História The Forest - Interativa - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Interativa
Exibições 104
Palavras 3.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Esse capítulo foi mais para apresentar os planos de Robert, junto dos prisioneiros escolhidos :)

Me desculpem pelo capítulo ter ficado tão grande, se a leitura ficar cansativa, me avisem, pois na próxima eu posso postar capítulos menores, da forma que vocês preferirem.

Peço para que vocês fiquem atentos aos avisos que deixarei nas notas finais nos próximos capítulos, pois como se trata de uma fanfic interativa, eu encaixarei os personagens de vocês em algumas situações que irão exigir escolhas dos próprios criadores das fichas.

Enfim, me desculpem pela demora, caso eu demore um pouco para postar os próximos capítulos, podem me cobrar sem problemas, certo?

Me desculpem por qualquer erro, eu juro que revisei, mas é normal passar alguns errinhos bobos... Boa leitura!

Capítulo 2 - Prisioneiros


De forma apressada, Robert caminhava pelos corredores abafados da prisão enquanto sustentava um sorriso sádico em sua face. O homem apenas estava ansiando em poder estar cara a cara com seus prisioneiros, e é claro, anunciar seu plano doentio, ele até mesmo já podia imaginar suas inúmeras reações e isso o animava muito.

Após soltar uma gargalhada, Robert respirou fundo e virou para a esquerda no último corredor, tendo a visão para o pátio logo em seguida. Ele conseguiu avistar seu mais fiel capanga aos gritos com alguns prisioneiros teimosos, mas os mesmos se atreviam a desobedecê-lo com inúmeras tentativas de fuga. Ao perceber que as coisas começariam a sair dos eixos, Robert apressou os passos e viu todos as pessoas presentes ficarem em silêncio em sua presença.

 — Olha só o que temos aqui… — Disse cruzando os braços e lançando um olhar de reprovação para Tyler. — Eu não achei que cuidar desses imbecis fosse uma tarefa tão difícil para você!

 — Mas ~

 — Sem “mas”, Tyler! — Vociferou. — Quando eu lhe der uma ordem, eu apenas espero que você a cumpra sem complicações! Sabe o que eu faria com você caso qualquer um deles conseguisse fugir daqui?

Enquanto alguns prisioneiros observavam a cena sem o menor interesse, outros sorriam esperando que Tyler levasse a pior, mas nada aconteceu após Robert dar sua última palavra.

 — Agora vamos ao que me interessa… — Robert voltou-se para seus prisioneiros, sorrindo sarcasticamente enquanto caminhava de um lado para o outro.

Todos eles estavam parados lado a lado, não eram muitos, porém, Robert percebeu que apenas os mais perigosos estavam presentes.

 — O que está acontecendo? Cadê os outros?— O diretor da prisão voltou-se para Tyler mais uma vez.

 — Eu fui barrado de entrar na ala psiquiátrica. Os responsáveis não me deixaram entrar, senhor, então eu preciso que venha comigo, só assim poderemos ter acesso aos outros. — Robert respirou fundo e assentiu.

 — Que idiotas… Atire em qualquer um que se mover, eu já volto. — Tyler assentiu.

Robert se retirou daquele pátio e caminhou apressadamente em direção a ala psiquiátrica, onde certamente estavam os prisioneiros mais impiedosos e perigosos de toda aquela prisão. O homem não se impressionava com o fato de Tyler não ter conseguido autorização para entrar, pois era uma área restrita e extremamente perigosa, mesmo com tantos seguranças por perto.

Não demorou muito para chegar ao corredor desejado, alguns gritos e súplicas já podiam ser ouvidos e isso o animava de certo modo.

Ao chegar em frente à porta dá ala psiquiátrica, Robert apenas recebeu um aceno de cabeça dos dois guardas que cuidavam daquela entrada e logo teve acesso ao local. Quando entrou, logo foi recebido por um rapaz de jaleco branco, mas que ainda tinha uma pistola no coldre em sua cintura.

 — Senhor Robert, é um prazer revê-lo. — Robert apenas assentiu.

 — Eu preciso encaminhar alguns deles para o pátio. Farei isso se não me interromper, certo Joseph?

