História The Feelings Of A Killer - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender
Exibições 49
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, não a minha volta não demorou tanto não é mesmo?
Acontece que mesmo sendo poucos dias sem postar eu estou cheia de ideias mirabolantes, e queria agradecer de coração por me apoiarem em tudo.
Mas eu preciso informar que a fanfiction está chegando ao fim minha gente.
Não irei dizer quantos capítulos a historia terá a mais, pode ser um, dois pra mais.
Pois bem, aqui está o capítulo:

Capítulo 7 - Capítulo 7 - Encontros Desagradáveis


Fanfic / Fanfiction The Feelings Of A Killer - Capítulo 7 - Capítulo 7 - Encontros Desagradáveis

Surpresas nem sempre são boas

Já faz algumas semanas desde a visita de Slender, não sabemos o que ele queria dizer naquele dia, mas esperamos que não seja algo prejudicial á Luna...

Não sei como dizer isso, mas eu realmente acabei me apegando a essa garota, foi algo magico, pode-se dizer que isso foi muito gay, mas fazer o que! Enfim, Luna além de ganhar minha admiração, nem tão secreta assim, me fez sentir humano, algo que não sentia á muito tempo...

‘- Hey Tim, no que tanto pensas?’ – Uma mão tocou meu ombro, eu sabia quem era pelo tom de voz.

‘-Em nada Tobias’ – Murmuro dando uma tragada no cigarro que antes descansava em minha mão e voltando a observar a lua.

‘- Parece preocupado’ – Sentou ao meu lado na varanda.

Realmente estou preocupado, diferente de Tobias, eu e Brian sabemos do que Slender é capaz, e posso advertir que ele não faz coisas boas ha muito tempo, ou melhor, ele nunca fez coisas realmente boas....

Ficamos em silencio durante um tempo, até que do nada, Rogers começou a gargalhar, ação que acabou despertando minha atenção.

Olhei para seu rosto com uma cara de quem diz (eu tentei juntar vocês dois </3 , desculpa gente) ‘Que que foi retardado?’

E parece que entendeu o olhar, mas as gargalhadas não cessaram, na verdade elas foram ficando cada vez mais altas e finas.

Quando percebi, ambos já estávamos rindo uma da cara do outro.

‘- P- Po- Por que começou a- a r- ri- rir’ – Murmuro tentando me controlar.

‘- É- é que’ – Ele respirou fundo ‘- Faz tempo que não conversamos sem brigar sabe?’ – Sorriu.

Parando pra pensar, realmente, faz muito tempo que não somos mais tão próximos...

‘- É’ – Respondo olhando para si, devo admitir que nunca fiquei bravo de verdade com Rogers, mesmo nas vezes que ele me tira do serio, eu sempre acabo rindo sozinho em um lugar afastado.

‘- Hey, podemos tentar ser amigos como antes?’ – Indagou envergonhado, olhei para o horizonte...

‘- Talvez’ – Sussurro baixo tragando novamente o cigarro.

Por meros segundos o silencio predominou na varanda.

‘- Fico feliz com esse talvez’ – Se aproximou de mim, acompanhei com o olhar cada movimento seu...

Sorri minimamente sentindo seus lábios em minha bochecha, Tobias não passa de uma criança querendo afeto e carinho... Não vou negar isso a ele, não mais.

‘- Eu também pivete’ – Acariciei seus cabelos por alguns segundos.

Ficamos assim por alguns minutos, ou talvez horas, não consegui distinguir o tempo, até Brian abrir a porta com tudo, tanto Tobias quanto eu passamos a observa-lo.

Seu rosto suado, sua expressão de horror, sua respiração falha.

Senti meu corpo estremecer quando ele sussurrou.

‘- Ela não está mais na cama’

Foi a ultima coisa que disse antes de cair de joelhos no chão.

Não havia reparado na marca de facada em sua costela.

-XoXo-

‘- Arg’ – Gemi baixo tentando levantar.

Senti me empurrarem de volta para o sofá, fazendo com que eu continuasse deitado.

‘- Nada de tentar se levantar senhor Brian’ – Masky olhou para mim preocupado.

Sorri internamente, é bom saber que ele continua com um pouco da personalidade do antigo Tim...

‘- Estou bem... Luna, temos de ir atrás dela’ – Murmuro olhando para os lados.

Soltei um mero berro de dor ao sentir uma pontada em minha costela, olhei para o lado e me deparei com Toby ajoelhado suturando algo que parecia ser um ferimento.

