História The flight of the violet butterfly. - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Colegial, Comedia, Depressão, Drama, Família, Mudanças, Recomeços, Romance, Sexo, Suspense, Traição
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Palavras 2.297
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Harem, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ohayo🙋
Eu não ia fazer... Mas como shippei demais. Eu resolvi fazer.
A imagens são de muita ajuda e espero que ajude na imaginação de vocês.

Capítulo 9 - Magoas, segredos e desejos.


Fanfic / Fanfiction The flight of the violet butterfly. - Capítulo 9 - Magoas, segredos e desejos.

P. O. V Autor


Seu primeiro dia não havia sido tão ruim quanto imaginava, após a aula de Graciela, Yuki teve mais duas aulas, de Física onde conheceu a professora Jannet, uma senhorinha baixinha que por mais que tivesse um jeito de ser inofensiva era a professora mais brava que conhecera. E a aula de Filosofia que era dada por Robie um professor de estatura baixa, de cabelos brancos e face enrugada.

No começo da tarde, Yuki, Tae, Lisa, Noah e Dylan saíram em direção ao refeitório novamente. Sentaram-se todas em uma mesa só, enquanto Tae buscava as bandejas uma por uma.



—Espera—Yuki disse surpresa ao ver seu prato que Tae trouxera por último—Vocês lancham no almoço?


Todos a olharam e começaram a rir.

O prato de Yuki consistia de dois ovos mexidos, sausage que é uma espécie de salsicha, uma torrada com presunto e por fim ao lado um potinho com iogurte e um refrigerante.


—Conte-nos, o que você come no almoço no Japão? —Noah perguntou curiosa.


—Bem não almoçamos em casa, pois minha mãe cozinha muito mal. Mas quando almoçamos nos restaurantes gostávamos de comer ramen—as garotas lhe olharam confusas—É uma massa que é acompanhada de várias outras coisas.


—Já comeu lagarto Yuki? —Tae perguntou sentando-se ao seu lado.


—Sim.


As garotas fizeram cara de nojo.


—É bom não é? —Tae sorria alegremente, seus dentes eram sensacionalmente retos e brancos.


—Um pouco. Eu preferia a carne de porco.


—Bacon! —Lisa gritou eufórica tentando chamar a atenção dos dois.


—Pare de gritar estética e vai lá com o seu professor—Tae disse cruzando os braços.


—Deixe ele fora disso. —ela fazia um biquinho—Ainda ele será meu, você vai ver Tae.


Rapidamente Tae ficou sério, fechando o seu sorriso.


—Fazem exatamente três meses que ele começou a dar aula aqui em Ruawda. E você fez o que até agora!? Não fez nada.—Tae exclama bufando—Fica só babando em cima dele, além do mais ele é casado com aquela vagabunda e o mais importante ele é nosso professor. Parte para outra Lisa.—ela o escutava de cabeça baixa—Namore até o Haitham se você quiser mas para de se achar pensando que vai conseguir beijar ou até transar com ele. E principalmente pare de ser uma ridícula, trouxa e covarde.


—Com licença —Lisa se levantou da mesa rapidamente pegando sua maleta—eu vou para a enfermaria não estou me sentindo muito bem.


Yuki estava em silêncio e por dentro em pânico. Após a saída de Lisa, Noah e Dylan encaravam Tae com as sobrancelhas arqueadas e ele comia normalmente sua comida como se nada tivesse acontecido.


—O que é? —ele perguntou parando de comer.


—Você está sendo um idiota sabia. —Noah falou brava.—Você briga com ela em vez de dizer logo o que você sente, isso é ridículo, você é ridículo.


—Sinto o que? —ele as olhava sério.


—Ela pode não ter feito nada quanto ao professor mas você também não fez nada quanto a ela.—Dylan gesticulava com as mãos —Você é o covarde da história.


Ao escutar isso da boca de Dylan, Tae se levantou rapidamente da mesa tomando o seu último gole de refri da latinha.


