História The Empire Of War - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari
Tags Drama, Feudalismo, Guerra, Medieval, Naruhina, Naruto, Revolução Naruhina, Sasusaku, Shikatema
Exibições 145
Palavras 3.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hinata na capa amores 💜

Capítulo 2 - Sangue do Império


Fanfic / Fanfiction The Empire Of War - Capítulo 2 - Sangue do Império

–...A extensão do antigo império shinobi ia do desfiladeiro das rosas à cachoeira das lamentações, o maior império que já ousou existir. -Meistre Pakura andava elegantemente falando à algumas garotas sentadas em longas mesas com folhas, penas e tinta. Conforme seu longo vestido verde farfalhava as moças anotavam tudo o que podiam. –Contudo, por mais que a escalada até o topo seja árdua, a permanência nele é que traz o verdadeiro desafio. Alguém pode me dizer qual o maior erro de nossos antepassados que causou a dissolução do império

–Eles deixaram os bárbaros se aproximarem demais. -respondeu rapidamente uma garota ruiva que sentava na primeira cadeira próxima a mulher.

–Eles deixaram? - meistre questionou ceticamente. – Diga-me senhorita, você acha que as pessoas que construíram um império que abrangia metade das terras do mundo eram burras? -Pakura olhava fixamente para a garota que apenas balançou a cabeça negativamente respondendo a pergunta envergonhada.

–Eles não deixaram os bárbaros avançarem. Eles não podiam contê-los. -A voz de Sabaku no Temari foi ouvida ao fundo, fazendo com que todos os olhos do local se virassem para ela, mesmo que a própria não tirasse os seus de sua nova pena. 

–Oh, é mesmo?! deserte sobre isso senhorita.

–Bom... Como havia dito antes senhora Pakura, era um império incrivelmente grande, e com fronteiras tão extensas fica difícil proteger completamente o território, abrindo espaço para invasões, além disso um império muito grande quer dizer uma grande população, e o mínimo que você deve oferecer-lhes para que mantenham sua lealdade é comida, e como o estado estava gastando tudo para conter os avanços bárbaros a fome assolou o povo, e uma vez que alguém faminto não é muito racional, era evidente a revolta. Então as invasões dos bárbaros aliados as revoltas internas foi o que causou as separações do território. -A loira levantou o olhar de sua pena negra pela primeira vez para encarar os olhos frios da meistre a sua frente. –O erro deles foi o que mestre Baki chamava de "olho maior que a barriga" eles queriam o mundo, mas eles simplesmente não davam conta. Na verdade, duvido que alguém daria.

–mas não é por isso que esta aqui senhorita? -A mulher sentou a beirada da mesa encarando a outra com o olhar zombeteiro. –o sangue do império. Os herdeiros do trono, aqueles que irão liderar o novo império shinobi em direção a glória. Como era o juramento? Eu, Sangue do império, herd... 

–Eu sei de cor e salteado o juramento da minha família senhora. -Temari a interrompeu seca.

–você sabe o juramento, mas não faz ideia de como cumpri-lo. -Pakura respondeu. –Talvez não seja tão esperta quanto imagina.

–bem... sou mais esperta que você. E... Não querendo ser grosa mas é muita falta de respeito e bom senso sentar em cima da mesa minha senhora.

–Senhora Pakura, gostaria de me acompanhar por favor. - A voz doce da arquimeistre de Castely Rose foi ouvida, mas todos sabiam que por trás daquele doce havia um forte acido, Mei Terume zelava pela educação perfeita, e não aceitava erros. Pakura havia errado.

–Senhorita Mei tenho que terminar a palestra...

–Venha - A muher respondeu agora sem se esconder atrás da mascara de doçura, ela era completamente instável. –A reunião continua após o almoço senhoritas.

A sala foi se esvaziando rapidamente após o comunicado, mas quando Temari passou pelas superiores, Mei a intercepta lhe entregando uma carta.

–É a sua autorização para partir para o castelo real, de lá a senhorita possui seis meses. Mandando atualizações mensais, e voltando a cada três meses para nossa instituição com um relatório oral, se cumprir sua tarefa antes do esgotamento do prazo, ficará o resto do seu tempo em seus aposentos para uma inspeção. Tenha sorte em sua jornada.