 — Mas… Por qual motivo o senhor fará isso? Sabe que é muito arriscado tirá-los daqui, pois mesmo sendo humanos, ainda assim são considerados máquinas de matar. — Joseph dizia preocupado.

 — Isso não me faz mudar de ideia, e acredite, Joseph… Eu posso ser considerado o pior pesadelo de cada um deles. — Joseph sentiu um arrepio percorrer pelo seu corpo, mas acabou concordando.

 — Se é assim, eu irei acompanhá-lo e indicarei os nossos “melhores”.

 — Isso vai ser de grande ajuda. Vamos. — Robert disse autoritário.

Os próximos minutos foram marcados por gritos, súplicas e ameaças por parte daqueles que se encontravam do outro lado das grades naquele grande corredor repleto de seguranças. Robert era constantemente xingado dos piores nomes, mas isso apenas o animava muito.

Logo Joseph parou em frente a uma cela com grades reforçadas. Dentro daquele espaço não muito grande, tinha uma garota sentada em posição de lótus de costas para eles. Mesmo não podendo ver sua face, podiam notar seu cabelo castanho claro, liso e na altura dos ombros.

 — O nome dela é Lorene Moore, ela tem 19 anos. — Joseph cochichou. — Ela foi a responsável pela morte dos pais, de seus vizinhos, de 10 policias e do nosso ex-vice-presidente.

 — Oh… Então é ela… — Robert disse alto o suficiente para que a garota se virasse para eles e se levantasse.

A primeira coisa que chamou a atenção de Robert, foi o sorriso quase doentio que ela lhe lançou assim que se aproximou das grades. Mesmo sendo considerada um perigo para a sociedade, ela ainda era uma mulher muito bela, caracterizada por belos olhos verdes-escuros, pele pálida, lábios volumosos e rosados, e por último, um corpo muito atraente e farto.

 — Está feliz em me ver? — Lorene perguntou, segurando nas barras de sua cela. — Pois eu estou muito feliz em ver você, diretor… Pois, acredite ou não, eu serei a responsável pela sua morte quando eu conseguir fugir desse inferno.

 — Fugir daqui? — Robert soltou uma gargalhada irônica. — Eu adoraria saber como você fará isso, Lore.

 — Ah… Segredos são como arquivos confidenciais, diretor. — Ela riu baixo, mas assim que cessou o riso, continuou com um sorriso sádico. — Apenas saberá de tudo quando eu for atrás de você. Combinado?

 — Ah, eu vou adorar ver isso… — Ele respondeu com um sorriso tão grande quanto o dela. — Mas, hoje é o seu dia de sorte, gracinha. A sua sentença de morte estava marcada para daqui a três dias, mas eu tenho em mente algo muito melhor do que apenas morrer sem escolhas, sabia?

 — Sério? — Lore soltou um gritinho irônico em animação e riu. — Eu estou curiosa para saber o que tem em mente, diretor! Vamos, conte para mim!

 — Tire-a daqui e peça para que os guardas a levem para o pátio junto dos outros. — Robert ordenou e Joseph apenas assentiu.

Após esperarem um pouco para que os guardas conseguissem tirá-la em segurança de sua cela, os dois homens continuaram andando por aquele corredor que parecia não ter fim, até pararem em frente a outra cela.

Dentro daquele lugar, havia um rapaz de estatura mediana, ele deveria ter por volta de 1.75 m. Mesmo notando a presença daqueles dois homens do lado de fora de sua cela, o prisioneiro continuou deitado, na mesma posição e sem mover qualquer parte de seu corpo.

 — Ele será executado amanhã. Faz três dias que ele deixou de dizer qualquer palavra e também não come há alguns dias… Não sei como ele ainda consegue se manter tão bem e ainda fazer alguns exercícios.

 — Isso é interessante. Qual o nome ~

 — Leon. Leon Scott. — Foram interrompidos pela voz marcante daquele rapaz.

O prisioneiro se levantou e saiu da parte mais escura de sua cela, mostrando sua face ao ficar em frente às grades, cara a cara com o diretor. Ele tinha cabelo preto, curto e bem liso, seus olhos azuis eram semelhantes a espelhos, pois eram demasiadamente claros, sua barba ainda estava por fazer e devido à falta de sol, sua pele estava pálida. Para quem havia ficado alguns dias sem comer, sua musculatura continuava bem marcada e desenvolvida.

