História The First - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hayes Grier, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Hayes Grier, Matthew Espinosa, Nash Grier
Tags Fanfic, Hayes Grier, Magcon, Silena White, The First
Exibições 322
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


97 FAVORITOS
QUASE 100 FAVORITOS
EM
TRES
C A P S
MUITO OBRIGADA A TODOS QUE FAVORITARAM, Q COMENTARAM, Q ESTÃO GOSTANDO DE TF
aqui está mais um capzito pra vcs

Capítulo 4 - Exchange to look


Fanfic / Fanfiction The First - Capítulo 4 - Exchange to look

                               Bia me levou até uma mesa onde estavam quatro garotos e duas garotas. Eles conversavam e riam entre si, o que já trouxe alguns pontos positivos, pois eles pareciam bem animados.

— Oi pessoal — Beatriz cumprimentou-os. — Essa é Silena, eu a conheci na aula da Sra. Martinez — todos os olhares da mesa foram para mim. — Lena, esses são Aaron, Max, Matthew e Hayes — a garota disse rapidamente, apontando para cada um. — E essas são a Dorothy e a Olivia.

— Oi — disse, timidamente.

Cada um me cumprimentou de uma forma diferente. Aaron e Max me cumprimentaram com um sorriso fofo. Olivia elogiou minha blusa e eu seus saltos, o que a deixou mais alegre. Matthew fez uma piada engraçada, o que me fez rir. Dorothy deu-me um oi seco, dando uma cotovelada em Max quando ele disse algo em seu ouvido. Hayes... Ficou me encarando durante o intervalo.

Seria mentira se eu dissesse que não tinha feito o mesmo. Enquanto ouvia as conversas paralelas, eu conseguia me perder na imensidão de seus olhos azuis. Ele era bonito, isso eu não tinha dúvidas. Mas, mesmo assim, isso não era desculpa para a maneira estúpida como eu estava agindo. Olhando-o de maneira tão... Idiota.

— Bia, sua irmã falou algo sobre as audições? — Olivia perguntou, bebericando um pouco seu refrigerante e olhando com expectativa para a loira, que mordeu seu lanche, encolhendo os ombros.

— Ela não me falou detalhes, se é o que você está perguntando — a garota começou, fazendo uma pausa para engolir o lanche e parar de falar de boca cheia. Ri fraco, balançando a cabeça. — Mas as audições serão quinta-feira, depois da aula, junto com o teste dos garotos.

— Não sei por que vocês ainda insistem — Dorothy revirou os olhos, recebendo um olhar de repreensão de Olivia.

— Que audições são essas? — perguntei a Bia, que sorriu animada ao me ouvir fazer aquela pergunta.

— É o teste para as líderes de torcida, você vai participar, não é? — fiz uma breve careta, e a garota apressou-se em segurar meu braço, fazendo um bico. — Por favor! Vai ser divertido.

— É tão idiota! — Dorothy soltou, aparentando mesmo estar irritada. — O que tem de produtivo em ser uma líder de torcida? Vocês só balançam os pompons, bancam as idiotas enquanto fingem que seu uniforme não está extremamente curto e que os garotos não estão olhando!

— Você é tão exagerada, Dotty — Olivia bufou, balançando a cabeça.

— Concordo com a Dotty — Matthew comentou, pegando uma batata frita e levando-a a boca. — Além do mais, imaginem a concorrência que vai ser. Angelina vai brigar com unhas e dentes por uma vaga e para as suas amigas.

— Ótimo — Bia sorriu debochada, arqueando a sobrancelha. — Só vai tornar tudo mais divertido.

— E o que você sabe sobre líderes de torcida, Matt? — Olivia perguntou, cruzando os braços e olhando com os olhos semicerrados para o garoto, como resposta, deu de ombros.

— O suficiente.

— Que é igual a nada, não é?

— Vai se ferrar, Olive!

— É sempre assim? — sussurrei para Bia, que riu fraco em resposta, balançando a cabeça.

— É apenas o ritmo de inicio de ano letivo — assenti, pensativa. — Mas, e aí, você vai participar? — ela perguntou, seu tom mais alto, o suficiente para chamar a atenção de todos da mesa. Corei instantaneamente. Não queria que soubessem minha resposta.

— Eu não sei dançar — encolhi os ombros, ainda sentindo minhas bochechas esquentarem.

— Mas não precisa exatamente saber dançar para ser líder de torcida — Olivia falou, sorridente. — Você só precisa ter jogo de cintura, sabe? E ter bastantes vibrações positivas.

— Jogo de cintura? — arqueei a sobrancelha.

— Saber rebolar — Dorothy intrometeu-se, seu tom transparecendo a mais pura indiferença e deboche.

— Céus, Dotty! — Beatriz revirou os olhos, soltando o ar pela boca com certa frustração. De repente, ela virou-se para Hayes, que mexia rapidamente em seu celular. — Hayes! — ela chamou-o.

— Hum? — o garoto grunhiu, levantando a cabeça, notando que todos da mesa o encaravam. — O que aconteceu?

— O que você acha sobre as líderes de torcida? — a loira perguntou, e notei que ela segurou firmemente na sua lata de refrigerante. Ela parecia considerar muito a resposta do garoto.

