História The End: Um novo recomeço - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Fim Do Mundo, The End, Zumbis
Visualizações 7
Palavras 1.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ei povinhoooooo, olha quem ta de volta \o/

Pra falar a verdade, não era nem pra eu ta postando a segunda temporada agora, porque nem acabei de atualizar os capítulos kkkk

Bom, eu recomendo vc q n leu a primeira temporada, ir lá e ler, até porque talvez vc n entenda algumas coisas q acontecer por aqui; então amiguinho, não reclame se n entender dps ok? Kdldmzm

Pra vc q me segue e recebeu a notificação antes msm de eu postar la na primeira temporada, fique sabendo q vai ter um cap bônus, n vai mudar nada se vc ler aqui primeiro, mais ja tô avisando ok?

Vou parar de prender vcs aqui, espero q gostem :3

Primeira temporada: https://spiritfanfics.com/historia/the-end-8991388

Capítulo 1 - Um mundo morto - I


O vento soprava forte, fazendo com que as folhas das árvores se balançassem, parecendo dançar com ele.

O céu estava nublado, o cinza o deixava chato e sombrio. Iria chover mais tarde, mas isso era bom. Com a chegada do verão, a falta de água foi um grande problema, e a chuva estava chegando na hora certa.

A paisagem na qual antes era repleta de carros e engarrafamentos, agora tinha se tornado um lugar deserto e quieto. A mata havia tomado conta de metade da estrada, mas o cheiro podre estragava todo aquele cenário, que por acaso era bonito.

O cheiro vinha de um cavalo morto à beira da estrada. Suas tripas estavam estendidas pela rua, e aquilo que seria o cavalo ja não estava mais a mostra, seu rosto estava todo devorado.

E bom, ali, sentada à beira da estrada, - longe do cavalo - estava eu.

Meu rosto ardia com o mais novo corte abaixo do olho esquerdo. Minha garganta estava seca e a única opção para mantê-la um pouco molhada era usando minha própria saliva. Abraçava meus joelhos, olhando o tênis preto, desgastado e sujo, que estava comigo esse tempo todo. Minha blusa toda coberta de sangue trazia muitas memórias na cabeça, precisei chacoalha-la pra esquece-las. Os panos que cobriam minha mão direita também traziam lembranças, fazendo com que eu os apertasse forte.

Ali aos meus pés estava a minha mochila. Pra falar a verdade, aquilo parecia apenas um pedaço de trapo com um zíper, mas era melhor do que nada. Puxei-a pra perto e de la tirei algo enrolado em uma sacola plástica. Sorri ao ver que ainda estava ali, e rapidamente o desenrolei, sorrindo mais ao ver cinco biscoitos de água e sal, intocados.

Antes que eu pudesse estender minha mão pra pegar um, ouvi passos atrás de mim, e antes de uma reação minha, levei um tapa na cabeça. A única coisa que pude ver foi: três dos meus presiosos biscoitos desfarelados no chão.

-Cara...meu biscoito. - Minha voz saiu rouca arranhando a garganta.

Mirella: -Assim, isso é de três meses atrás, né. - Se sentou à minha frente e um outro vulto passou por mim, sentando-se ao meu lado. - Toma, filhote de urubu. - Me tacou um pacote lacradinho de biscoitos, que fez meus olhos brilharem.

Pietra: -Olha quem fala né. - Pegou um biscoito do meu pacote recebendo um chute meu. - A pomba linda e maravilhosa.

Mirella: -Sou. - Beijou o ombro debochando. - 1,55 de pura massa seduzente, meu bem. - Sorriu e eu me joguei pra trás na gargalhada.

Pietra: -Bem menos. - Me puxou de volta tentando roubar mais um dos meus biscoitos, dessa vez sendo empurrada na grama ao lado. - Ebuste.

[...]

O resto do dia foi como todos os outros, mais algumas horas andando sem saber aonde chegaríamos.

