História The Escape: In Tokyo - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance, Tóquio, Trafico, Yakuza
Exibições 60
Palavras 2.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores! Sentiram minha falta? Como vocês estão? Bem, certo? Ok, vou parar de fazer perguntas.
Eu me sinto imensamente feliz de escrever está história. Me divirto muito. Tirando algumas partes bads.
Precisava falar/escrever isso.
Obrigado pelo apoio de vocês. Acho que já sabem que é importante pra mim.
E como de praxe. Vos vejo no final!
Boa leitura <3

Capítulo 20 - Sentimentos


Fanfic / Fanfiction The Escape: In Tokyo - Capítulo 20 - Sentimentos

10 de Fevereiro de 2016

Elisa

− Aonde vai com tanta pressa? − Aiko estava chegando, provavelmente do seu trabalho. Quando sai do meu apartamento.

− Tenho uma consulta. − Respondo guardando minhas chaves. − Fez o turno da noite?

− Sim. – Ela encosta-se à parede parecendo desanimada. − O chefe mandou estudar alguns documentos e juntar informações sobre o caso em que estamos envolvidos.

− Deve ser cansativo. – A julgar pela sua aparência cansada e as olheiras profundas abaixo dos olhos. Ela passou a noite afogada no trabalho.

− É tudo para um bem maior. − Aiko boceja demoradamente. − Estou indo. – Desgruda da parede espreguiçando-se. − Preciso descansar.

− Não vou te prender. – Ajeito a bolsa em meu ombro. Jin já deve ter chegado. − Também estou um pouco atrasada.

− Te vejo mais tarde? – Aiko já tinha se arrastado para dentro do apartamento, mas deixou a porta semiaberta.

− Com certeza.

− Então até depois Elisa-Chan. A coisa chamada sono que se alojou no meu corpo, está clamando por atenção.

− Tenha um bom descanso Aiko. – Desejei, ela me abanou e eu fui correndo para o elevador.

Eu vou me encontrar com Dr. Rokuro, o psiquiatra que me atende, somente as 13hrs. Mas Jin e eu resolvemos ir mais cedo, por que o Showa fica a quilômetros daqui.

A consulta de hoje será mais difícil que a primeira. Vou ter que por em detalhes tudo que entre essas últimas semanas me lembrei. Eu prometi que não iria mais me machucar, por mais degradante e desesperadora que a memória seja, aguentarei. Mas tem sido cansativo, fingir que está tudo bem.

Daquela manhã em que soqueia a parede até o sangue sujar minha mão, só restaram pequenas cicatrizes espalhadas nas juntas dos meus dedos. Não dá para enxergar os fios de pele nova, a menos que saiba que eles estão aqui. Jin ao ver o que eu tinha feito saiu rapidamente e voltou com curativos e remédios para ferida. Ele segurou meu pulso e limpou cuidadosamente cada pedacinho da carne exposta. Na hora da raiva eu tinha feito um estrago.

E me arrependi instantaneamente, quando o vi cuidar de mim. Mesmo que minha vida não esteja sendo como eu planejei. Não é justo apenas morrer e deixar tudo para trás. Yoon se preocupou comigo o suficiente pra não me abandonar numa noite de inverno naquele beco. Ele cuidou de mim, sem saber quem eu era.

Eles sempre estão arrumando um tempo em suas agendas apertadas para me fazer companhia, ou ligar pra saber como estou.

Não há motivos, apenas vontade. E eu irei retribuir tudo o que fazem, valorizando a segunda chance de viver que tive. Enfrentarei meu passado sorrindo, mesmo se sentir dor. Pois desejo mais do que nunca cumprir a promessa de voltar. Porém não antes de descobrir o que minha própria mente esconde. Quero os dois anos completos, sem cortes. E seja o que for, terei que suportar. Por que preciso ser forte.

− Você parece determinada. Pergunto-me, sobre o que é?

− Namjoon? – Eu não esperava ver ele parado na frente do meu prédio.

− Vai responder uma pergunta com outra? É algo tão importante assim?

− Sim... Não... Espera. – Bufei. – Você também está fazendo isso.

− Isso o que? – Ele franziu o cenho.

− Responder perguntas com respostas. – Eu ri o que estou dizendo?

− Acho que entendi. – Me aproximei dele.

− Cadê o Jin? Pensei que era ele que viria. – Será que aconteceu alguma coisa?

Nam começou a caminhar rua baixo antes de me responder: − Aulas de canto.

− Mas ele já não é cantor? – Pus-me a andar também.

− É, mas ainda assim tem que praticar, para ser cada vez melhor.

− Por isso que vocês praticam tanto. – Claro.

− Sim, quanto mais fazemos algo, mais aperfeiçoamos a técnica. Não era assim com você quando dançava?

