História The Elite - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 2.840
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Chandelier


Fanfic / Fanfiction The Elite - Capítulo 9 - Chandelier

Point of View – Ambre Schreave

20 de Setembro

Suíte da princesa, Palácio de Illéa; Angeles – 08h50

 

  Bendek saiu do banheiro enrolado em um dos pedaços do meu vestido que ele tinha rasgado. Eu estava encolhida em um canto do quarto, em silencio. Ele não tinha feito nada de diferente do que Harold tinha feito comigo todo aquele tempo. Ele passou os olhos por mim, ali, escolhida no meio dos lençóis ensanguentados.

– Eu machuquei você? – A voz dele era um trovão. Eu jamais me esqueceria dele, do modo como ele encostou em mim, de como ele parecia não se importar. Os dedos dele vieram em direção a mim, mas tentei desviar-me do toque dele, só que não tive sucesso. – Por que foi se esconder no meio dos espinhos?

  Havia um carinho na voz dele que não havia tido em nenhum momento na noite anterior. Eu estava tremendo. Olhei rapidamente para cima e me deparei com um dos retratos do meu pai, me encarando de volta com um sorriso acolhedor.

– Venha aqui, garota, me deixe ver esses machucados. – Ele puxou o meu braço com força, não conseguia nem me sentir viva. Era como se estivesse imersa em lixo. Ou como se o lixo fosse tudo o que tinha restado de mim.

  Bendek estava disposto a olhar todas as feridas que cobriam o meu corpo, mas eu pude ver em seu rosto o susto ao observar que haviam mais machucados sobre mim do que eu podia contar.

– Isto é... São... Ferimentos? – Fiquei muda. O retrato de meu pai estava cintilante sobre mim. Os olhos dele pareciam me aninhar naquele momento. Ele estava me perdoando, mas eu jamais perdoaria. – O rei tem feito isso com você? – Ele sacudiu os meus ombros, como se quisesse que eu voltasse a mim. Tremi lentamente enquanto pensava no modo como ele tinha me tocado, como eu me sentia violada. – Me responda logo, garota.

– Qual é a diferença do que você fez comigo do que o que ele faz? – Sussurrei. Ele afastou-se lentamente, como se aquilo tivesse sido um tapa na cara. Mas não houve tempo para pedir desculpas, nem para que Bendek se sensibilizasse comigo e com as dores que eu estava passando.

  Alguns soldados entraram em meu quarto como uma bala. Em um segundo tomaram o corpo de Bendek. Os olhos dele estavam arregalados, mas eu não consegui sentir pena. Também não senti nada quando Harold entrou rapidamente, segurando meus ombros e me abraçando como se eu fosse seu bem mais precioso.

– Ambre, minha querida. – Os dedos dele escorregaram pelas minhas costas feridas, mas eu não consegui dizer nada. – Ele te machucou muito? – Os dedos asquerosos dele deslizaram pelo meu rosto. Eu sentia medo. Nojo. Me sentia suja. Eram tantas coisas que eu não conseguia descrever.

– Eu a machuquei? – Bendek riu, em provocação. – Você sabe bem que os machucados dela não foram provocados por mim. O seu povo sabe disso, “rei”? Sabe que ela está sendo tratada desta forma?

– Cale-se. Você não sabe com quem está se metendo. – Harold me empurrou com força, senti minhas costas ardendo. As feridas dos espinhos deviam ter aberto outra vez. – Bendek, Bendek... Ela será minha rainha. Está sendo treinada para isso. – Harold se aproximou, enquanto um dos soldados mantinham Bendek preso. – Tive uma ideia. – Harold sorriu e virou-se para mim. – Vista-se, querida. Teremos um Jornal Oficial esta noite.

...

 

– Respire fundo e sorria. – Harold resmungou enquanto ajeitava o decote do meu vestido. Eu não tinha mais forças para lutar contra ele. Nem mesmo animo. Tudo que era eu tinha ido embora. Eu perdia um pouco de mim a cada toque dele, a cada vez que ele me violentava, a cada vez que ele me tratava como lixo.

– Não quero fazer isso. – Sussurrei enquanto sentia o olhar das pessoas pesar sobre os meus ombros. – Não quero gravar nada.

– Você não tem escolhas, querida. – Harold sorriu e fez um sinal para que as pessoas por trás das câmeras começassem a se posicionar. Respirei fundo enquanto escutava a vinheta alta do Jornal enchendo o studio. Eu me lembrava de todas as vezes que estive ali, ao lado dos meus pais, para dar boas notícias. Me lembrava de sorrir quando meu pai anunciou o fim de um conflito, quando minha mãe disse que os preços dos alimentos cairiam. Mordi minha boca com força. Eu sabia que algo terrível estava se aproximando.

