História The Forbidden - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance
Visualizações 7
Palavras 2.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


É minha primeira historia com uma dramaturgia mais sensual então farei o meu melhor, espero não decepcionar.

Capítulo 1 - The Night


Fanfic / Fanfiction The Forbidden - Capítulo 1 - The Night

- O que acha desse vestido? - Alice me pergunta aparando no corredor de nosso apartamento.

  Tiro os olhos de e-mail que recebi e a analiso.

  Alice é simplesmente linda, não a defeitos na beleza dela, pele clara, olhos verdes, longos fios loiros de seu cabelo, um rosto lindos, um belo corpo sendo marcado por um vestido vermelho bem justo e curto, tomara-que-cai pouco decotado entre o seios fatos dela.

- Não acha que é muito ousado? - Pergunto voltando minha atenção ao e-mail.

- Já sei que é perfeito. - Ela fala voltando pro seu quarto e deixando a porta aberta. - O que tanto olha ai? - Ela questiona do quarto.

- Recebi um e-mail da editora, eles estão me contratando como fotografa. - Respondo saindo da minha conta.

- Maravilhoso! - Alice sai do quarto vestindo uma camiseta larga. - Mais um motivo de comemoração. - Ela fala sentando a minha frente na mesa.

- Eu não sei se quero participar dessa sua festa. - Falo fechando meu notebook. - É muito ousado pra mim.

  Alice revira os olhos.

- O que não é ousado pra você. - Ela fala pegando uma maçã da cesta de frutas no centro da mesa. - É meu aniversario e como minha melhor amiga, você é obrigada a participar.

  Agora eu reviro os olhos.

- Isso foi chantagem. - Falo me levantando.

- E eu vou escolher sua roupa. - Ela comenta mordendo a maçã.

- Não mesmo. - Protesto parando na entrada do corredor. - Acredite, eu não tenho corpo pra essas suas roupas.

  Alice olha pra mim de cima a baixo.

- Se tirar esse seu pijama ridículo de moletom, vai descobrir que esta errada. - Ela fala e morde outra vez a maçã. - Vai por mim amiga. - Ela se levanta. - Você é muito mais gostosa do que pensa. - Ela fala indo até o sofá e sentando.

  Reviro os olhos e vou para o banheiro, tiro meu pijama e entro no box e começo a tomar banho, sem pensar em nada só deixo a água cair sobre meu corpo.

  Depois do banho sigo pro meu quarto e ao fechar a porta o enorme espelho reflete minha imagem, me observo lembrando do que Alice disse.

  Eu não sou feia, pelo contrario, sei que sou bonita, mas não como Alice.

  Tenho um comprido cabelo preto ondulado, pele pouco morena, olhos avelã, lábios corados, um corpo aceitavel, mas mesmo assim não me vejo usando roupas justas e sexys como Alice faz.

  Desvio meu olhar do espelho e vou até o guarda-roupa, visto uma calça e uma camiseta qualquer, pigo minha bolsa e saio do quarto.

- To indo pro almoçar. - Falo pra Alice indo em direção a porta.

- Vestida assim nunca vai transar com ele. - Alice comenta e eu opto por nem olhar pra ela.

- Esse não é meu objetivo. - Falo fechando a porta.

 

  Assim que chego ao restaurante Jayson se levanta me mostrando sua localização.

  Jayson tem 1,80m, um corpo forte, cabelo castanho-claro um pouco comprido e um belo sorriso.

  Sorriu de volta pra ele e vou em sua direção.

- É bom te ver. - Ele fala me dando um beijo no rosto e então afasta a cadeira para mim que me sento e só então ele vai até seu lugar.- Como estão as coisas? Imagino que a Alice esta muito animada com o aniversario dela.

- Ela esta me deixando louca, ainda bem que marcamos esse almoço, assim tira algumas horas de paz. - Comento observando o garçom trazer o menu.

  Jayson ri.

