História The Fallen Angels - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Drama, Mathwhelin, Revelaçoes, Romance, The Fallen Angels
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Palavras 3.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Lírica, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Suicídio
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - Eight


Fanfic / Fanfiction The Fallen Angels - Capítulo 8 - Eight

Capítulo 8

 

          Mark olhava incansavelmentte seu relógio de pulso. Estava esperando- junto a sua irmã e a Loren- Thom e Sam, eles finalmente iriam começar a organizar a festa surpresa para Lisa. Pela manhã na universidade, Lalisa encontrava-se bem quieta como se eles ainda fossem estranhos, porém não foi tão desanimador assim, só aumentou ainda mais a vontade não só de Mark como de todos os outros de fazer a melhor festa possível e poder contemplar novamente o belo sorriso da garota.

          Um carro extremamente enorme, luxuoso e muito caro -provavelmente mais caro que qualquer coisa do Mark, Ysla e a tia Lucy juntos- estacionou em frente ao restaurante onde os irmãos e Loren se encontravam. Mark seguiu até lá, por já saber que se tratava da Sam, abriu a porta e deu passagem às duas garotinhas. Thom e Lua já estavam lá.

          -Entra logo energúmeno, a gente ainda falta pegar o Klay- Sam ditou para Mark que apenas revirou os olhos, já Ysla, olhou para Sam como quem se olha para uma barata.

          -Se comporta, ok?- Mark repreendeu a irmã.

          -Não prometo nada- Ysla respondeu ainda olhando para Sam. Mark apenas suspirou derrotado, já imaginando a desgraça que pode vir a acontecer.

Mais algumas quadras e eles finalmente chegaram até onde Klay havia dito que estaria. Assim que o avistaram, Sam saiu do carro indo cumprimentar o garoto que vinha acompanhado de duas crianças.

-A Sam parece gostar mesmo dele, não é?- Thom falou casualmente assim que viu Sam abraçando Klay.

Sem qualquer resposta, Thom virou para seus amigos e jurou que seria assassinado só com os olhares de Mark e de Lua.

-Sim, eles formam um casal muito bonito, já marcaram a data do casamento?- Pela primeira vez, Thom pode presenciar uma Lua sarcástica.

-Sinceramente, sinto pena dele por ter que aquentar ela- Mark falou enquanto desviava o  olhar da Sam para o Thom.

Por algum motivo, ainda desconhecido por si, Mark queria sair daquele veículo e acertar o seu punho já fechado na cara do Klay. Aquele garoto o tirava do sério. Não o odiava, longe disso, apenas odiava os sorrisos que a Sam lançava para ele. Aquela ruiva com certeza fazia aquilo de propósito, só pode.

Klay entrou no carro com mais duas pessoas, que se não fossem de sexo diferente seria praticamente impossível de definir quem é quem. Sentaram-se nos bancos que ficavam em frente ao banco em que Mark, Ysla, Loren e Lua estavam.

-Espero que não se incomodem, mas eu trouxe meus irmãos para nos ajudar também. Esse é o Klarkson e essa é a Kelly.

-Não tem problema algum, e vai ser de grande ajuda- Thom respondeu ainda prestando atenção  na estrada- ele quem está dirigindo.

Mark observou um pouco as feições de Klay, ele realmente não acreditava que a Sam pudesse estar apaixonada ou ao menos interessada romanticamente nele. Quer dizer, Klayson não era nada feio, mas Mark tem certeza que ele, em termos de aparência, ganha fácil, fácil do outro. Oh Meu Deus! Que merda ele estava pensando, por que ele estava se comparando ao Klay? Por que ele queria que a Sam o achasse mais bonito? Puta merda, não pode ser o que ele acha que é. Mark balançou rapidamente a cabeça querendo esquecer tudo o que estava pensando.

-Você está bem, Mark?- Lua perguntou ao ver o amigo quase arrancando os fios negros.

-Ah! Estou, só pensando nos preparativos, haha- Mark tentou disfarçar o quanto perturbado aqueles pensamentos o deixou.

Kelly havia praticamente grudado em Lua, mesmo tento seus quinze anos ainda se comportava feito uma criança e adorava quando Klay ou Lua a mimavam como se ainda fosse um bebê. Klayson olhava aquela cena fascinado, ver sua irmãzinha e sua melhor amiga brincando de pedra, papel e tesoura, era extremamente engraçado e fofo. Os olhos de Lua brilhavam, feito os olhos de uma criança que vai pela primeira vez a um parque de diversão. Desde quando eles combinaram de fazer uma festa surpresa para Lisa, que Lua não para de falar como a loira vai ficar feliz e emocionada; e que a felicidade das pessoas que adora é sua maior alegria.