 — Você está tão perto… — Leon dizia com um sorriso sádico enquanto deslizava sua mão pelo paletó do diretor, até chegar ao colarinho, onde segurou com força e o puxou para mais perto, vendo o rosto de Robert encostar nas grades. — Eu gosto de você, pois você parece não ter medo da morte… Não tem medo de mim?

 — Eu deveria? — Robert o respondeu com outra pergunta.

 — Todos aqueles que eu conheço… Todos eles… Tremem em minha presença, mas você não. Você é… Diferente. — Sua voz calma soaria assustadora para uma pessoa comum, mas aquilo não era o suficiente para intimidar Robert ou Joseph.

Os belos olhos azuis de Leon fitavam intensamente os olhos acinzentados de Robert sem quebrar contato.

 — Ele tem 24 anos e era o assaltante de banco mais procurado do mundo, responsável por incontáveis mortes de pessoas inocentes e de policias também… Mas, é uma “pena” que toda aquela sua fama tenha chegado ao fim, Leon. — Joseph dizia calmamente.

 — Eu continuo tendo o mesmo respeito de antes… Não mudou nada, e nem vai mudar, pois eu já deixei a minha marca em todo o mundo. Não há uma pessoa que não saiba quem sou, sabia disso? — Perguntou com um sorriso ladino. — Ah, acho que não… Pois você é apenas o cãozinho do diretor, sabe que estará na rua se não acatar as ordens dele… Então eu sugiro que aperte um pouco mais a coleira dele, diretor… Pois ele está prestes ~

Joseph avançou em direção à cela e o segurou pela gola da blusa laranja que usava, fazendo com que Leon soltasse Robert.

 — Parece que todo o meu tratamento especial com você ainda não foi o suficiente, não é mesmo? — Leon gargalhou, mas em seguida mordeu levemente o lábio inferior, segurando suas risadas.

 — Você acha? Eu tenho certeza disso… Pois, você apenas é “forte” quando está com seus seguranças por perto. Mas, eu estou lhe convidando para dar uma passada aqui, sozinho, qualquer dia desses. — Antes que Joseph o acertasse no rosto, Robert os afastou um do outro.

 — Já chega, Joseph. Peça para que levem-no até o pátio. — Mesmo relutando, o psiquiatra assentiu.

Por último, caminharam em direção à última cela, onde Joseph dizia estar a pessoa mais perigosa de toda aquela prisão, responsável pelos crimes mais hediondos. 

 — Este é Jeffrey Alexander Woods, de 19 anos… Um serial Killer que já tirou a vida de inúmeras pessoas. Até hoje os investigadores acreditam que ainda não descobriram todos os crimes e vítimas que esse desgraçado fez. Talvez ele tenha sorte em ser escolhido, pois sua execução está marcada para o final da tarde de hoje.

 — Ele é o famoso Jeff? Sei… — Robert riu de forma sádica e se aproximou das grades, pois até o momento não conseguia enxergar o prisioneiro, que se encontrava na parte mais escura da cela.

 — Os tratamentos psiquiátricos que tentei até hoje não foram eficientes! Nada do que tentei funcionou com ele… Isso é um pouco inacreditável, mas é a verdade. — Joseph dizia decepcionado. — Talvez sua mente esteja corrompida de uma forma irreversível.

 — O que ele fez para estar aqui? — Robert perguntou interessado.

 — Jeff é um parricida, homicida, infanticida e estuprador… Quando ainda estava fora da prisão, ele matava de forma monstruosa, fazia com que suas vítimas sentissem muita dor, não poupava ninguém, simplesmente matava por diversão. Há duas semanas ele conseguiu acabar com a vida de uma das nossas policias, pois a mesma se descuidou e deu às costas para ele ao ficar perto demais de sua cela… Então tivemos que mantê-lo numa camisa de força.

 — Jeff! — Robert gritou o nome do prisioneiro, mas não obteve respostas.

 — Vamos, Jeff… O diretor da prisão está aqui, ele quer ver você! — Joseph dizia calmamente.

 — Ele… Quer mesmo me ver? — Mesmo não parecendo, Robert sentiu certo arrepio ao escutar a voz demasiadamente abafada do rapaz.

