História The End (Kim Taehyung) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens V
Exibições 55
Palavras 1.252
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Não sei porque escrevi essa fanfic tão "bad". Primeiramente eu não estou na bad! Essa idéia me veio quando eu estava estudando história, e aí eu vi uma imagem no meu livro e me veio essa idéia na cabeça! Só isso! Ficou uma merda mas eu já tinha escrito e estava com dó de apagar, então tá! Tchau!

Capítulo 1 - Foda-se


Fanfic / Fanfiction The End (Kim Taehyung) - Capítulo 1 - Foda-se

Minha cidade natal é Daegu, cresci, vivi, e moro atualmente aqui, tenho 21 anos. E não pretendo sair de minha cidade, já que a minha vida tá um completo lixo, eu tenho um câncer terminal, e por causa disso ninguém nunca se relacinou comigo e isso aconteceu até mesmo porque eu pedi.

         Meus pais se divorciaram, motivo? Meu pai trabalha o dia inteiro, minha mãe reclama que é muito pressionada por cuidar de mim sozinha o dia inteiro, e depois do ocorrido ela só chora. Eu não sei mais o que fazer, não tenho amigos na escola, minha mãe não fala comigo, fala que a culpa é minha por ela e meu pai terem se separado, e meu pai? Nem me pergunte, ele continua trabalhando sem parar, e quando eu tento conversar com ele é sempre a mesma resposta: "Me desculpe meu filho, estou ocupado, tenho que trabalhar pra sustentar você e sua mãe, porque apesar de termos nos divorciado, eu assinei um contrato falando que eu iria botar tudo dentro daquela casa por causa da sua dependência pela doença, então seja um bom menino na escola, se comporte bem, curta com seus amigos e não irrite sua mãe, não aguento mais as ligações dela!". Pronto, era isso, a mesma coisa, o mesmo discurso toda vez. Bom se eu tivesse amigos eu ia "curtir" com eles, eu sou o mais quieto da sala, os diretores já até ligaram pra minha mãe, perguntando se eu tinha algum problema mental (além da minha doença), por não socializar com ninguém, e eu não faço simplesmente nada pra minha mãe!

      Isso é minha vida. Monotona não? Não dá nem pra acreditar que antigamente ela era tão boa.

       FLASHBACK ON (14 ANOS ATRÁS)

        Eu estava em direção ao metrô de Daegu, com mamãe segurando minha mão de um lado e por incrível que pareça nesse dia papai havia vindo com a gente pra estação, isso era raro de acontecer, mas ele me dava amor nas horas vagas. Adorava ir à estação, era divertido ver todas aquelas pessoas andando pra lá e para cá, e ter um contato que eu raramente tinha, chegava a ser engraçado, mas o que mais me chamava atenção eram os trens, um correndo pro lado oposto do outro, existiam somente dois, e em cima desses trens havia meio que uma estrutura, uma travessia, achava aquilo um máximo, quando eu e mamãe sabíamos lá eu chegava bem na pontinha, bom pelo menos tentava, ela dizia que aquele local já havia sido palco de vários suicídios, não entendi o que era aquilo.

            FLASHBACK OFF 

       E foi depois dessas lembranças que comecei a pensar, como eu era ingênuo naquela época! Tudo bem que eu tinha apenas cinco anos na época, mas eu devia pelo menos saber o que era o ato de se suicidar, já que eu estava prestes a fazer isso, mas tinha medo de perguntar aos meus pais, as vezes eram rígidos demais, me queriam o menino certinho, e olha como estão agora, não estão nem aí pra mim. Se eu morresse agora eles nem iam perceber que eu não tinha voltado pra casa, nem mesmo a escola ia sentir minha falta, iriam simplesmente pensar: "Ah, ele deve ter saído da escola, deve que não estava mais aguentando as pessoas o ignorarem.", não iam nem perceber, se eu morresse agora! Não faz mais sentido eu continuar vivendo, ninguém liga pra mim, sou apenas um ser insignificante na terra. Meus pais não me amam nem se quer olham pra mim e conversam comigo, o que mais eu tenho que fazer aqui na terra? Minha missão já acabou, e ela era: pagar por todos os pecados que eu cometi na outra vida, e fazer meu pais e todas as pessoas que convivem comigo pagaram os seus pecados também! Hoje eu descobri finalmente a razão da minha existência. Bom e parece que aqui eu não sirvo mais pra nada, porque minha vida é todo dia a mesma coisa.

          ~\~

      Fui em direção a minha casa, passei pela sala, onde minha mãe estava completamente em transe olhando pra televisão, com olheiras gigantes, cabelos bagunçados e cheio de garrafas de whisky ao seu lado, todas já vasias, e o ambiente já com o cheiro forte de álcool, passei correndo por ela.

          - Oi mãe.

          - Porque não voltou mais tarde capeta do inferno? - desde que minha mãe se separou do meu pai e ela acha que foi culpa minha, ela me chama de capeta, isso pode parecer estranho mas já estou acostumado, isso vai acabar agora.

       Subi as escadas e entrei em meu quarto tudo jogado e quebrado, como esperado ela tinha bebido demais e enlouquecido. Fui ao banheiro e abri as gavetas, peguei um canivete de meu avô, que era a única pessoa que me amava de verdade ou melhor que me amou, mesmo eu tendo esse câncer e tendo sido um completo ignorante. Arregacei as mangas da blusa que usava, posicionei o objeto contra meus pulsos bem no rumo de minhas veias e fiz força, confesso que estava doendo, mas eu enfrentava aquilo quase todo dia tomando soros na veia, se não tivesse força pra empurrar aquilo contra a minha pele e me matar minha missão não seria cumprida.

        - Fico feliz de estar me matando com um pertence da pessoas que eu mais amei e que mais me amou no mundo - eu disse enquanto empurrava o canivete contra meus pulsos e lágrimas quentes escorriam pelo meu rosto frio pela temperatura do ambiente.

        Fiz vários cortes nos pulsos, já estava sangrando fazia um tempo, e por um segundo eu pensei, "se meu corpo ficar aqui, vai ser mais um trabalho pra minha mãe e pras pessoas que vão ter que me carregar, vou para outro lugar, pelo menos fora daqui eu vou saber que morri em paz". Eu posso estar parecendo depressivo e dramático, mas é a minha realidade!

     Desci as escadas cambaleando pela grande perda de sangue, passei por minha mãe novamente, mas dessa vez ela não mexeu sequer um músculo.
  
      Fui em direção ao local que eu mais amava, sim, a estação, já era de tarde e por incrível que pareça o local estava completamente vazio. Subi na estrutura metálica que dava passagem de um lado da estação para o outro, onde de lá de cima dava pra ver os trens passando rapidamente, fazendo com que meus cabelos voassem, esperei até que os dois passassem juntos, para pular, e um uma única chance eu pulei.

      Por alguns segundos pareceu câmera lenta, minha vida passou por meus olhos, me lembrei de cada momento feliz e triste que me marcou, e da última pessoa de quem me lembrei foi meu avô, dei um sorriso e uma lágrima escorreu. E a sim pude fazer meu discurso.

     Meu nome é Kim Taehyung, tenho 21 anos e possuo um câncer terminal, e estou me matando porque sabia que um dia eu morreria mesmo por causa de minha doença. E com muito orgulho deixo um belo foda-se pra toda a minha vida que foi desperdiçada até hoje!

                FODA-SE


Notas Finais


Adeus! Espero que tenham gostado dessa merda.😘👋


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