História The Feelings Of A Killer - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender
Exibições 97
Palavras 1.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Até um monstro pode aprender a amar


Fanfic / Fanfiction The Feelings Of A Killer - Capítulo 5 - Capítulo 5 - Até um monstro pode aprender a amar

Possessivo é quando uma pessoa expressa uma vontade de possuir, algo ou alguém; que tem desejo de possuir; egoísta.

Desprezo é a ação ou efeito de desprezar; ausência de consideração; sem apreço nem estima; desdém: tratava as funcionárias com desprezo.

Egoísmo é a falta de altruísmo; apego excessivo aos próprios interesses; comportamento da pessoa que não tem em consideração os interesses dos outros.

Até um monstro pode aprender a amar

‘- Parece que finalmente lhe encontramos não é mesmo? Doutor Samuel Willians... ’- A criatura que antes se escondia nas sombras deu passos pesados na direção do homem estirado ao chão, em sua mais que sincera opinião, Willians não passava de um homem que brincara de Deus e acabara com um fim patético.

‘- N- Não se aproxime de mim’ – Murmurou o homem amedrontado, corria os olhos desesperadamente pela sala, procurando algo que o ajudasse a escapar.

‘- Se não o que... Doutor?’ – A criatura inclinou levemente a cabeça, já era macabra, mas agora, assim, com essa posição, estaria digna de assombrar sonhos de crianças inocentes por toda á eternidade.

‘- Essa voz... ’ – Samuel sussurrou para si mesmo, reconhecera essa voz de algum lugar.

‘- Patético até de mais’ – Murmurou novamente a aberração.

‘- J- Jack? Jack Summers?’ – Sussurrou de olhos arregalados, não podia acreditar nisso, á criatura que criara na segunda guerra mundial... Como ainda poderia estar viva?

‘- Parabéns, pelo menos a sua memoria não se deteriorou tanto nesses últimos anos’ – Uma risada macabra soou no local, causando arrepio em qualquer um que a ouvisse.

‘- C- Como? COMO ESTÁS VIVO?’ – Berrou se levantando, olhando para a criatura a sua frente... Não podia ser Summers ali... Jack não era assim!

Um sorriso, mínimo, mas um sorriso surgiu na face da creepypasta presente ali, não era bom lembrar-se do passado, mas desta vez, só desta, se ele realmente quisesse acabar com a vida de seu ‘criador’ precisaria utiliza-las para algo...

Tortura psicológica talvez?...

Não...

Vamos fazer da forma antiga mesmo, pensou Jack, seu sorriso se expandiu, mesmo com a máscara cobrindo seu rosto, Willians sabia que sorrira.

‘- Vamos nos divertir então lhe explicarei como sobrevivi... ’ – Abaixou a cabeça por poucos segundos, mas como antes dito, poucos segundos, correu, correu até Samuel, dando lhe um belo soco na cara.

‘- Inútil, apenas um soco e já desmaia’ – Trincando o maxilar, segurando o homem velho pelos cabelos.

Depois de meros segundos, Samuel já estava preso, amarrado em uma cadeira.

Thule... Esse foi o experimento que aterrorizou Jack, sofreu nas mãos da Thule, perdeu os olhos, perdeu a dignidade, ainda tinha pesadelos com O Holocausto.

Sonhava com Violette Szabo, sonhava com o sabor de teus lábios, agradecia todos os dias por ela ter sobrevivido, por sua noiva ainda estar viva... E não ter de participar do projeto Vriu...

 ‘- Hum’ – Praguejou o homem, tentando desesperadamente se soltar, nada...

‘- Não, não, não’ – Disse de forma infantil, fazendo com que, o idoso se arrepiasse.

‘- Por quê?’ – Disse em meio ás lágrimas, seus soluços, gritos e palavras desesperadas eram música para os ouvidos apurados de Eyeless...

‘- O porque você pergunta... Lembre-se do passado, seu miserável’ – Desferiu um corte com seu bisturi na clavícula do outro, fazendo que um grito estridente ecoasse pela casa, por sorte, não a acordou.

‘- Não consegue lembrar? Pois acalma-te eu sei como pode conseguir tal proeza’ – Tirou do bolso da blusa de moletom desgastada um pequeno caderno com cadeado, o mais velho arregalou os olhos quando viu o pedaço de papel de tamanha pequeno, mas logo suspirou ao lembrar-se que, Jack não tinha a chave.