 — Vamos ter que entrar… — Joseph disse para que apenas Robert escutasse.

Ao destrancar a cela, Joseph pegou sua pistola do coldre e aproximou-se com cuidado, vendo na escuridão daquele local a silhueta de um garoto encolhido, abraçando os próprios joelhos no canto mais escuro.

O psiquiatra sacou uma pequena lanterna do bolso do seu jaleco e iluminou diretamente o rapaz, vendo-o olhar em sua direção. Robert se incomodou um pouco ao vê-lo usando uma máscara negra que cobria todo o seu rosto, com exceção dos olhos e nariz.

 — Qual o motivo da máscara? — Robert perguntou aproximando-se um pouco mais de Jeff.

 — Acredite… É melhor assim.

 — Tire-a! — Robert ordenou impaciente.

 — É melhor não fazer isso, senhor. - Joseph disse baixo.

 — Ele não pode ser tão ruim assim… E eu espero que você não esteja me desafiando, Joseph… — Ameaçou-o.

Após soltar um suspiro, Joseph caminhou até o rapaz e desafivelou as tiras da máscara, arrancando-a lentamente e dando a Robert a completa visão do rosto deformado e assustador daquele garoto.

Jeff tinha as bordas de sua boca completamente abertas até perto dos cantos dos olhos, os quais não tinham pálpebras. Por conta dos cortes horríveis nas laterais de sua boca, todos os dentes do rapaz ficavam à mostra. Os olhos eram acinzentados, porém, tão claros que a única coisa visível eram apenas as pupilas negras, visto que a cor branca dos olhos se misturava com a esclera naturalmente branca.

Por alguns segundos quase intermináveis, Robert permaneceu analisando cada detalhe daquela face totalmente deformada, mas logo soltou um sorriso ladino e passou as mãos pelo cabelo grisalho.

 — Eu acho que hoje é o seu dia de sorte, rapaz… Eu gosto de você.. Por isso eu quero que o leve até o pátio, Joseph. — O psiquiatra assentiu.

Por fim, o diretor voltou em direção ao pátio, onde todos os prisioneiros mais temidos se encontravam, lá ele pode notar os outros que não pertenciam a ala psiquiátrica.

 — Senhor, acho que está tudo certo, conforme o senhor pediu. — Tyler se aproximou rapidamente.

 — Quero que me apresente a todos eles… Quero conhecer melhor aqueles que irão me divertir por alguns dias. — Tyler assentiu e caminhou em direção aos prisioneiros que se encontravam lado a lado.

O primeiro a ser apresentado foi o rapaz mais alto de todos eles, Andrew Butler, um homem de 26 anos, 1.93 m, com musculatura muito bem desenvolvida e olhar ameaçador. Os cabelos ondulados e acastanhados do rapaz se estendiam até os ombros, a pele era bronzeada, os olhos verdes e a barba bem aparada.

 — O que fez para estar aqui, rapaz? — Robert perguntou se aproximando de Andrew.

 — Eu não devo explicações a você. — Sua resposta fora grosseira o suficiente para que Robert soltasse uma gargalhada curta.

 — Senhor, ele foi o responsável por matar mais de 200 pessoas num ataque terrorista aos EUA. Ele também sofre de transtorno explosivo intermitente, então é bom mantê-lo calmo ou as coisas podem se complicar. Ele foi sentenciado à pena de morte e sua execução estava marcada para o mês seguinte. — Joseph respondeu com cuidado.

 — Isso não me interessa. — Robert vociferou. — Se ele quiser dar uma de espertinho, vai se dar muito mal comigo… Eu não tenho medo de acabar com nenhum de vocês, entenderam?! — Alguns prisioneiros se mantiveram calados, outros riram baixo.

O próximo a ser apresentado ao diretor foi Jackson Van Hellsing, de 20 anos. De acordo com sua ficha, o mesmo tem 1.80 m e uma musculatura muito desenvolvida. Os olhos são de um azul muito intenso, o rosto tem traços bem marcados, barba rala e cabelos curtos e escuros.

Jackson foi o responsável pelos roubos mais estratégicos a joalherias e museus, até o momento ainda não conseguiram encontrar todos os itens extremamente valiosos roubados, e por ser considerado um homem perspicaz e bastante perigoso, foi sentenciado à prisão perpétua.