 

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Point of View – Ed Sheeran

20 de Setembro

Masmorras, Palácio de Illéa; Angeles – 09h50

 

– Vocês irão todos morrer. Eu mesmo vou me encarregar de arrancar a garganta de um por um de vocês. – Justin gritou para os soldados do Sul enquanto mostrava o dedo do meio. – Eu vou comer a mãe de vocês. – Ele deu um soco na barra de ferro grosso enquanto ameaçava mais os soldados. – Vou foder vocês. Estão ouvindo, seus filhos da puta. – Parte do rosto de Justin estava desfigurado. A pele estava cortada e arranhada, com hematomas roxos. Os soldados não gostavam muito da aparência de nenhum de nós, mas tinham um ódio especial por Justin, já que ele era o mais agressivo de todos.

– Odeio quando ele fica assim. – Ansel resmungou enquanto passava a mão na cabeça. Ele já não tinha mais os cabelos e seu rosto estava permanentemente em uma expressão aterrorizada. Todas as noites, um dos soldados o buscava e faziam uma espécie de tortura, colocando-o de cabeça para baixo em um balde d’água. Respirei fundo enquanto Ansel levava as mãos nos ouvidos. – Peçam pra ele parar de gritar tanto.

– Ele nunca para. – Dylan resmungou. Ele estava com a cabeça encostada nas barras de ferro, eu podia ver claramente a marca da queimadura em seu rosto. Eles o tinham marcado, como quem marca o gado. Dylan era especial, seu pai era um dos soldados dos Schreave, e os soldados gostavam de saber até onde ele podia ir. Costumavam a queima-lo com cigarros ou com ferros quentes. Ele estava cansado. Era como se estivesse morrendo.

– Vocês são uns covardes. – Justin virou-se para nós. Ainda havia sangue nas feridas de seu rosto. Os Sulistas costumavam a dizer que ele jamais voltaria a ser bonito como antes. E era verdade. Nenhum de nós seria como antes. – Ele vai nos matar e depois vai mata-la.

– Acha mesmo que eu me importo com o que vão fazer conosco? – Evan levantou a cabeça. Ele era o saco de pancadas dos soldados. – Eu já não me importo, Justin. Não há mais nenhum osso inteiro no meu corpo, mas eu não ligo. O problema é que depois de nos matar, eles sairão daqui e vão matar muitos outros. Vão ferir desconhecidos e vão ferir conhecidos. Pode ser a irmã do Harry, a sua mãe, os parentes do Ansel. É por isso que devíamos lutar. Não para nos salvar.

– E o que vocês estão fazendo aí parados? – Justin insistiu e levou a mão até a barra. Ele tinha uma espécie de faixa enrolada até o ombro por causa dos cortes.

– E-E-Eu não sei. – Harry sussurrou do escuro. A luz agora o incomodava e ele preferia que ninguém o visse. Os choques. Ele não gostava que ninguém visse como os choques agiam nele. Talvez Harry estivesse ficando louco. – Mas temos que fazer alguma coisa.

– Eu sei o que fazer. – Sussurrei. Os olhos de todos os selecionados voltaram-se para mim. Eles eram a única família que tinha me sobrado. E ver cada um deles machucado e destruído fazia com que eu me sentisse sempre pior. – O Norte.

– O que? Você acha mesmo que eles vão nos ouvir? – Dylan sussurrou enquanto erguia os olhos cansados na minha direção. – Eles não virão por nós, Ed. Você tem que parar de ser idiota.

– Talvez não por nós, mas eles viriam pela rainha e pela princesa. – Olhei para fora da nossa apertada cela e respirei fundo. Um dos brutamontes estava vindo em nossa direção. – Ouçam. Uma criada virá aqui. Ela é pequena e nos dá comida. Digam a ela que vocês precisam do Norte. Que a princesa corre perigo. Que vão matar a rainha. O nome dela é Beatrice.

   Assim que fechei os meus lábios, o enorme soldado abriu a porta da nossa cela e enfiou as mãos lá, pescando o meu corpo no meio dos outros garotos.

   Eles haviam descoberto um meio de torturar todos nós. E não era diferente comigo.

– Espero que tenha se recuperado. – Ele disse enquanto me arrastava pela camisa para a pequena sala aonde todos nós éramos levados. – Vamos ver quantos de nós você aguenta antes de desmaiar de novo.

