História The Feeling - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Jimin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lu Han, Sehun, Tao
Tags Chanbaek, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Kristao
Exibições 179
Palavras 1.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieoie!

Muito obrigada pelos favoritos e comentários!!

Boa leitura :* <33

Capítulo 4 - Quarto


Jimin dormia colado ao corpo de Jeongguk, tendo suas pernas em cima das do namorado e com o rosto escondido no peito desnudo, sentindo o calor da tez do moreno.


Baekhyun já havia tomado café da manhã junto à Chanyeol, que no momento se preparava para levar o namorado à faculdade. 


Batidas na porta foram ouvidas no quarto do casal mais novo — vulgo Jimin e JungKook — e o platinado abriu aos poucos seus olhos, resmungando de forma muda a ardência nos mesmos por conta da claridade. 


Jimin cuidadosamente levantou da cama — tentando ao máximo não acordar Jeon — e rumou até a porta escura, girando a maçaneta e encontrou uma das ajummas com um sorriso doce em sua face.


— Bom dia meu filho. Já preparei o seu café e de JungKook, desçam quando quiserem. — a senhora de cabelos grisalhos ditou e Jimin sorriu, assentindo. 


— Claro ajumma, logo desceremos. — a mais velha curvou brevemente sua fronte e Jimin selou sua testa. 


Algumas das ajummas que trabalhavam na casa eram praticamente as mães e avós dos quatro jovens, recebendo muito carinho até de JungKook e Chanyeol. 


O Park então caminhou de volta à cama e engatinhou até estar sentado sobre seus calcanhares ao lado do moreno — que ainda estava em um sono profundo. 


Jimin não sabia muito bem como acordar o namorado — já que sempre fora JungKook que acordava antes de Jimin. O menor começou a acariciar o cabelo de Jeongguk, que remexeu-se e — como o mais velho agora estava deitado de bruços — Jimin deixou um rápido selar na nuca do outro, vendo este abri os olhos.


— Bom dia. — Jimin sussurrou e continuou com a carícia nos fios do moreno. 


— Bom dia. — Jeon falou rouco e respirou fundo, sentindo a mão pequena afastar-se e o menor levantou, caminhando em direção ao banheiro. 


[...]


JungKook e Chanyeol aceleraram mais suas motos e logo chegaram à faculdade. Ambos estacionaram um pouco afastado do portão de entrada — onde alguns estudantes atravessavam o mesmo, entre eles KyungSoo e Luhan, que pararam em frente às grades para esperarem os melhores amigos — e Jimin e Baekhyun desceram da moto, retirando os capacetes. 


— Quando eu vier buscar você, não vamos para casa, vou te levar em um lugar. — JungKook falou para Jimin e o menor assentiu sorrindo.


— Tudo bem, até mais tarde. — o Park mais novo acariciou a bochecha de Jean e selou rapidamente os lábios do mesmo, afastando-se em seguida. 


Baekhyun e Jimin seguiram para o portão, mas antes, os mesmos viraram para trás e viram seus namorados piscarem para si, abaixando a viseira do capacete e sumindo em poucos segundos — já que a velocidade percorrida não era baixa.


[...]


Na casa, JungKook aguardava pelo seu progenitor que avisara que logo chegaria, deixando as ideias de JungKook mais aprofundadas.


A campainha tocara e uma das empregadas abriu a grande porta, deixando o homem de terno junto à esposa com um vestido perfeito em seu corpo entrarem na residência. 


Jeon fechou sua expressão assim que viu sua "mãe" entrar acompanhada do marido, fazendo os dentes de JungKook baterem de raiva. O ódio, ainda era grande.


— Como vai filho? — sr. Jeon perguntou e JungKook sorriu frio.


— Ótimo. — estalou a língua no céu da boca. — Vamos ao escritório para resolver o acordo. — enfatizou.


O casal seguiu o primogênito até o escritório do mesmo e entraram no cômodo, acomodando-se nas poltronas. JungKook recapitulou rapidamente o que pretendia falar e sentou-se em sua cadeira, fitando os mais velhos à sua frente.


— Não aceito o que você propôs, mas, uma coisa eu aceito, você me dar a quantia necessária para comprar a sala. — JungKook encarou seu pai com um sorriso menosprezado. 


— Mas—


— Vocês realmente acharam que conseguiriam meu perdão desse jeito? Quem perdoa é Deus ou sei lá o que, não eu. — o moreno disse com a sua calmaria esgotando-se. 


— Meça suas palavras JungKook, somos seus pais! — a mãe do rapaz pronunciou-se pela primeira vez e JungKook riu sem humor. 