O próximo foi James Wesker, de 25 anos, mas conhecido por Jim, o responsável pelos tráficos realizados no lado obscuro da internet. Jim trabalhava com tráfico de órgãos e constantemente assassinava vítimas usando uma máscara para preservar sua identidade. Não é um homem muito alto, porém, sua musculatura é desenvolvida, sua pele é bastante clara, os cabelos são curtos e loiros, assim como suas sobrancelhas e a barba bem aparada. Os olhos são verdes e seu corpo é marcado por diversas tatuagens.

Jason Freeborn foi o próximo da lista. No auge dos seus 23 anos, Jason foi o responsável por assaltar um banco junto de todos os seus capangas, onde matou todos os reféns, junto dos seus aliados, por isso foi sentenciado à prisão perpétua. 

Ele é um rapaz de estatura alta, medindo 1.85 m e físico atlético. Os cabelos são medianos, ondulados e loiros, os olhos são amendoados e a pele é clara. Seu olhar sereno não condiz com seus crimes cometidos, por isso quem olha para ele acaba não imaginando suas reais capacidades.

A próxima prisoneira foi Jeanna Marie Mitchell, uma jovem de 22 anos de estatura mediana. É uma jovem bonita, marcada belos seus belos traços faciais, os olhos castanhos intensos, assim como o seu olhar. Jeanna tem cabelos castanhos, lisos e compridos, seu corpo é esbelto e belo.

Ela foi presa por tráfico de drogas, vandalismo e por matar um policial após ter ingerido substâncias suspeitas. Além de tudo, Jeanna sofre de ansiedade e transtorno limítrofe. 

A penúltima prisioneira da lista foi Merenwen Eluch, uma jovem de 27 anos de descendência europeia. Seus traços faciais são belos e delicados, os olhos esmeraldinos contrastam com sua pele clara e delicada, os cabelos são de tom vermelho sangue e se estendem até o meio de suas costas, também contrastando bastante com sua pele, os lábios são volumosos e levemente avermelhados e por último, um corpo esbelto e muito belo.

Merenwen acabou matando o namorado por embolia gasosa, visto que, por cursar medicina antes de ir parar na prisão, tinha e ainda tem bastante conhecimento de técnicas para matar diversas pessoas.

A causa da morte do seu namorado foi simples, sendo necessário aplicar apenas uma dose de ar nos vasos sanguíneos de alguém, o que pode ser feito de diversas maneiras, mas Merenwen utilizou uma seringa, pois seu namorado era diabético e necessitava de doses diárias de insulina.

A última prisioneira a ser apresentada foi Valentine Meredith, de 19 anos. Mesmo sendo tão nova, é considerada uma das prisioneiras mais perigosas devido aos inúmeros crimes cometidos. Valentine era uma assassina de aluguel, ladra e já participou de inúmeros tiroteios. Os crimes cometidos foram inúmeros, por isso ela acabou sendo sentenciada à pena de morte e sua execução estava marcada para acontecer depois de dois meses.

Valentine é uma bela mulher de cabelos compridos que se estendem até a metade de suas costas, seus fios possuem uma leve mistura de cores variando entre o preto, castanho e ruivo. Seus olhos são azuis acinzentados, destacados pelos cílios grandes, a pele é clara e delicada. O que mais chamava a atenção de suas vítimas era o seu belíssimo corpo esbelto, marcado por belas curvas. Sua beleza e destreza apenas a ajudava a seduzir e matar suas vítimas.

 — Até que eles não são grande coisa. — Robert dizia sorrindo sadicamente, enquanto andava de um lado para o outro analisando cautelosamente cada um deles. — Não parecem ser tão assustadores como ~

 — Por qual motivo estamos aqui? — Valentine perguntou rispidamente, fazendo com que Robert caminhasse até ela, parando bem em sua frente.

 — Você é uma garota ansiosa, não acha? Mas, eu devo mesmo explicar isso a cada um de vocês, ratos inúteis. — Robert afastou-se dela e continuou andando de um lado para o outro, hora ou outra lançando alguns olhares ameaçadores para alguns prisioneiros. — Eu tenho uma proposta muito interessante para fazer a vocês… Digamos que será mais interessante para a minha pessoa, mas isso não vem ao caso, pois o que me interessa agora são vocês.

