castanho. Usava longas vestes negras de um tecido leve, e era “aparentemente” bem mais jovem do que se esperava, aparentava no máximo uns trinta anos...

— Finalmente chegaram hein...?— Corrigiu as pernas. — Demoraram bastante... Mais fico feliz que meu bichinho de estimação não lhes impediu.

Misaki tomou a diante em um rápido disparo de seu arco, a flecha sibilou no ar fazendo um estrondo ao bater contra as costas do trono maciço.

— Eis a minha resposta!—Sussurrou a mesma, já preparando outra flecha.

A bochecha de Malvit sangrava um pouco pelo contando com a seta, que lhe poupo-lhe em centímetros.

Já Vilrog foi o próximo, se armando de suas adagas e disparando na direção do mago, desapareceu em uma explosão de energia, reaparecendo no meio de todos e com um feitiço arremessando Misaki contra um dos pilares de quartzo. Vilrog se virou girando, sobre os calcanhares e disferindo um  finta na direção do inimigo, errou, perdeu o equilíbrio e logo sentiu um chute atingir-lhe o abdômen, seguido por outro no queixo, lhe arremessando pra longe. Ao mesmo tempo Antony já vinha pela direção com um golpe de cima pra baixo, acertou porem não Malvit e sim um escudo azulado de pura energia que se formou ao redor dele. A esmeralda na empunhadura da espada do ruivo brilhou, e ele encarou nos olhos o feiticeiro. Viu olhos que não possuíam ódio e sim um sentimento tão abjeto quanto: pena.

O escudo lhe arremessou para trás se desfazendo, Antony cambaleou mais não perdeu o equilíbrio, Malvit mirou nele e foi em sua direção calmamente, já não sorria.

— Veem... Eu não quero mata-los.. Ousam-me..— Foi interrompido por outra flecha que atravessou o escudo e quase lhe arrancou a orelha. Uma flecha de Misaki, que sorriu ao ver a surpresa no rosto no feiticeiro.

—Você... Essas flechas.. Onde..—Foi interrompido novamente, dessa vez por Antony, que aproveitou o momento de distração do inimigo que se virou pra Misaki, e saltou contra ele com inúmeros golpes, seguido de um giro finalizado com um golpe com toda a força contra a lateral do escudo de Malvit, que se formara instantaneamente lhe defendendo de cada golpe. Foi então que Fuchs entrou no combate lançando sobre o outro feiticeiro uma bola envolta em chamas, que lhe fez recuar, Vilrog que já se erguera mesmo sangrando pela boca, arremessou um de suas adagas que sem efeito ricocheteou no circulo azulado envolta de Malvit.

— Maldito... — Disse o moreno retirando outra adaga de um pequena bolsa presa ao seu cinturão. — ate quando ia ficar olhando Fuchs?! Sua magia derreteu aquele escudo ao redor dele, faça de novo, mais dessa vez, espere até eu e o ruivo estarmos prontos, e você nos de cobertura com suas flechas... Mi...— Pensou.— Mikame..?

— Misaki.—Respondeu a meia fada se erguendo.

— Estou de acordo. — Informou Antony, pressionando a empunhadura de sua espada com ambas as mãos.

— Eu não.—Respondeu Fuchs, acomodando suas mãos nos bolsos de suas vestes negras.— Esse cara é muito forte, posso dizer só de estar perto dele... eu ajudei vocês essa única veze não ajudarei mais, eu tenho um verdadeiro amor pela minha vida, então, se lhes serve de consolo vou assistir seus esforços!!

— O quê!— Se expurgo Vilrog, de adagas em mãos.

— É isso que ouviram, tem sangue dentro de seus ouvidos Vilrog?

— Não, mais vai ter dentro dos seus se não lançar mão de alguns feitiços sobre aquele maldito bastardo! Hãn? Por que diabos sentou-se no chão?

— Ora?! Tem certeza que não tem o tal sangue? Eu já disse... Eu irei assistir.

Malvit gargalhou, e estralando os dedos fez com que todos caíssem de joelhos, exceto Fuchs, que jazia sentado. Seus corpos pesavam com rochas.

— Sentem-se todos, por favor, o Sr.Allyan esta deverás correto, de fato, deixem que eu lhes explique como eu... Malvit Shepard Tritius Molvir irei destruir todos os reinos erguidos sobre as terras do sul.

Enquanto isso no pátio do palácio...

Salazar corria na direção da primeira torre da esquerda pra direita, em seu encalço o alado réptil lhe perseguia. De fato, ele por simples sorte havia acertado um golpe no focinho da criatura, que havia se distraído. Ele nunca havia enfrentado algo tão enorme e mortal, mas sim ele já havia matado um dragão, porem, era um relés dragão amarelo da mais baixa classe de dragões, enquanto esse, um negro, que muito diziam já ter sido extinto, bem... a situação era bem diferente dessa vez.

A criatura de um voo rasante, junto de uma cusparada das mais puras chamas do inferno. Salazar escapou por pouco se jogando para dentro do palácio por um arco que fazia mais o papel de janelo do que de porta. Sentiu a sola de suas botas chamuscarem.

Escapou... por enquanto...

Agora de volta a torre central...

Desculpe nobre senhor... Mais não estamos nem ai para seus delírios... — ironizou Vilrog, vendo ser essa a única coisa que poderia usar contra Malvit.

— Bem... Não acho que tenham outra opção, eu retirei toda a gravidade ao redor de vocês. Então que eu comece... Eu--- Foi interrompido.

— Eu não importo seu desgraçado! Só saiba que eu vou lhe matar, eu ainda não seu como, mais uma de minhas flechas vai acertar seu coração e não vai se gravidade nenhuma que vai me impedir. — Expos Misa, seus finos braços tremiam de tamanho era seu esforço para se erguer.

O feiticeiro mostrou um pequeno sorrisinho surdo e voltou a sentar-se em seu trono. E como se ninguém lhe tivesse interrompido ele retomou:

—... Eu, primeiramente com o esperado auxilio de... — Cortou-se ele mesmo, pareceu-se dar conta de algo extremamente importante. Levantou-se suando abundantemente. —... Onde esta a outra... Onde esta a maldita da outra feiticeira?!! Onde se meteu aquela cadela?! Onde? Respondam!!

—Haha...finalmente se deu conta hein...?— Sorriu Antony. — Para alguém que é conhecido por seu inteligente você não faz jus a tal fama... E se tem algo que eu detesto é mentirosos. — Completou ele empurrando suas espada com visível dificuldade ao lado dos pés de Malvit pelos chão escorregadio. Todos se divertiam com a expressão de raiva e surpresa no rosto do feiticeiro.

E um segundo depois a espada de Antony flutuou incrivelmente rápida ate as mãos de Stella Von Stain, que sem que Malvit percebesse se meteu atrás dele, ela pela primeira vez desde que se encontrou com os outros, nunca... Nunca, havia feito tal coisa: ela sorria.

 E sorrindo tratou de rapidamente disferir uma estocada direto na coluna vertebral de Malvit que um som surdo de soluço agonizado cuspiu sangue. A lamina atravessou seu abdômen, junto com o sangue começara a jorrar, e como se não bastasse ela ainda deu um chute, contra as articulações das pernas de Malvit fazendo-o cair diante de todos.

O sangue jorrava da fonte carmesim...

O sangue de Malvit Shepard Tritius Molvir.

Continua...


Notas Finais


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