História The Fall - Capítulo 8


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Lily Collins, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Lily Collins, Personagens Originais
Tags Ação, Chaz Somers, Christian Beadles, Criminal, Drama, Justin Bieber, Lilly Collins, Revelaçoes, Romance, Ryan Butler
Exibições 73
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


boa leitura

Capítulo 8 - About be mean


— Então, o leilão é daqui á quatro dias e como vocês sabem eu não faço planos, já tenho tudo em mente, Chaz e Luke vocês não acham que seria uma pena se o anfitrião da noite não chegasse á tempo em sua festa? — sorri maldoso. —  vocês dois vão se disfarçar de seguranças,

Chris vai dar um jeito de fazer vocês entrarem no esquema.

— Os crachás já estão quase prontos. 

— Ótimo, Joseph disse que quer algo desse leilão mas o safado não disse que eram duas coisas.

— Que coisas — Chaz perguntou confuso.

— Ele quer um colar que provavelmente é o lance mais esperado da noite e um pen drive que está em uma sala separada, longe da onde vai acontecer o leilão.

— E o que você tem em mente dude —  agora foi a vez de Ryan perguntar.

— Como eu disse Chaz e Luke serão os seguranças mas eles não levaram o anfitrião da festa para seu reinado e sim para o matadouro - o sorriso maldoso não saía de meus lábios. — Ryan e Chris entram no local e quando eu der o sinal vocês fazem todos de reféns e pegam o colar, eu vou estar na sala onde está o pen drive — olhei para Chaz e Luke. — quero que levem o cara para lá. — eles assentiram com a cabeça

— O que tem no pen drive — Luke perguntou

— É o que eu vou descobrir Luke.

— Vai matar o cara Drew? — Chaz perguntou

— Vou apenas me divertir... espero que você tenha pegado rápido Luke, por que trabalhar comigo é assim, é melhor se apressar senão perde o bonde.

— Entendi, mas... é....

— É o que

— A garota - mexi as mãos incentivando ele a continuar — o que vamos fazer com ela.

— Vou levar ela embora. — Chris disse

— Não, você tem coisas para fazer, eu levo.

Saí do escritório indo em direção á sala, ela ainda estava lá perto do piano, o olhando admirada.

— Ei - ela olhou em minha direção — Vou te levar para casa, vai pro carro, anda.

— Chris vai me levar

— Pro carro, anda. — repeti mais uma vez tentando não explodir de raiva.

— Millie — Chris entrou na sala — Justin vai te levar por que tenho umas coisas para fazer tudo bem?

— Mas Chris... logo ele

— E por que eu não?

— Por que você é...

— Sou o que? — ela ficou em silêncio —  eu te dou medo é isso?

— Não... 

Ri em deboche, ela tinha medo sim e eu adorava causar isso nas pessoas.

— Vai ficar tudo bem Millie, eu não vou te morder. — sorri maldoso, a garota chegou a encolher os ombros.

— Chris por favor — ela choramingou para ele

— Ta tudo bem Millie, ele só está brincando - ele me lancou um olhar repreensivo, levantei minhas mãos em rendição.

Ela bufou concordando. Fui para o carro com Chris e a garota logo atrás.

— Se cuida Millie. — Chris deu um beijo em sua testa, observei aquilo de dentro do carro, eu me perguntava como ele conseguia, como ela conseguia e como as pessoas conseguiam sentir afeto por alguém, eu não sabia ser como eles, não mais, eu não me sentia nem feliz e nem triste, eu estava vazio. Talvez no passado eu tivesse sentido algo, mas agora eu não era mais assim, e nem fazia questão de ser, a única pessoa que eu havia chegado se quer á pensar em sentir algo havia ido embora. Como é sentir mas sentir de verdade, eu sempre me bloqueei de tudo isso, a única coisa que me satisfazia era fazer algo ruim para alguém, era prazeroso ver o desespero alheio, mas eu estava evitando tudo, ser bom e ser ruim, eu me encontro em uma completa confusão, as vezes eu só queria recomeçar tudo e ser como eles, como uma pessoa normal mas eu não consegueria ser, por que eu nunca soube sentir.

Fui tirado de meus pensamentos com a porta ao meu lado sendo fechada. 

Chris veio até mim.

— Justin, pega leve. — ele disse baixo

— É claro amigo — sorri para ele

A garota se mantinha quieta e observando o caminho trajado. 

— Seu pai já disse algo sobre mim?

Ela me olhou e hesitou em responder mas logo disse — Que já prendeu você e os garotos.

— Sério? ele disse qual foi o motivo? — eu podia sentir minhas bochechas já doerem de tão grande que era meu sorriso.

— Dirigindo embreago. — gargalhei alto.

— Eu achei que você fosse mais esperta Millie.

Comecei á sentir aquela sensação que não tinha á algum tempo, aquela adrenalina em meu corpo dava sinais de que eu precisava por simples necessidade me satisfazer, ver alguém com medo. Acelerei o carro fazendo a garota tomar um susto, eu ria de sua expressão amedrontada.

— PARA COM ISSO POR FAVOR — ela gritava com medo.

— Você não quer brincar Millie? eu quero muito brincar.

Avistei um caminhão logo á frente que estava atravessando o cruzamento, nós iríamos se chocar contra ele, isso na cabeça de vento dela, por que na minha era só mais um pouco de diversão, acelerei mais ainda o carro, fazendo o motorista do caminhão frear bruscamente e a garota ao lado continuava aos gritos, aquilo era música pros meus ouvidos.

— PARA POR FAVOR

— Parando...

— Você é louco — ela me olhava assustada. — tem noção do que fez, quase matou a gente.

— Você ainda não viu nada garotinha...