- É serio, só essa manhã ela me vez opinar sobre cinco vestidos diferentes, isso porque ela ficou perfeita em todos. - Falo olhando as opções no menu.

- Imagino, mas e você? - Ele comenta e eu desvio meu olhar pra ele.

- Eu? - Questiono. - Não sou do tipo que passa horas procurando a roupa perfeita.

 Ele mais uma vez ri.

- Você não precisa, fica linda em tudo. - Ele comenta me olhando fixamente.

- Não precisa mentir pra mim. - Comento sem jeito.

- Não é mentira. - Ele fala arrumando sua postura. - Mas eu estava me referindo ao que fez da sua manhã, alem de ajudar Alice.

-Deixa eu ver. - Falo desviando o olhar pensativa. - Nada, vantagem de domingo. - Falo voltando a olhar pra ele e ele ri.- Minto, recebi o e-mail confirmando minha contratação. A partir de amanhã seremos colegas de trabalho.

- Essa é a melhor noticia do meu dia. - Ele fala e sorri pra mim.

 

- Nossa! - Alice fala observando seu trabalho em me arrumar.

- Ficou tão ruim assim? - Pergunto me levantando da cadeira de sua penteadeira e indo até o espelho de seu enorme guarda-roupa.

- Que orgulho do meu trabalho. - Ela comenta enquanto eu tento me reconhecer no espelho.

  Ela me colocou em um vestido azul justo e curto, com a parte de cima cruzada deixando uma pequena parte da minha barriga amostra assim como meus braços e ombro, um salto de bico fino delicado e preto, uma maquiagem em dourado e meu cabelo solto ao natural.

- Selfie das deusas dessa noite. - Alice fala surgindo ao meu lado com o celular na mão e então tira a foto. - Agora vamos que eu não quero chegar atrasada pra minha própria festa. - Ela fala saindo do quarto.

  Respiro fundo e me admiro mais uma vez no espelho, então saio e a sigo com dificuldade de andar pelo salto, mas sigo firme, tranco a porta enquanto Alice chama o elevador, assim que ele chega entramos apertamos para garagem.

  Não sou capaz de evitar me olhar no espelho e Alice percebi.

- Eu disse que havia uma gostosa debaixo daquele pijama ridículo. - Ela comenta.

 Eu a ignoro e o elevador chega saímos e entramos no carro, seguimos por um longo periódo na estrada até chegarmos a uma mansão afastada toda preta.

- Isso parece uma casa de terror. - Comento enquanto Alice estaciona o carro.

- Mas você não vai morrer lá. - Ela fala desligando o carro. - Só se for de prazer. - Ela pisca pra mim e sai do carro.

  Reviro os olhos e me amaldiçou mentalmente por ter concordado com isso, sai do carro arrumando o vestido, então sigo com Alice até a porta da casa, é possível ouvir a música no interior da casa.

  Alice bate na porta e então ela se abre, um homem de terno nos observa.

  Alice pega um cartão preto com um numero escrito em braco e mostra a ele que nos da passagem. Entramos e o interior parece bem agitado a pessoas dançando, bebendo, conversando e fazendo os três ao mesmo tempo, beijos ousados, mão livres.

- Bem vinda ao meu paraíso. - Alice fala olhando pra mim. - Relaxa! - Ela coloca seu braço em volta do meu pescoço. - Aqui ninguém vai fazer nada que você não queira, beba um pouco e entre no clima. - Ela fala pegando duas taças que que passam por nós contendo um liguído verde dentro e me entregando um.

- Não bebe. - Digo recusando.

- Olha, hoje é o meu aniversario e tudo que te peço de presente é que só hoje, seja livre e sem limites, você merece isso. - Ela fala com seriedade e insiste com a taça.

- Se eu ficar ruim, você vai cuidar de mim. - Falo pegando a taça.

- Sempre. - Ela fala me dando um beijo no rosto.