− Era. – Soei mais abatida do que pude imaginar. Mesmo com meu pé em perfeito estado eu ainda não arrisquei um passo de dança. Sinto-me insegura. Não que eu tenha esquecido como fazer, mas há um canto dentro de mim emitindo a ideia de que dançar outra vez, é errado.

− Desculpa. Não sabia que se tornou difícil pra você. – Nam parecia envergonhado.

− Eu só... – Suspirei e segurei minhas mãos. − Acho que tem haver...

− Com seu passado? – Sugeriu. Todas minhas loucuras tem haver com meu passado.

− Sim. – Confirmei.

− Não se preocupe. – Estávamos perto da estação. – Você vai superar seus medos.

− Como tem tanta certeza?

− É isso que Jin vive dizendo. – Olhei pro Namjoon.

− Jin fala muito de mim? – Perguntei sem poder me frear. O que interessa se ele fala de você ou não Elisa?

            Nam enrugou a testa, sua sobrancelha esquerda mirou o alto. E os lábios se curvaram pra cima. – Às vezes. – A resposta dele deixou-me um pouco frustrada. Por que estou frustrada? O que queria ouvir, além disso? Que ele fala de você de meia e meia hora.

            Nam soltou uma risada divertida, e suas covinhas apareceram: − Jimin tinha razão. – Espera... Eu ouvi direito?

            − Oque tem o Jimin? – Meus olhos por pouco não estão saltando de suas órbitas.

            − Ele andou dizendo algumas coisas! – Namjoon para e olha de repente no fundo dos meus olhos, eu gelo. – Acho que ele tem razão.

            − Sobre o que? – Não fica nervosa Elisa.

            − Você sabe melhor do que eu. – Nam respondeu. Merda Jimin, por que você tem que ser uma raposa?

***

Eu aproveitei os minutos que levamos até Shinagawa para refletir sobre todos os eventos da minha vida. Até por que Nam estava concentrado na leitura de um livro intelectual.

Fechei os olhos depois de dar play em uma das músicas melancólicas da lista de reprodução, relaxei ouvindo o som calmo e sentindo a trepidação leve do vagão. Eu amo músicas tristes.

Há exatamente um mês e dez dias atrás, eu conheci Min Yoongi e posteriormente Nam, Tae, Jin, Hope, Jeon e Jimin. Assustada por ser pega de surpresa pelo desconhecido. Não tinha noção de como vim parar aqui, em Tóquio. E ainda não tenho. Mas os meus sonhos vem revelando passagens de tempo, que passei a crer que vivi. Reconheci minhas memórias.

Pedaços voltaram, e não querendo perde-los os registrei num caderno pequeno achado numa das gavetas no guarda roupa daquele apartamento. Por meus sonhos em palavras negras timbradas no papel, me fez ver os motivos que tenho para enlouquecer.

Às vezes há porões, cordas, correntes, resultando em marcas. Os relances de ferro quente contra minha pele, explicam a estigma no meu ombro. Gritos, ameaças.

Sofia viva, dizendo que eu deveria fugir. Logo após morta com um mar escarlate saindo de suas feridas. O último sonho que tive, passou-se num terminal de aeroporto. Não estava sozinha, uma garota ruiva conversava comigo. Havia outras três e entre elas Sofia. Acho que foi ali que tudo começou, pois ela ali parecia saudável, esbanjando alegria.

Essa foi à única vez que a vi assim em meus sonhos. Ou em momentos que surgem como flashes. Não importam como essas memórias aparecem, elas se grudam na mente, tornando repetir. Pra me assombrar. Fazendo-me duvidar de quem eu realmente sou.

Desejei por um fim nisso. Quase sempre fiquei sozinha. E afinal pra minha família não farei mais falta. Por que pra eles, eu morri num acidente de carro.

Porém quando prestes estava de acabar de uma vez por todas comigo. Lembrei-me dos meninos, Yoon dizendo que iria me ajudar. Jimin lançando o primeiro sorriso de muitos. Jin ordenando-me a parar de pedir desculpas.

Eles fizeram tanto por mim. Que em apenas um mês adquiri um carinho enorme por cada um. E esse sentimento me fez continuar.

Até que tudo seja esclarecido, não vou cair. Estou determinada a descobrir e resolver os problemas que me cercam. Ainda desconheço a causa para ter vivido em Tóquio por tanto tempo, mas cada vez mais anseio saber.

E quando tudo terminar. Vou sair da vida dos garotos. Para reencontrar minha família, meu melhor amigo. E pra eles serei uma lembrança.

Foi dessa forma que pensei durante a semana que estiveram em Osaka. Mas alguma coisa mudou em mim, um simples carinho por um deles, está se tornando algo mais profundo.