 

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Point of View – Michael Clifford

20 de Setembro

Montanha dos Nortistas, Likely – 10h10

 

– Mike. – Adam berrou o meu nome. Larguei imediatamente todos os meus papeis sobre a mesa e corri. Quando cheguei ao corredor, pude ver que todos estavam reunidos no primeiro andar, ao redor do telão que meu pai havia construído. A vinheta do Jornal Oficial estava a todo volume. E depois dela veio uma enorme tela preta, fundida com o hino do país. Observei como todas as pessoas que tínhamos acolhido olhavam atentos para a tela, esperando ansiosas por uma boa notícia, enquanto os nortenhos davam as mãos.

  Um símbolo estranho surgiu na tela e depois dele a imagem do púlpito aonde reis e rainhas haviam estados. Mas não havia nenhum rei naquele momento. Havia um usurpador, um traidor. Uma cobra traiçoeira.

– População de Illéa. – Harold Parks estava vestido como um rei, mas eu podia sentir o fedor dele mesmo a metros de distância. Meu pai tinha me alertado sobre as ambições de Harold e como ele poderia ser um líder cruel, mas eu jamais imaginaria que chegaria a tanto. Quando a imagem dele rompeu a tela, todas as pessoas que assistiam começaram a gritar. Era como ver um monstro. – É com imensa dor que venho anunciar que haverá duas execuções amanhã. – Um silencio mortal cortou toda a montanha. – Hoje, pela manhã, um homem sem escrúpulos invadiu o quarto de nossa estimada princesa, - mais uma onda de vaias e gritos – ele tentou violenta-la, mas os soldados chegaram lá antes do ato ser consumado.

  Pude ver de relance como Adam agia estranho. Andando com sua muleta de um lado para o outro, puxando os cabelos escuros com a mão que lhe sobrava. Ele nunca tinha sido bonito, muito pelo contrário, mas ali, no meio de tanta loucura e medo, ele estava ainda mais feio.

– A sentença de tal agressor será: vinte e duas chibatas, e decaptação. – Harold soltou um sorrisinho enquanto lia a sentença do homem, depois voltou os olhos para a câmera. Era como se ele estivesse olhando para mim. – E é com profunda magoa que anuncio que amanhã também será o dia em que executaremos a Rainha Clarion Hunter.

  Gritos. Era só isso que eu conseguia ouvir. Uma mulher desmaiou no meio da multidão. Gabriella estava berrando enquanto Luke tentava segura-la. Adam se afastava lentamente. Torrance olhava para aquilo como se estivesse congelado.

– Foi descoberta uma traição da Rainha. E traição contra a coroa é punida com a morte. – Mais uma vez, Harold sorriu. – Clarion Hunter teve um filho quando estava na Seleção e escondeu ele de todos. Inclusive do rei. – Mais um grito foi ouvido, mas este estava dentro da tevê. A câmera abriu o quadro focando em uma garota estranha ao lado de Harold.

  Aquela não podia ser a princesa.

  Ambre era como o sonho de todos garoto: bonita, inteligente, independente, altruísta. O corpo dela era como as curvas de uma estrada comprida. O sorriso era como um compilado de riquezas.

  Mas aquela garota que estava ao lado de Harold não era nada daquilo. Parecia estar passando fome e estar muito ferida. Ela caiu sobre os próprios joelhos, ao lado de seu carrasco. Estava implorando enquanto chorava. Pedindo pela vida da mãe.

  Foi exatamente naquele momento em que tudo se desfez.

  Todos a viram. A princesa que tanto amavam ali: humilhada, ferida.

   Tínhamos que fazer alguma coisa.

– Harold, por favor. – Ela balbuciou entre lagrimas dolorosas. – Não. Ela é... Por favor. Eu faço o que quiser, mas não faça nada com a minha mãe.

– Não, querida. – Harold riu enquanto erguia aquela Ambre ferida do chão e olhava para ela, com um prazer estranho que eu nunca tinha visto na minha vida. – É das cinzas de toda essa dor que faremos uma nova Illéa. Aonde todos irão ser acolhidos.

– Por favor. – Ela sussurrou enquanto Harold a puxava para um abraço estranho.

– Eu e a Princesa Ambre governaremos essa nova Illéa com mãos de ferro. – Harold a apertou, mas ninguém conseguiu ver o resto.

– Chega. – Adam berrou enquanto puxava as tomadas que ligavam a televisão ao telão. – Não vamos fazer nada quando a isso? Ele vai... Ele vai matar a rainha.

