História The Et! - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
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Palavras 905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Mais um dia cansativo termina, e eu como sempre tento ficar calmo, porém confesso que é difícil! Hoje briguei com meus melhores amigos, fiquei em recuperação em matemática, e tenho mil e um trabalhos pra entregar em pouco tempo. Estou cansado de tudo isso, minha paciência tá cheia, estou me tornando insuportável nos últimos dias, se bem que não é pra menos! Me sentia mal por tratar as pessoas assim tão rude, mas não queria dar o braço a torcer, afinal, eu tenho a razão! Tudo isto medito, olhando pela janela do ônibus escolar, que parte rumo a deixar os alunos após uma jornada difícil, dentro daquele presídio que chamam de escola. É meu caro, minha vida não é fácil, sou o jonh, tenho 16 anos, estudo numa escola de tempo integral e como já falei, é chato. Só estou lá por que enfim, é melhor do que ficar em casa ouvindo meus pais brigarem. Viro a cabeça preocupado, já pensando em como vai ser ao chegar em casa.

Derrepente, desperto do transe para a realidade com uma menina que devido já me conhecer, viu que o ônibus já tinha passado por minha casa, e eu no mundo da lua, nem percebi. Ela me chama pra terra e quando percebo, pesso imediatamente pro motorista parar. Que tédio, eu teria agora que o resto do caminho a pé. Aff.


(...)


Chego em casa morto de cansado, e como sempre, meus pais estão brigando. Jolie e marcos, meus papis que até hoje me pergunto o real motivo de terem se casado, pois era óbvio que não se amavam.

Ao entrar minha mãe não me dá a mínima, está ocupada demais tentando ter razão na discussão que não entendi bem o motivo. Então resolvo ir direto pro quarto e me trancar lá. Ah lá sim era meu lugar, meu porto seguro, minha casa onde só existia eu, e ninguém mais. Ninguém pra me ignorar como todos faziam, e eu retribuia até com quem não tinha nada haver. Tô com fome, tô cansado, e o sono é maior! Caio na cama, exauto físico e emocionalmente, esperando talvez só descansar um pouco, ou dormir na esperança de que ao acordar, tudo estará bem, no seu devido lugar...


(...)


Acordo com o celular tocando. É a menina do ônibus que não sei porque ligou pra mim. O nome dela é Amélia, mas eu mal tinha amizade com ela, nunca trocamos mais do que cinco palavras.

-alô!?-pergunto curioso pelo real motivo

-jonh? É você? -disse ela

-sim, Amélia

-você tem companhia pra ir pro baile hoje à noite?-Perguntou em um tom de esperança

Então eu penso que eu poderia ir com meus amigos, porém tinha uma questão: estávamos brigados. Pensei comigo que embora não estivéssemos bem eles não seriam covardes o bastante pra irem sem mim, e eu também não queria pedir desculpas. Então cheguei a uma conclusão:

-Amélia, me desculpa mas eu não posso ir, tenho que estudar, tenho muitos trabalhos. 

-ah? Ah! Tá certo! Esquece! Deixa pra lá -disse em um tom tão triste que quase voltei atrás. 

-Então tá. Boa noite! Tchau!-despediu se.

-Tchau linda!-falei desligando o celular. 

Bem, meus planos são realmente estudar. Usei dessa idéia pra amenizar a dor na consciência.

Levanto imediatamente da cama e corro pro banheiro. Cansaço ficava pra mais tarde. Tentei ficar tranquilo, afinal amigos voltam a se falar. Terminei o banho, me troquei e partiu comer...


(...)


Chego na mesa, pensando que iria comer sozinho, quando meus pais sentam à mesa, e dizem eufóricos:

-filho, precisamos conversar.

Eu sabia que bombas viriam aí . Então achei melhor esperar pelo pior.

-Falem-disse fingindo ser insensível. 

-nós vamos nos divorciar, eu vou para os Estados Unidos e sua mãe para a Itália. Achamos melhor nos separar logo, cada um tomar o seu rumo!-disse meu pai temendo minha reação. 

Eu estav trêmulo. 

-e eu? Onde fico nisso tudo?

-bem filho, infelizmente não temos como te levar, você vai morar com sua avó! Disse ela levantando e saindo. 

-esperem! Disse eu.

-tenho tantas peguntas-disse percebendo que já estava falando sozinho, pois me deixaram sozinhos na mesa. 

Eu não tinha forças pra reagir a isso. Porém busquei lá do mais íntimo forças pra ao menos levantar. E foi o que aconteceu. Levantei e fui direto pro meu quarto, chorar, pois me senti sozinho, abandonado, eles nem pediram minha opinião! Tudo estava acabado.

Após algumas horas de choro, resolvo me recompor.  Já eram 11hrs da noite, o baile já tinha começado e também as fotos dos que estavam lá. Entro no Facebook e a primeira coisa que eu encontro é uma foto de todos os meus amigos, inclusive a Amélia, felizes, se divertindo e eu em casa. Nem me convidaram a não ser a Amélia! 

Derrepente todos aqueles sentimentos de tristeza se apoderaram outra vez de mim! Eu queria morrer, e era isso que eu iria fazer. Escrevi uma carta de despedidas, abracei tudo o que eu mais gostava, pulei a janela e sai sem rumo, apenas procurando o lugar mais alto pra se jogar.


(...)


Eram 11:40hrs quando cheguei no monte mais alto que conhecia, que ficava não muito longe daquela cidade. De lá a vista era linda, dava pra ver toda a cidade cheia de luzes de várias cores. Senti medo. Mas já estava determinado. Ou quase.

Fico um bom tempo pensando em tudo o que aconteceu, me deixo novamente ser invadido pelas cenas que me maltratavam. A dor era muito grande, me sentia rejeitado por tudo e todos.

Já era 11:59hr , tinha que terminar o que comecei. Respirei fundo e........





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