História The Evil Behind Your Eyes - Capítulo 2


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Church, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Jonathan Christopher Morgenstern, Luke Graymark, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Raphael Santiago, Raziel, Sebastian Morgstren, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Exibições 11
Palavras 1.086
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Sobrenatural

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem é super enrolada???
Isso mesmo! Eu!!!!!
Então, desculpa mesmo kkkk

Capítulo 2 - A Chegada


Fanfic / Fanfiction The Evil Behind Your Eyes - Capítulo 2 - A Chegada

Morgan Stormbay

Já estávamos caminhando há um bom tempo nas ruas iluminadas somente pela lua enorme que trazia uma graciosidade perigosa. Nosso tio, Daniel, entrou no corredor entre os prédios e nós o  seguimos.

-Alerta, beco sem saída. Meia volta, meninas!

Ele falou ao perceber o erro. O problema é que, ao virar, nos deparamos com enormes bestas gosmentas. Demônios. Todos nós fomos surpreendidos, de forma que eu puxei instintivamente minha parabatai, colocando-a atrás de mim. Peguei uma flecha na minha aljava, a coloquei junto à corda e posicionei minha mão na ancoragem olhando de relance para meu tio, que já empunhava suas duas adagas e Rose tinha o tridente em mãos. Atirei em um demônio que se aproximava, já buscando por outra flecha para atingi-lo e o mantando em  seguida.

Quando se aproximaram demais eu me afastei para que minha arma pudesse ser utilizada. Lutávamos com agilidade e enorme sincronia, desviando de golpes demoníacos e atacando com precisão. Os tentáculos de uma das criaturas envolveram minhas pernas e me puxaram, provocando uma queda desajeitada e o tio Dan jogou uma de suas adagas perto de mim que foi muito bem utilizada quando a besta tentou me abocanhar e eu cortei sua traqueia.

-Morgan!

O grito de Rose chamou minha atenção e eu me levantei, encontrando-a presa nos tentáculos de um outro inimigo. Atirei nas costas daquilo que machucava minha parabatai e ele urrou, lançando Rose em mim com uma força brutal, a segurei para protegê-la do impacto e então colidi contra a parede. Tudo escureceu por alguns instantes.

-Hey Morgan! Levanta agora!

Abri meus olhos e Rose me chacoalhava para que eu saísse dali. O demônio vinha em nossa direção com os olhos pedindo por sangue dos seus caçadores. Levantei com a ajuda de Rose e conseguimos desviar da investida no último instante, de forma que atingiu a parede.

Gargalhamos por termos escapado, mas a alegria desapareceu quando percebemos que haviam muitos demônios contra nós. Juntamo-nos ao tio Dan mas logo a Rose precisou se afastar enquanto lutava com dois demônios, enquanto dava inúmeros golpes meu tio falou para mim.

-Morgana, eu vou abrir passagem e vocês saiam daqui, entendeu

Sua voz foi bastante firme mas eu não podia abandoná-lo aqui.

-Mas...

-Sem "mas", Morgana! É uma ordem. Vai cumprir o último pedido de seu tio?

Ele estava cansado, se esgotando. Nenhum de nós suportaria por muito tempo. Devolvi a adaga para que ele tivesse mais chances, mesmo sabendo que de um jeito ou de outro ele acabaria morto. Obedeci sua última e nobre ordem, corri para minha parabatai que lutava com dificuldade devido aos vários ferimentos em seu corpo e assim que ela matou o demônio com quem brigava eu a puxei pelo braço em direção à saída daquele beco. Os dois únicos demônios que estavam entre nós e a sobrevivência foram atingidos na cabeça por adagas. Nosso tio estava desarmado. Saí sem olhar para trás quase carregando minha prima em direção ao Instituto.

Rose Stormbay

Cada passo que eu dava uma dor passava por meu corpo, fazendo o ferimento na minha perna latejar.

De tempos em tempos, Morgan lançava olhares preocupados para mim. Mantivemos nossos olhos fixos no Instituto, que era possível ver por cima de alguns edifícios, sem saber que eramos observadas por uma garota de longe.

Quando finalmente chegamos lá batemos de forma impaciente na porta um garoto loiro abriu a porta com uma cara irritada, foi a última coisa que vi antes de tudo escurecer.
--------------

Antes de abrir os olhos senti uma mão na minha. Olhei para o lado e vi minha parabatai dormindo em uma cadeira ao lado da minha cama, com a mão na minha.

-Morgan, acorda...

Ela abriu os olhos meio desorientada, mas logo me abraçou.

-Graças a Deus, eu estava tão preocupada...

-Hey, relaxa, estou bem!

-Eu nunca ia me perdoar se...

-Deixa de besteira, não vou a lugar algum sem você.

Ela me largou e alguém entrou, uma mulher da aparência firme.

-Sou Maryse, a responsável por este instituto. Vocês acordaram, ótimo. Como estão se sentindo?

-Bem.

Respondi junto com a Morgan.

-Bom, não quero que isso pareça um interrogatório, mas eu realmente preciso saber o que vocês duas estão fazendo aqui sem nenhum adulto com vocês. Compreendem?

Eu e minha parabatai confirmamos com a cabeça.

-Rosalie e Morgana Stormbay, as duas com 14 anos, você já me falou isso -ela falou olhando para Morgan- São, obviamente, parabatais e vieram de Idris, por que saíram de lá e com quem?

Olhei para Morgan, pedindo silenciosamente para ela não falar, o tio Dan nos disse para não contar a ninguém e respirei fundo quando ela começou a falar

-Lá não... Não era seguro, o nosso tio Daniel falou isso para nós e nos tirou de lá.

-Por que não? Lá é o lugar mais seguro para nós.

-Ele não disse o motivo.

Falei com um tom de "dãã"


 

Isabelle Lightwood

Já faziam duas semanas que a Rose e a Morgan tinham chegado aqui e eu acabei me apegando muito, elas meio que eram o que eu queria ter sido na idade delas, a Rose era espontânea e mega menininha, apesar de ser assustadora com armas, e a Morgan era calma decidida. A Clary também de apegou bastante, ficávamos as quatro conversando sobre qualquer coisa. O Jace se sentia muito responsável por elas, acho que porque foi ele quem as ajudou. O Alec se identificou muito com a Morgan, assim como eu me identifiquei mais com a Rose.

Elas vieram no momento certo, esse lugar estava precisando de mais vida...

-Isabelle, como uma menina de 14 anos consegue cozinhar mil vezes melhor que você?

Jace me tirou de meus devaneios com um pedaço de bolo nas mãos.

-Hahaha, engraçadinho -Falei pegando um pedaço do bolo quente que estava na minha frente e dando uma mordida nele -Nossa, isso realmente está muito bom!

Ela sorriu.

-Obrigada.

-Eu disse que esse era o melhor bolo de chocolate que eu já comi da vida?

O Alec perguntou pegando outro pedaço.

Rimos e um instante depois a Morgan entrou com Clary na cozinha.

-Você fez bolo?! -Ela perguntou olhando para Rose.

-Clary!

Deixe-me explicar, quando aconteceu com ela e o Jonathan eu a levei para a casa do Magnus e ninguém, além de nós três, sabia o que tinha acontecido, ele tinha dado um jeito nela.

Depois te termos comido o bolo quase todo fomos para biblioteca ajudar Maryse com um problema, que era para ser confidencial, mas acabamos descobrindo.


Notas Finais


Comentem!
Beijinhos e até a próxima, que não vai demorar muito... eu espero kkkk


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