Estavámos chegando na casa dela, mas sem pensar duas vezes, acelerei o carro mais uma vez passando em frente a sua casa, a brincadeira só estava começando.

— Ei eu moro ali!

— Eu sei. — a olhei de canto. — mas a gente vai brincar um pouco.

Correndo pelas ruas, pensei em como eu pudia me divertir, meu lado insano estava ali me lembrando de quem eu era e de quem eu deveria sempre ser, a adrenalina em meu corpo não me abandonava, e o medo em Millie também não á abandonava.

Chegamos em uma estrada de terra, que dava acesso á um lugar que eu queria que Millie conhecesse, só não sei se ela vai gostar muito. Dirigi em direção á uma ribanceira. 

— O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? — Millie arregalou seus olhos quando viu para onde eu guiava o carro. — A GENTE VAI MORRER! — freei com tudo, mais um pouco e o carro caía, dei ré saindo dali. 

— Não está gostando?

— Me deixa ir embora por favor. — seus olhos estavam ficando marejados e aquilo era um bom sinal, pelo menos para mim.

Parei o carro. — Desce. — ordenei.

— Me deixa ir embora por favor

Sem mais paciência, fui até o lado do passageiro abri a porta e puxei a garota com brutalidade, ela não conseguia acompanhar meus passos, tropeçando em seus próprios pés.

— Pra onde está me levando — ele choramingava ao meu lado

— Quero te mostrar uma coisinha.

Parei atrás de alguns caixotes enormes, olhei meu relógio e já estava quase na hora.

— Se você gritar, ou fazer algo que eu não ache legal eu te mato aqui mesmo entendeu? — percebi quando ela engoliu seco.

Estava na hora, eles chegaram.

— Olha - dei espaço para ela poder olhar

— Mas é... — seus olhos se arregalaram de surpresa.

— Seu pai? — Ela me olhou sem entender e voltou a observar de novo.

— Mas o que ele está fazendo? 

Aproximei minha boca de seu ouvido, enquanto nós observavámos seu pai conversando com outros caras — Carregamentos querida Millie, papai está fazendo negócios.

Pude perceber confusão em seu olhar então completei. — Papai não é o que diz ser mas você insiste em acreditar, seu pai tem história na máfia.

— Como assim?

— Presta atenção. — apontei para frente, Tom Houston apertava a mão de outro cara e quando ele estava indo embora, algo aconteceu, ele fez o que eu queria que Millie visse, ele se virou rapidamente e atirou na cabeça do cara que trazia o carregamento os outros que estavam com ele terminaram de matar os outros capangas do cara. Millie abriu sua boca mas eu não podia deixar ela gritar ou veriam a gente, tampei sua boca e á tirei dali rapidamente.

Fomos para onde o carro estava, bem afastado do local do carregamento. Havia confusão em seu olhar, algumas lágrimas já se formavam em seus olhos.

— Eu não consigo entender — ela me olhou.

— Seu querido pai trabalha para a máfia, ele é policial mas é um policial vendido, um merda. — ela se mantinha em silêncio. — Que foi Millie — fingi preocupação. — papai não contou a verdade?

Ela me encarou e pude ver raiva em seu olhar. — Qual é o seu problema? por que me trouxe aqui?

- Estou te fazendo um favor, te mostrando a verdade — sorri para ela

— Você por acaso é louco? uma hora me salva e depois faz isso.

— Achei que o assunto era seu pai.

— Você só pode ser um psicopata 

Sorri com o que ela tinha dito.

— Talvez... você deve estar se sentindo uma merda agora né, engraçado que você sabe que Chris também não é nada certo e mesmo assim está dando uma chance á ele, então pode dar uma chance pro seu pai também não é? — disse sendo sarcástico.

— Por que você está fazendo isso? 

— Millie acorda, esse é o mundo real, e como eu disse antes estou te fazendo um favor.

— Você é mal, você não fez isso por que queria que eu soubesse, você gosta de machucar as pessoas — ela chorava compulsivamente. 

— Olha eu entendo que talvez você esteja com raiva e queira descontar em mim mas poxa Millie só estou sendo legal.

— Vai pro inferno.

— Quem sabe. — dei meu melhor sorriso — Vamos, agora é sério vou te levar pra casa — disse rindo

— Não vou com você — ela disse se virando e indo embora.

Observei a garota ir pela estrada de terra, cada vez mais longe sua silhueta ficava cada vez mais pequena, ela parecia desnorteada, ela concerteza se encontrava confusa, com medo, e eu podia ver sua dor e de certa forma entendia sua dor, eu só não sentia sua dor, e nem me importava o quanto doía. Uma hora ou outra Millie iria aprender algo que aprendi desde pequeno, que a palavra irreparável tem um significado sem fim.

Acelerei o carro em direção a garota, diminui a velocidade junto com seus passos, a olhei e vi seu olhar perdido.

— Me deixa em paz

— Eu não ganho nem um obrigado — sorri irônico

— Já fez muito por mim, obrigada - ela deu um sorriso sarcástico mas seu olhar ainda era triste.

— Um último conselho, é melhor aceitarmos o que não podemos mudar sabe, dói menos.

— E o que você entende de dor? — ela parou comigo parando o carro também.

— Mas do que você imagina.

— Isso não parece te afetar.

— E não afeta. 

Sai cantando pneu dali, através do retrovisor pude ver, ela na estrada, muitos veríam uma pessoa eu via pedaços.

Olhei meu reflexo no espelho. — Acontece. — disse para mim mesmo. 
Aos poucos eu estava voltando a ser quem eu sempre fui, e fica á critério de quem me conhece, chame de monstro ou sem coração, eu não me importo.


Notas Finais


perdoa qualquer erro meu e não desiste de mim sz ksksk


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