História THE FAMILY SEASON 1 - Capítulo 1


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Categorias The Vampire Diaries
Exibições 3
Palavras 740
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

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Capítulo 1 - Piloto


Fanfic / Fanfiction THE FAMILY SEASON 1 - Capítulo 1 - Piloto

The Family

Temporada 1 – episódio 1

Personagens neste episódio:

Mateus

Rafael

Rafaela

Sônia

Erivelton

Isabela

Ruberval

Silvinha

Silmara

Jéssica

Tudo tranquilo na calma cidade de Guarabira. Pessoas normais e suas vidas normais.

Bom, mas nem tudo é o que parece.

Mateus chega da escola e encontra Rafaela e Rafael conversando com seus pais, Ruberval e Silvinha na porta de sua casa. Rafaela avisa que está havendo uma agitação em seu Manipura* e algo grande vai ocorrer em relação ao mundo sobrenatural. Ruberval recebe uma ligação do seu amigo Erivelton que avisa do desaparecimento de pessoas perto de Mulungu.

Mateus sobe as escadas correndo e despeja todo o conteúdo da mochila em sua cama que já estava desarrumada e pega seu material de caça em uma caixa de madeira de Carvalho Negro, trancada com feitiços brancos. Pega as chaves do carro em cima da bancada da cozinha e desce pra garagem, onde Rafaela e Rafael já o esperam com suas mochilas prontas para a viagem de meio dia.

* um chakra muito utilizado pelos médiuns, em processos de materialização e contatos com seres de outros planos.

Ao entrarem no carro, Mateus liga a chave e ao sair da garagem subterrânea, pergunta para Rafaela o que a fez pensar que está ocorrendo algo no mundo sobrenatural.

- Estive sensível por uns dias, achei que fosse coisa de mulher, sabe? Mas hoje de manhã tive a impressão de estar em um lugar escuro e muito sujo, como um galpão abandonado. Tinha uma marca na parede, mas não sei o que significa. – Rafaela entregou um papel amassado e com um pouco de respingos de café para Rafael, e este mostrou para Mateus.

- Vi esse símbolo em um site sobre pessoas desaparecidas. Apesar do site falar sobre desaparecimentos normais, esse caso meu prendeu a minha atenção: Uma mulher jovem foi encontrada em um galpão abandonado em Mulungu. Não se sabe quem é, pois o ataque pareceu de um animal selvagem com garras bem afiadas. A polícia não conseguiu identificar o animal, pois as garras não seguem um padrão conhecido. Eu analisei, e não são de lobisomens, nem vampiros... Estamos lidando com algo novo.

Depois de aproximadamente 6 horas de viagem, os três chegam ao local onde Erivelton havia indicado. Há um hotel antigo, talvez abandonado, mas há pouco tempo, pois a fachada ainda está inteira e ainda parece ter sido pintada nesta década. Ao atravessarem o portão entre aberto, percebem que realmente está abandonado e foi recentemente arrombado.

- Talvez seja o lar de alguns drogados e mendigos. – diz Rafael.

- Teria isso se fosse? – Rafaela aponta para o que parece ser um pequeno altar de magia negra, na encosta de uma grande árvore seca e velha que fazia parte da área externa do hall de entrada do hotel.

- Vamos olhar mais de perto – diz Mateus, já abrindo a porta de entrada pro hall.

Ao entrarem, Mateus e Rafael são imediatamente encantados e caem no sono ali mesmo aos pés da porta. Rafaela pega a faca mágica no bolso de sua jaqueta e começa a sussurrar feitiços de desencantamento enquanto tenta descobrir o que fez isso com seus amigos.

Depois dos contra feitiços lançados, os meninos acordam e veem Rafaela lutando contra uma mulher de branco. Rapidamente pegam suas armas e partem pra cima da inimiga, que desaparece depois que Rafael atira balas de sal grosso contra seu peito.

- Era um fantasma, - diz Mateus, - e dos fortes, pois a faca de prata da Rafaela não a machucou.

-Vocês viram as mãos dela? Ela tinha garras. Seja o que fosse, não é um fantasma. E pode ter sido essa criatura que tem matado as pessoas daqui. – Rafaela diz enquanto segura sua faca ainda brilhando.

Em uma fração de segundo a criatura volta e agarra Rafaela pelo pescoço e a ergue no ar, fazendo com que ela fique sem ar. Rafael pega a arma e carrega com balas enfeitiçadas e atira fazendo com que ela fique fraca. Antes de desaparecer, ela diz: “Esse é só o começo. Preparem-se para enfrentar a fúria do Mestre.”

Mateus ajuda Rafaela a se levantar e os três voltam para o carro, que segue de volta a Guarabira.

Chegando em casa já a noite e com ferimentos leves, eles encontram a família reunida em volta da sala de estar da casa de Rafaela e Rafael. Perguntam o que está acontecendo e Silmara se levanta do círculo mal formado e diz que aconteceu algo em João Pessoa.

Jéssica, Isabela, Mateus, Rafael, Rafaela e Silmara, decidem que vão partir pela manhã.

Fim.


Notas Finais


Espero que gostem!


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