História The essence - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Orphan Black
Personagens Cosima Niehaus, Detetive Arthur "Art" Bell, Dra. Delphine Cormier, Kira Manning, Paul Dierden, Personagens Originais, Rachel Duncan, Siobhan Sadler "Sra. S"
Tags Cophine, Cosima, Delphine, Lesbianismo, Orphan Black
Visualizações 203
Palavras 1.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 3 - Capitulo III


Fanfic / Fanfiction The essence - Capítulo 3 - Capitulo III

~ P.O.V COSIMA ~

 Mas é claro que eu não tinha percebido aquele anel gigante de noivado no dedo da sra. Cormier, eu estava ocupada demais observando seu rosto, seu sorriso, suas curvas que deixei esse pequeno detalhe passar despercebido. 

 Eu pareço uma adolescente que nem se da ao trabalho de conferir se a mulher desejada era comprometida. O erro de toda lésbica principiante. Não que eu seja nova mas ela tira todo a minha atenção das demais coisas.

Meu Deus! O que eu estou dizendo? Eu não a desejo. Eu não posso deseja-la.

 - Sra. Niehaus? _ ela disse me tirando do meu transe .

- Preciso voltar para o meu laboratório sra. Cormier. Se me der licença.

Eu realmente precisava sair dali e começar a colocar a minha cabeça no lugar. 

Fui em direção ao meu laboratório e assim que cheguei, comecei a fazer o de sempre, monitorias com alunos sobre a feira, analise de misturas químicas, analise de documentos, correçao de provas. E ainda tive que enviar tudo para o email da nova diretora. Será que ela achava que eu não tinha outros trabalhos a fazer? 

  Depois de todo aquele trabalho eu ainda tinha que ficar depois do trabalho para ajudar a nova diretora, me xinguei mentalmente por não ter a desafiado. 

 Fui em direção a biblioteca, onde a sra. Cormier havia me dito que estaria. Ela estava sentada olhando alguns papeis e não se deu o trabalho de olhar pra mim quabdo cheguei. 

Por que a indiferença dela me afetava tanto? Eu nem a conheço.

- Sra. Niehaus.

- olå Sra. Cormier, podemos começar.

[...]

- Podemos fazer projetos que envolvam a area literária da Química. Incentivar os alunos a escrever seus proprios livros sobre seus projetos e seus impactos na area. O que acha? 

- É uma ótima ideia . _ eu nao queria dar muitos palpites, eu estava desanimada com aquilo tudo, afinal estava exausta e não estava com paciencia.

- Na frança isso é muito comum nas universidades.

- Aqui não é a frança. _ Eu disse sem pensar um pouco. Eu estava tão cansada, e aquela conversa não tinha fim. Eu só conseguia pensar que ela era noiva.

- Tudo bem. Acho que acabamos por aqui. 

 Ela se levantou da mesa onde estavamos, juntando todos os papeis e anotações que ela havia levado. Ela estava claramente chateada pela maneira que eu havia falado com ela. 

Eu e o meu dom de ser grossa com as pessoas.

Quando ela passou ao meu lado , eu me levantei e segurei o seu braço como se fosse um reflexo.

- Me desculpe. Eu não quis ser grossa, não estou tendo um dia muito bom. _ ela me olhou de maneira surpresa pela minha atitude e eu percebi que ainda estava segurando o seu braço. 

- Claro! É totalmente compreensivel sra. Niehaus.

- Você tem companhia para o jantar? _ O que exatamente eu estou fazendo? Eu quero conhece-la melhor mas definitivamente este não é o dia.

-Acho que não sra. Niehaus. 

Ela sorriu pra mim como se esperasse um proximo passo.

- Bom, eu tambem não. Se voce quiser ir pro meu apartamento e eu posso preparar algo pra que a gente coma enquanto continua falando sobre os projetos. 

- sra Niehaus... _ ela começiu a falar, porém eu a interrompi rapidamente.

- Eu aceito um não como resposta. _ Dei o meu melhor sorriso. _ é a maneira que eu tenho de me desculpar pela maneira como tratei a senhorita minutos atrás. 

Ela deu um sorriso, e eu percebi que ela concordara com o convite. 

Eu entrei no meu carro e ela foi me seguindo com seu carro preto até chegar em minha casa. 

Abri a porta deixando que ela entrasse primeiro e como eu já sabia que ela faria, ela analisou casa canto do apartamento.

Se sentou numa poltrona que permitia que eu a olhasse da cozinha enquanto cozinhava. 

Retirei meus sapatos, e fui pra cozinha ver o que tinha na geladeira. 

- Eu gosto desse estilo. _ ela disse olhando pra mim enquanto eu procurava algo que decente na geladeira. 

- Que bom que gostou sra. Cormier.

- Por favor, não estamos no trabalho. Me chame de Delphine.

- ok Delphine. Sinta se em casa. 

Eu falei dando um sorriso pra ela. 

- É dificil quando estamos em um lugar novo sra, Nieh..- Cosima. Me chame de cosima. - Então, _ ela continuou falando enquanto olhava os porta retratos de familia_ É complicado se sentir a vontade em um lugar desconhecido por mais que a pessoa seja tão agradavel "cosima". _ela falou meu nome com uma entonação diferente como se estivesse testando.

Eu olhei pra ela e arrisquei um francês.

- "ma meson est votre meson" 

Ela soltou uma risada e veio em minha direção

- Repita.

Eu olhei pra ela sem entender muito o que ela queria. 

- ma maison 

-ok. _ eu sorri_ ma maison 

-est votre maison! 

- est votre maison_ eu disse olhando pra ela esperando que me corrigisse novamente e ela simplesmente deu um sorriso como se estivesse aprovando. 

Continuei repitindo mentalmente "ma maison est votre maison"

Eu estava fazendo o molho da massa enquanto Delphine que insistentemente havia pedido pra ajudar estava fazendo uma salada. 

-Então, o que uma mulher noiva sai da França pra vir pro Texas pra trabalhar em um istituto de Quimica quando poderia estar atuando como médica? _ eu a olhei desafiando que me desse uma resposta rapida e ela sorriu.

-Eu gosto de experimentar coisas novas. Entende? 

Ela sorriu novamente e voltou seus olhos para a salada. 

Ela estava flertando comigo? Não, é claro que não. Ela esta noiva. Por mais que eu quisesse que a resposta fosse sim, não, ela não estava flertando comigo. 

Eu já tinha acabado de preparar a massa, colocamos tudo na mesa e nos sentamos. Delphine parecia com fome,  e eu estava realmente cançada daquele dia mas ela era uma companhia agradavel. Se eu não tivesse convidado a sra. Cormier pra jantar, provavelmente eu iria comprar um hamburguer, mas fiquei feliz por ela deixar minha noite  um pouco maus agitada. 

- E o seu noivo não se incomoda de você deixa-lo lá por causa de um trabalho? 

- Você está realmente muito impenhada em descobrir coisas sobre mim cosima. Mas, não é tão facil assim. _ ela disse como se estivesse me desafiando a conhece-la. Ela não deveria me desafiar dessa forma por que quando eu quero algo eu consigo.




 






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