  Alice se afasta e se junta aos dançantes da festa eu me coloco de canto e dou um gole na bebida, é ruim e bom, doce e amargo ao mesmo tempo. Vou observando Alice dançar e se divertir e vou bebendo, antes que eu perceba já estou com outra taça na mão. Um cara de longe me chama pra dançar, mas eu recuso, não to afim que mãos de estranho fiquem livres pelo meu corpo. Continuo bebendo no meu canto, rindo de Alice que parece não ter limite.

  Depois de um tempo começo a ficar tonta e então resolvo subir a escada da casa, no primeiro andar tem mulheres duplicadas vestidas com lingeries provocantes, algumas com caras claramente vindos do andar de baixo, sigo o corredor até a outra escada e a subo, dessa vez o lugar esta mais vazio, venho uma mulher com um longo vestido preto sair de um dos quartos se arrumando, sigo até o mesmo e entra fechando a porta e sentando na enorme cama me deitando e fecho os olhos, sentindo o álcool alterando meu corpo de alguma forma.

- Este quarto é privado - Ouço um voz masculina e me sento rapidamente, o que foi um erro, pois o quarto inteiro começou a girar. - Você esta bem? - Ouço a mesma voz se aproximando.

  Fecho os olhos e faço um sinal com a mão pedindo um segundo.

- Eu não tenho o costume de beber. - Digo ainda com os olhos fechados.

- Percebi. - A voz dele sai mais baixa dessa vez o que me arrepia, então o sinto tirar o copo da minha mão.

  Quando abro os olhos me sinto tendo uma alucinação. Um homem lindo esta agachado a minha frente, cabelo curto, negros e molhados, olhos azuis vivos, barba rala, uma boca tão linda.

- Que lindo! - Exclamo odiando não controlar minha boca quando bebo.

  Ele sorri e algo se agita dentro de mim.

- Obrigado, você também é muito linda. - Ele fala mantendo seus olhos fixos nos meus. - Você quer alguma coisa? Água? - Ele questiona.

- Não. - Respondo me levantando e ele junto a mim. - Eu vou voltar lá pra baixo. - Falo começando a andar, mas perco e equilíbrio e algo me segura me impedindo de ir ao chão.

  Me viro e me percebo nós braços dele, o ar volta meu pulmões.

- Essa foi por pouco. - Ele sorri e no instante que olho pro seu sorriso minha boca fica seca.

  O meu cérebro parece deligar que tudo que vem a minha mente é beija-lo e quando percebo o estou beijando. Ele não só corresponde como toma controle do ato, sua mão na minha cintura me puxa para mais perto e a outra sobe por minhas costas nuas me fazendo arrepiar e aquecer por dentro pousa entre meu cabelo o sinto puxar para trás, gemo e o beijo para ele me encara nos olhos, como se estivesse decidindo o que fazer, mas eu nem capacidade de decidir algo tenho, me sinto completamente desligada e aflita pelo fim do beijo.

- Quer mais? - Ele me questiona com a voz rouca e com os olhos ainda fixos nos meus.

- Quero. - Respondo ansiosa por outro beijo.

  Ele sorri e começa a beijar meu pescoço.

- Esta sóbria o suficiente pra isso? - Ele questiona sussurrando eu meu ouvido.

- Estou. - Respondo ofegante sem saber ao que exatamente estou respondendo.

- Ótimo. - Ele fala se afastando e me observando mantendo seu sorriso.

  Ele anda me rodeando e para bem atrás de mim sua mão passa por minha nuca deixando um rastro de queimação e ele põe meu cabelo de lado e então começo a beijar a mesma, inclino a cabeça para trás em instinto e ele apoia a mesma com a mão, sua outra mão pousa na minha barriga me puxando para trás, posso sentir sua excitação atrás de mim e isso me deixa tensa.

- Mudou de ideia? - Ele questiona em meu ouvido.