–obrigada, minha senhora. - Temari disse se distanciando das mulheres com a carta em mãos e os olhos de Pakura queimando em suas costas.

___

–Os Uchihas estão marchando para o norte. -disse um homem grande e rechonchudo batendo alterado sua taça de vinho na mesa. –digo para matarmos aqueles malditos bastardos!
Gritos de apoio foram escutados por todo o cômodo.

A sala do conselho de guerra do norte estava cheia, lordes e senhores de terra bebiam o vinho oferecido pelo senhor do norte, comemorando que dali alguns dias arrancariam as cabeças de seus inimigos.

–esta agindo precipitadamente lorde Uzumaki. -Um homem moreno disse alisando seu cavanhaque. –Os Uchiha ainda não fizeram nenhuma ofensiva e não há provas concretas contra Sasuke para se decretar uma guerra, quanto mais tramar contra o sangue do império.

–Lorde Nara sei o quanto meu pai presava pelos seus conselhos, mas ele esta morto e eu preci...

–E esse não é motivo para você colocar todo o norte em uma guerra, sem provas de que há motivos para tal. -Shikaku fitou o jovem a sua frente. –você é um lorde, o herdeiro Uzumaki, responsável pelo povo do norte. Entendo a sua dor meu lorde, mas você não tem o direito de agir pela emoção, seu povo merece muito mais que isso.

–O povo do norte merece vingança! -Hiashi exclamou. –morte aos malditos Uchiha! Novamente gritos de contentamento foram ouvidos, o povo tinha sede de sangue. Shikaku se levantou ignorando a agitação e andou até o Uzumaki

–Naruto, espero que saiba o que esta fazendo, com quem esta se metendo. -O loiro olhou atento o mais velho. –E espero verdadeiramente, que não confie em Hiashi

–Eu não o faço senhor. -Naruto respondeu. –Tudo o que quero é justiça, e pra isso preciso de Hiashi, mas preciso também de ti. Não posso começar uma guerra sem os Nara. E principalmente sem ter em quem confiar. Sei que você era o braço direito do meu pai e espero que continue ao meu lado.

–Os Naras são nortenhos lorde Uzumaki, nós sempre lutamos pelo norte. Certo ou errado. -Homem que acompanhava o senhor das torres, falou enquanto tragava um fumo. –É provável que você faça uma burrada enorme, mate metade da população e faça as torres caírem, e ainda assim estamos aqui não é mesmo.

–Shikamaru! -Uma mulher de longos cabelos ralhou. –não fale assim com o senhor do norte.
–Que problemático. -Shikamaru respondeu soltando uma fumaça densa próximo a garota que apenas o olhou feio. –Ino, não é como se ele não soubesse que é arriscado e pode ferrar todo mundo.

–Posso lhe assegurar Sor Shikamaru que darei a minha vida para que o norte não caia. -Naruto disse.

–E eu darei a minha para que não o faça meu lorde. -Shikaku anunciou bravamente, aumentando a admiração de Naruto por si imediatamente.

–então vamos brindar as cabeças dos Uchihas, por que a do velho não vai rolar. -O Nara mais novo levantou sua taça com um sorriso cínico acompanhado por Naruto e Shikaku.

 

Ino já havia se retirado da pequena reunião discretamente, seu pai insistia em leva-la naqueles lugares para que aprendesse a ser uma líder. As odiava. Porém, sabia que devia agradecê-lo por apenas tentar fazê-la se inserir, ele poderia mandá-la para Castely Rose como muitos lordes faziam com suas filhas.

Haviam sim muitas senhoras acompanhando os lordes naquela que já era mais uma comemoração antecipada do que uma reunião de guerra, mas não conseguia se sentir confortável em meio aquele emaranhado de homens brutos que lhe olhavam como se fosse um pedaço de carne, ou os que não olhavam, como Shikamaru. Seu noivo.

A verdade era que ele não dava a mínima para sí, a via apenas como a filha burra do amigo do seu pai, não que alguma vez tenha a tratado mal, ele só não ligava. E isso acabava com ela. Pelos deuses era a mulher mais bonita do norte, e ele nem se quer se dava ao trabalho de lhe dar uma chance de mostrar que não era inútil!

Perdida em seus devaneios a garota não notou quando se perdeu em meio as dezenas de corredores do castelo Uzumaki. Se assustando quando percebeu que estava em uma parte desconhecida, e pior, não via um criado passando por si a alguns minutos. Onde diabos foi parar?