—Yuki?! —disse ele largando a lata com força em cima da mesa—Cuida das minhas coisas por favor.


Yuki apenas balançou a cabeça positivamente e Tae saiu rapidamente do salão.


—Finalmente deixou de ser trouxa—Noah esbravejava.


—O que eu faço com essas  coisas? —perguntou Yuki baixinho.—Tenho que ir para o meu dormitório.


—Deixa que depois nós levamos para o dormitório dele.—Noah a respondeu.


—Tudo bem.




P. O. V Tae


Eu não sou ridículo muito menos covarde, talvez eu seja um pouco idiota. Por me preocupar se eu realmente magoei a Lisa, ela sempre foi uma amiga muito boa, me ajuda sempre que pode. A conheço faz dois anos, sei de todas suas ilusões amorosas e o quanto ela sofreu por garotos. Fui sincero em minhas palavras mas acho que sincero demais. Realmente estou cansado, cansado de ver ela se apaixonar e no fim chorar em meu ombro.

Quando me disse estar apaixonada pelo professor Peter, achei que iria passar mas cada vez que frequentamos uma aula de literatura ela vai ficando cada vez mais distraída e distante.

Nunca vai dar em nada, mesmo que Peter a note, que acho incrível como ele ainda não notou que ela faz tudo aquilo de, ler, entregar trabalhos antes do prazo, fazer apresentações sem ele pedir é somente para agradá-lo. Acho mais incrível ainda ele não ter notado-a. Lisa é uma mulher muito bonita, seus cabelos loiros possuem um aroma muito hipnotizante, seu corpo lhe cai bem no uniforme escolar. Quando ela passa pelo corredor com sua cintura fina muitos garotos a observam com desejo, porém se não fossem por mim ela teria com certeza caído nas tramoias deles.

Não só seu corpo sensual e perfeito que considero, mas também sua personalidade que é fascinante, ela não se importa de ser educada ou uma brutamontes quando precisa. Ela consegue amizades facilmente, é só abrir aquele sorriso contagiante que faz amizade com qualquer um. Esse aspecto me preocupa muito às vezes.

Repito muito.

E o mais importante ela faz qualquer coisa para os outros se sentirem bem, principalmente os amigos. Posso dizer sim que sinto algo por ela, mas é algo um pouco mais embaraçoso, a amo como amaria uma irmã.


Depois de sair do refeitório eu corri nos corredores e mesmo que eu sempre  fosse paciente eu também corri pelas escadas, tudo para encontrar logo Lisa na enfermaria.

Quando cheguei na ala da enfermaria, eu abri porta por porta a sua procura, não  obtive sucesso nas nove salas. Mas quando cheguei a última sala, respirei fundo e a abri calmamente observando o lugar vendo se a localizava.

Lisa estava lá, parada em frente a janela, observando a rua, apenas de meias nos pés, estava com seu casaco caído mostrando seus braços e seu rosto expressando tristeza. Quando entrei ela olhou para trás rapidamente, seus olhos estavam cheios de lágrimas. Percebendo que era eu, ela se virou novamente para a janela dessa vez ficando de costas para mim.

Virei a chave da porta trancando-a, depois me aproximei.


—Lisa? —a chamei sem obter sucesso.—Olha pra mim por favor.


Me aproximei ainda mais, escorando meu queixo em seu ombro nú, ela estava muito perfumada e quente.


—Me perdoa?!—eu pedi.


—Porque me disse aquelas coisas? —percebi realmente neste ponto o que eu havia feito. Lisa chorava feito criança, soluçava enquanto lágrimas percorriam sua face.


—Porque sou um idiota—suspirei—e também porque tenho ciúmes.


Ela me olhou rapidamente.


—Nunca vou trocar você por ninguém.—Com certeza eu também nunca a trocaria por nada.


—Não quero te ver chorando de novo por nenhum babaca inclusive por mim. —disse secando suas lágrimas.


—Estou cansada.


—Eu também—respondi levantando-a pela cintura e colocando ela sentada em uma mesa me posicionando entre suas pernas.


