História The Eye - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui
Exibições 25
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem do primeiro capitulo <3

Capítulo 1 - Truque desfeito


- Joga a carta. - Disse meu pai-

A carta entre meus dedos foi arremessada, fazendo um "loop" que cortou o vento caindo no chão,

 

- Ótimo, agora me mostre a carta. - Pedia meu pai, enquanto embaralhava o baralho de cartas. -:- De-me a carta. - A entreguei -:- O segredo é a força e o encontro da carta sob o vento - Disse ele -:- Preste atenção.

 

A carta foi novamente jogada numa velocidade que a olho nu seria apenas um borrão, cortou a garrafa em cima do ferro velho fazendo a mesma cair-se em dois. Meu pai sorri me contagiando, entregou-me o baralho indo em direção a garrafa, trouxe-a mim mostrando claramente a agressão que a mesma sofreu.

 

- Já se cortou com folha A4? Doí né? Se você arrancar uma parte dessa folha e passar rápido em sua mão, ela se torna afiada, mesma coisa da carta. Arremesse-a com força, longe, num jeito que ela permaneça lisa como ela é, a carta se torna uma arma, capaz de cortar qualquer coisa.

 

Papai sai para fora do camarim, sua apresentação de magica era logo em seguida, num circo famoso em Los Angeles, parte do ferro velho era nosso trailer, parte velho, parte nossa casa. Era hoje que ele iria fazer seu truque de magica mais glorificado pelos seus fãs, iria passar na TV e como todas suas apresentações, eu sempre o acompanho. Ele volta com outra garrafa de plastico em mãos em minha direção, recoloca no lugar da outra, o baralho em minha mão começou a tomar conta de mim.

 

- Irei começar meu show, vá treinando enquanto faço meus números e te ensinarei passo a passo cada um de meus truques. Assim que acertar a garrafa, papai vai sair da caixa - Ele agachou em minha frente, passo seu polegar em minhas bochechas -:- Irei voltar a tempo para te ver dominar esse truque, minha pequena estrelinha dos olhos verdes. - Sorri -

- Irei ficar te esperando papai.

- Te amo garotinha! - Disse ele bagunçando meu cabelo-

- Te amo Pai!

 

Minutos depois dele sair do camarim,  liguei a TV e os aplausos abafavam o som do aparelho. Coloquei a garrafa em cima do ferro ali enferrujado e comecei a jogar as cartas. Cada carta jogada, um truque diferente de meu pai, cada truque diferente, uma onda de aplausos e gritos se expandiam pelo meu ouvido. No final da apresentação, 51 cartas estavam ao chão, a ultima era o Joker, olhei para carta, olhei para televisão. Papai estava fazendo seu numero mais perigoso, O truque do Houdini (aquele magico que ficou conhecido por entrar na caixa de água e sair, lembram?)

Um olho na TV, um olho na carta, papai já havia entrado dentro na caixa, lacraram ela no mesmo. O esquema era ele sair de lá em 5 minutos, cronometrados, certinhos. Fiquei 4 minutos e 35 segundos olhando para a televisão e para o relógio, e nada, peguei a ultima carta e pensei - Se eu acertar, papai ira sair da caixa, papai vai sair -.

A respiração profunda se perdia com os batimentos do meu coração, fechei meus olhos e a voz de meu pai falava em meu ouvido todos os seguimentos do truque. Contei baixo:

 

- 3... 2... 1... - Lancei a carta -

 

Parecia estar tudo em câmera lenta, a carta cortava o vento certamente numa precisão que a cada piscada que eu dava, a carta se aproximava mais da garrafa até que. Sim, a carta cortou a garrafa, precisamente e com um efeito melodramático excepcional para o truque. Assim que a garrafa caio ao chão, me virei em comemoração olhando para a televisão, o sinal havia caído, uma das responsáveis pelo circo invade o camarim desesperada e me abraça.

 

- Você está bem? - Perguntou ela me abraçando - :- Acorda Lauren, acorda, acorda, acorda... - Eram as únicas coisas que saiam da boca dela.

 

...

 

- Acorda Lauren! - Chamou Lucy -:- Vamos perder o ponto!

 

Levantei minha cabeça, tirando imediatamente meu fone.

 

- Porra! - Levantei no banco do metro direto para a porta, esperei a mesma abrir e fui caminhando sem Lucy - há esqueci -. Ouvi ela correndo em minha direção, gritando meu nome.

- O que você tem? Está fugindo de mim?!! - Ela me puxou pelo ombro -

- Não, é só que minha cabeça ta viajando pro passado.