– Adam, se acalme. – Ashton sussurrou enquanto segurava o braço de Adam.

– Me acalmar? Ele está... – Ele apertou sua bengala com tanta força que pude ver suas juntas da mão embranquecendo. – Ele está estuprando a Ambre e nós não estamos fazendo nada. Vamos ser coniventes. Vamos deixar que ela morra sozinha.

– E o que você quer que nós façamos, Adam? – Berrei. Os olhos compridos de Adam se direcionaram para mim, como lanças.

– Quero que marchemos até lá. Quero salva-la. Quero que lutem, como fomos ensinados pelo seu pai. – Ele tinha fogo nos olhos. Gostava de ver aquilo nos olhos dele. – Não é para isso que estamos aqui? Para lutar pelos mais fracos? Eles são os mais fracos agora.

  Sorri e assenti com a cabeça. Houve um momento de comemoração rápida, mas logo Luke tratou de fazer uma fila com as pessoas que queriam se voluntariar e ir conosco na busca de Ambre. Eu sorri, mas não pude evitar de dar as costas para toda aquela confusão barulhenta. Eu não era do tipo sociável, nem do tipo de pessoa que as outras gostam.

  Entrei no meu escritório em silencio e tranquei a porta.

  Um líder normal abriria um mapa, tomaria nota dos obstáculos que encararia, mas eu sempre tinha deixado aquilo com Calum e Ashton. Respirei fundo enquanto sentava na minha cadeira dura e revirava os meus papeis.

  Toda a minha vida as garotas haviam sido o meu maior desejo. Eu tinha tido várias, desde a adolescência. Elas gostavam da sensação do perigo. Gostavam do fato de eu ser um rebelde, de estar na linha da frente das batalhas, de eu ser um ladrão. Elas se apaixonavam por mim e eu ia embora. Fazia parte do meu charme partir os corações. E também fazia parte de mim não sentir nada por elas.

   Até que eu a vi.

   No meio de todos os meus papeis havia uma foto dela, recortada de uma revista velha quando ela ainda era ela mesma. Passei os dedos pelos cabelos escuros da Ambre de papel que eu levava comigo desde o dia em que tiramos Adam de lá.

  Eu não sabia o que era pior: estar apaixonado por uma garota que estava sendo torturada e que corria riscos diários ou estar apaixonado pela mesma garota que o meu melhor amigo.

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Point of View – Ambre Schreave

20 de setembro

Suíte da princesa – 23h59

 

  Olhei fixamente para o espelho procurando alguma resposta naqueles olhos vazios que me encaravam de volta.

  Não conseguia mais enxergar a Ambre de meses atrás, aquela que tinha um sorriso provocante. Que gostava de flertar, que estava feliz em seu corpo, que sentia orgulho de ser exatamente que ela era. Aquela Ambre tinha sumido.

  Mas eu ainda podia senti-la dentro de mim. Em algum lugar muito distante.

  Ela ainda fazia força, ainda tentava mostrar que estava viva.

  Mesmo com toda a tristeza e dor.

  Aquela era a Ambre que jamais desistia.

 

  Coloquei a mão no meu peito antes de começar a chorar mais uma vez. Minha mãos não paravam de tremer, meu coração parecia cada vez menor. Eu acordaria para ver a minha mãe morrer.

   Jamais havia pensado que algo assim aconteceria.

   Eu esperava tê-la ao meu lado quando eu caminhasse até o altar para receber a minha coroa. Esperava que ela mesma a colocasse na minha cabeça. Que ela dissesse que se orgulhava.

   Mas nada daquilo aconteceria. Eu não seria uma Rainha e minha mãe não estaria ao meu lado. Nada aconteceria do jeito que eu tinha planejado.

 

  Em meio a lagrimas nervosas e a tremedeira, que agora era a minha única companhia, pude ver um par de olhos enormes me encarando de volta no espelho. Olhos que eu conhecia muito bem.

  Atrás da minha cama, escondida por um pano branco, estava uma das pinturas que eu mais amava.

  Era America.

  Eu me lembrava de ficar olhando para ela por horas, querendo ter aqueles cabelos, aquela bondade no olhar, aquele jeito materno. Quando pequena, eu conversava com aquela pintura, pedia conselhos e confidenciava os meus segredos. Mas América nunca havia me respondido.

  Até aquele momento.

  Os olhos fortes de America na pintura me fizeram respirar.

  Ela não tinha nada para ser uma rainha. Ela não era perfeita. Ela tinha suas próprias cicatrizes. E, acima de tudo, America lutava.

 

  Eu até poderia cair.