Isso me traz a mente uma frase que minha mãe disse, quando falávamos sobre eu achar que gostava de mais de Gus: − Não dá para evitar alguns sentimentos. Por que só nos damos conta deles, quando já estamos envolvidas. Mas você pode escolher entre reprimi-los ou vive-los. Faça o que achar certo, Elisa. – Naquela época optei por trancar a centelha a sete chaves no peito. Agora não sei se devo alimentar ou ignorar. Tenho medo.

− Chegamos. – O trem parou. E Namjoon guardou seu livro. Levantou e ficou esperando por mim para enfim desembarcar. Meu momento reflexão acabou.

***

Namjoon

− Tem certeza que quer ficar sentado aqui? Você pode ir para o café no outro lado da rua. Acho que será mais confortável passar as horas lá. Quando me liberarem eu te mando uma mensagem. – Elisa bufou. – Fala alguma coisa Nam.

− Eu já disse.  Estou bem. – Ela revirou os olhos.

− Vocês são... Farinha do mesmo saco, mesmo.

− Como? – Simplesmente não estou entendendo.

− São iguais. Teimosos, não dá para entrar num acordo. – Elisa cruzou os braços e me olhou torto.

− Uau, nós já chegamos nesse nível! – Estou lutando para não rir. Ela parece brava, e isso de algum modo à torna mais fofa.

− Namjoon...

− Srta. Martins! – A enfermeira lhe chamou outra vez. Aponto pra onde a mulher de uniforme azul está esperando, com uma feição impaciente.

− Vá. – Ordeno, e assisto ela se levantar relutante.

− Tem certeza?

− Tenho um livro pra ler. – Mostrei o exemplar que trouxe comigo.

− Tudo bem. – Disse e se juntou a mulher que parecia irritadiça. Elisa gastou um longo tempo, tentando me convencer a sair deste corredor que está consideravelmente frio. Não tem ar condicionado aqui não? Pra ir à cafeteria doutro lado da rua.

Até pensei em ir pra lá no inicio. Mas meus Hyun(s) fizeram-me prometer que não tiraria os olhos dela por um segundo. E se caso não estivesse onde pudesse vê-la que ao menos eu ficasse nas redondezas. Além disto, o ambiente aqui está tranquilo e calmo, uma ótima atmosfera para poder ler este livro.

Agora entendo um pouco dessa superproteção que Yoon tem com ela. Quem diria que de todos entre nós, ele seria o primeiro a ficar caído por uma mulher. Só não sei se me sinto feliz ou triste por ele, Elisa é uma excelente pessoa, uma garota incrível. Não foi difícil pra nenhum de nós gostarmos e querer cuidar dela. Cada vez que a encontro em espaços deliberados de tempo. É como se eu estivesse reencontrando minha irmã. Apesar de Elisa ser mais velha que ela. Ainda faz lembrar-me da minha pequena.

Sorriu. – Mas sempre há os contrapontos. – E nesse caso existe três. Um é que ela um dia vai embora. Outro é Jin. O último é a própria Elisa que não representa ter sentimentos por nenhum dos dois.

Como Jimin disse ao Hope, na conversa que “quase” sem querer escutei furtivamente. – Isso vai ser complicado.

***

Elisa

− Como passou o último mês? – Dr. Rokuro me perguntou. Os papeis postos na mesa e caneta em mãos. Na consulta anterior também foi assim. Não deitei num divã, até porque na sala não existe um. Apenas sentei na cadeira de couro a sua frente, observei a estante cheia de livros atrás, notei como o recinto é claro, limpo e organizado. Enquanto ele anotava o que eu falava.

− Lembrei algumas coisas, mas sei que não englobam nem terça parte. – Ele me encarou parcialmente intrigado. Meus olhos se prenderam em suas sobrancelhas brancas. Alguns fios longos de mais, chamaram minha atenção, elas são idênticas a do meu avô.

− Como elas vieram até você? – Sua voz chamou minha atenção, pela segunda vez.

− Através de sonhos e flashes repentinos. – Expliquei, não pretendo deixar nada de fora.

− Como pode estar tão segura que são lembranças verídicas? – A voz envelhecida, mas experiente do Doutor. Me fez encara-lo antes de responder.

− Por que sinto que as vivi. – Falei batendo meu calcanhar freneticamente contra o chão. Esse é um dos meus tiques nervosos. − Essas pequenas amostras fazem parte de mim.

− Conte-me mais.

***

Minha consulta com Dr. Rokuro durou cerca de 2h. Sai de sua sala preocupada com Namjoon. Mas ainda não posso ver se ele está bem, depois de passar frio naquele corredor. Esses meninos do Bangtan são tão inflexíveis.

Tenho mais uma consulta, a última de hoje com a Dr. Isabelle Simukka, a clinica geral que solicitou que eu fizesse alguns exames de sangue, quando estive aqui com Jin. Os resultados saíram semanas atrás e já estão com ela.