 — Belo discurso. — Jackson se pronunciou, enquanto soltava um riso irônico o suficiente para chamar a atenção do diretor. — Eu estou quase dormindo, então é melhor você pular para a “grande parte interessante”. — Robert o encarou e retribuiu o mesmo sorriso irônico, aproximando-se devagar.

 — Você abrirá a sua maldita boca apenas quando eu disser. Fui claro, bandidinho de merda? — Jackson permaneceu encarando-o sem demonstrar medo. — Enfim… — Disse voltando a caminhar de um lado para o outro. — Eu quero propor um jogo a vocês… E quem vencer, ganhará a liberdade e a oportunidade de recomeçar a vida no anonimato, com a “ficha limpa”, entendem?

 — E qual seria esse jogo? — Jeanna perguntou interessada.

 — Vocês serão deixados por um helicóptero numa grande extensão de terra coberta por uma floresta desconhecida… Ouvi dizer que aquele que entrar lá, dificilmente sairá vivo. E adivinhem? Eu desembolsei uma fortuna e comprei todas aquelas terras que será o cenário para os nossos jogos de sobrevivência. — Conforme ia explicando, seu sorriso engrandecia. — Vocês serão jogados lá, como eu já disse, e apenas um sairá vivo. Quero que lutem como se fosse a última coisa que fariam na vida, apesar de eu não duvidar de que será a última coisa que farão na vida.

 — Vai valer tanto a pena para você? Nós sequer sabemos quanto tempo duraremos naquele lugar. E se todos nós morrermos? — James perguntou irritado.

 — Escuta aqui, rapaz… Eu estou garantindo a sua maldita liberdade, e não a sua sobrevivência! Fui claro? — Respondeu franzindo as sobrancelhas. — Eu não garanto que vocês sobrevivam, mas se isso acontecer, o sortudo ganhará a liberdade. É tão difícil de entender? — Perguntou de forma arrogante, mas não obteve resposta. — Vou considerar o seu silêncio como um “não”.

 — Eu estou aqui por obrigação, portanto, eu me recuso a participar dessa palhaçada. Eu não parei aqui nesse inferno por ter brincado lá fora, e não vou morrer numa floresta enquanto brinco de sobrevivente… Se quiser, você poderá adiantar a minha pena de morte para este exato minuto, mas não quero mesmo participar dessa idiotice… Não sou seu brinquedo, desgraçado. — Leon manifestou-se ríspido, tentando se aproximar de Robert, mas fora impedido por alguns guardas.

 — Você apenas está aqui em minha frente, pois não tem escolhas, meu amigo… Eu posso fazer o que eu quiser com você, e isso inclui te deixar numa floresta para você brincar de sobrevivente com os seus novos amiguinhos. — Respondeu enquanto ficava frente a frente com Leon, que mais uma vez tentou se soltar para agredir Robert.

De certa forma, Robert adorou ver a cara que todos fizeram depois disso, e não esperava algo muito diferente daquilo tudo, por isso os resultados foram realmente gratificantes para um sádico como ele.

 — Quero que levem eles para as solitárias e os deixem lá até amanhã de manhã. E quero que levem para eles uma boa refeição, pois acredito que quando eles caírem naquela floresta, terão preocupações bem maiores do que a fome e a sede. — Todos os guardas presentes assentiram. — Bom, amigos… Nos vemos amanhã, talvez pela última vez…— Com um sorriso sádico, Robert voltou a caminhar em direção à sua sala.

--x--

 

 

 


Notas Finais


Aqueles que ainda não enviaram as fichas, podem me enviar sem problemas, pois eu darei um jeito de encaixar o personagem de vocês na história.

Autores das fichas, por favor, comentem para eu saber que estão acompanhando... Lembrem-se, não terá como eu interagir com vocês se vocês não derem sinal de que estão acompanhando os capítulos e os acontecimentos com seus personagens :)

Espero que tenham gostado, e caso percebam que eu estou demorando muito para atualizar a fanfic, podem me cobrar, mas acreditem, eu não demoro por mal.

Se tiver qualquer erro em relação aos personagens de vocês, me avisem, por favor!

Até o próximo capítulo...


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