História The Enemy of the Shadows - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Tsuki_no_yaya
Exibições 9
Palavras 1.053
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, FemmeSlash, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oie caralhow!!!!
E então? Estão bem? Não? Que pena, não é mesmo…
Primeiramente, queria me desculpar pelos capítulos pequenos que estão vindo (e provavelmente estão por vir)
Segundamente (essa merda existe mesmo?), quero avisar que O FIM ESTÁ PRÓXIMO!!!!!!!!!!
Da fanfic, não do mundo, ok? Ok.
Boaleitura!!!!!!!!!!!!

Capítulo 18 - Extra: Através da tela


Fanfic / Fanfiction The Enemy of the Shadows - Capítulo 18 - Extra: Através da tela

Um casal japonês teve três filhas, eram trigêmeas. Seus nomes eram: Yupina, Yukina e… bem, a terceira não interessa no momento, pois vamos falar de Yupina.

Quando completaram 3 anos de idade, seus pais se separaram.

Sua mãe e suas duas irmãs foram para os Estados Unidos, terra natal de sua mãe.

Ela e seu pai ficaram no Japão.

Se é que ela poderia chamá-lo de “pai”.

Quem a criou foi a vizinha, já que seu pai não trabalhava desde o divórcio, somente bebia com o dinheiro que sua mãe mandava. O dinheiro era para ela. Aquele homem roubava o dinheiro que ela recebia para, novamente, se afogar no álcool.

Ela não tinha amigos no colégio por ser vista como uma delinquente. Era comum pensarem isso dela, afinal, seu cabelo era vermelho e seus olhos eram azuis.

O seu cabelo vermelho, lembrava (não se sabia como) de sua mãe dizendo que havia herdado de seu avô materno.

Ela lembrava-se de várias coisas que sua mãe dissera a ela. Ela sempre teve uma memória incrível.

Quando ganhou o seu primeiro computador, com 9 anos, começou a conversar com suas irmãs, claro que ela tinha uma webcam para suas irmãs a verem, do mesmo jeito que elas tinham para ela as ver.

Yupina: Oi manas!

Yukina: Olá!

— Oi!

Yupina: Então… encontraram aquele garoto hoje?

Yukina: Q-que garoto?

— Sim, claro que encontramos com ele. Yuki fica nervosa e estressada se não vê ele.

Yukina: Ele quem?

Yupina: O amor da sua vida.

— “Oh, Snow… deixe-me desfrutar de seus doces lábios”.- falou em tom de deboche, claramente debochando a irmã.

Yupina: “Oh, não meu querido Jason! Não podemos! Mamãe disse-me que eu não posso falar com estranhos.”- entrou na brincadeira da platinada, afinando sua voz.

— “Mas com a força do nosso amor, parece que nos conhecemos à anos!”

Yukina: P-parem!- não se sabia se ela estava vermelha de raiva ou de vergonha.- E-eu nem gosto dele tanto assim…

— Mas acabou de dizer que gosta!

Yupina: Manas, eu já vou! Agora que eu percebo que estou quase atrasada para a aula!

Yukina: É verdade… é que aqui está noite, então esquecemos que aí o dia está amanhecendo… Tchau!

— Você quis dizer “Sayonara”!

Yupina: Sayonara, Nee-chan!

Yukina: Nee-chan?

— Irmã. Nee-chan é um jeito carinhoso de dizer irmã.

Yupina não escutou o resto da conversa, somente seguiu até sua escola. No caminho, pensava na amiga que havia feito em algum jogo online por aí. Ela sabia mais de sua vida do que a própria. Só não sabiam os nomes.

Quando chegou, mais uma vez fora ignorada por todos a seu redor. Como dito antes, ela não possuía nenhum amigo em sua escola devido a cor de seu cabelo.

A aula seguiu seu curso normal. Todos estavam a chamando de “Sabishiidesu-san”, ou, nesta língua, “Senhora Solitária”.

Já estava voltando de mais um fatídico dia de aula, só para voltar e ver que seu pai já estava a esperando, completamente bêbado, quando alguém de sua turma a abordou.

— Ei, Sabishiidesu-san!

Yupina: Meu nome não é esse.

— Desculpa! É que todos chamam você assim… então eu achei que…

Yupina: Achou errado.

— Me desculpe. Então… pode me dizer seu nome? Eu sou Kanda Haru!