—Desculpa. —ela me disse encostando sua cabeça em meu peito—Por me distanciar muitas vezes… Eu amo você Tae.


Senti um grande aperto em meu peito, meu coração queria explodir. Rapidamente a abracei sem pudor, queria muito abraçá-la e sentir seu corpo. Ela fez o mesmo, abraçou minha cintura, me fazendo ficar ofegante.


—Porque você está suado?


Lisa me perguntou se afastando.


—Eu vim correndo atrás de você.


—Não devia ter feito isso, podia se machucar nas escadas.


Olhei para ela e sorri. Depois apalpei meu peito, eu estava realmente muito suado.


—Espera—disse ela se aproximando—eu te empresto meu casaco.


Lisa retirou seu casaco ficando somente com uma camiseta, depois o me alcançou.


—Obrigada. —agradeci abrindo os botões da minha camisa, fazendo ela me olhar perplexa.


—Deixa eu fazer isso, —Lisa pôs suas mãos nas minhas parando-as— afinal está assim por minha causa.


Eu simplesmente deixei, ela começou a abri-la devagar com cuidado, notei que estava com vergonha. Nunca havia lhe visto assim, era engraçado.

Apoiei-me em um cadeira com meu joelho e larguei minhas mãos em cima de suas coxas cobertas por uma meia comprida, Lisa não disse nada estava distraída abrindo os botões.

Observei sua coxa esquerda por alguns segundos e começei a puxar a meia descobrindo sua pele até ao joelho. Fiquei pasmado ao ver que ela não estava percebendo, continuei fazendo o mesmo na outra até descobrir totalmente suas coxas, possuía coxas bronzeadas e grossas. Me desapoiei da cadeira e comecei a ficar envolvido igual quando uma criança ganha algo novo. Passei a mão acariciando sua coxa esquerda, ela era macia. Resolvi subir um pouco mais, serpenteei minha mão até sua virilha e ouvi um sussurro.


—N-não Tae. —Lisa me olhava com apreensão—Não estava divertido ficar assediando só as minhas coxas?


Fiquei vermelho ela havia percebido o que eu estava fazendo desde o início. Como sou idiota afinal só um babaca não notaria alguém tocando em sua pele.


—Porque não disse logo e deixou eu vir com minha mão até aqui? —Perguntei apertando com minha mão sua virilha.


—Porque… —ela puxou minha camisa pelos meus braços deixando-a cair.


—Porque?— eu insisti apertando novamente sua virilha atrás de uma resposta, Lisa soltou um gemido estridente.

—Para—ela pediu colocando sua mão em cima da minha.


A obedeci fui retirando minha mão aos poucos, porém ela me olhou de canto e a puxou, dessa vez colocando minha mão na sua virilha abaixo da calcinha.


—Aqui—ela disse arfando.


Ela olhava para o meu peito nú com desejo.

—Tae! —Foi a última coisa que ela disse naquele momento.



Desci com minha mão até sua intimidade introduzindo meus dedos, ela gemeu. Fiquei ereto instantaneamente, sua vagina estava molhada e quente.  Subi com as minhas mãos até sua cintura e desci baixando sua calcinha até cair pelas pontas de seus pés.


—Eu quero você. —eu disse abrindo minha calça rapidamente.


—Tae? —olhei para ela, Lisa estava com um preservativo na mão.


O peguei rapidamente e pus colocando meu pênis para fora da calça. Depois a puxei firme pelas coxas abrindo suas pernas e a penetrei em um só impulso. Ela gemeu no ato, senti meu pênis pulsar por seu gemido. Realmente eu a queria, eu queria vê-la gritar por mim. Eu comecei a dar estocadas fortes, gemendo em seu ouvido. Lisa começou a fazer o mesmo, gemia arfando em meu pescoço enquanto arranhava minhas costas com desejo. A cada estocada sentia que eu queria escutar mais seus gemidos. Ela rodeou suas pernas em minha cintura me prendendo. Me deixando mais próximo, senti meu pênis encostar em seu útero. Lisa estava gostando e gemia cada vez mais ficando suada.