Essa é apenas uma das melhores qualidades que Lua tem e Klay ama isso nela. Ele sempre continuará com essa amizade que possui com ela.

 Ysla encarava aquele garoto assim como ele a encarava. Bem, desde que Klarkson entrou no carro não tinha desviado o olhar de Ysla, mas um olhar não a intimidaria, então resolveu encará-lo também.

Ela não gostava de ser encarada, e aquele olhar abobado de Klarkson para si começava a incomodar um pouco, o garoto quase babava sobre ela.

-Que é que tu ‘tá olhando, pirralho?- Mark percebeu o quanto o garoto estava secando sua irmã.

Klarkson, por sua vez, apenas corou e murmurou um “Nada”, fazendo Lua, Klay e Kelly rir com a situação.

-Klark parece ter gostado do que viu- Kelly disse apontando com a cabeça para Ysla.

-Não enche Kelly- Klarkson reclamou fazendo todos no carro, com exceção de Mark e Ysla obviamente, rirem - apesar do Mark ainda segurar um pequeno riso de canto nos lábios.

A viagem até a casa de Thomas foi bastante divertida, tirando a esmagadora vontade que sentia de chegar rapidamente e se distanciar daqueles dois irmãos: um por estar secando sua irmã e o outro porque tirava aqueles sorrisos de Sam facilmente, enquanto ele tinha que ouvir os sacarmos da ruiva para si.

Thom estacionou o carro em frente a uma casa enorme e totalmente luxuosa. Todos saíram do veículo impressionados com o tamanho da riqueza que a família do Thom demonstrava ter. As crianças logo se animaram e saíram correndo até a entrada da mansão.

Logo, os mais velhos foram atrás, assim que Thom entregou as chaves a uns de seus funcionários. Adentraram a casa observando os cômodos do lugar. Uma sala de visitas enormes com um piano de calda ao centro; uma cozinha extremamente espaçosa que com certeza Lucy sentiria inveja dela. Os quartos ficavam na parte superior da casa, eles não passaram por lá, porque logo seguiram a um enorme espaço com uma pista de dança, uma máquina de karaokê, uma mesa de DJ, um palco com inúmeros instrumentos: bateria, percussão, guitarras, contra baixos, três teclados configurados um no outro, além de alguns instrumentos clássicos como violino, flauta, entre outros. Logo ao lado de tudo aquilo, havia uma porta que levava para o estúdio.

Klayson, assim como todos os outros, ficou de boca aberta. Aquele lugar é um paraíso para ele. Se pudesse tocar pelo menos metade daqueles instrumentos, não via problema de partir dessa para melhor, iria bastante feliz. Todos eles dividiram-se para seus respectivos trabalhos- afinal, não poderiam continuar babando sobre os instrumentos.

Lua e Kelly ficaram olhando modelos para os convites, enquanto Ysla, Loren e Sam ficavam na arrumação, onde deveriam afastar um pouco todos aqueles instrumentos para que não houvesse riscos de quebrar. Precisam arrumar as cortinas, ver as luzes para a possível baladinha entre outros detalhes desse tipo. Klay e Klarkson logo chamaram Thom para verem os hits mais populares durante aquele ano, escolheriam músicas variadas para assim atenderem os gostos de todos, entre eles pop, eletrônica e rock, algumas músicas de jazz foram incrementadas também.

Mark olhava na internet os tipos de salgadinhos, doces e aperitivos que são mais freqüentes em festas assim. Além do tamanho, formato e de que sabor deveria ser o bolo.

Já passava das 18 horas, com todos ajudando e dando o máximo de si em suas tarefas, a festa já estava organizada pela metade. Mark e Ysla já haviam feito a lista de todos os ingredientes que precisavam para a comida da festa, Klay e Klark já haviam escolhidas todas as músicas que tocariam. Lua e Kelly já estavam com os convites impressos. Sam, Loren e Thomas já haviam dado um jeito de deixar todos os instrumentos arrumados no canto do palco, deixando apenas a mesa de som na frente, já que será utilizado. Só faltavam mais algumas luzes coloridas e um enorme globo. O resto eles resolveriam no dia seguinte.