Yupina: Kisaragi Yupina. Prazer em conhecer, Kanda-kun.

Haru: Pode me chamar de Haru, Kisaragi-san.

Yupina: Então, Kan… Haru-kun… o que você queria?

Haru: Eu… e-eu… bem… é que… como posso dizer… POR FAVOR! ACEITE MEUS SENTIMENTOS!- ele se exaltou, estendendo em sua direção um chaveiro para celular em forma de coração.

Yupina: Me desculpe, mas… eu não posso.

Haru: E-eu… eu entendo.

Yupina voltou correndo para casa, precisava contar isso para alguém, porém sabia que a essa hora, suas irmãs já dormiam. Só então lhe ocorreu a ideia de falar com sua única amiga: Evil_Princess. Ela morava na Inglaterra e já havia avisado que estava passando mal e não iria para a escola, então foi a melhor ideia que lhe ocorreu.

Chegou correndo, ligou o computador e começou a digitar.

Chat on

Yu-chan: TENHO ALGO PARA FALAR!!!!!!!

Evil_Princess: Calma. Respira… pronto, pode dizer…

Yu-chan: Um carinha da minha turma se declarou para mim!

Evil_Princess: Como assim? Mas você não tinha dito para mim aquela coisa lá?

Yu-chan: Aquilo sobre nós duas preferimos meninas? Não se preocupa, eu rejeitei ele.

Evil_Princess: Nossa… como você é fria.

Yu-chan: Cala a boca… então, quando a gente vai poder se ver?

Evil_Princess: Criatura, por mais que eu queira desesperadamente te ver, pensa bem… Inglaterra… Japão… Dinheiro que eu não tenho… temos só 9 anos…

Yu-chan: Por falar na nossa idade… isso você não pode reclamar… você estragou a minha infância.

Evil_Princess: Não, eu só repeti para você o que a Char disse. A culpada é a Char.

Yu-chan: Que seja… Puta merda! Olha a hora! Tenho que dormir antes que meu pai chegue! Sayonara!

Evil_Princess: Bye-bye!

Chat off

Conseguiu deitar na exata hora que seu pai abriu a porta. Ela tremia, porém, precisava ser forte.

Precisava tentar sobreviver a mais um dos ataques de seu pai. Ela conseguia.

A noite passou rápido, novamente, o que dormiu não passou de minutos. Suas olheiras já começavam a se tornar visíveis.

Nunca conseguia dormir corretamente até completar 11 anos, onde uma coisa feliz, porém trágica, aconteceu.

Suas irmãs vieram morar com ela, mesmo que a cor de seus olhos não fosse como lembrava de fotografias que tinha, ainda eram suas irmãs.

Porém… sua mãe jamais viria.

Sua mãe estava morta.

Quando suas irmãs começaram a estudar na mesma escola que ela, todos pararam com os apelidos… a do meio poderia ser bem assustadora se quisesse… até mesmo ela e Yukina ficavam com medo dela.

Cerca de um mês faltando para o aniversário de 15 anos delas, uma outra tragédia aconteceu.

Haru, que havia virado amigo dela, a chamou para algum lugar.

Suas irmãs não estavam em casa no momento, então deixou um bilhete dizendo para onde havia ido.

Ela só não esperava que o bilhete voasse e suas irmãs saíssem a procura dela no meio da noite.

Quando estava no caminho da volta, escutou gritos.

Gritos de sua irmã mais velha, Yukina.

Ela chegou até o beco, local de onde vinham os gritos.

Ela estava preparada e esperava qualquer coisa.

Ela só não esperava encontrar a irmã do meio caída em uma poça de sangue, segurando uma faca de cozinha em mãos.

Só não estava preparada para encarar os olhos róseos de Yukina, que refletiam o terror de ter o sangue da irmã mais próxima em suas mão.

Depois daquele dia, ao mesmo tempo que investigava quem possivelmente matou sua irmã, Yukina fazia também várias consultas com vários psicólogos.

Depois daquele dia, nenhuma das duas foi mais a mesma.


Notas Finais


Volstey!!!!!!!!!!!!!
Eu queria avisar que o próximo capítulo vai ser NORMAL ok? Tipo, não normal de normal, mas sim, normal de seguir a história principal.
Só isso mesmo…
Tchau!


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