História The Forbidden Fruit - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Exibições 147
Palavras 2.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, meus amores, estou de volta com mais um capitulo frexquinho pra vcs <3
Muito obrigada pelos favoritos e pelos comentários <3 me deixa muito feliz....


Boa leitura...

Capítulo 15 - Capitulo 15


A manhã não poderia ter sido mais perfeita para Regina; acordara nos braços fortes de Emma enquanto a loira observava-a. Se amaram várias vezes antes de levantar e depois tomaram o café da manhã apenas de roupas íntimas.

Regina sorria de orelha à orelha e Emma não estava muito diferente disso. Depois do ótimo café da manhã que tiveram, decidiram aproveitar um pouco mais a manhã de domingo ao lado de sua nova namorada e foram assistir um filme qualquer, porém foram interrompidas pelo celular da morena tocando insistentemente. Numero desconhecido.

- Alô? – Regina atendeu, Emma a assistia atentamente.

- E ai, como foi o encontro? –A voz de Zelena se fez presente pelo celular, a morena logo sorriu.

- Eu deveria matar você, Zelena! – Resmungou, a irmã gargalhou pelo telefone. – Mas não farei isso, pois tive uma ótima noite. Apenas por isso. E de quem é esse número?

- Ah, Gina, de nada por ter conseguido te tirar do buraco, eu também te amo. – Ironizou, Regina pôde visualizar a ruiva revirando os olhos. – É o da Ruby, o meu acabou a bateria.

- Então vocês estão juntas mesmo? – Emma se aproximou ao ouvir parte da conversa. – Ruby está ai? Mande um beijo meu e da Emma pra ela.

- Eu me encarregarei de entregar esse beijo para ela e já que você não especificou onde, eu escolho. – Comentou maliciosamente, fazendo Regina bufar; sentiu as mãos de Emma rodearem sua cintura e um arrepio correu por sua espinha a fazendo suspirar. – Você está fazendo o que eu estou pensando que está fazendo, Regina Mills?

- Não es-tou faze-nnndo n-nada. – Respondeu com dificuldade. Emma beijava e chupava seu pescoço suavemente enquanto suas mãos apertavam os seios da morena. – Jesus! – Exclamou e Zelena gargalhou. – Zele-na e-e-eu preci-so-so deee-sligaar.

- Tudo bem, sis, tenha um bom dia e um ótimo orgasmo. Mande um beijo para Emma também. – A ruiva desligou gargalhando. Mal teve tempo de guardar o celular e a loira já a puxou para um beijo ardente de tirar o fôlego.

Emma pegou Regina pela nuca, puxando-a cada vez mais; a morena pensou que se a loira a puxasse mais um pouco os corpos se fundiriam. Mas isso pouco a importou, estava mais preocupada com as mão bobas de Swan que apertavam sua cintura com força. O sofá parecia estar pequeno para ambas.

Gina abraçou Emma pelo pescoço procurando mais contato; arfou ao sentir Emma pressionar o meio de suas pernas com o joelho. Os beijos paravam apenas quando o ar se fazia necessário, voltando logo em seguida. Emma arranhou o abdômen da morena, fazendo-a gemer timidamente, subindo cada vez mais até parar em seu seio esquerdo; apertou-o com tamanha força que Regina soltou um grito de dor misturado com um prazer absurdo. Sua intimidade chegava a doer de tanto tesão que sentia.

- Deus! – Regina exclamou ao sentir Emma beijar seu seio por cima do tecido. Olhou para a loira, que lhe lançou um olhar carregado de luxúria e desejo antes de voltar a beijar seus seios.

Em um movimento nada delicado, envolveu Regina pela cintura com uma das mãos e a ergueu, usando a outra para abrir o feixe do sutiã. Depois de arrancá-lo e jogar o pobre tecido em qualquer lugar do cômodo, empurrou novamente a morena contra o sofá para que a mesma permanecesse deitada. Sua boca foi de encontro com o peito descoberto de Regina e o chupou com força; Mills gritou quando sentiu os lábios úmidos de Emma chuparem sua aréola. A loira fez os mesmos movimentos nos dois lados.

- Você é deliciosa, meu amor. – Comentou Emma entre beijos pelo abdômen definido da namorada. – Tão deliciosa.

Seus beijos foram descendo cada vez mais, chupões e mordidas também eram espalhados pelo corpo de Regina. Aquilo deixaria grandes marcas, mas quem ligava?

Emma parou no umbigo da namorada, enfiando a língua ali por alguns segundos; Regina sabia que se a loira continuasse com a tortura, ela não aguentaria muito tempo. Seus gemidos sôfregos e nada contidos denunciavam isso.