— Pais? Pais é a última coisa que vocês devem ser considerados. — JungKook sorriu ladino. — Eu nunca tive pais que se importaram comigo, nunca tive um pai pra me incentivar, nunca tive um pai pra brincar com o próprio filho e você — olhou amargamente para a mulher. —, você nem deveria ser considerada mãe, porque você sim foi um estorvo pra mim e fingia que eu era um nada, acho que em toda a minha vida, você dirigiu apenas cinco palavras à mim. — JungKook falava de forma firme e fria, fazendo os mais velhos sentirem que a cada dia, o filho sentia mais desprezo por si.


O clima ficou tenso, apenas um baixo som do vento entrando pela janela no cômodo era ouvido, fora as respirações. JungKook esperou alguma reação dos outros, mas EunSuk e JeongNam permaneceram em silêncio.


Realmente JeongNam e EunSuk nunca foram pais presentes ou que davam a devida a atenção ao filho — que foi criado pela avó — e tentaram correr atrás do prejuízo, mas era tarde. 


A ajumma de JungKook era uma senhora com coração de ouro e que apoiava o neto em suas escolhas, não proibindo ou renegando as coisas certas que JungKook fazia.


Perder a pessoa que mais lhe ensinou durante seu crescimento, que ensinou diversas lições de vida e o mais importante, deu todo o amor e carinho que não recebera, fez JungKook tornar-se arrogante, frio, fechado e que não importava-se com os alheios. 


Hoje, JungKook agradece eternamente à qual seja o ser divino que colocou Jimin em sua vida. O moreno voltou à enxergar um lado bom da vida, ter alguém que ama-te ao seu lado.


JungKook podia dizer que Jimin é sua ajumma em versão masculina, já que os mesmos sempre faziam o melhor para Jeon. 


— Dinheiro é o que vocês mais tem, não vai fazer falta. 


JeongNam encarou a esposa e esta suspirou assentindo, JungKook sorriu ladino. Os mais velhos poderiam estar arrependidos do que fizeram no passado ao filho, mas se era para ver JungKook bem e com um negócio próprio, estava bom para JeongNam e EunSuk, mesmo sabendo que Jeon possivelmente, não os perdoaria. 


— Aqui está. — JeongNam entregou um envelope com a quantia certa e até mais do que o necessário para o primogênito, que pegou o envelope e abriu a gaveta da mesa, guardando este dentro da mesma e fechou esta de forma brusca. 


— Um dos seguranças acompanhará vocês até a porta, espero não ver o rosto de vocês até o dia da minha morte. — Jungkook falou frio e apertou um dos botões de um controle para chamar um segurança, que logo abriu a porta do escritório. 


[...]


— Estou ansioso para irmos. — Jimin falou animado e JungKook voltou seu olhar para o namorado, sorrindo pela primeira vez no dia de forma carinhosa — o que era raro de acontecer, e se acontecia, o sorriso era apenas causado por Jimin.


— Sobe logo baixinho. — JungKook falou rindo e o Park acompanhou, subindo na moto e abraçou a cintura do outro.


O local onde JungKook levara Jimin fora em uma praia que ambos já haviam vindo há alguns anos, onde aconteceu o primeiro contato mais íntimo dos mesmos, o primeiro beijo. 


— Às vezes sinto saudades daqui. — Jimin falou e sentiu uma leve e calma brisa tocar sua pele, fazendo o mesmo sorrir de olhos fechados. 


— Confesso que também sinto. — JungKook ditou e abraçou o namorado por trás, repousando seu queixo no ombro alheio. 


[...]


— Falou com seu pai? — o menor perguntou virando de lado, ficando de frente para JungKook — este que estava de barriga para cima observando o mar mais à frente — e colocou suas mãos juntas embaixo de sua cabeça, formando um travesseiro improvisado. 


— Sim. — suspirou. — Não aceitei que ele comprasse, apenas pedi o dinheiro, um zero a mais ou a menos não faz diferença pra ele. — respondeu com uma expressão fechada e Jimin repreendeu-se por ter tocado naquele assunto, num momento que era para os dois estarem aproveitando sem problemas serem questionados. 


Jimin deitou de barriga para cima e observou o céu, fechando os olhos em seguida e sentiu Jeongguk entrelaçar seus dedos aos semelhantes do Park, que sorriu internamente.


Meu sentimento por você é igual ao mar, uma hora calmo, outra hora agitado. — JungKook sussurrou no ouvido do outro antes de Jimin sentir seu corpo amolecer em cansaço e o mesmo adormeceu ali, do lado de quem realmente ama.



Notas Finais


Espero que tenham gostado!! ^-^

Tô sentindo falta de interagir com vocês :[

Comentem, isso me incentiva muito, vocês não imaginam o quanto!

Até quinta!! Saranghae ^^ <33


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