–Meus parabéns Ino, quer provar ao Shikamaru que não é burra e não sabe nem andar por um castelo. -a loira resmungou sozinha. –ok. Mantenha a calma, não grite por socorro. Você só esta perdida, já vai encontrar o caminho de volta...

A garota olhava afoita as paredes de pedra ao seu redor, eram todas malditas paredes iguais!

Os pensamentos assustados de Ino foram interrompidos por uma voz que vinha fraca de trás de uma daquelas imensas portas de madeira.
–Senju Hashirama e sua esposa Mito Uzumaki, fizeram um acordo com os homens do deserto que já haviam conquistado mais do dobro de seu território original, tudo para evitar uma guerra que eles sabiam, destruiria a todos.

Ino seguia a voz inconscientemente, quem sabe fosse um criado que pudesse ajuda-la a achar o caminho de volta, seu pai e Shikamaru não precisariam saber de seu erro, e tudo ficaria bem. –Konoha aceitaria fazer parte do território do novo império, porém seguiria independente em vários aspectos, e manteria suas terras sob sua exclusiva proteção. Exemplar do acordo abaixo. Certo... -o silencio predominou por alguns segundos fazendo Ino parar aflita, porém a voz logo voltou a ser ouvida. –O acordo foi feito, mas Uchiha Madara não concordava em se submeter a aqueles que ele considerava inferiores, iniciando um movimento para depor os Uzumaki do poder. Ele acabou sendo derrotado e morto numa batalha contra o então rei Hashirama Senju, assim...

–Finalmente encontrei alguém! -Ino entrou arrastando a grande porta de madeira, assustando o Gaara que derruba um dos muitos livros que ele tinha sobre a mesa. –você pode me levar de volta ao salão principal por favor? -a loira perguntou mas o garoto apenas a olhava em estado de choque.

–olha, eu me perdi mais cedo e preciso achar o caminho de volta, não estava bisbilhotando nem nada, eu só preciso que me leve de volta. -Ino disse nervosa, não queria problemas com os Uzumaki. O garoto não se levantou em momento algum e apenas continuou a olha-la.

–Me desculpe senhorita, mas temo que não poderei ajuda-la. - o ruivo disse assim que se sentiu recuperado do susto, ninguém além de Baki e Naruto entrava ali.

–Como disse? - Ino praticamente gritou pelo atrevimento do criado. Mas ao olhar mais minuciosamente o quarto ocupado pelo homem a sua frente percebeu que aquele não era o quarto de um plebeu. E então ela gritou de verdade. –pelos deuses! você não é um criado. Você é um lorde! Você não esta limpando. esse é o seu quarto! Eu entrei sozinha em um quarto de um homem! Minha reputação esta acabada!

–Senhorita se lhe deixa mais tranquila não sou um lorde. Sou um velho amigo de Naruto

–pior ainda! O que Naruto pensara de mim? Que invadi o quarto de seu convidado como uma...

–Ele não vai pensar nada, por que não vai saber. - Gaara a interrompeu. –Na verdade peço que você não conte a ninguém que esta falado comigo agora.

A loira acenou confirmando debilmente, de certa forma aquilo a aliviava, pelo menos seu pai e Shikamaru não ficariam sabendo de sua tola "aventura".

–obrigada meu lorde, então podemos ir...- Ino saiu em direção da grande porta novamente. Mas parou quando Gaara não fez nem menção de acompanhá-la.

–Não posso leva-la senhorita, Baki esta por aqui esses dias, assim que ele voltar pode faze-lo.
A jovem levantou a sobrancelha esquerda desconfiada.

–não pode..? O senhor esta querendo me manter nesse quarto contigo?

–o...que? Nunca foi essa a minha intenção, posso lhe garantir senhorita. - O ruivo disse com suas bochechas quase alcançando a cor de seus cabelos. Porém, Ino nem olhou para trás enquanto tentava abrir a porta que não se moveu um milímetro. –é apenas por que disse que estava perdida e se sair por essa porta como eu e Baki a acharemos para lhe levar de volta depois? 

–Vai realmente me levar de volta? - a garota perguntou receosa. Gaara lhe respondeu com uma aceno confirmando. –Certo. Mas ao seu primeiro sinal de má fé saio por aquela porta.