- Por Deus, Emma! Acabe logo com isso. – Praticamente gritou ao sentir Swan morder a parte interna de sua coxa, próxima à sua virilha.

- Como quiser, Majestade. – Sorriu cafajeste e abriu bruscamente as pernas da morena, ajeitando-as em cima de seus ombros.

Por cima do tecido da calcinha, Emma beijou o sexo da morena.

- Aaaaah, caralho. – Regina se retorcia a cada toque.

- Você está tão molhada, porra! – Swan comentou ao passar a língua pela intimidade coberta da morena.

- E-eu... Em-ma, por... favor. – Implorou. – Nã-o me toor-ture.

- O que você quer, meu anjo? – Perguntou dando leves mordiscadas no sexo da namorada, divertindo-se ao vê-la pressionar os olhos e morder o lábio inferior.

- Eu que-ro... v-vo-cê. – Não precisou pedir duas vezes. Emma rasgou a calcinha preta de renda que a morena vestia e abocanhou seu clitóris velozmente. Sua língua subia e descia, ora rápida ora lenta, numa tortura deliciosa. Sem aviso prévio, introduziu dois dedos em Regina enquanto seus lábios habilidosos chupavam seu sexo com força.

- PORRAA!!! – Regina gritou arqueando as costas em busca de mais contato. De olhos fechados e com a boca aberta formando um perfeito “o”, a morena gritava loucamente. O suor escorria por sua pele, fazendo com que seus cabelos grudassem em seu rosto, porém, ela não tinha forças para fazer qualquer coisa que não fosse respirar; mas mesmo isso já estava ficando difícil.

- Goza pra mim, Regina! – Pediu à morena e então Emma o terceiro dedo, Regina estava zonza de prazer. Não estava aguentando segurar mais então quando Swan mordiscou sua intimidade, Regina gozou enquanto gritava o nome de Emma; seu corpo todo tremia. Mas nada disso impediu Emma e ela continuou chupando a morena com vontade, com uma fome insaciável. Parecia que estavam há anos sem tocá-la.

- Em-ma... eu vou... goo-zar. – Anunciou.

- Vamos juntas. – Disse e montou em cima da morena após tirar a própria calcinha. Fez com que seus sexos se alinhassem perfeitamente e, então, começou a cavalgar no colo de Regina; o barulho da fricção era insuportavelmente gostoso. Emma acelerou o ritmo das cavalgadas e a morena, com a mão esquerda apertou o seio durinho de Emma por cima do tecido e – que a loira logo retirou – com a mão direita agarrou a nuca da loira, trazendo-a para um beijo erótico.

Os gemidos delas eram altos e a morena tinha certeza que os vizinhos estavam escutando-as, mas não se importou com aquilo. Cessaram o beijo com Emma mordendo o lábio inferior da morena, que sentiu o gosto metálico do sangue em sua boca.

- Oh, Deus, eu... eu não v-ou agueen-tar. – Swan gemeu e um orgasmo avassalador atingiu-a e logo foi a vez de Regina.

A loira caiu por cima do corpo de Mills e sorriu; seus corpos brilhavam por causa do suor. Regina começou uma carícia nos cabelos loiros de Emma, enquanto Swan fazia desenhos invisíveis com o dedo indicador na pele molhada da morena.

- Isso foi... incrível! – Exclamou a mais velha sem fôlego. – O melhor sexo de toda a minha vida.

- Não poderia ser diferente, afinal, estamos falando de Emma Swan. – Exibiu-se, ganhando um tapa logo em seguida. – Ai! Isso dói.

- Você é uma idiota metida.

- A sua idiota metida! – Disse olhando nos olhos castanhos de Regina com um sorriso sapeca nos lábios.

- A minha idiota metida. – Mills puxou-a para um beijo calmo, simples e apaixonado; encerrando-o com vários selinhos.

***

Regina chegou na segunda-feira na empresa em meio a sorrisos e muitos bom-dias. Mary estranhou, nunca havia visto a amiga tão feliz assim.

- Deu noite passada, é? – Perguntou descaradamente à chefe e melhor amiga quando a mesma chegou perto de sua mesa.

- Por que pergunta isso? – Perguntou simplesmente, sem afetar-se com o descaramento de Mary Margaret.

- Meu Deus! Você está bem? Você não ficou vermelha com um comentário safado meu! – Dramatizou fazendo a morena rir e revirar os olhos. – Sério, o que aconteceu para você estar tão feliz?

- Emma Swan aconteceu. – Deu de ombros e mostrou o colar à morena dos cabelos curtos, que não entendeu. – Ela me pediu em namoro, sua estúpida!

- Ah, mas por que o colar?