Klay pegou um violão, o qual amou de primeira, que até então estava no canto esquerdo daquele lugar, posicionou sobre sua perna direita e logo os primeiros acordes de Feel so good do B.a.p. foram ouvidos. Klay cantava divertidamente sendo acompanhado por seus irmãos e por Lua. Mark puxou Ysla e começou com uma coreografia improvisada- não conhecia a música, mas foi inevitável, sua mente desenvolveu passos ao ritmo da música e seus braços em harmonia com suas pernas se moveram ritmicamente.

Sam entrou na brincadeira logo acompanhando Mark na coreografia, ela aprende rápido, então foi fácil, fácil. Eles logo entraram em sincronia e era como se um pudesse ler a mente do outro e soubessem exatamente qual seria o próximo movimento de pernas e braços.

Várias músicas foram adicionadas a primeira, somente Lua e Klay cantam agora, é uma música melódica e suas vozes parecem ser feitas uma para outra. Mark e Sam estão envolvidos na melodia e dançam graciosamente muito próximos, com movimentos leves e delicados. Seus olhos presos um ao outro sem se importarem com quem estavam ao seu redor. Naquele momento o mais importante era um admirar o outro sem palavras ou gestos, apenas com os olhares deixando transparecer todas as incertezas e certezas que um sente em relação ao outro.

Lua percebeu a troca de olhares entre aqueles dois e logo sorriu. Eles parecem cão e gato, mas entre todas aquelas brigas, eles se olhavam de um jeito único e até apaixonante. E provavelmente isso tenha começado desde o primeiro contato deles.

A música terminou e Lua não fora a única que percebeu todo aquele envolvimento entre Mark e Sam. Ysla não havia gostado nem um pouco daquela aproximação e daqueles olhares melosos que ambos estavam trocando. Assim que teve a oportunidade, Ysla abraçou seu irmão o “despertando” do transe que Sam havia o prendido. Tanto o moreno quanto a ruiva sorriram envergonhados assim que perceberam o quão próximos estavam, mas mesmo assim sentiam uma necessidade enorme de continuar do jeito que estavam.

Já a atenção de Thom estava toda no quanto seus amigos são talentosos e se seus tios os vissem com certeza jamais os deixariam ir. Talentos como esses são raros de encontrar, mas quando encontrados devem ser utilizados e mostrados para o mundo. Além disso, estará ajudando além da empresa dos tios, a si mesmo. Um grupo como aquele seria a nova sensação e a salvação da empresa. E ele não precisaria voltar àquele mundo.

Não só Mark, Klay, Lua e Sam; mas também Klarkson e Kelly, essas crianças também farão muito sucesso caso entrem para o ramo musical. Assim ajudaria a família do Klay também, eles não parecem ter muito, mas com seus filhos encaminhados ao sucesso- que com certeza fariam na música- a vida deles podem mudar positivamente.

Thom acima de tudo quer ajudá-los, ajudar aqueles que em tão pouco tempo já se tornaram amigos tão especiais para si, que jamais vai querer perder. Espera que possa levar essa amizade para eternidade e que se fortaleça ainda mais, pois ele sente que precisa muito disso.

 

******

Já são 20:00 quando Loren  chega em casa. Lisa a esperava quase arrancando os fios de cabelo. Loren mal saía de casa imagina demorar tanto assim para chegar, havia saído na hora do almoço- quando chegou da escola, apenas se trocou e saiu porta a fora sem avisar para onde ia.

Lalisa já nem tinha mais unha de tanto as ruer. Assim que avistou a silhueta da mais nova, voou até a porta abraçando Loren que logo se aconchegou nos braços da maior.

-Onde é que você estava? Me deixou preocupada- Lisa desabafou e deixou algumas lágrimas de alívio percorrer seu rosto.

-Desculpa Lisa, eu não queria a preocupar. Eu estava com a Ysla e então perdi o horário, sabe como é né? Quando nos divertimos muito, o tempo voa- Loren falou emitindo várias coisas por motivos obvio. Afinal, é uma surpresa para sua irmã e a mais velha não pode nem desconfiar do que ela e os outros estão planejando.

-Sei como é sim- Lisa responde pensando em seus amigos, que mesmo não  conhecendo muito, eles são mais que especiais para ela- Mas, avise onde irá da próxima vez e ligue quando for se atrasar.

-Ok! Eu te amo Lisa.

-Eu também te amo maninha.