  Eu tento raciocinar, mas meu cérebro se nega a trabalhar e eu apenas nego com a cabeça.

  Ele volta a beijar meu pescoço vai percorrendo até meu ombro, sua mão sai da minha barriga e vai até o zíper da parte de baixo do vestido e ele puxa, então volta a minha frente, seus lábios devoram os meus, suas mãos passeiam por minhas costas e as minhas pela dele e de repente ele passa a alça do vestido pela minha cabeça, ele desse o vestido até ele cair no chão.

  Um ar frio sopra em meu corpo me fazendo arrepiar, ele volta a beijar meu pescoço, vai descendo até chegar em meu seio beijando e mordicando e vai massageando o outro com a mão, já eu só consigo gemer e morder o lábio inferior com os olhos fechados pra sentir com mais intensidade.

  Ele para e eu abro os olhos fazendo meu olhar se encontrar com o dele, ele apenas sorri.

Ah, esse sorriso!

- Você não transa com muita frequência né? - Ele questiono me analisando e mais uma vez tudo que consigo fazer e negar com a cabeça. - Percebi-se. - Ele fala me guiando até a cama e me deitando nela.

  Ele me beija e nossas línguas dançam em conjunto, até que seus lábios se separam dos meus, o que me faz lamentar e ele sorri então percorre meu corpo o beijando, quando seu lábios tocam meu ventre não sou capaz de conter o gemidos e ele parece gostar, pois se prolonga no mesmo, suas mãos no meu quadril vão descendo e percorrendo minhas pernas tirando minha calcinha.

  Ele fica de pé fora da cama e começa a tirar sua roupa, primeiro a camisa mostrando um peitoral e abdomêm bem definido, então ele abre o sinto da calça, a desabotoa e tira junto a cueca, um suspiro longo e desejoso sai de mim.  Ele volta para cima de mim apoiando seu corpo em um dos antebraços, sua outra mão acaricia meu rosto e então ele volta a me beijar, sua mão vai descendo e massageando meu seio o que me faz gemer entre nosso beijo, sua mão continua descendo e quando sinto seus dedos um gemido mais salto sem sem minha permissão, ele sorri entre o nosso beijo e então interrompo aproximando sua boca de meu ouvido.

- Molhadinha do jeito que eu gosto. - Ele sussurra em meu ouvido e meu desejo por aquilo se intensifica.

  Sinto um de seus dedos entrar vagarosamente dentro de mim e eu mordo o lábio com força contendo o gemido. Ele vai e vem com o dedo devagar enquanto depositas beijos e chupões em em meu pescoço, vou gemendo em seu ritmo e então ele adiciona mais um dedo e o meu gemido se intensifica,seu polegar massageando meu clitóris vai me enlouquecendo eu mordo e lábio com força contendo um gemido mais alto, ele vai acelerando e eu começo a sentir algo se formando no meu interior, ele então afasta sua mão e eu resmungo em protesto.

- Calma pequena. - Ele fala se movendo por cima de mim.

  Todo que consigo fazer e respirar ofegando ansiando por mais e então quando menos espero o sinto me penetrando, um gemido intenso, sai sem que eu possa contê-lo.

  Ele começa devagar e vai acelerando e intensificando a penetração e eu vou delirando ainda mais, então ele diminui e recomeça acelerando e intensificando, ele faz isso mais algumas vezes, brincando com o meu desejo.

- Para de brincar comigo. - Falo ofegante não aguentando mais esse jogo.

- Por favor. - Ele fala me olhando nos olhos com seriedade.

- Por favor. - Repito já desesperada. 

  Ele volta a acelerar e a intensificar a penetração e uma bomba dentro de mim esta em contagem regressiva até que eu chego ao ápice a me explodo de prazer, gemendo e o arranhando nas costas ele me olha e sorri satisfeito, mas não para até ele estar satisfeito.

 


Notas Finais


Foi isso espero que tenham gostado e aguardem por mais


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