- Ela achou que aliança seria muito clichê então comprou esse colar. Um cisne coroado. – Comentou sorrindo abertamente e Mary deu pulinhos e gritinhos; levantou-se de sua cadeira e foi abraçar Regina.

- Estou tão feliz por você. Tão feliz. – Dizia enquanto abraçava-a com força. – Me conte tudo.

Regina demorou cerca de cinco minutos para convencer Mary de que a contaria outra hora com mais tempo, pois tinha uma reunião com seus sócios e David em dez minutos. A contragosto, a baixinha aceitou.

Vinte minutos depois, todos estavam dentro da sala de reuniões; incluindo Emma. Eles iriam discutir uma venda de um dos maiores edifícios de Nova York, que seria um dos maiores, pois ainda estava em construção.

- Devemos investir nesse projeto, será ótimo para nós. – David comentou enquanto rodava em sua cadeira de rodinhas; Emma fazia o mesmo. Tal pai tal filha, pensou Regina. – As ações estão em alta, Regina. E subindo.

- Eu concordo com você, David, mas temos que ver por todos os lados. Sabemos que após o término da obra, o prédio será um escritório de uma empresa nova, certo? – Perguntou Regina.

- Parece que sim, mas como seremos um dos patrocinadores temos que nos garantir. – Pontuou Robin fazendo com que seus colegas concordassem. – As ações podem estar em alta, mas a qualquer minuto elas podem cair e temos que ter uma garantia de que não sairemos no prejuízo.

- Concordo com você também, Locksley. Acho que seria uma boa ideia se checássemos tudo. – Disse Regina pensativa. A tampa de sua caneta estava em pedaços de tanto que havia mordido; a mão direita apoiava sua cabeça enquanto seu cotovelo usava o braço da cadeira como apoio para não escorregar. Emma estava quase caindo da cadeira com a visão que tinha da namorada. – Swan, encarregue-se de checar tudo sobre as finanças dos construtores, donos, sócios, da família, dos futuros filhos... de tudo o que puder encontrar. Quero saber o que vamos enfrentar e quero saber agora. – Decidiu. Seus companheiros de negócios se levantaram da mesa logo depois de Regina dar-lhes instruções de tudo o que precisavam fazer; seria um dia cheio.

***

- Gina, próxima reunião em uma hora. – Mary disse quando colocou a cabeça para dentro da porta da morena.

- Já? Que horas são? – Regina perguntou tentando olhar em seu celular, porém o mesmo estava sem bateria e não ligou. – Merda!

- 17h34. – Respondeu entrando na sala da amiga. Mary sempre se vestia com simples roupas, diferente de Regina; uma calça jeans escura, uma sapatilha preta e uma blusa branca com um desenho de um pássaro, porém usava um casaquinho por cima. – Tem algum compromisso que não estou sabendo, senhora Mills?

- Tenho na verdade. – Olhou para Mary e sorriu. – Henry me chamou para ir ao cinema. Ele irá levar Violet também, mas mesmo assim terei um tempinho com meu garoto. – Mary concordou e sorriu. – Só que não sei que horas terminará essa reunião, talvez eu remarque com Henry...

- Não vai não! – Disse irritada como se Regina tivesse confessado um assassinato. – Eu vou ligar para os acionistas e desmarcarei a reunião, direi que você está doente ou algo assim, mas você irá no cinema com Henry ou eu não me chamo Mary Margaret Blanchard!

- Ok, ok, mamãe. – Revirou os olhos e viu a amiga sair em disparada para fazer sua ligação, batendo a porta ao sair. – Jesus, que mulher louca! – Murmurou rindo.

***

Os dias foram se passando e o namoro de Emma e Regina não poderia estar melhor. As duas mantinham tudo escondido; Mary, Zelena e Ruby eram as únicas a saberem disso e as ajudavam. Ainda não tinham discutido sobre como e quando contariam às pessoas sobre seu relacionamento.

- Acho que eu deveria contar ao Henry e você aos seus pais. – Regina comentou enquanto a namorada acariciava-lhe os cabelos, a morena estava deitada em cima do peito nu de Emma.; as duas tinham acabado de fazer amor e estavam conversando sobre coisas banais.

- Você acha? – A morena ergueu a cabeça para encarar Swan, ela tinha uma expressão preocupada. – Não acha que está muito cedo? Temos apenas três meses de namoro.

- Oficialmente. – Riram e Emma concordou.

- É, oficialmente, mas mesmo assim. – Deu de ombros e voltou a se deitar no peito da loira. – Se você acha que realmente é o melhor, então vamos fazer isso.

