História The Four Children of the Moon - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ficção, Mitologia Grega, Romance
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Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


HEY GENTE!!!!! SIM!! EU DEMOREI UNS 4 DIAS PRA FAZER ESSE CAP!! ESPERO Q ESTEJA BOM PRA VCS KKK
NAO VOU CONSEGUIR POSTAR CAP O RESTO DA SEMANA PQ TO EM SEMANA DE PROVA E SEMANA Q VEM JÁ SAO AS RECUPERACOES!! TA FODA!!
ENFIM! ESPERO Q GOSTEM E BOA LEITURA!!!!!

Capítulo 20 - A Caminho de Nova Orleans


Fanfic / Fanfiction The Four Children of the Moon - Capítulo 20 - A Caminho de Nova Orleans

-Aksa? O que faz aqui? –Pergunto e ela chega mais perto.

-Fiquei te procurando durante a manhã, até que liguei para a Thorea e perguntei onde você poderia estar. Ela disse que você provavelmente estaria nervoso e viria para cá, então eu vim correndo. –Encarei ela surpreso, ela não tem resistência suficiente para correr tudo aquilo, mesmo que seja pouco. –Não se preocupe, nas subidas eu fui andando. –Ela diz sorrindo. –O que aconteceu?

-Thorea está correndo perigo, e a forma de proteger ela é difícil de conseguir.

-Mas não impossível. –Ela se senta na minha frente. –Ela é um dos filhos da lua, não é? –Ela pergunta e fico surpreso, como ela sabe da história?

-Como sabe? –Ela coloca o indicador na curva de seu pescoço, quando me lembro da minha marca, ela fica bem na curva. –Há quanto tempo descobriu?

-Não muito, mas foi difícil reconhecer da onde era. –Ela diz sorrindo. –Se quiser, posso fazer um feitiço de proteção contra o eclipse. –Eu a encaro surpreso. –Sabe que tenho magia, mas não sei todos os feitiços de cor, preciso do meu grimório, ele está em Nova Orleans, quando eu o pegar prometo que foi fazer um feitiço de proteção.

-Eu realmente não sei como te agradecer por querer fazer isso. –Digo dando um leve sorriso.

-Bem, pode me ensinar algumas coisas. –Ela diz, e só agora fui perceber que ela está com legue, uma regata com uma jaqueta por cima, ela tirou a jaqueta e foi até uma gaveta e pegou suas faixas de mão.

-Quer treinar luta? –Perguntei segurando as faixas.

-Por que não? Pelo menos a autodefesa. –Ela diz sorrindo, ela sabe que não tem muita força, mas se ela focar bastante, consegue usar pelo menos a autodefesa.

-Vem cá. –Digo e ela vem para mais perto. –Me dá sua mão. –Digo e ela estende a mão de dedos abertos, eu fui passando a faixa com cuidado para não apertar demais, ela ficou focada nas voltas que eu ia fazendo, depois fiz o mesmo com a outra. –Vou pegar as manoplas. –Digo e vou pegar as manoplas de mão com as de canela, eu coloquei as de mãos e fiquei ao seu lado, um pouco para trás. –Sempre deixe os pés afastados, mas nem tanto, o esquerdo fica mais à frente. Vamos começar com alguns socos e chutes, sabe como fazer?

-Digamos que fiquei observando alguém por um tempinho. –Ela diz e dou um sorriso divertido, ela faz igualmente.

-Pode começar. –Ela deu os socos perfeitamente, pude perceber que ela usava o tronco para dar forca ao punho, o que funcionou, foi razoavelmente forte, não algo que apagaria alguém, mas se acertar nos pontos que desmaia alguém, pode funcionar de primeira. Quando ela foi começar com os chutes pude ver que ela desequilibrou umas duas ou três vezes, na quarta observei bem. –Vem cá, você está girando o corpo com o pé inteiro, você só gira o quadril, deixando ele solto para facilitar, e gira só a ponta do pé, assim. –Digo e uso o saco de pancadas como exemplo, fazendo um estalo quando bati a canela. –Tenta. –Digo e ela faz o mesmo no saco de pancadas, mas ela ainda estava com dificuldade no quadril, não reclamo, fiquei quase um mês treinando todo dia para conseguir fazer correto. –Você está girando de mais, faz assim. Chuta. –Digo e quando ela foi chutar eu segurei seu quadril e o girei de maneira que ela não desequilibrou e conseguiu chutar forte, pouco, mas forte. Mas quando percebi ela estava meio sem jeito, logo percebi que minhas mãos ainda estavam no seu quadril. –Desculpe. –Digo e quando eu iria me afastar ela segura minha mão, ela se vira para mim e me abraça. –Está tudo bem?

-Sim, é só que... –Ela fica em silencio por um tempo. –Parece que quando estou com você, parece que estou protegida. –Pude sentir ela me apertar mais. –Eu vi rostos...

-Rostos? Onde?

-Num sonho, eles estavam carbonizados e gritando comigo, não conseguia entender, eram muitos gritos. –Pude perceber que ela estava tremendo.

-Eu tô com medo. Medo de que vieram para me atormentar. Eu não quero nada disso.

-Calma, vamos descobrir o que é isso.

-Mas já sabemos o que é. São meus pais me atormentando, por algo que eu causei. –Ela diz com certa tristeza.

-Você mesma disse que não tinha certeza se foi você mesma que causou o acidente.