O céu começava a ficar escuro, o vento tinha ficado mais forte, e mesmo com duas blusas eu estava com frio. Minha crossbow parecia ter o dobro do peso normal dela, eu estava definitivamente cansada. Depois de virarmos uma curva avistamos uma casa ao longe, minha vontade foi de sair pulando. Só queria ter uma noite tranquila, era pedir demais pra alguém que passou três meses acordada praticamente 24 horas por dia?

A medida que íamos chegando perto, os cuidados aumentavam. Ja estava com a crossbow armada, na altura do rosto, parecia aqueles soldados em missões extremamente perigosas.

A Mirella era a única com arma de fogo, tinha uma pistola, que se eu não me, engano era da vez em nós iamos "sair" do acampamento, que eu peguei escondido e enfiei na mochila. Ela ia na frente, ja que a arma tinha silenciador.

Eu sempre fico por último, principalmente hoje que eu estava fazendo corpo mole pra andar.

A Pietra vinha na minha frente com aquele machado, até hoje não consigo entender de onde ela tira forças pra usar aquilo, mas acho que ele não é tão pesado quanto parece.

A casa era branca, por um momento me lembrou aquelas casas americanas dos filmes. Ela era feita de madeira, estava manchada de sangue perto da porta o que fez nós nos entreolharmos. A floresta aqui ainda não havia tomado conta de muita coisa, apenas a grama estava alta e algo como um cipó começava a subir pelas paredes da casa.

Me afastei alguns passos mirando na porta, as duas subiram e ficaram atrás dela.

Mirella colocou a mão na massaneta e no momento que a porta se abriu, tomei um susto enorme.

Quatro zumbis saíram pela porta como se quisessem voar, consegui matar um, mas antes que eu pudece se quer pensar, eu ja estava no chão.

Minha vontade foi de vomitar ao sentir o cheiro daquela coisa. Coloquei a mão na sua testa o empurrando pra trás enquanto procurava desesperadamente a minha colt, ja que a crossbow caiu em algum canto.

Afinal, onde eu deixei a porcaria desse canivete?

Não estava conseguindo manter aquele monstro longe de mim, eu estava muito cansada e minhas forças estavam indo embora. Vi uma pedra ao meu lado e levei a minha mão até ela, tentando alcança-la. Sentia minha mão perdendo as forças e aquele bafo horrivel chegando mais perto.

Foi a conta de meus dedos trazerem a pedra mais para perto e eu conseguir agarra-la. Levantei-a forte e de uma vez bati a pedra contra o rosto daquela coisa.

O zumbi assim caiu pro lado, mas ainda estava vivo. Me deu alguns segundos pra respirar, até conseguir se levantar e pular novamente em cima de mim.

Foi tão inesperado que bati a cabeça no chao, o impacto embaraçou minha visão.

Que ótimo.

Novamente coloquei a mão esquerda na frente do corpo, sentindo algo expesso sobre ela, não conseguia enxergar o que era, mas era algo no seu pescoço. Sangue?

Criei forças e pela segunda vez, ergui a pedra, acertando sua cabeça. Recuperei minha visão, sorrindo ao ver aquele monstro ao chão.

Idiota.

Olhei minha mão e a passei rapidamente na grama, eram tripas.

Que nojo.

Senti algo encostar a mão em meu ombro e por um momento, levantei a pedra, até perceber que não era um zumbi.

Pietra: -Calma ai, eu não vou te devorar embuste. - Me levantei pegando minha crossbow do chão enquanto sorria de lado.

Os outros zumbis estavam mortos, peguei minha flecha da cabeça do primeiro e nós entrarmos.

Mirella: -Ta de brincadeira com a minha cara né?

Pietra: -Caralho...

Continua....


Notas Finais


Bom, foi isso :3

Eu tô tentando caprichar mais na hora de escrever, mas tô com medo de acabar cagando em tudo denovo kkk

Bom, espero q tenham gostado, eu realmente gostei muito de escrever esse capítulo :v

É isso abiguinhos, bejo na bunda e até o próximo :3


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