- Então vamos hoje! – Regina se levantou e Swan a olhou assustada. Ela estava louca? – Não faça essa cara! Vamos hoje, antes que minha coragem vá embora. Vou marcar um jantar com Henry e eu você vai para o hotel que seus pais estão hospedados, eles vão voltar para Miami amanhã e eu quero dizer isso hoje.

- Gina, eu não acho que seja uma boa ideia. – Alertou preocupada.

- Confie em mim. Vai ficar tudo bem. – A morena sorriu docemente e acariciou o rosto da namorada com leveza e carinho.

– Eu te amo, Regina, nunca duvide do meu amor por você. – O olhar trocado entre as duas era tão intenso, tão apaixonado e tão mágico que nenhuma das duas ousava quebrar esse contato. – Prometa-me que não importa o que eu diga ou o que eu faça, sempre irei amar você. Irá se passar mil anos e eu ainda a amarei porque você, Regina Mills, é tudo o que eu quero e o que eu preciso. Eu te amo mais que ontem e menos que amanhã, meu amor. Escolhi você e escolheria sempre.

- Eu te amo tanto, tanto, tanto... – Regina abraçou e beijou a namorada enquanto lágrimas de felicidade escorriam por seu rosto. O beijo era apressado mas cheio de carinho, como se suas vidas dependessem daquele beijo. – Você é o amor da minha vida.

E novamente as duas se amaram durante a manhã toda e um pouco da tarde após o almoço.

***

Naquele mesmo dia, Regina seguiu para sua casa, chamando Zelena para ajudá-la com uma roupa para jantar com Henry. Ela só esperaria o menino voltar de sua faculdade e os dois iriam para o restaurante combinado.

- Sis, é apenas um jantar com o Henry, não um encontro com a primeira-dama. – Debochou a ruiva.

- Eu to nervosa, quero estar apresentável para o meu filho, principalmente porque vou dar uma noticia um tanto quanto desconfortável para ele. – Regina disse enquanto se virava no espelho para ver se o décimo vestido que experimentava estava bom. – Não gostei desse.

- Saia daí. – A Mills mais velha a empurrou, entrou dentro do closet e depois de alguns segundos voltou com uma peça nas mãos. – Vista esse. – Entregou nas mãos de Regina e a empurrou para a frente do espelho; era um vestido vermelho rendado com um decote nada discreto. Com o comprimento que ia até o meio das coxas e as mangas longas, Regina fez questão de dar uma volta e rir; colocou um sapato preto de salto fino e alto e depois sentou ao lado de Zelena na cama.

- Eu to com medo, Zel. – Suspirou e olhou para a irmã com pesar. – E se ele não aceitar? O que eu vou fazer, Zelena? Não vou suportar se meu filho me rejeitar... – Começou a chorar e então a ruiva à abraçou.

- Se acalme, sis, ele não vai te rejeitar. É do Henry que estamos falando. – Acariciou os cabelos da irmã e beijou o topo de sua cabeça. – Agora, não chore. Não vai querer borrar a make, né? – Elas riram e Zelena, novamente, beijou o topo da cabeça da irmã e a ajudou a se levantar.

Regina mandou uma mensagem à Emma dizendo que já estava a caminho do restaurante. Não demorou para a loira responder dizendo que já estava com os pais no hotel. A morena suava frio, enquanto via Henry dirigir seu carro; estava nervosa.

- A senhora está bem, mãe? – Henry dirigiu-se à morena com um sorriso que a acalmava.

- Estou sim, não se preocupe. – Sorriu de volta, apesar de ter mentido antes.

Chegaram ao restaurante minutos depois e foram para a mesa que haviam reservado. O garçom trouxe-lhes uma garrafa de vinho que Regina tinha pedido quando chegaram.

- Então, mãe, qual o motivo do jantar? – Perguntou o garoto enquanto passava os olhos pelo menu.

- Deveria ter um? – Regina rebateu sem retirar os olhos do menu em suas mãos.

- Creio que sim, nunca me convida para esse tipo e coisa e de repente... boom. – Largou o negócio em cima da mesa e encarou a mãe. – O que houve?

- Eu... precisamos conversar sobre um assunto muito sério, Henry.

***

- Mãe! Pai! – Emma cumprimentou-os sorrindo, abraçando cada um.

- Minha filha, confesso que fiquei surpreso com a sua ligação de última hora. – David comentou trazendo a filha para dentro do quarto de hotel. – Aconteceu algo?

- Seu pai e eu ficamos preocupados, meu amor. – Anna disse ao se sentar no grande sofá de couro preto.

- Não... Sim... não, quer dizer, aconteceu. – Swan enfiou as mãos no bolso de sua calça e sentou-se próxima à sua mãe no sofá. – Nós precisamos conversar. 


Notas Finais


see you later <3


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