-Mas é claro que fui eu!! –Ela diz já com lagrimas nos olhos e se afasta. –Quem mais poderia estar lá??! Eu estava sozinha, e eles também!!

-Nós não temos certeza. –Digo e me aproximo dela, seguro seu rosto fazendo-a me encarar. –Depois de pegarmos seu grimório, vamos ver se encontramos algum Xamã que pode dizer o que aconteceu. Vem cá. –Digo puxando ela e a abraçando. Eu realmente estou preocupado com ela, pode até ser impressão, mas não acredito que seja algum tipo de peso na consciência, tenho alguma sensação de que isso está sendo por causa de alguém do eclipse, não sabemos tudo sobre eles, mas tenho uma impressão de que podem manipular memorias, já que são fortes no quesito de magia.

ALGUMAS SEMANAS DEPOIS...

Faltava algumas horas para o nosso voo, todos nós conseguimos arrumar dinheiro para ir, nós vamos dormir em um hotel da família do Zachary, a única coisa de ruim é que acabamos de entrar no inverno, o que pode ser um problema se começar a nevar.

Eu terminei de arrumar minha mala e já a levei para colocar na camionete que Zach pediu emprestado do tio, todos nós já estávamos ali, só faltava a Aksa, foi quando eu disse que iria buscar ela. Eu fui andando até chegar no seu dormitório, eu bati na porta e em pouco tempo ela abriu.

-Desculpe a demora, já estou pronta. –Ela diz puxando uma mala.

-Vamos? –Ela confirmou e começamos a caminhar até o estacionamento. –Por que demorou tanto?

-Eu dormi pouco, acordei de madrugada para terminar isso. –Ela diz e mostra um colar de cordão com uma pedra azul claro, segurada por fio de cobre, e uma pulseira com algumas missangas e a mesma pedra. –Demorei um bom tempo para conseguir encantar esse. –Ela diz me entregando o bracelete.

-O que fez?

-Eu os encantei para ninguém sentir nossa presença ou nos ver.

-Para que isso?

-Para pegar meu grimório. –Eu a encaro confuso. –Ele está em um museu de Nova Orleans, aquele grimório não é só meu, ele pertenceu a 3 gerações minha, minha tataravó, minha avó, e uma que desconheço o que era de mim, mas nunca encontrei fotos, e o sobrenome é diferente do meu. Mesmo sendo estranho, virou da minha família aquilo, e era para estar comigo.

-Então quer dizer que vamos ter que roubar?

-Infelizmente sim, não vão deixar alguém levar um livro que está no museu. –Ela diz enquanto caminhávamos.

-Mas os alarmes não irão disparar? –Perguntei.

-Claro que sim. –Ela diz enquanto estávamos quase no estacionamento. –Mas depois que eu tocar no livro, ninguém o verá, nem a mim, nem a você. Não diga nada há ninguém. –Eu concordei com a cabeça e continuamos a andar até chegar no estacionamento e ver todos ali já nos esperando, colocamos as coisas no carro e fomos até o aeroporto.

Em cerca de uns quarenta minutos já tínhamos chegado, nós fomos confirmar o voo e depois passamos no escâner, quando foi a vez da Aksa o escâner apitou, logo um guarda veio e começou a passar o detector de metais para ver onde tinha, até que parou perto dos seios dela, ela retirou o colar que tinha o cobre segurando a pedra. Ela se desculpou com o guarda e continuamos para terminar tudo rápido. Depois que terminamos tudo que era para ser feito ficamos esperando, quando deu 6:00 da manhã anunciaram que nosso voo iria se preparar para sair e que deveríamos ir para o portão 09 para embarcar, nós passamos novamente por um escâner e depois entregamos as passagens, quando entramos eu e Aksa ficamos lado a lado, mas acabamos ficando separados dos outros. Mas não seria problema, já que quando o avião pousasse seria o mesmo local.

Algum tempo depois o avião decolou, já iria fazer uns 20 minutos que havíamos chegado na altitude devida, me virei para Aksa quando a escutei bocejar, podia ver algumas lagrimas de sono em seus olhos.

-Deixe eu adivinhar, além de ter dormido pouco não tomou café.

-Parece que temos um Sherlock Holmes aqui, não é mesmo?

-Elementar, meu caro Watson. –Digo e rimos. –Se lembra de onde ele está? –Pergunto me referindo ao grimório, e ela nega com a cabeça.

-Não, mas se formos falar com a Mama Odie talvez ela possa nos ajudar.

-Mama quem?

-Você vai ver. –Ela diz sorrindo e encora a cabeça em meu ombro e acaba caindo no sono bem rápido, eu fiquei encarando ela, fiquei encarando seu rosto e lembrando do quão desesperada, assustada e aflita estava naquele dia na floresta. Mesmo que ela tenha dito que não se lembra se foi ela, mas ela acha que foi por culpa dela, eu não acredito. Não consigo acreditar que ela possa ter feito isso, ela é alguém muito sensível, mas é incrivelmente esperta. Eu acariciei seu braço e a apertei um pouco mais contra mim e beijei sua cabeça.

-Não vou deixar que nada te aconteça.


Notas Finais


espero q tenham gostado do cap!!!
comentem sua opniao e/ou o que acharam do cap!!
vejo vcs no rpoximo cap!!
kissus dos foninhus!!!!!!!!!! ;3;


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