–Sim senhora, mas apenas levante o trinco primeiro. - Gaara abriu um pequeno sorriso e Ino o olhou assustada. –ele caiu travando a porta quando entrou.

Ino ficou alguns segundos encarando curiosa o estranho homem sentado na pequena mesa abarrotada por livros, tentando alcançar uma pena um pouco longe. Percebeu o livro que caiu quando entrou, ainda estava no mesmo local. Se aproximou lentamente, agarrou o livro caído ao lado das pernas de Gaara e entregou-o em suas mãos, enquanto o mesmo lhe seguia com os olhos. Ela finalmente tinha intendido

–Você realmente não pode, não é mesmo. - a garota disse lhe com um sorriso doce.

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–Lorde Uchiha! -gritou o homem franzino que vinha galopando rapidamente. –mensagem de seu pai. 

O homem lhe entregou uma carta vedada com o selo uchiha, Itachi abriu e leu rapidamente dispensando o mensageiro enquanto Sasuke vinha ao seu encontro.

–O que foi? - Sasuke perguntou. 

–Montar acampamento! -gritou o comandante do exercito Uchiha, descendo de seu cavalo, levando os outros lordes a fazerem o mesmo. Enquanto os soldado armavam as tendas.–Kankuru esta vindo com os homens do império ao nosso encontro.

–Por que? pensei que estivéssemos indo tentar um acordo de paz. - Sasuke falou baixo mas com a expressão nervosa. –que foi por isso que não convocamos nenhum lorde para marchar ao nosso lado.

–Entenda irmãozinho nós não convocamos os guardas reais, eles simplesmente vieram.

–Oh, é mesmo? Quantos malditos anos acha que eu tenho Itachi? -Sasuke enfiou a tora de madeira ao seu lado no solo raivosamente. –Eles simplesmente vieram? Sério?

–O rei pediu a ajuda de nosso pai com rebeldes. -Itachi disse sem expressão, escorado em uma arvore enquanto Sasuke continuava a montar com brutalidade a barraca improvisada. –Sabe que não precisa fazer isso. Você é um lorde, só precisa ir se deitar na melhor que tiver.

–é a tenda ou a sua cara. Você escolhe. -Sasuke anunciou colocando a ultima tora em seu lugar. –E para de enrolar!

–Pediram a nossa ajuda para acabar com alguns rebeldes, que coincidentemente tem um acampamento escondido próximo a nosso castelo.

–Como tem rebeldes próximos de casa, e só agora ficamos sabendo sua localização? -Sasuke perguntou cético.

–Na verdade ainda não sabemos sua exata localização. - Itachi sorriu amargurado. –A verdade é que eles são bons em se esconder.

–Certo, então eles nos "ajudam" aqui e nós matamos rebeldes para eles. Justo.

–Vamos dormir bem essa noite. -O comandante anunciou adentrando na tenda que Sasuke havia terminado de montar. – E amanhã assim que eu acordar, o que vai ser bem tarde irmãozinho, partiremos. Acho que é tempo suficiente para eles nos alcançarem.

–Mas que droga Itachi! Essa tenda é minha!


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–Vejo que já arrumou as malas. -Temari disse escorada no batente da porta do quarto da Hyuuga. –sua carruagem já chegou princesa?

–Até onde sei este é o seu titulo.- Hinata respondeu a brincadeira.

–pelos deuses Hyuuga, tem tantos reis, príncipes e lordes nesse reino, que alguns chamam de império, que tenho certeza que podemos dividir esse título. -Temari entrou no aposento e abraçou longamente a amiga. –Na verdade acho que você o merece muito mais, você parece mesmo uma princesa afinal.... Uma princesa mortal.

A loira arrancou a adaga que a morena levava escondida na parte detrás do vestido, arrancando gargalhadas da Hyuuga, que respondeu com um sorriso cúmplice. 

–Você sabe, uma boa líder sempre mata a ameça...

–antes dela ser uma ameaça. - a loira completou.–Pretende matar alguém no caminho minha senhora?

–Eu não sei, há alguém louco o bastante para atacar um Hyuuga?

–vamos testar. - Então a Sabaku investiu contra a Hyuuga com sua fina adaga, ao passo que a morena se esquivou dando um pulo para trás arrancando outra adaga agora de sua longa saia.