Assim que Bia fez a pergunta, os olhos de Hayes se encontraram com os meus. Eu não sabia dizer o que ele estava pensando, mas ao julgar pela sua expressão, ele teria ouvido a nossa conversa. E, possivelmente, devia ter sua opinião formada em sua cabeça.

Seu rosto era um enigma, o total oposto do meu. Mamãe teria me dito uma vez que era fácil descobrir o que eu sentia ao olhar meu rosto. Ela sabia exatamente quando eu estava triste, decepcionada, irritada, e que não importasse o quanto eu tentasse disfarçar, haveria sempre a estampa do real sentimento em meu rosto. Sempre teria admirado isso em mim. Mas, naquele momento, eu gostaria de ser uma incógnita para Hayes.

— Façam o que acham certo — ele encolheu os ombros, finalmente desviando o olhar. Eu, ao contrário, continuei o encarando, não acreditando que aquelas seriam suas únicas palavras. Era a única coisa que ele tinha a dizer? — Mas, por favor, Dorothy — ele acrescentou, e um sorriso debochado tomou posse dos seus lábios. — Pare de reclamar.

Bia sorriu, e apesar de Hayes não ter dito muita coisa, ela estava satisfeita. A loira virou-se para mim e colocou sua mão gentilmente em meu ombro.

— Eu posso ajudar você, se quiser — ela disse, referindo-se a audição. — Mas, por favor, vamos só tentar. Tudo é menos assustador entre amigos.

Concordei com seu ponto, balançando a cabeça.

— Verdade — sussurrei.

— E então? O que me diz?

— Só se você me ajudar — falei, por fim, pegando um pouco da animação da garota em minha frente para mim. Um pouco de sua essência positiva e descontraída. — Porque, sério, eu sou um desastre em tudo que exige atividade física — ri fraco, fazendo com que Bia risse também, concordando com a cabeça.

— Veremos, pois ainda hoje temos educação física — lembrou-me, distribuindo alguns tapinhas fracos em meu ombro como incentivo. Dei-lhe um meio sorriso, e nesse momento o sinal tocou. — A aula de educação é uma das poucas aulas em que todo o primeiro ano fica em conjunto.

Fiquei feliz ao ouvir aquilo.

— Então nos vemos lá.

Pegamos nossas coisas. Provavelmente eu teria aula com algum dos amigos de Beatriz, se fossemos seguir pela lógica, mas eu não tinha muita coragem de perguntar a eles. Então me apressei em ir ao meu armário recolher e guardar alguns livros.

Alguns alunos faziam o mesmo que eu, o que me confortou um pouco. Ajeitei minhas coisas quando vi uma silhueta aproximar-se de mim. Senti um frio percorrer minha espinha. Virei-me para o lado, encontrando aqueles olhos azuis.

— Ah, oi — falei, sentindo minha voz trêmula. Tossi, abaixando a cabeça.

— Oi — Hayes sorriu. — Você deixou isso cair no chão — ele disse, estendendo sua mão, mostrando-me minha pulseira. Ela era dourada e possuía quinze pingentes, um para dia do meu aniversário. Símbolos diferentes para momentos diferentes.

— Meu Deus — exclamei, deixando minha mochila cair e pegando a pulseira com certo desespero. — Como ela...? Muito obrigada, Hayes — sorri para o garoto, tentada a abraça-lo. Mas não fiz. — Eu não sei o que faria se perdesse isso. Muito obrigada mesmo.

— Não foi nada — ele respondeu, enfiando as mãos no bolso da sua calça.

Ficamos algum tempo em silencio. Podia ouvir os passos dos demais alunos indo a seus armários, fechando as portas e indo para a sua sala. Quando abri a boca para dizer algo, Hayes interrompeu-me.

— Você quer... Você quer que eu coloque para você? — ele perguntou, hesitante, o que me deixou surpresa.

— Oh, o-obrigada — gentilmente, estendi meu braço direito.

Hayes pegou a pulseira da minha mão e gentilmente, envolveu o acessório em meu pulso. Seus dedos estavam gelados e hesitantes ao mesmo tempo, como se estivesse tomando cuidado. Um cuidado extra. Assim que fechou a travinha da pulseira, seus dedos pousaram em minha pele, fazendo um pouco de cócegas e arrepiando-me fracamente.

Eu estava estática. Não tinha coragem de encara-lo. Apenas fiquei encarando seus dedos e a pulseira em meu pulso.

— Obrigada — murmurei, abrindo um sorriso fraco e levantando para olha-lo. Hayes já estava me encarando, o que me fez corar. Ele retribuiu o sorriso e afastou-se lentamente de mim.

— O que vocês ainda estão fazendo aqui? — uma inspetora apareceu, parecendo bem irritada. Ela nos olhou com repugnância e bateu palmas duas vezes. — Vamos, andem. A aula já vai começar.

Fechei a porta do armário e peguei minha mochila. Lancei um ultimo olhar a Hayes. Ele me fitou também, e nós dois demos um ultimo sorriso, indo a direções opostas, cada um para sua respectiva sala.


Notas Finais


CAPA NOVA, O Q A ACHARAM???? ESSA ESTÁ MELHOR OU A OUTRA?
o que acharam dos amigos da Bia???
o q acharam a historia?
gosto mto de saber a opinião de vcs ♥

minha historia com o shawn
https://spiritfanfics.com/historia/the-darksouls-5005263

meu tt @noprswsure
sou legal, juro


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