‘- Um... Um cadeado, oh, o que farei agora’ – Fingiu decepção, mas logo riu macabramente, forçando o pedaço de ferro, que caiu ao chão, quebrado ao meio...

A tortura psicológica estava sendo ótima, Eyeless lia algumas paginas especificas do diário de Samuel, fazendo com que as lembranças voltassem como tiros em sua mente, pobre coitado, achando que era só isso... Mal sabia ele que, por causa dos experimentos do famoso projeto Vriu, adquiriu certa... Peculiaridade.

‘- Pois bem, acabou... A parte um’ – Levantou-se da cadeira que antes se acomodava, pegou uma mordaça e colocou sobre os lábios enrugados e secos do idoso.

‘- Coitadinho’ – Murmurou apertando a bochecha do mesmo, após isso caminhou lentamente até uma mesa que normalmente era utilizada por enfermeiras, nela havia todo tipo de instrumentos para cirurgia, mas que serviam facilmente para tortura e extração de órgãos.

‘- Duni Te, eu devo escolher, entre tirar seu rim agora, ou acabar com você’ – Cantarolava pegando um pequeno bisturi.

‘- Bah, vou com a primeira opção mesmo’ – Virou seu tronco, observando os olhos azulados de Samuel marejados, riu internamente.

Apressou o passo, estava na hora da diversão...

Bom... Diversão apenas para Jack.

Com o chão cheio de sangue, e vários órgãos espalhados pelo chão, Jack, pela primeira vez em anos, permitiu-se chorar, não era fácil para ele, na verdade, nem se ele ainda fosse humano seria fácil.

Relembrar de coisas ruins assim tão de repente, e pior ainda, tudo de uma vez.

A porta do porão fora aberta, despertando a atenção de Eyeless, que virou o olhar sobre ela.

Uma silhueta... Uma pequena e delicada silhueta.

‘- P- Papai?’ – Sua voz doce pareceu se expandir no local, um arrepio, um arrepio passou por Jack... Droga, Samuel era pai?

‘- Papai, onde você está’ – Virava o rosto de um lado para o outro.

Summers de primeira não entendeu, mas logo se tocou.

Quando uma criança está dentro de uma sala cheia de sangue, um idoso morto, vários órgãos espalhados no chão, e ainda procura e clama por alguém...

Algo não está certo...

Cega.

‘- P- Papai está ai?’ – Agora ela chorava, o restinho de humanidade que Jack tinha gritava para que ele não ferisse a menininha.

‘- Hey’ – Sussurrou se levantando, andando em passos lentos á pequena.

‘- Q- Quem está ai’ – Apertou o pequeno urso de pelúcia em seus braços.

Jack pode observa-la melhor, seus cabelos longos e brancos, sua pele branquinha, sua estatura baixa, suas bochechas e nariz levemente rosados, juntamente com seus lábios... Seus olhos? Branquinhos...

Linda... Pensou Summers.

‘- Q- Quem é você?’ – Seu bichinho de pelúcia, antes confundido com um urso, na verdade era uma raposinha branca de olhos azuis.

‘- Sou Jack’ – Abaixou-se ficando frente a frente com a garotinha, que apenas soluçou.

‘- Onde está o papai?’ – Por instinto abraçou o maior, que não deixou de retribuir.

‘- Está em um lugar melhor’ – Sussurrou pegando-a no colo.

‘- Qual o seu nome little fox?’ – Saiu do porão, andando com a mesma até o quarto da mesma.

‘- Meu nome é Andrômeda... ’- Sorriu para o homem que lhe apelidou de little fox.

‘- Belo nome pequena’ – Entrou no quarto.

‘- O que fazemos em meu quarto?’ – Apertou Sebastian, sua raposa.

‘- Como sabe que estamos em seu quarto?’ – Torceu o nariz.

‘- O cheiro... ’- Apertou o nariz de Jack, mas ficou frustrada ao apertar somente a máscara.

‘- Hum, respondendo sua pergunta, arrumaremos suas coisas’ – Deixou-a no chão, pegando sua pequena bolsa escolar da cor amarela.

‘- Arrumar? Pra que?’ – Murmurou pegando algumas roupas, sabia se deslocar em seu quarto.

‘- Sim, arrumar, você vai ficar comigo agora’ – Summers sorriu...

Agora, não estava mais sozinho, agora tinha um motivo para viver, proteger...

Agora ele tinha sua little fox...



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