Puxei seus cabelos loiros fazendo-a olhar para mim e disse “Eu te amo”. Senti que agora já era tarde demais. A vi se desmanchar em minha frente com um gemido profundo, ela havia gozado e eu estava perto. Ela me beijou com o corpo mole, me deixando perplexo, nossas línguas se cruzaram intensamente, era um beijo quente e devagar. Ela estava escorregando então a segurei para ela continuar me beijando. Enfraquecida pelo ato, ela também queria continuar então se agarrou rapidamente em meu pescoço tentando se apoiar. Continuei por mais alguns segundos até sentir meu pênis latejar. Soltei um gemido, a abraçando rapidamente com força.

Fiquei ofegante por alguns segundos engolindo a seco. Lisa estava com os olhos fechados ainda apoiada em mim  com seus braços.


—Eu te machuquei? —perguntei dando-lhe um beijo na testa.


—Não —ela suspirou.


Me afastei, retirando o preservativo e fechando minhas calças. Depois recolhi a calcinha dela do chão e a vesti de volta. Colocando seu casaco vi que Lisa estava com a cabeça baixa e os olhos paralelos.


—Fala pra mim se eu se machuquei! —exclamei levantando seu queixo.


—Agora você sabe—ela me olhou com lágrimas saindo dos olhos.


—Que você não é mais virgem? É isso? —ela apenas assentiu—Nunca acreditei, quando você dizia-se intocada. Mas está tudo bem, eu não tinha o sonho inútil de ser o primeiro.


—É por esta razão que fui mandada pra cá.—Lisa começou a chorar ainda mais—Quando eu estava ainda na Califórnia, fui a uma festa com umas amigas. Tinha muitos garotos lá, nos aproximamos deles.


—E você se apaixonou? —perguntei secando suas lágrimas.


—Não —ela me abraçou, escondendo seu rosto em meu pescoço—Um deles me deu uma bebida, —nesta hora a abracei mais ainda pois sabia que rumo essa história ia levar—eu tomei e depois fui levada a um quarto.


—Para —eu disse a apertando. —não precisa me contar isso.


—E-eu preciso falar isso a alguém—ela disse soluçando —eu preciso Tae.—Lisa se negava a me olhar, ela sentia vergonha eu sentia isso, mas eu a permiti se esconder pois se ela contasse isso olhando em meus olhos… me veria chorar. Pois eu já estava a duas palavras atrás, lágrimas desciam em minha face silenciosamente, não imaginava que isso havia acontecido.


—Me fale.—pedi secando rapidamente minhas lágrimas com a ponta da camisa antes que ela visse.


—Um dos garotos que me levou ao quarto, eu estava bêbada. Ele me segurou pelos braços me encostando na parede, eu disse não mas não adiantou. Ele me estuprou Tae.—Perdi todas minhas forças naquele instante, não soube como reagir. —Só que não é isso que meus pais acham. Eles pensam que eu quis...a culpa é minha talvez eu quisesse mesmo por beber tanto sem saber as consequências.


—Lisa… Eu…


—Você pensa o mesmo?


A olhei espantado pois nunca pensaria isso dela.


—Não, os mataria se passassem por mim na rua. Me refiro aos seus pais Lisa.


—Sabe Tae, para mim, com você foi minha primeira vez. —ela me olhou sorrindo.


Seu sorriso havia me conquistado e eu a amava intensamente. Me aproximei e a beijei rapidamente dando-lhe um selinho mas ela segurou-me introduzindo sua língua na minha boca, fiz o mesmo lentamente. Havia prometido a mim mesmo que não a beijaria enquanto transavamos, mas ela me beijou e eu concedi. Sabia que se eu a beijasse, perderia pra ela.

E perdi, neste momento eu não pensava eu mais nada só queria estar nos pensamentos dela 24 horas por dia.



Notas Finais


Espero que tenham gostado. 🙇
Se ficou grande demais perdão.


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