–Sabe o que dizem, uma mulher preparada vale por duas. -Hinata disse com um sorriso irônico e agora toma a iniciativa de atacar Temari pela lateral, deixando um pequeno corte em seu ombro, porém a loira revidou em um giro com um chute na perna direita de Hinata, que cambaleou para trás.

–Sabe Hyuuga você esta viciada em me cortar ultimamente. 

–Talvez se você fosse mais rápida, estaria inteira. - a morena alfinetou. – É só isso que você pode fazer? esta de brincadeira? me mostre do que o sangue do império realmente é capaz. 

–Você sabe que esse negócio de adaga não é pra mim. Me arrume uma espada de aço Uchiha e veremos. - a loira investiu novamente contra a amiga dessa vez com socos e chutes que eram prontamente defendidos pela Hyuuga, mas em uma mudança rápida de posição da adaga em sua mão conseguiu fazer um corte na mão de Hinata que solta sua arma pela dor, logo depois lhe acertando um forte soco que a desequilibrou e a fez cair na cama com a Sabaku por cima. –Mas ainda assim eu sou melhor que você.

–Você é. Mas esse é o meu quarto. -então a Hyuuga acerta uma forte cabeçada na garota e puxa outra adaga debaixo do travesseiro, em um movimento rápido se pôs por cima de Temari e colocou o objeto cortante a milímetros da garganta da oponente.

–Caralho, você tem adaga em todo canto! -exclamou Temari aborrecida. –me diz que quando estiver na sua noite de nupcias, você não vai abrir as pernas, e vai ter um adaga lá também.
Hinata soltou uma longa gargalhada retirando a arma da garganta da Sabaku.

–Talvez. Se o meu noivo for um velho nojento. -as duas puseram-se a rir novamente.

–Então você me manda uma carta e faremos juntas. -trocaram olhares cúmplices, sentiriam falta uma da outra.

–Senhoritas! -Mei exclamou parada na porta aberta do quarto. –Se pretendem fazer esse tipo de coisa pelo menos fechem a porta.

Hinata saiu afobada de cima da amiga.

–Senhora não é isso que esta pensando. - a Hyuuga tentou se defender.

–Oh, por favor senhorita Hyuuga esta é uma casa apenas para garotas, sei que temos nossas necessidades, mas pelo menos mantenham privacidade. -a Terume ralhou. –Contudo, vão ter que deixar para outra hora. Sua carruagem chegou senhorita.

–Eu não disse que era uma carruagem princesa. -Temari provocou sem sair do lugar.

–E como irá viajar ao castelo real princesa? - Hinata rebateu com um sorriso.

–Te esperam no portão leste. -Mei interrompeu novamente. – E a senhorita vem comigo, lady Temari.

–Por que? - a Sabaku perguntou virando se para a arquimeistre.

–venha. -a mulher respondeu simplesmente, e saiu fazendo Temari segui-la depois de dar mais um abraço de despedida na amiga.

–E então..? -a Loira questionou depois de um tempo andando em silencio com a meistre.

–Entre. - as mulheres adentraram na sala da superior, e esta fechou a porta atrás de sí. – senhorita Temari estou a anos lhe observando, percebendo seus hábitos e seu caráter.

–Hey aquilo que você viu com a Hinata foi realmente uma brincadeira, eu não gosto de garotas, menos ainda de senhoras. - Temari disse ironicamente.

–Sempre tão sarcástica querida, mas eu sei que diferente do seu pai, você tem um coração escondido ai.

–certo, e agora que você viu meu "coração escondido", o que você quer de mim? -Era claro o ceticismo em sua voz.

–Eu quero que você liberte o povo. -Mei respondeu simplesmente se sentando de frente a garota a olhando fundo nos olhos. –Quero que você lidere uma rebelião. O que me diz?

–Não.

–senhorita,não estou pedindo que faça isso de uma vez. Apenas pense no que o povo esta passando. -A meistre argumentou.

–Eu não me importo. -A sabaku respondeu relaxada na poltrona da sala de Mei.

–não adianta bancar a durona comigo eu sei...

–senhora, deixe-me ser clara. -Temari se apoiou levante na mesa da arquimeistre, pronunciando cada palavra pausadamente. – Eu simplesmente não me importo.