− Boa tarde Elisa. – Dr. Simukka abriu um sorriso pra mim, quando entrei na sua sala. Que fica a dois andares abaixo da área de psiquiatria. – Sente-se, vamos abrir os exames e saber como está sua saúde. Você deve estar ansiosa.

− Sim. – Concordei. Ela pegou o envelope lacrado e o abriu. Leu os papeis em silencio e eu fiquei a observando quanto isso.

A Doutora é mestiça. Apesar dos seus traços japoneses serem notáveis, ela ainda se destaca por ter algumas diferenças. Seus olhos azuis escuros são maiores e o cabelo ondulado é louro escuro. Chuto que tenha ao máximo, 34 anos. Juntando o fato de ser tão agradável e gentil a faz parecer mais bonita.

Ela meneia a cabeça para um lado e batuca os dedos na mesa.

− Sua saúde está quase perfeita Elisa. – Diz puxando um receituário.

− O que eu tenho? – Perguntei já sentindo meu calcanhar tremer.

− Por sorte. Apenas uma anemia leve. Se tomar a risca, os remédios que eu te receitar. Daqui um mês estará totalmente saudável. – Ela carimbou o papel e assinou logo após. – Entregue isto para enfermeira que te acompanhou. – A Dr. Simukka alcançou a receita pra mim. − Ela trará os medicamentos que precisa.

− Muito obrigado. – Sorri e me curvei. Adquiri esse costume.

− Nos vemos em março. – Levantou, fiz o mesmo. Foi mais rápido do que imaginei.

− Até lá doutora – Me despedi dela com meus exames e a receita em mãos.

***

Encontrei Namjoon no mesmo lugar onde o havia deixado. Sentado no banco desconfortável do corredor.

− Então você ficou aqui. – Notei me sentando ao seu lado. Ele já não lia aquele livro, agora estava escrevendo num caderno pequeno cheio de rabiscos.

− Jin não me avisou que demorava tanto. – Ele se espreguiçou e guardou seus pertences.

− Mas eu sim. – Alego com razão. Nam olha para minhas mãos onde a sacola de remédios cheios de sulfato ferroso está.

− O que é isso? – Pergunta me encarando.

− Combatente da anemia. – Respondi.

− Você está anêmica? – Seus olhos arregalaram, assim que balancei a cabeça afirmando.

− Não se preocupe. – Levanto. Não aguento mais ficar nesse hospital. Na verdade odeio hospitais. – É leve, e logo estarei incrivelmente saudável.

− Vou garantir isso. – Ele disse me acompanhando corredor a fora.

***

Assim que saímos do hospital Namjoon me levou para almoçar. Mesmo sendo quase 16hrs da tarde.

E adivinhe o que ele me obrigou comer? Bife de fígado. Tenho sorte que nunca fui fresca pra comida. Então não foi muito uma obrigação colocar aquilo em minha boca. Até estava bom.

Dirigíamo-nos para estação de trem, quando passamos enfrente a uma livraria e ele resolveu parar.

− O que foi? – Perguntei sem entender sua parada repentina.

− Você gosta de ler? – Nam olhou sério pra mim.

− Gosto. – Respondi desconfiada.

− Então vem! – Ele pegou meu braço me levando pra dentro do lugar.

***

Era um paraíso dos livros, só nisso que consegui pensar, enquanto explorava os corredores de cada seção.

Havia livros em inglês e japonês. De vários gêneros. Nam me mandou escolher um, e depois de muito protesto meu, que não adiantaram de nada. Fui parar na seção de Young Adult.

Folhei alguns. Li sinopses. Julguei capas. Às vezes faço isso. Até que encontrei o que me chamou atenção instantaneamente. To all the boys I've loved before (Para todos os garotos que já amei) Jenny Han.

Foi amor à primeira vista. Peguei o exemplar e após ler o resumo na contracapa sai à busca de Namjoon.

− Quero esse. – Mostrei o livro pra ele, que estava atirado num sofá localizado entre as diversas prateleiras.

− Esperava mais de você. – Nam falou, quando viu a capa.

− O que tem contra romances? – Perguntei indignada, segurando a obra de forma protetora.

− Nada. – Deu de ombros. – Apenas acho previsíveis.

− Todas as histórias são previsíveis. O mundo é cheio de clichês Kim Namjoon.

− Uau, não sabia que era tão sábia. – Zombou bagunçando meus cabelos. Por que eles sempre fazem isso? Se não é apertando minhas bochechas é mexendo nos meus cachos. – Apenas vamos pagar isso e ir embora.

− Ok. – Sorri o seguindo para o caixa.

Depois que ele pagou o meu presente tivemos que correr pra estação já que o último trem pra Minato estava quase partindo.


Notas Finais


Até semana que vem! Beijos de chocolate para vocês e vai.
Ah, estou amando Wings. Da aquela inspiração!
Tchau Tchau <3


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