Lisa acabou não tendo uma boa noite de sono, ficando um longo tempo virando de um lado para o outro na cama sem conseguir pregar os olhos. Acabou desistindo por volta das quatro horas da tarde, quando após um rápido cochilo foi despertada como se alguém houvesse a assustado. Esperando chegar o horário de ir para a universidade, ficou em seu computador vendo um pouco de vídeos no youtube.

Não quis comer, apenas esperou sua irmã tomar seu café da manhã e juntas saíram para mais um dia de aula. Lalisa chegou mais cedo que o seu normal e sentou-se sozinha em seu assento, logo se perdendo em pensamentos.

Ela sabe muito bem o quão triste vem se sentindo recentemente, desde que teve aquela discussão com seu pai. Ou melhor com aquele homem, que ela não sente mais vontade alguma de chamá-lo de pai. Ela se segura fortemente na ideia de que falta pouco para ela sair daquela casa e levar sua irmã junto, para que assim possam finalmente ter uma vida melhor.

- Lisa? Lisa, você está bem?- Luane tocava seu ombro chamando sua atenção.

- Estou bem, o que houve?- Lisa pergunta ao voltar para a realidade.

- Queria apenas te chamar para passearmos um pouco depois da aula, o que você acha?

-Ah... tudo bem, eu estou precisando me distrair mesmo.

Lua fica observando o semblante triste de sua amiga, mas acaba deixando por isso mesmo no momento, já que tentará fazê-la se animar mais tarde.

Seis horas depois ambas estão sentadas em um balanço num parquinho antigo próximo à praça em que costumam ir. Conversaram sobre várias coisas, mas sempre a Lisa não conseguia se animar muito com nada do que comentavam. Lua já não sabia mais o que fazer, começava a se sentir desesperada por poder ajudar sua amiga, quando avista uma pessoa querida de longe, fazendo-a assim ter uma ideia.

- Klay! Aqui!- Anny gritava euforicamente, alcançando o seu objetivo.

Klayson ouviu os gritos e logo avistou as garotas no parquinho. Ele logo se dirige até onde elas estão, animado por ver sua melhor amiga.

- Oi Annie- Ele abraça a Lua fortemente- O que faz por aqui? Não ia na casa do T... - Klay acaba sendo impedido de continuar falando já que a Luane havia desesperadamente colocado sua mão na boca dele.

No começo Klay não entende o que está acontecendo, até perceber os olhares discretos da Annie na direção da garota loira sentada no balanço. Ao vê-la, ele logo entende que ela deve ser a tal Lalisa, a garota ao qual estão fazendo uma festa surpresa, e ele quase estraga tudo.

- O que vocês estão fazendo?- Lisa pergunta se levantando e se aproximando deles.

- Ah nada... Então, Lisa querida, esse é um amigo meu, Klayson - Lua apresenta-o atrapalhada, tentando sem sucesso não transparecer seu nervosismo.

- Prazer Klayson, eu sou a Lalisa, uma amiga da Lua- Lisa diz estendendo sua mão, ao qual é apertada por Klay.

- É um prazer, mas por favor, me chame de Klay.

- Só se você me chamar de Lisa.

- Pode deixar.

Anny olhava a cena e de alguma forma sentia-se incomodada com os sorrisos em que seus amigos trocavam um com o outro. Mas logo tentou afastar isso da cabeça, já que precisa da ajuda do Klayson para dar uma melhorada no astral da Lisa.

- Então Klay- Lua diz- Pode ficar um pouco conosco, antes de irmos... você sabe pra onde?

- Claro que sim... O que vocês estavam fazendo?

- Apenas conversando...

- Vocês duas estavam sentadas no balanço e não faziam nada?- Klay pergunta indignado- Vocês não sabem o que estão fazendo.

- Do que você está falando?- Lua pergunta.

- Venha comigo.

Klay puxa as garotas para sentarem novamente nos balanços e depois olhou nos olhos de cada uma.

- Quem quer ser a primeira a ter uma experiência única?- Ela pergunta com uma certa malícia.

- Pode ser a Lisa- Luane diz entendendo onde seu amigo quer chegar com a conversa.

- Tudo bem por você?- Ele pergunta olhando para a Lalisa.

- Eu sei o que está pensando, vai nos empurrar até o alto? Então vamos logo com isso- Lisa responde e Lua consegue notar um sorriso sincero nos lábios da amiga, o que percebe que finalmente está conseguindo fazê-la esquecer um pouco dos possíveis problemas que venha estar vivendo.