Com as duras palavras a filha do império retirou-se deixando a meistre esbabacada na sua grande poltrona.


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– Os Uchihas foram derrotados graças as estratégiad brilhantes de Nara Shikuru, criou um plano de batalha apelidado de esmaga carne. Aproveitando das posições geográficas dos Uzumakis e dos Senjus, esmagou os Uchihas em seu próprio território. Das montanhas os Senjus com as catapultas, jogavam pedras de fogos no território Uchiha, e os nortenhos atacavam pelo outro lado para os deixar em posição.

–posição geográfica? - Ino perguntou confusa.

–Isso. você sabe, os Uzumaki estavam ao norte, o castelo real no oeste, Os Senju no sul, e os Uchiha bem no meio. -Gaara parou assim que percebeu a expressão confusa no rosto da garota. –pegue aquele papel para mim por favor.

A loira pegou o papel amarelado do outro lado da folha e entregou para Gaara que desenhou um grande retângulo. –Todo o retângulo é o reino entende. se o cortamos ao meio temos norte como a parte de cima e abaixo o sul. no norte Uzumakis, Naras, Yamanakas e etc. se cortamos de novo os territórios Senjus e Uchihas. Mas não pense nas terras como um retangulo ela são muito mais irregulares e a escala não esta certa, por exemplo o território Uchiha é muito menor do que foi um dia.

–Porque?

–Por que o campo que um dia separava Uzumakis e Uchihas foi inundado. O povo do norte "cavou" um grande fosso próximo ao rio de jade que passava por todas as suas fronteiras, para manter a guerra no lado Uchiha, muitos riram achando idiota por que não era uma depressão muito dificil de se passar. Então em uma noite os Naras Viraram as catapultas para as barreiras do grande rio, e quando ele derramou suas águas o norte tinha a proteção do fosso, mas os Uchiha não. Desde então o norte é cercado pelas águas cristalinas do rio de Jade e a unica forma de entrar é pelas Torres, quando eles decidem abaixar a ponte da passagem.

–Por que o império não os ajudou?

–Eles não se davam bem naquela época, por que os Uchiha não queriam ser parte do império. -O ruivo respondeu.

–Mas hoje sim. -a jovem comentou.

–Hoje, ao que parece os Uchihas aprenderam que para ser forte você precisa de alianças.

–Lorde Gaara! Preciso voltar imediatamente ao castelo real. - Baki disse tentando abrir a porta que não se mechia. –Você esta bem meu senhor? - o homem perguntou angustiado

–Estou sim Baki, é apenas o trinco que caiu, um minuto. -Ino se levantou antes mesmo que Gaara a pedisse e abriu facilmente a porta para o homem.

–Os Uchiha estão indo as torres, preciso voltar, ninguém pode me ver aqui... - seus olhos caem sobre Ino, e sua expressão se fecha rapidamente. –quem é você? o que fazia aqui com lorde Gaara?

–eu não estava... eu só...

–Essa é a Ino, ela estava perdida e pedi que te esperasse para leva-la de volta. pode fazer isso sem que te vejam? - o ruivo disse calmamente.

–A garota Yamanaka, estão todos procurando por você, vamos.

Ino assentiu se levantando em seguida.

–adeus lorde gaara. -Ino disse gentilmente. deixando Gaara hipnotizado por um tempo, tanto que quando a respondeu, a jovem já havia partido.
–eu não sou um lorde. 

 

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–Andem! Temos que chegar as torres antes do anoitecer! -Kankuru gritou aos homens que o seguiam.

–Sor Kankuru, os Uchiha ainda estão um bocado a frente, quando chegarmos a negociação provavelmente já terá acabado.

–Sor Yuura não estamos indo negociar. -O Sabaku anunciou sombriamente. –Essa nunca foi a intensão. 

–Isso é guerra sor. -completou o lorde Kakashi Hatake. –uma guerra pede sangue.


Notas Finais


E ai, o que acharam?
Me inspirei na queda so imperio romano , para o nosso imperio shinobi. Teve um pouco de Gaaino fofinho. Temari se fudendo pra todo mundo. Hinatinha indo conhecer o futuro marido, que ta querendo guerra. E parece que ele vai ter hein. Kkkk o pau vai comer no próximo capitulo meu povo.


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