- O que acontece? - Perguntou ela -

- Coisas fúteis, mas já estou melhor. - Sorri -

- Ótimo que esteja melhor, pois esta na hora do seu trabalho. - Paramos na frente de um pequeno banco dentro do metro.

- Escolhe alguém.

- Hmm.- Ela se ergueu na ponta do pé procurando algum alvo que por ali passava-:- Aquela senhora que parece ser rica -

- Faça seu trabalho que eu faço o meu.

 

Fomos em direção a moça como se estivéssemos com duvida de onde se encontra tal rua, tal esquina. Dentre essas perguntas, poderíamos arranjar o numero da conta dela e acabo conseguindo pegar sua carteira. Em menos de 20 minutos, conseguimos todas as informações necessárias, além de conseguir o cartão de crédito da mesma. Terminamos de puxar assunto e fomos para o banco, Lucy toda feliz pergunta:

 

- Cara, como você consegue fazer isso?

- Isso o que?

- Roubar as coisas das pessoas sem perceber

- Tipo seu celular?

- Meu..?-Ela começou a procurar o celular. Ao mesmo tempo levantei o celular dela rindo -:- Porra!

- É só você ficar distraída, você foi minha distração pra ela, e ela foi minha distração pra ti .

- Mas conseguimos todos os números necessários?

- Numero, senha de segurança, etc...

 

Entramos no banco, dois seguranças nos encaravam como se soubessem que tínhamos feito algo. Já na hora de tirar o dinheiro, sem nenhum problema, vimos que ela tinha 15 mil reais em sua conta, o retiramos e saímos do banco. Os dois seguranças se comunicavam pelo rádio encarando a gente, segurei a mão de Lucy e sussurrei.

 

- Quando eu mandar, corre.

- Porque?

- Só corre!

 

Os espelhos das vitrines mostravam que os dois seguranças estavam atrás de nós, permanecemos calmas, tranquilas até vermos aquela mesma senhora que nós roubamos falando com dois policiais ali da area. Paramos por um segundo, nos olhamos e viramos de costas e vimos os dois guardas, respiramos fundo e caminhamos em direção a eles, fingíamos não acontecer nada até que eles nos param.

 

- Senhoritas, poderiam nos acompanhar?

- Acho que sua mãe está te procurando Lucy. - Fui irônica -

- Mamãe está bem longe daqui.

- Poderiam esvaziar os bolsos? - Eles pediram -

- Claro.- Tirei o dinheiro de meu bolso e coloquei num bolso falso dentro de minha mochila que estava embaixo. -:- Prontinho!

- Abram a mochila. - Mandou -

 

Ao abrir a bolsa que continha diversos cartões de credito, abri o ziper e os cartões, os recolhi em toda a minha mão o escondendo na parde de cima da bolsa. - Me de a bolsa - Pediu. Joguei a manga da blusa sobre minha mão, passando os cartões para a minha manga. Ele tirou diversas coisas que tinha ali dentro até jogar a bolsa no chão.

 

- Hey, hey! - Gritei enquanto Lucy levantava a bolsa para que não vissem o dinheiro -

- Abram os braços e as pernas. - Ordenaram -

 

Fizemos o que mandaram, mas os cartões em minha blusa foram parar dentro de meu sutiã que foi puxado por uma corda de nylon. Eles nos revistaram severamente, passaram as mãos em nós severamente. Assim que terminaram de nós revistar, aquela senhora que roubamos nos aponta aos policiais que anotavam o boletim de ocorrência dela, eles vieram até nós que pelo visto chamavam reforços para nós. Depois de 15 minutos deles nos revistando e fazendo perguntas, uma chefe do FBI aparece de óculos escuro e colete, parecia até desfilar em câmera lenta. Olhei para Lucy e disse:

 

- Corre... - Sussurrei -

- Como? 

- Assim...

 

Olhei para os dois lados enquanto os policiais olhavam a bela morena chegar perto, respirei fundo, contei até 3 e roubei a arma de um dos policias. Lucy sabia que era aquele momento dela fugir enquanto eu era uma distração para todos. Apontei a arma para eles pedindo para que se afastem e os mesmos apontavam suas armas para mim. A chefe do FBI entrou no meio, tirou os óculos escuros e me encarou.

 

- Meninos, abaixem as armas! - Ordenou ela -:- Ela não tem por onde ir

- Não se aproxime! - Apontei a arma para ela -

- Abaixe a arma, estamos aqui pra te levar. - Ela tirou as algemas do seu bolso -:- Você esta presa!


Notas Finais


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