‘- Desculpe, não tenha muita coordenação motora’ – Sussurrou olhando fixamente para o que fazia.

Dei de ombros e suspirei baixo.

‘- Iremos atrás dela, você ficara aqui até se recuperar ok?’ – Masky afagou meus cabelos de forma carinhosa, ele não agia assim á muito tempo...

Acho que desde a época de Kate ele não é assim...

Kate era uma proxy valiosa para Slender, mas como tudo que é valioso chama atenção, Masky acabou ficando apaixonado pela garota frágil e calada de olhos azuis...

Lembro-me até hoje do som indescritível de seus soluços, ele estava ajoelhado ao lado da lapide de quem um dia amou, só o vi assim aquele dia, ele realmente a amava...

Desde então, Timothy Wright se fechou para o mundo, quase que toda sua personalidade extrovertida desapareceu, não irei ser hipócrita e dizer que eu sei como ele estava se sentindo, afinal, nunca fui muito bom com sentimentos, sempre acabo confundindo-os.

Quando o operador nos deu a missão de proteger uma garotinha, Tim foi o primeiro a dizer o quanto isso seria insuportável, mas ao olhar para ela pela primeira vez, vi que algo mudou dentro de si... E foi então que descobri...

Descobri o que Luna tem de tão especial...

Pode parecer estranho, mas nos proxys não envelhecemos, muito menos morremos, ao menos que o operador permita, algo raro...

‘- Hey Brian está tudo bem?’ – Balanço a cabeça lentamente, voltando para o mundo real, encarando as orbes acinzentadas de Rogers.

‘- Ah, sim, por que não estaria?’ – Sussurro como resposta

‘- Você parecia estar pensando em coisas distantes’ – Foi a vez de Masky protestar.

Balancei a cabeça negativamente e sorri, Tim não sabe, Tobias não sabe, O operador não sabe... Mas eu sei a verdade sobre Luba...

-XoXo-

Caminhávamos na floresta calmamente, não queríamos informar a nossa presença na mesma...

Slender nos mataria se soubesse disso... Ele odeia que suas proxys entrem em suas áreas de caça sem permissão, pois podem ocorrer acidentes...

‘- Toby’- Murmurou Tim olhando para uma arvore aterrorizado, sem entender fui para perto de si, e quando pude enxergar aquilo que lhe amedrontava, fiquei apavorado...

Era uma marca de garra...

Ouvimos barulhos no galho acima de nos, mas nenhum se atreveu a dizer algo, se mover, ou simplesmente fazer movimentos bruscos...

Rouge estava acima de nós, Rouge estava prestes a nos matar...

Apesar de Rouge ser nossa amiga e companheira, a mesma sempre foi altamente influenciável.

(Para ás pessoas que não conhecem a Creepypasta da Rouge, ela estará nas notas finais)

‘-Não olhem para cima... Ou vocês vão se arrepender.’ –Murmurou docemente, fazendo com que ás gotas de seu sangue caíssem em nossas cabeças, engoli a seco.

Isso é estranho, por mais que Rouge fosse meio, irritada e influenciável, novamente, ela sabe que somos proxys e que não pode nos ferir.

‘- Rouge, somos nós, Masky e Ticci’ – Olho para cima.

Ela riu descendo lentamente do tronco.

A essa altura Tim e eu já estávamos meio longe dela.

‘- Eu não conheço nenhum Masky e Ticci’ – Riu de forma infantil e insana ao mesmo tempo, antes que percebemos ela já estava correndo atrás de nos.

‘- O que está acontecendo com ela?’ – Berro para Timothy enquanto olhava para os galhos de arvores, vendo se ela se aproximava.

‘- Eu não sei’ – Respondeu olhando para mim

Pela primeira vez eu vi medo nos olhos do mesmo.

‘- Pois eu sei’ – Outra voz se pronunciou...

E das sombras surgiu o maldito controlador de marionetes...

‘- Puppetter’ – Rosnei pegando meu machado do coldre.

(quem não conhece a creepypasta do The Puppetter, ou, O Marionetista, vai estar nas notas finais)

‘- Eu mesmo’ – Se aproximou sorrateiro.

‘- Achei vocês’ – Rouge surgiu entre os galhos, cantarolando felizmente, como se fosse uma criança que acabara de ganhar um brinquedo...

Olhei para Timothy aflito, vi que ele estava no mesmo estado que eu...

Merda! 


Notas Finais




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