  Mas cairia como America.

  Eu cairia lutando.


Notas Finais


30 fatos sobre Adam Driver

1 - O nome completo de Adam Douglas Driver.
2- Adam Driver tem 1,89 de atura.
3- Seu animal preferido é o gato.
4- Os garotos do norte o apelidaram de "Rato" por ele ser magro, conseguindo assim entrar em qualquer lugar, e pelas orelhas grandes.
5- Ele tem poucas lembranças de sua mãe. Mas se lembra de como ela trançava os cabelos e de como ela cantava para ele dormir.
6- A primeira coisa que vem na cabeça dele quando pensa no Palácio, é no cheiro de limpeza.
7- Nenhuma garota se interessou por Adam até ele entrar na Seleção.
8- Adam é do signo de Escorpião. (O que quer dizer que ele não é tão perfeito assim, não é mesmo? kkk)
9- As orelhas de Adam são a parte do corpo que ele mais odeia.
10- Seu jogo preferido é xadrez. E ele é o campeão invicto do Norte.
11- Seus melhores amigos são Michael, Gabriella e Nick.
12- Seu numéro favorito é o 13.
13- Imaginava que terminaria a vida como um fazendeiro feliz com uma enorme família.
14- Sua comida preferida é carne de boi. Apesar de só ter experimentado isso no palácio.
15- Sempre foi (e sempre será) o cara mais organizado de todos os Nortenhos.
16- Adam sempre ora por seus pais antes de dormir.
17- Adam tem um sonho recorrente: Ele sempre sonha que está correndo em um longo campo verde, atrás de uma garotinha. A menina tem cabelos castanhos presos em tranças. Ela sempre olha para trás e o chama de Pai.
18- Adam confiaria sua vida nas mãos de Gabriella.
19- Ele é como um irmão mais velho para todas as pessoas criadas do Norte.
20- Michael já mordeu a orelha de Adam por sentir ciúmes de como seu pai o tratava.
21- Adam fez sua inscrição na Seleção apenas para que os Nortenhos tivessem um plano B.
22- Loeb escolheu Adam como uma piada, acreditando que Ambre nunca se interessaria por alguém tão estranho.
23- Apesar da aparência estranha, Adam sempre foi bom em conversar com as pessoas.
24- Adam tem um lado extremamente desconfiado.
25- Adam achava Gabriella a garota mais bonita do mundo.
26- Isso mudou quando ele conheceu Ambre.
27- Adam adora passar a noite acordado para ver o nascer do sol.
28- Ele pensa constantemente em casar-se.
29- Adam sempre se sacrifica por coisas que ele considera importantes.
30- Se tivesse uma filha, ele lhe daria o nome de Olga. O mesmo que sua mãe.

20 fatos da Autora sobre o personagem

1- Criei Adam para mostrar a todos que beleza é o que menos importa quando se encontra o amor verdadeiro.
2- A personalidade do Adam foi baseada em um cara muito importante na minha vida.
3- Eu pensei que vocês iriam receber muito mal este personagem. Em uma história com Justin, Harry, Ed, jamais imaginaria que vocês iriam amar tanto o nosso orelhudo.
4- Adam é um dos meus personagens preferidos.
5- Quando rascunhei "The Selection", Adam seria um vilão. Mas acabei optando por dar ele um coração maior que suas orelhas.
6- Já sei qual o final do Adam.
7- Amo quando vocês elogiam a história de amor da Ambre e do Adam.
8- O cara em que eu me inspiro para escrever sobre o Adam ficou muito orgulhoso ao saber que ele tinha fãs. kkkkkkkkk
9- Adam Driver é um ator maravilhoso.
10- Ele está na série Girls e no novo filme de Star Wars, como o vilão Kylo Ren.
11- Eu realmente o acho charmoso.
12- Amdam é o shipp mais estranho de todos. kkk
13- Chorei muito escrevendo a cena em que revelam a identidade do Adam.
14- Chorei muito mais quando escrevi a cena em que ele é chicoteado.
15- Acredito que todo mundo vai conseguir encontrar alguém que te ame como o Adam ama a Ambre.
16- Eu tenho uma música especial que uso para escrever as cenas do Adam, mas só falarei qual é no fim da história.
17- Adam ficou em primeiro lugar como o cara que vocês queriam os 50 fatos. Fiquei super super surpresa.
18- Adam foi feito para despertar sentimentos nos leitores. Espero que esteja dando certo.
19- Eu amo o Adam de todo coração.
20- O Adam em meu coração e em minha imaginação manda um beijo para todos vocês.


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