Observando toda a diversão de longe, Thomas e Samantha estão sentados no carro do Thom, sorrindo agradecidos pelo que veem. Sam logo pega seu celular e digita o número da Luane.

- Alô, Lua?- Ela diz ao notar que sua chamada foi atendida- Sou eu sim... você e o Klay não precisam ir nos ajudar hoje assim vocês podem ficar cuidando da Lisa.

Thom apenas ouvia a conversa, esperando o resultado disso. Sam ouve um pouco antes de responder:

- Não precisam se preocupar com nada, são apenas os detalhes finais, sabem que fazer a Lisa se sentir bem também é importante- Sam ouve mais um pouco. - Ah obrigada, vocês dois vão ficar com ela então?... Tudo bem, nós iremos deixar tudo perfeito ainda hoje já que a festa será amanhã... Ok, nos falamos depois, até mais.

- E então?- Thom pergunta.

- Ela e o Klay vão ficar com a Lisa, para fazê-la não se sentir tão sozinha- Sam responde feliz, fazendo seu amigo sorrir também.

- Isso é ótimo... sem eles dois, os irmãos do Klay, a Ysla e a Loren, somos apenas você, o Mark e eu para terminarmos tudo hoje?

- Não reclama Thom, apenas não vamos perder mais tempo e vamos logo.

- Tudo bem, tudo bem, e eu nem estava reclamando... nossa que garota mais c...

- O que você está dizendo?- Sam pergunta com um tom de perigo, fazendo o Thom perceber o problema que pode entrar se não souber se livrar com êxito.

- Mais... mais... mais cheia de vontade para trabalhar- Ele diz, rezando internamente para Sam cair nessa. Ela por outro lado parece não dar muito importância para isso, fazendo-o assim suspirar aliviado e seguem até sua casa.

O trabalho nesse dia levou um certo tempo, mas logo eles deixaram tudo perfeitamente pronto para o dia seguinte. Estava tudo combinado, os planos que deveriam seguir a risca para que tudo dê certo, e Sam, Mark e Thom estavam esgotados, mas felizes com tudo que irão fazer pela amiga deles.

- Se vocês me dão licença, vou pegar algo para beber, vocês querem?- Thom pergunta se dirigindo a saída do salão.

- Eu quero um suco- Sam diz.

- Pra mim também- Mark responde em seguida.

- Podem deixar comigo.

Ao ficarem sozinhos, Mark e Sam não se olham, pois não sentem a coragem de encarar o outro. Mark está pensando no fato da Sam não ter implicado com ele hoje, e então lembrou que o Klay não veio, o que acaba acreditando que esse pode ser o motivo.

- Algum problema?- Mark pergunta cautelosamente, esperando que agora sim ele receberá uma resposta sarcástica da Sam, porém não foi bem esse o caso.

- Não é nada...- Ela responde acanhada, como se tivesse feito algo de ruim e esperasse ser repreendida por isso.

- Não me parece ser nada... você está tão quieta hoje, e até então não me tratou como sempre- Mark diz, se aproximando até ficar em frente a ela. Segurando o queixo dela, ele faz com com que ela o encare, deixando-os muito próximos um do outro.

O silêncio que se apoderou desse momento é tão forte que se um alfinete cair no chão poderia ser ouvido, enquanto Sam e Mark ficam se olhando intensamente, um sem conseguir desviar seu olhar dos olhos do outro. Esse lance parece ter durado uma eternidade e nenhum dos dois sentiam vontade de fazer isso terminar, até que um som veio da porta do salão, fazendo-os olharem nesse direção, onde viram o Thom se aproximando.

- Aqui estão o pedido de vocês...- Thomas para ao ver os dois muito próximos um do outro e dá um sorriso brincalhão para eles.- Estou atrapalhando algo?

- N-não... obrigada- Sam diz se afastando de Mark, pegando seu suco e se dirigindo até a saída- Eu vou ficar um pouco lá fora, para pegar... pegar um pouco de ar.

Mark fica observando a Sam sair, enquanto não para de pensar no que acabou de acontecer. Ele não entende o motivo para ele ter ficado tão próximo dela, mas ele sabe que o sentimento que perdura em seu peito no momento é que ainda pudesse estar encarando aqueles olhos azuis- aquele lindos olhos brilhantes...

E estaria se o infeliz do Thom não aparecesse. 


Notas Finais


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